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sexta-feira, 17 de junho de 2016

BRICS, БРИКС/LISTA DE MATAR: ESMAGAR O "B" DE BRICS



11 junho 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

8/6/2016, Pepe EscobarSputnikNews

As apostas não poderiam ser mais altas. Estão na balança não só o futuro dos BRICS, mas o futuro de um novo mundo multipolar. E tudo depende do que aconteça no Brasil nos próximos poucos meses.

Comecemos pelo kafkiano tumulto interno. O golpe de Estado contra a presidenta Dilma Rousseff continua a ser tragicomédia político-midiática que parece recomeçar todos os dias. Também é caso de guerra de informação convertida em ferramenta estratégica para maior controle político.

Uma sucessão impressionante de vazamentos de áudios revelou que setores chaves dos militares brasileiros e seletos juízes da Suprema Corte legitimaram o golpe contra uma presidentque sempre cuidou de proteger a investigação de corrupção chamada "Car Wash", que já dura dois anos. Até a mídia-empresa ocidental dominante teve de admitir que Dilma, que nada roubou, está sendo impedida e derrubada por uma gangue de ladrões. A agenda deles: fazer parar a investigação "Car Wash", que eventualmente pode vir a jogar muitos deles na cadeia.
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Os vazamentos também revelaram a carnificina que ruge entre as elites brasileiras 
comprador -- periférica e central. Essencialmente, as elites periféricas foram usadas como moleques de recados no Congresso, para fazer o trabalho sujo. Mas agora podem estar a ponto de se tornarem assaltantes de estrada -- junto com o 'governo' ilegítimo, impopular, interino de Michel Temer, liderado por uma gangue de políticos corruptos até

terça-feira, 24 de maio de 2016

GOLPES PARA 'MUDANÇA DE REGIME' NA AMÉRICA LATINA



19 maio 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Dmitry BabichInformation Clearing House

Golpes para 'mudança de regime' na América Latina: O que a Rússia tem a ver com isso?

É mais que hora de a Rússia iniciar movimento diplomático para declarar ilegal a política patrocinada pelos EUA para 'mudança de regime', sobretudo agora, ante os recentes eventos na América Latina.

Esses desenvolvimentos já se vão tornando tão 'rotineiros', que se podem descrever como golpes de Estado 'institucionais', com presidente populares eleitos removidos do poder e substituídos por funcionários neoliberais, e que recebem apoio pode-se dizer declarado e ostensivo do governo dos EUA e da Grande Finança norte-americana.

"O que se vê hoje no mundo é uma tentativa, pelo chamado 'ocidente histórico', para preservar a sua dominação no campo dos assuntos internacionais" - disse o vice-ministro de Relações Exteriores da Rússia Sergey Ryabkov, em conferência sobre desenvolvimento latino-americano em Moscou. "A América Latina não é exceção a essa tendência global. Veem-se esforços dos EUA para interferir diretamente em assuntos internos de alguns países daquela região. Argentina, Brasil, Venezuela são apenas os exemplos mais recentes."

Semana passada, a presidenta Dilma Rousseff do Brasil, de inclinações esquerdistas, foi afastada do poder por um grupo extremamente impopular de senadores, apesar de ter sido legitimamente e legalmente eleita por mais de 54 milhões de votos, que foram às urnas há um ano e meio. Rousseff foi afastada por acusações de corrupção. Mas ninguém, em toda a mídia-empresa dominante nos EUA acreditam que haja fundamento para

sexta-feira, 6 de maio de 2016

BRICS, БРИКС/COMEÇOU A III GUERRA MUNDIAL



25 abril 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Paul Craig Roberts





A Terceira Guerra Mundial já está a ser travada. Quanto tempo demorará até chegar à etapa quente?

Washington está agora a efectuar uma guerra económica e de propaganda contra quatro membros do bloco de cinco países conhecidos como BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O Brasil e a África do Sul estão a ser desestabilizados com escândalos políticos fabricados. Ambos os países estão pejados de políticos e Organizações Não Governamentais (ONGs) financiadas por Washington. Washington cozinha um escândalo, põe os seus agentes políticos em acção exigindo actuação contra o governo e põe

sábado, 12 de dezembro de 2015

ASSOCIAÇÃO ESTRATÉGICA ENTRE A ÁFRICA E A CHINA

12 novembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


A partir de final dos anos 50 e, sobretudo, de 1960, sucederam-se as independências africanas. Não sem que, na maioria dos casos, as potências coloniais tenham recorrido à violência e a manobras de todo o tipo visando impedir a libertação. Em vários casos, as independências foram conquistadas pela luta armada. Noutros casos, nesses anos 60, as independências africanas foram «concedidas» pacificamente pelos governos coloniais a partidos cujos dirigentes renunciaram à soberania plena e aceitaram trilhar a via neocolonial.

Com o derrubamento da ditadura fascista em Portugal, a 25 de Abril de 1974, tornou-se inelutável o rápido desfecho do processo de independência dos novos países, apesar da oposição das forças reaccionárias portuguesas e africanas, apoiadas pelo imperialismo norte-americano. O nascimento dos novos estados, em especial os de Angola e Moçambique, contribuiu para acelerar importantes transformações progressistas na África Austral. O mapa político da África ainda sofre alterações quando, em 1993, a Eritreia se separa da Etiópia e, em 2011, o Sudão do Sul do Sudão. A independência trouxe progressos gigantescos, em todos os domínios, aos povos e países da África.

Há em Portugal pouca informação sobre as lutas anti-imperialistas dos povos da África. Ao contrário do acontece em relação a processos transformadores em outras partes do mundo, da América Latina à Ásia, passando pela própria Europa.

Não admira, pois, que entre os comunistas e outros revolucionários surjam questões sobre a situação dos combates dos africanos pela sua emancipação social. Qual o balanço do trajecto dos modernos estados africanos? Por que falharam em África experiências que proclamaram o socialismo como objectivo? Quais as perspectivas de surgimento de regimes progressistas no continente?

Não é possível encontrar respostas únicas, e muito menos fáceis, para tais interrogações. Por um lado, porque a África é diferenciada, de região para região, de país para país e, por vezes, no seio de cada um dos seus 54 estados. Existem, como em outras paragens, diferenças enormes, de Norte a Sul, do Oeste ao Leste, quanto à geografia, aos recursos naturais, à população –de grande diversidade cultural étnica, linguística, religiosa –, à história, ao percurso político, à economia.Por outro lado, há múltiplos factores, internos e externos, por vezes imprevisíveis, que condicionam a evolução dos países, na África como

sábado, 22 de agosto de 2015

MÍDIA BRITÂNICA TENTA DIMINUIR IMPORTÂNCIA DO BLOCO BRICS

20 agosto 2015, Agência Sputnik http://br.sputniknews.com (Rússia)
 
O jornal britânico “The Independent” publicou artigo de autoria do jornalista Chris Blackhurst intitulado “Tudo Acabado para os Países do BRICS”. No texto, Blackhurst faz uma série de críticas aos BRICS como conjunto e a cada um dos seus integrantes: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Especialista contesta matéria do “Independent”.

Sobre o conteúdo e as possíveis motivações desta matéria do jornal inglês, o especialista em BRICS e em Relações Internacionais Diego Pautasso, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio Grande do Sul, do Colégio Militar de Porto Alegre e da Unisinos – Universidade do Vale dos Sinos, falou com exclusividade para a Sputnik Brasil.

Sputnik: Como o senhor interpreta este artigo e que motivações podem estar por detrás dos argumentos expostos pelo jornalista inglês?

Diego Pautasso: Trata-se de um artigo nitidamente direcionado, com conteúdo ideológico muito claro de quem está tentando deslegitimar a iniciativa dos BRICS, e

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Angola/ESTAMOS UM PASSO À FRENTE NA VISÃO MINEIRA AFRICANA

3 agosto 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Kumuênho da Rosa

Há sensivelmente um ano, Luanda acolhia a reunião do Bureau de Ministros Responsáveis pelos Recursos Minerais em África, na qual foi reforçado o compromisso de uma acção conjugada pela apropriação dos recursos naturais pelos africanos.

Na entrevista que concedeu ao Jornal de Angola, o ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, faz uma radiografia do sector mineiro africano e traça um quadro optimista em relação ao futuro do continente.

Jornal de Angola - Depois da reunião do Bureau de Ministros Responsáveis pelos Recursos Minerais em África, há sensivelmente um ano, a que distância ficou o continente da materialização da Visão Mineira Africana? 

Francisco Queiroz
 -  O objectivo desse Bureau foi cumprir uma deliberação dos Chefes de Estado e de Governo africanos sobre a criação de um Centro Africano para o Desenvolvimento Mineiro, como resultado da Visão Mineira Africana, aprovada na reunião de Adis Abeba em 2008. A Visão Mineira Africana é um conjunto de princípios que devem ser adoptados pelos Estados nas suas políticas de exploração dos recursos naturais. É desse conjunto de princípios que avulta o conceito “África 2063”. Na reunião de Luanda ficou definido que

quarta-feira, 15 de julho de 2015

BRICS, БРИКС/Declaração final da 7.ª reunião cimeira dos BRICS, realizada nos dias 8 e 9 de julho em Ufá, na Rússia

14 julho 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

Versão integral em português

1. Nós, os líderes da República Federativa do Brasil, da Federação da Rússia, da República da Índia, da República Popular da China e da República da África do Sul, reunimo-nos em 9 de julho de 2015, em Ufá, Rússia, na Sétima Cúpula do BRICS, realizada sob o tema “Parceria BRICS – Um Fator Pujante de Desenvolvimento Global”. Discutimos questões de interesse comum a respeito da agenda internacional, bem como prioridades fundamentais para fortalecer e ampliar ainda mais nossa cooperação intra-BRICS. Enfatizamos a importância de fortalecer a solidariedade e a cooperação, e decidimos aprimorar ainda mais nossa parceira estratégica com base nos princípios de abertura, solidariedade, igualdade, entendimento mútuo, inclusão e cooperação mutuamente benéfica. Concordamos em intensificar os esforços coordenados para responder a desafios emergentes, garantir a paz e a segurança, promover o desenvolvimento de maneira sustentável, enfrentando os desafios da erradicação da pobreza, da desigualdade e do desemprego, em benefício de nossos povos e da comunidade internacional. Confirmamos nossa intenção de ampliar ainda mais o papel coletivo de nossos países em assuntos internacionais.

2. Saudamos o progresso substantivo alcançado desde a Cúpula de Fortaleza, em 15 de julho de 2014, ao longo da Presidência de turno brasileira do BRICS, especialmente o estabelecimento das instituições financeiras do BRICS: o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) e o Arranjo Contingente de Reservas (ACR). A Cúpula de Ufá marca sua entrada em vigor. Ampliamos também nossa cooperação nos campos político, econômico e

sábado, 11 de julho de 2015

BRICS, БРИКС/Dilma: 7ª Cúpula do Brics foi um marco nas relações do bloco

10 julho 2015,  Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff, no âmbito da 7ª Cúpula do Brics, na Rússia, concedeu entrevista exclusiva à emissora de televisão Russia Today. Dilma falou sobre as decisões tomadas na cúpula, a situação econômica da Grécia, as sanções contra a Rússia e o novo banco criado pelas cinco nações do bloco.

Dilma discursa em Cúpula do Brics, realizada em Ufá, na Rússia

Leia abaixo a íntegra da entrevista:

Russia Today: Durante a Cúpula foram tomadas decisões importantes, sobretudo sobre a formação do Banco do Brics. Qual a sua avaliação das reuniões?
 

Dilma Rousseff:
 Eu acredito que esta reunião, a 7ª Cúpula do Brics, sediada na Rússia, teve um resultado excepcional. Foi um marco nas nossas relações. Concretizamos a formação do Banco do Brics, nomeamos toda sua estrutura de governança, inclusive já indicamos o presidente e os vice-presidentes do banco. Além disso, fizemos um acordo contingente de reservas, que é uma espécie de amortecedor para as crises financeiras, pelo fato dos mercados oscilarem muito. E esse acordo de reservas contingentes foi assinado pelos nossos bancos centrais. Então eu acredito que a cúpula foi um grande sucesso, além de ter sido muito bem organizada. 

Qual a sua posição sobre Grécia? O Brics poderá ajudar a Grécia?
Eu espero que a União Europeia resolva o problema da Grécia e acredito que esse processo de negociação esteja em aberto. No que se refere ao Brics, tanto o Banco, quanto o acordo contingente de reservas

quinta-feira, 28 de maio de 2015

BRICS, БРИКС/Rússia denuncia manobra do Ocidente para prejudicar economia do BRICS

26 maio 2015, Prensa Latina http://www.prensalatina.com.br (Cuba, Brasil)

Moscou -- O secretário do Conselho Nacional de Segurança russo, Nikolai Patrushev, denunciou hoje as manobras financeiras do Ocidente para promover a fuga de capitais no grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Ao palestrar em uma conferência de especialistas do BRICS nesta capital, Patrushev denunciou que a fuga de capitais dessas nações chegou em uma década a 3,5 trilhões de dólares, quando metade disso foi registrado nos últimos três anos.

Durante o V encontro de altos representantes para assuntos de segurança do

sábado, 23 de maio de 2015

BRICS, БРИКС, Brasil/Deputados aprovam a criação de banco de desenvolvimento do Brics

22  maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (21) a criação de um banco de desenvolvimento com atuação internacional ligado ao Brics – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O objetivo é financiar projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável (públicos e privados) dos próprios membros do bloco e de outras economias emergentes. 

A nova instituição, que recebeu o nome de Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), decorre de acordo assinado pelos integrantes do bloco no ano passado em Fortaleza. 

O NBD será uma instituição aberta a qualquer membro das Nações Unidas. Os sócios fundadores, no entanto, manterão um poder de voto conjunto de pelo menos 55%. Além disso, nenhum outro país individualmente terá o mesmo poder de voto de um membro dos Brics.

Com sede em Xangai (China) e escritórios nos demais países, o banco terá capital inicial subscrito de 50 bilhões de dólares. Este valor será dividido da seguinte

sábado, 14 de fevereiro de 2015

BRICS, БРИКС/ÍNDIA: MODI, VLAD, XI E OS BOLSOS VAZIOS DE OBAMA

11 fevereiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

6/2/2015, F. William Engdahl* – New Eastern Outlook, NEO
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Depois de anos de descaso, a Washington de Obama resolveu tentar a agressividade, para seduzir a segunda nação mais populosa da Terra, a Índia. Por que agora? Para responder, nem é preciso olhar além de Moscou e Pequim e da dinâmica recente que cerca a cooperação para o desenvolvimento dos países BRICS, que já têm um Banco dos BRICS para a Infraestrutura, que pode rivalizar com o Banco Mundial-FMI controlado pelos EUA. A Índia é a principal peça no Grande Tabuleiro de Xadrez Eurasiano. E o Primeiro-Ministro Modi já fez saber ao mundo, que ele está no jogo.

O presidente Barack Obama dos EUA fez uma visita de estado à Índia dia 27 /1/2015 acompanhado de comitiva de empresários norte-americanos, para seduzir o novo Primeiro-Ministro Narendra Modi, homem que, quando não passava de reles governador de estado, foi impedido de entrar nos EUA. Agora, com Modi Primeiro-Ministro, parece que Obama mudou de opinião. Mais provavelmente, não sobre Modi, mas sobre o perigo de que Rússia e China consigam integrar a Índia de Modi àquela esfera eurasiana de prosperidade econômica e à respectiva Organização de Cooperação de Xangai. Desde 2006 e os dias Bush-Cheney, Washington sempre esforçou-se vigorosamente para seduzir a Índia e prendê-la numa aliança militar com os EUA contra a China, mas com sucesso muito limitado.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

VEJAM QUEM SE MUDOU PARA O 'PRÓPRIO QUINTAL' DOS EUA

31 janeiro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Em 2008, Washington criou um comando especial do Pentágono, o AFRICOM, para conter as grandes iniciativas econômicas dos chineses na África, de empréstimos e crédito fácil em troca de acordos de longo prazo para fornecimento aos chineses, de óleo e outras matérias primas africanas. Os resultados foram pífios, em matéria de 'conter' a busca dos chineses por matéria prima para sua crescente economia. 

26/1/2015, F. William Engdahl, New Eastern Outlook
http://journal-neo.org/2015/01/26/look-who-s-moving-in-usa-s-own-backyard/

Agora, a China deu passo firme e amplo na direção de desafiar abertamente a chamada "Doutrina Monroe" -- doutrina imperialista de facto -- e trouxe grandes iniciativas para a América Latina. É o "próprio quintal" de Washington!

sábado, 31 de janeiro de 2015

BRICS, БРИКС/RÚSSIA-CHINA-ÍNDIA: NASCIMENTO DE UM NOVO CENTRO DE PODER

31 janeiro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Na próxima segunda-feira (2), os ministros das Relações Exteriores da Rússia, China e Índia irão se reunir em Pequim, a fim de elaborar uma agenda comum de cooperação para 2015. Para responder aos novos desafios, os chanceleres Serguei Lavrov, Wang Yi e Sushma Swaraj terão que elevar as consultas tripartidas para um novo patamar, segundo especialistas. Com muita probabilidade, se visará o objetivo de formar, em um par dos próximos anos, um "triângulo de poder" de dimensão global.


Os titulares da pasta das Relações Exteriores da Rússia, China e Índia se reúnem no formato trilateral, lançado em 2005 em Vladivostok, uma vez por ano. A próxima edição das conversações em Pequim será a décima, marcando as "bodas de alumínio" do mecanismo que em reiteradas ocasiões provou a sua utilidade. As posições coordenadas dos três países em relação a questões globais e "pontos quentes" fazem com que os outros centros de poder escutem com uma maior atenção a voz da China, Índia e Rússia.

Na véspera da reunião ministerial em Pequim, os três países têm formulado uma nova agenda operacional de riscos geopolíticos. Além dos problemas em torno do

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Brasil/AUTONOMIA ESTRATÉGICA: RÚSSIA, ÍNDIA, ESTADOS UNIDOS... E NÓS?

20 dezembro 2014, Folha Diferenciada http://folhadiferenciada.blogspot.com.br (Brasil)

A sórdida campanha promovida contra a Petrobras tem como alvo a vontade do povo brasileiro de construir com as próprias mãos o seu destino.

Sebastião Velasco

A idéia deste artigo surgiu da constatação, dias atrás, do contraste entre a importância patente do fato nele comentado, e o espaço minúsculo que a mídia brasileira lhe dedicava. Muito provavelmente, porém, essa idéia se perderia no torvelinho de um fim de ano especialmente agitado, não fora uma circunstância imprevista: a pergunta lançada, a título de desafio, pelo moderador da última mesa redonda do seminário Fórum Idéias para o Século 21, que se reuniu no Sindicato de Engenheiros de São Paulo na tarde da segunda-feira, 15 de dezembro de 2014.

A pergunta em questão pode ser resumida um tanto livremente assim: nesse momento de grandes perigos – no país e no mundo -- face à ofensiva de uma direita inconformada com a derrota eleitoral e decidida a ganhar na prática aquilo que as urnas lhe sonegaram, em que medida os BRICS podem ser acionados numa estratégia votada a vencer o cerco e recriar as condições para o aprofundamento da democracia e da reforma social entre nós.

Não era preciso respondê-la na hora. O que o orador -- por acaso, o principal inspirador da iniciativa do Fórum – pedia era que os expositores pensassem no assunto, e quando pudessem traduzissem em artigos as suas respostas.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Brics cria grupo de trabalho para elaborar medidas de combate ao ebola

5 dezembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A criação de um grupo de trabalho para desenvolver um plano conjunto de enfrentamento à epidemia de ebola foi acordada nesta sexta-feira (5) pelos ministros da Saúde do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), durante reunião em Brasília. No encontro também foi acertado montar uma estratégia conjunta para ampliar o fornecimento de remédios para pacientes com tuberculose.

José Cruz/Agência Brasil


Reunião dos Ministros da Saúde do Brics. E/D: Dmitry Kostennikov, da Rússia, Vishwa Mohan Katoch, da Índia, Arthur Chioro, do Brasil, Li Bin, da China, e Pakishe Aaron Motsoaledi, da África do Sul.

“Sob hipótese alguma podemos ficar tranquilos com o ebola. Há necessidade de continuar vigilante. Cada país fará a lição de casa, trabalhando no controle de portos e aeroportos, informando a população”, disse o ministro Arthur Chioro

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/Lideres do BRICS concordaram em nomear chefe do Banco de Desenvolvimento antes da realização da cúpula

17 novembro 2014/Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Os lideres dos países-membros do grupo BRICS, concordaram na sua reunião, promovida no quadro de G20 na cidade australiana de Brisbane, em resolver a questão de nomeação do presidente e dos vice-presidentes do Novo Banco de Desenvolvimento antes da realização da cúpula seguinte de BRICS na Rússia.

“Os lideres foram informados sobre o progresso alcançado na realização do plano de ação com vista a instituir o Novo Banco de Desenvolvimento. Eles encarregaram os seus ministros das finanças de nomear o presidente e os vice-presidentes do

sábado, 8 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/Líderes de China e Rússia estreitam relações na Apec

7 novembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
(Ler tambem “BRICS, БРИКС/Rússia e China abalam o dólar americano”)

Os presidentes da China e da Rússia, Vladimir Putin e Xi Jinping, estão estreitando suas posições sobre questões importantes relacionadas com as relações bilaterais e internacionais, disse o embaixador Andrey Denisov.

O diplomata russo em Pequim afirmou à agência de notícias estatal chinesa Xinhua que a coordenação de posições sobre assuntos de grande importância ocorrerá durante a reunião entre os dois líderes na XXII Cimeira da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec).

“A Apec é a melhor plataforma para estudar as questões relacionadas com o desenvolvimento econômico regional e a Rússia atribui grande importância

BRICS, БРИКС/Quatro BRICS aparecem entre os sete mais ricos do mundo

29 outubro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

A Rússia, da capital Moscou, é o sexto país mais rico do mundo, segundo o FMI
China, Índia, Rússia e Brasil estão no Top10 do FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou este mês a lista dos 10 países mais ricos do mundo segundo a sua base de dados. O ranking dos maiores Produtos Internos Brutos é encabeçado pela China, com US$ 17,632 trilhões, e tem outros três

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/BRASIL É DESTAQUE EM POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO ENTRE OS BRICS, APONTA UNESCO

5 novembro 2014, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)

 

Cristina Fontenele

Especial para Adital

Os países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), atualmente, respondem pela educação de 43% da população mundial. Com tamanha proporção, o grupo tem o potencial de tornar-se líder em educação de qualidade. Tendo em vista todo essa perspectiva, a Organização das Nações Unidas para a Educação e a Cultura (Unesco) propõe maior colaboração entre os países do bloco para acelerar o progresso educacional.

Em um novo relatório, BRICS: construir a educação para o futuro, a Unesco identifica os sucessos e os desafios enfrentados pela educação nos países do BRICS, sugerindo 12 recomendações para o grupo. De acordo com o documento, os governos colocaram a educação e a capacitação no centro de suas estratégias de desenvolvimento, realizando investimentos maciços em todos os níveis educacionais, além de experiências com políticas inovadoras em áreas estratégicas como, por exemplo, o estabelecimento de instituições de ensino superior e de pesquisa mundialmente competitivas.

O Brasil, por exemplo, desenvolveu um dos mais abrangentes sistemas de avaliação do mundo. Além disso, outros pontos são destacados em relação ao desenvolvimento da educação brasileira. Entre 2003 e 2010, o setor de educação recebeu 12% do gasto brasileiro em cooperação, o que tornou

FUTURA NOVA ORDEM MUNDIAL? NÃO. ELA JÁ ESTÁ AQUI

4 novembro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Bryan MacDonald*, Russia Today

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu


Governantes dos BRICS e convidados na reunião 

de Fortaleza em julho de 2014) 

Putin falou da necessidade de uma “nova ordem mundial”, com o objetivo de estabilizar o planeta. Para ele, os EUA já abusaram demais, no papel de líder global. O que pouco se noticia, contudo, é que os pilares que sustentavam aquela velha ordem vêm ruindo há anos.

Antes, era tudo tão simples! O mundo estava dividido em dois campos: o ocidente e o resto. E o Oeste, o ocidente, era de fato o melhor. Há 20 anos, seis das maiores economias do planeta estavam integradas ao mundo pró-Washington.

O líder, os próprios EUA, estavam tão à frente, que o PIB, ali, era mais de quatro vezes maior que o da China e nove vezes maior que o da Rússia.

O país mais populoso do mundo, a Índia, tinha quase a mesma renda bruta que os comparativamente minúsculos Itália e Reino Unido. Qualquer noção de que a ordem mundial mudaria tão dramaticamente em apenas duas décadas soava como piada.

A percepção ocidental era que China e Índia eram atrasadas e se passaria um século antes que