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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Brasil/Greenwald destaca coragem de Dilma e covardia de Temer

29 agosto 2016, Brasil 247 https://www.brasil247.com (Brasil)

Por Fernando Brito, do Tijolaço

Em entrevista ao canal independente Democracy Now, dos Estados Unidos, o jornalista Green Greenwald, do The Intercept, destacou as diferenças no comportamento da presidente Dilma Rousseff de "enfrentar seus algozes" no Senado para se defender, pessoalmente, no processo de impeachment, e de Michel Temer, que quebrou o protocolo ao pedir para que seu nome não fosse anunciado na cerimônia de abertura da Olimpíada e ainda não compareceu na festa de encerramento do evento; assista.

Assista a entrevista, na íntegra e legendada:
VIDEO

Trecho do comentário do Prêmio Pulitzer de Jornalismo, Green Greenwald, no The Intercept,

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Brasil/“TUDO FICOU MAIS CLARO: É GOLPE” -- Glenn Greenwald



8 junho 2016, Carta Capital http://www.cartacapital.com.br (Brasil)

por Leneide Duarte-Plon e Clarisse Meireles

“Tudo ficou mais claro: é golpe”, diz o revelador do escândalo NSA: esta é a palavra certa

O escritor e jornalista americano Glenn Greenwald ficou mundialmente conhecido ao ser escolhido por Edward Snowden para revelar a enorme rede de grampos da National Security Agency (NSA), do governo dos EUA. Dilma Rousseff e Angela Merkel foram espionadas, entre outros chefes de Estado.

Ganhador de um Prêmio Pulitzer e personagem do documentário que fez com Laura Poitras sobre Snowden, o jornalista aderiu à tese do golpe à brasileira depois de ler as gravações da conversa do ex-ministro de Temer, Romero Jucá, com Sérgio Machado, da Transpetro, ambos investigados pela Operação Lava Jato.

“Entendi que o impeachment foi desfechado para impedir a Lava Jato. Mas, em última instância, ele visa a aniquilar o PT e mudar totalmente os rumos do País, impondo políticas que nunca seriam aceitas pela população, pelo voto.”

Morando no Brasil há 11 anos, o também advogado Greenwald tornou-se

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A VIOLÊNCIA DO GOLPE "BRANDO" NO BRASIL



31 maio 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Por Stella Calloni*

Buenos Aires (Prensa Latina) O governo legítimo da presidenta Dilma Rousseff foi suspenso por um golpe de Estado "brando" porém violento, propiciado nada menos que pelo Congresso da Nação, desvirtuando desta maneira sua própria existência como Câmara legislativa, violando a Constituição e as leis.

A presidenta suspensa por 180 dias enfrentará um julgamento político forçado, já que não existem provas e poderá apresentar sua defesa, ainda que alguns dos ministros do insólito novo gabinete armado por seu vice-presidente Michel Temer, que deveria substituí-la interinamente, falam de "governo destituído" com absoluta impunidade, reconhecendo o golpe. Como fato vergonhoso figura para a história da infâmia o reconhecimento ao "processo institucional" que fez desde o primeiro momento o governo do direitista Mauricio Macri da Argentina, apesar da evidência do golpe de Estado.

No plano da justiça, fica como exemplo de absoluta falta de ética a presença de vários juízes como Sergio Moro e outros que atuam como juízes e parte, já que participaram de todas as ações dessa violenta e corrupta oposição

terça-feira, 19 de abril de 2016

Brasil/PORQUE O SEN. ALOYSIO NUNES FOI A WASHINGTON UM DIA DEPOIS DA VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT?



18 abril 2016, The Intercept https://theintercept.com (Brasil) 

Glenn Greenwald, Andrew Fishman, David Miranda

(This is a Portuguese translation of the article. For the original version in English, click here.)
(atualização abaixo)

A CÂMARA DOS DEPUTADOS do Brasil votou a favor da admissibilidade do impeachment da presidente do país, Dilma Rousseff, encaminhando o processo de afastamento para o Senado. Em um ato simbólico, o membro da casa que deu o voto favorável nº 342, mínimo para admitir o processo, foi o deputado Bruno Araújo, mencionado em um documento que demonstra que ele teria recebido fundos ilegais de uma das principais empreiteiras envolvidas no atual escândalo de corrupção do país. Além disso, Araújo pertence ao partido de centro-direita PSDB, cujos candidatos perderam quatro eleições seguidas contra o PT, de esquerda moderada, partido de Rousseff, sendo a última delas há apenas 18 meses atrás, quando 54 milhões de brasileiros votaram pela reeleição de Dilma como presidente.

Esses dois fatos sobre Araújo sublinham a natureza surreal e sem precedentes do processo que ocorreu ontem em Brasília, capital do quinto maior país do mundo. Políticos e partidos que passaram duas décadas tentando — e fracassando — derrotar o PT em eleições democráticas encaminharam triunfalmente a derrubada efetiva da votação de 2014, removendo Dilma de formas que são, como o relatório do The New York Times de hoje deixa claro, na melhor das hipóteses, extremamente duvidosas. Até mesmo a revista The Economist, que há tempos tem desprezado o PT e seus programas de combate à pobreza e recomendou a renúncia de Dilma, argumentou que “na falta da prova de um crime, o impeachment é injustificado” e “parece apenas um pretexto para expulsar um presidente impopular.”

Os processos de domingo, conduzidos em nome do combate à corrupção, foram presididos por um dos políticos mais descaradamente corruptos do mundo democrático, o presidente da Câmara Eduardo Cunha (em cima, ao centro) que teve milhões de dólares sem origem legal recentemente descobertos em contas secretas na Suíça, e que mentiu sob juramento ao negar, para os investigadores no Congresso, que