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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

LOS PROTEGIDOS DE WASHINGTON

26 noviembre 2015, Cubadebate


No se ha conocido en la historia reciente de la humanidad a un solo presidente  latinoamericano y del mundo, ni tampoco a  un llamado líder opositor, que haya sido protegido de Estados Unidos y esté exento de vínculos con el narcotráfico, hechos de corrupción, nexos con el terrorismo o el paramilitarismo, y crímenes de lesa humanidad.

Sin embargo, la lista de mandatarios y “opositores” patrocinados por Washington que han estado implicados en esos hechos ilegales, además de en flagrantes violaciones de los Derechos Humanos, todos condenables por las leyes internacionales, es interminable.

Solo teniendo en cuenta las últimas décadas de la pasada centuria, y los años transcurridos de este siglo XXI, los regímenes norteamericanos han “apadrinado” a los más cruentos dictadores de América Latina, desde Fulgencio Batista, en Cuba,  Jorge Rafael Videla, en Argentina, Anastasio Somoza, en Nicaragua, hasta Augusto Pinochet, en Chile, este último el más feroz de todos.

Pinochet no solo fue un tirano, sino que como el expresidente colombiano Álvaro Uribe y no pocos exgobernantes autotitulados demócratas, tuvieron y  tienen aun lazos estrechos con el tráfico de drogas, el terrorismo, el paramilitarismo, y han sido y son

sábado, 19 de abril de 2014

AS CONTAS PENDENTES DA DITADURA NA ARGENTINA

14 abril 2014, Carta Maiorhttp://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Em Genebra foi analisada a cumplicidade econômica com a ditadura argentina, com a participação de especialistas internacionais.


Horacio Verbitsky, Página/12

A investigação sobre os cúmplices econômicos da ditadura que governou a Argentina entre 1976 e 1986 marca um momento de maturidade da democracia que a sucedeu. No julgamento das Juntas Militares, em 1985, essa cumplicidade foi analisada com certo detalhe, mas sem que isso tivesse consequências penais ou administrativas, porque a democracia argentina era frágil e o neoliberalismo prevalecia no mundo. 

Foi logo depois da crise de final de século e da bancarrota desse modelo que se tornou possível incluir na necessária prestação de contas os instigadores do golpe militar, os autores de seu programa de reformatação econômica da sociedade, os participantes dos crimes e os beneficiados das políticas aplicadas. Em 2012, o ex-ditador Jorge Videla decidiu falar sobre aqueles anos em termos diferentes dos habituais. Em entrevistas a um jornalista espanhol e dois argentinos, disse que, com a reeleição da presidente Cristina Kirchner, havia perdido as últimas esperanças, por isso desejava deixar clara sua posição sobre o regime que conduziu enquanto chefe do Exército e da Junta Militar e presidente interino.

Pela primeira vez, admitiu que entre sete e oito mil pessoas detidas e desaparecidas foram assassinadas, e revelou que, para isso, os militares contaram com a ação de importantes setores da sociedade. Entre eles mencionou o setor empresarial “que nos pedia que matássemos outros 10 mil”.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Vítimas dos "vôos da morte" aparecem na Argentina

Agência Chasque / 20 Agosto 2007

Uma chilena e um uruguaio que foram mortos pela Ditadura Militar na Argentina tiveram seus restos mortais identificados neste final de semana.

Os corpos de Maria Cristina Araya, nascida no Chile, e de Helios Serra, que nasceu na Capital uruguaia Montevidéu, foram encontrados quase vinte anos depois, em um cemitério público argentino.

Eles foram vítimas dos chamados "vôos da morte", nos quais presos políticos eram lançados de avião no mar, vivos, para não deixarem rastros.

Especialistas avaliam que a maré deve ter trazido os corpos até a praia e, por isso, os militares os enterraram.

os "vôos da morte" foram promovidos pelo ditador Jorge Videla, entre os anos de 1976 a 1983, os anos de chumbo da ditadura argentina.

Segundo entidades de direitos humanos, o regime na Argentina matou cerca de trinta mil pessoas.