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terça-feira, 1 de dezembro de 2015
LOS PROTEGIDOS DE WASHINGTON
sábado, 19 de abril de 2014
AS CONTAS PENDENTES DA DITADURA NA ARGENTINA
Em
Genebra foi analisada a cumplicidade econômica com a ditadura argentina, com a
participação de especialistas internacionais.
Foi logo depois da crise de final de século e da bancarrota desse modelo que se tornou possível incluir na necessária prestação de contas os instigadores do golpe militar, os autores de seu programa de reformatação econômica da sociedade, os participantes dos crimes e os beneficiados das políticas aplicadas. Em 2012, o ex-ditador Jorge Videla decidiu falar sobre aqueles anos em termos diferentes dos habituais. Em entrevistas a um jornalista espanhol e dois argentinos, disse que, com a reeleição da presidente Cristina Kirchner, havia perdido as últimas esperanças, por isso desejava deixar clara sua posição sobre o regime que conduziu enquanto chefe do Exército e da Junta Militar e presidente interino.
Pela primeira vez, admitiu que entre sete e oito mil pessoas detidas e desaparecidas foram assassinadas, e revelou que, para isso, os militares contaram com a ação de importantes setores da sociedade. Entre eles mencionou o setor empresarial “que nos pedia que matássemos outros 10 mil”.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Vítimas dos "vôos da morte" aparecem na Argentina
Agência Chasque / 20 Agosto 2007
Uma chilena e um uruguaio que foram mortos pela Ditadura Militar na Argentina tiveram seus restos mortais identificados neste final de semana.
Os corpos de Maria Cristina Araya, nascida no Chile, e de Helios Serra, que nasceu na Capital uruguaia Montevidéu, foram encontrados quase vinte anos depois, em um cemitério público argentino.
Eles foram vítimas dos chamados "vôos da morte", nos quais presos políticos eram lançados de avião no mar, vivos, para não deixarem rastros.
Especialistas avaliam que a maré deve ter trazido os corpos até a praia e, por isso, os militares os enterraram.
os "vôos da morte" foram promovidos pelo ditador Jorge Videla, entre os anos de 1976 a 1983, os anos de chumbo da ditadura argentina.
Segundo entidades de direitos humanos, o regime na Argentina matou cerca de trinta mil pessoas.