Mostrando postagens com marcador Síria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Síria. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

BRICS, China/OPINIÃO: Envolvimento estadunidense em “revolução de cor” em Hong Kong será fútil

29.08.2019 15h37, Diário do Povo Online (China) http://portuguese.people.com.cn/n3/2019/0829/c309814-9610506.html     

Centenas de cidadãos de Hong Kong marcharam espontaneamente em direção ao Consulado Geral dos EUA em Hong Kong e gritaram o slogan “amotinadores de Hong Kong, fabricados nos EUA”, em protesto à interferência petulante dos Estados Unidos nos assuntos internos da China.

Ao longo de dois meses, as pessoas testemunharam a natureza violenta da “revolução de cor” nas ruas de Hong Kong, bem como a mão estadunidense na penumbra, mexendo os pauzinhos.

Existem indicações de que os EUA receiam que a situação em Hong Kong não se torne caótica. Arremesso de bombas de gasolina, destruição das principais artérias e estações de metro da cidade, demolição de semáforos, vandalismo, incendiarismo, ataques contra a polícia, ferimentos e outras atrocidades – os EUA têm cegamente feito uma apologia cega à violência, acusado a manutenção da lei na cidade, repreendendo a polícia e qualificando a violência como um “cenário de beleza aprazível”. Adicionalmente, referiram ainda que a política “um país, dois sistemas” e a “autonomia de Hong Kong” haviam sido erodidas, apontando o dedo ao governo central.

Como já é do conhecimento geral, os EUA não só apoiam expressamente os motins em Hong Kong, como participam ativamente em todo o processo -- desde o planejamento, organização e implementação. Desde o lançamento da do projeto da Lei de Extradição em fevereiro deste ano, o Departamento de Estado, o Congresso Nacional, o consulado em Hong Kong, a Câmara de Comércio Americana em Hong Kong e

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

BRICS/Ataque ao Irão seria ataque à Rússia


14 de agosto de 2019, Página Global (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/08/ataque-ao-irao-seria-ataque-russia-pepe.html

Pepe EscobarAsia Times

A Rússia está avançando meticulosamente nos movimentos sobre o tabuleiro de xadrez eurasiano, movimentos que têm de ser observados em conjunto, com Moscovo propondo ao Sul Global abordagem diametralmente oposta às sanções, ameaças e guerra económica que lhes faz o ocidente. Aqui vão três exemplos recentes.


Moscovo destaca que “o trabalho prático de lançar o processo para criar um sistema de segurança no Golfo Persa” deve começar com “consultas bilaterais e multilaterais entre partes interessadas, incluindo países da região e também de fora dela,” além de

terça-feira, 23 de julho de 2019

PIRATARIA OU GUERRA?


23 julho 2019, Resistir.info https://www.resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/irao/pirataria_guerra_18jul19.html

por Christopher Black*

O artigo 22 da Convenção sobre o Alto Mar de 1958, afirma:

'1. Excepto quando os actos de ingerência derivam dos poderes conferidos pelo tratado, quando um navio de guerra a encontra um navio mercante estrangeiro em alto mar não se justifica abordá-lo a menos que haja motivo razoável para suspeitar:
    (a) Que o navio esteja envolvido em pirataria; ou
    (b) Que o navio está envolvido no tráfico de escravos; ou
    c) Que, embora arvorando uma bandeira estrangeira ou recusando-se a mostrar a sua bandeira, o navio é, na realidade, da mesma nacionalidade do navio de guerra.

Prossegue afirmando que as embarcações navais de uma nação podem deter o navio de uma nação estrangeira se esse navio violou quaisquer leis ou regulamentos da nação à qual pertença a embarcação naval, caso seja encontrada nas águas territoriais daquela nação.

É claro que, no caso da abordagem e apresamento do petroleiro iraniano Grace 1, registado no Panamá, tal como muitos outros navios, ao largo da costa espanhola, próximo de Gibraltar, que a Grã-Bretanha não tinha o direito legal de ordenar aos seus fuzileiros navais que

quinta-feira, 27 de junho de 2019

CPLP, Portugal/DESCONSTRUIR MITOS SOBRE REFUGIADOS


25 Junho 2019, Amnistia Internacional PT https://www.amnistia.pt (Portugal) https://www.amnistia.pt/desconstruir-mitos-sobre-refugiados/
A desinformação e o desconhecimento alimentam a retórica contra os refugiados nas redes sociais. Fala-se em invasão da Europa, do mero aproveitamento dos benefícios estatais oferecidos ou da fuga como ato inconsciente com o objetivo de roubar os nossos empregos.
No Dia Mundial do Refugiado, damos a conhecer a verdade por detrás da mentira.
Contra factos não há argumentos. Ou melhor, mitos infundados.

Mito 1.
OS REFUGIADOS ESTÃO TODOS A FUGIR PARA A EUROPA!

FACTO: A maioria dos refugiados foge para países vizinhos. Os que mais acolhem refugiados são a Turquia (3,7 milhões), o Paquistão (1,4 milhões), o Uganda (1,2 milhões), o Sudão (1,1 milhões) e a Alemanha* (1,1 milhões).

Os países considerados desenvolvidos acolhem apenas 16% dos refugiados.

(Ver quadro no original)
 
Mito 2.
NÃO É URGENTE. A CRISE JÁ PASSOU!

FACTO: A população refugiada sob a proteção do ACNUR praticamente duplicou desde 2012 e a tendência tem sido para o aumento destes números.

Registavam-se em junho de 2019:
·                     70,8 milhões de deslocados;
·                     25,9 milhões de refugiados (incluindo 5,5 milhões de palestinianos refugiados);

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

BRICS, БРИКС/Especialista: Admiral Kuznetsov salvou Síria de ataques de mísseis de cruzeiro dos EUA

3 noviembre 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

A decisão da Rússia de enviar um grupo de navios militares, liderado pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, a leste do Mediterrâneo, pode ter salvado os militares sírios de bombardeios dos EUA.

Eis a opinião do especialista russo em questões militares, Vladimir Evseev.

Durante coletiva de imprensa na agência Rossiya Segodnya, Evseev destacou que

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A VERDADEIRA CRISE HUMANITÁRIA NÃO É ALEPO

24 outubro 2016, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Uma retrospectiva da intervenção dos EUA no Médio Oriente desde o 11 de Setembro mostra uma implacável marcha em direcção à trágica perspectiva hoje colocada: o confronto militar com a Rússia, a segunda maior potência nuclear. A previsível eleição de Hillary Clinton será um passo mais em direcção a essa catástrofe.

Porque será que apenas ouvimos falar da “crise humanitária em Alepo” e não da crise humanitária em todo o resto da Síria, onde a perversão que governa Washington desencadeou os seus mercenários do ISIS para trucidarem o povo sírio? Porque será que não ouvimos falar da crise humanitária no Iémen onde os EUA e o seu vassalo saudita estão a massacrar mulheres e crianças? Porque será que não ouvimos falar da crise humanitária na Líbia onde Washington destruiu um país deixando o caos em seu lugar? Porque será que não ouvimos falar na crise humanitária no Iraque, que já se arrasta há 13 anos, ou a crise humanitária no Afeganistão, que já vai em 15 anos?

A resposta é que a crise em Alepo é a crise de Washington estar a perder os seus mercenários do ISIS perante o exército sírio e a força aérea russa. Os jihadistas enviados por Obama e pela assassina criatura Hillary (“We came, we saw, he died”; “Viemos, vimos, ele morreu”) para destruir a Síria

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O ULTIMATO DE PUTIN AOS ESTADOS UNIDOS

7 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Brasil)

por Rostislav Ishchenko*

– Não só exigiu desculpas como uma mudança de toda a política estado-unidense 

– Mas os media corporativos silenciam isto


Depois de o presidente da Federação Russa decretar que a Rússia suspendia a implementação do acordo com os EUA sobre a eliminação de plutónio apto a fins militares, e após a apresentação ao parlamento de um projecto de lei nesse sentido, os media começaram a perguntar se isto estava relacionado com a ruptura de cooperação na Síria. A segunda pergunta era a razão porque a Rússia, sabendo que os Estados Unidos não estavam a cumprir a sua parte do acordo, respondeu só vários anos depois. 

Alguns peritos nucleares dizem que o acordo beneficiou a Rússia. É possível; não sou um perito e assim não posso dizer se eles estão a ser objectivos. Além disso, o que é lucrativo para a indústria nuclear pode ser não benéfico para a segurança. 

Embora pense que a Rússia não tem problemas especiais de segurança, ela tem suficiente poder nuclear para infligir um golpe mortal aos EUA, e

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

BRICS, БРИКС/Quarenta milhões de russos tomam parte em ensaio de "desastre nuclear"

5 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Tyler Durden

 

OS MEDIA OCIDENTAIS PRATICAMENTE IGNORARAM ESTA NOTÍCIA


Quando as relações entre a Rússia e os EUA se desintegram em consequência da escalada na guerra proxy na Síria, a qual culminou hoje com uma paralisação por Putin do esforço de limpeza do Plutónio em conjunto com os EUA, pouco antes de o Departamento de Estado dos EUA ter anunciado que cessaria negociações com a Rússia sobre a Síria, amanhã (5/Out) um número sem precedentes de 40 milhões de cidadãos russos, bem como 200 mil especialistas de "divisões de resgate de emergência" e 50 mil unidades de equipamentos começarão a tomar parte num ensaio com quatro dias de duração de defesa civil, evacuação de emergência e preparação para desastres, informou o ministro russo da Defesa Civil no seu sítio web. 

De acordo com o ministro, amanhã (5) de manhã haverá um ensaio de defesa civil por toda a Rússia envolvendo autoridades executivas federais, regionais e governos locais denominado "Organização da defesa civil durante grandes desastres naturais e causados pelo homem na Federação Russa em todos os territórios da Federação e perdurará até 7 de Outubro. Apesar de o ministro não ter especificado que espécie de "desastre causado pelo homem" ele imagina, este teria de ser substancial para 40 milhões de russos tomarem parte no ensaio de preparação de

GUERRA CONTRA A SÍRIA: DOIS LADOS PARTEM PARA O "PLANO B"

4 outubro 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Considerado o fracasso total da política dos EUA para mudar o regime na Síria e derrubar o presidente Assad, os EUA têm agora de fazer uma escolha fundamental: negociar ou subir a aposta. Aparentemente, Kerry e outros até tentaram negociar, mas o Pentágono decidiu de outro modo, e traiçoeiramente quebrou o compromisso que o país assumira e (ilegalmente) bombardeou forças sírias. Nesse ponto, Kerry, Power e os outros sentiram que não tinham escolha além de "unir-se" ao Pentágono e subir a aposta. +

30/9/2016, The Saker, Unz Review

Agora, os EUA "avisam" a Rússia de que a ofensiva de Aleppo prossegue e os EUA não voltarão às negociações. É ameaça das mais bizarras, considerando que os EUA não cumprem acordo e que os russos já concluíram que os EUA "não são capazes para acordos". A reação russa era previsível: Lavrov admitiu que já nem leva a sério o que os norte-americanos digam.

Certo. Os dois lados cansaram-se um dos outro. E o que se faz agora?

Os EUA enviarão mais armas para o Daech, inclusive MANPADs, TOWs e

sexta-feira, 22 de julho de 2016

O CREPÚSCULO DA OTAN



12 de Julho de 2016, Rede Voltaire http://www.voltairenet.org  (França)

Thierry Meyssan*, Damasco (Síria)

A história da Otan e as suas acções actuais permitem compreender como o Ocidente construiu as suas mentiras e porquê está agora refém delas. Os elementos contidos neste artigo são chocantes, mas é impossível desmentir os factos. Quando muito podem-se agarrar às mentiras e persistir em manter-se nelas.


Aquando da reunião de Istambul, a 13 de Maio de 2015, os dirigentes da Otan terminam uma refeição bem regada. Eles troçam dos cretinos que acreditam no seu discurso de paz ao cantar «We are the world». Reconhece-se neste indecente vídeo o General Philip Breedlove, Jens Stoltenberg, Federica Mogherini e numerosos ministros da Defesa.

A cimeira dos chefes de Estado e de governo da Otan acaba de se realizar em Varsóvia (7 e 8 de Julho de 2016). O que devia marcar o triunfo dos Estados Unidos sobre o resto do mundo, foi, na realidade

quinta-feira, 21 de julho de 2016

HÁ MAIS DO QUE A VISTA ALCANÇA, NO GOLPE GORADO NA TURQUIA



20/07/2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico) Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity



O presidente Vladimir Putin da Rússia fez, no domingo, o que nenhum grande líder ocidental dos países membros da OTAN cuidou de fazer, quando telefonou ao seu contraparte turco Recep Erdogan, para manifestar boa vontade, simpatia e votos de sucesso na empreitada que o presidente turco abraçava, de restaurar a ordem constitucional e a estabilidade, o mais rapidamente possível, depois da tentativa fracassada de golpe na noite da 6ª-feira.

Em vez de fazer coisa semelhante, o secretário de Estado dos EUA John Kerry embarcou num voo noturno de bate-volta até Bruxelas, para reunião e café-da-manhã na 2ª-feira, com os ministros de Relações Exteriores (RE) da União Europeia, para discutir uma posição unificada ante a crise na Turquia. O ministro das RE da França Jean-Marc Ayrault estava de péssimo humor, zangado, repetindo que

sábado, 2 de julho de 2016

BRICS/O POVO CHINÊS SENTE-SE ULTRAJADO: "A CHINA IRÁ REAGIR SE PROVOCADA NOVAMENTE. ESTÁ-SE A ARRISCAR UMA GUERRA" -- Andre Vltchek*



1 julho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Alessandro Bianchi -- Começo com uma pergunta brutal: em que se tornou um país que propõe Donald Trump como seu "melhor candidato"'?

AV - Não é muito diferente do país que costumava ser há décadas, até há séculos. Desde o início, os presidentes dos Estados Unidos (todos de stock europeu, claro), promoveram a escravidão, campanhas de extermínio contra a população nativa da América do Norte, bárbaras guerras de agressão contra o México e outros países da América Latina, Filipinas, etc. Mudou alguma coisa agora? Duvido muito. Donald Trump é horroroso, mas ele também é honesto. Ambos os presidentes Clinton e Obama foram grandes oradores, mas impenitentes assassinos em massa.

AB - Numa pesquisa recente mais de 53% dos americanos estavam contra Hillary Clinton e Donald Trump. Quanto tempo mais se vai continuar a considerar os Estados Unidos uma democracia? E porquê, na sua opinião, é a abstenção a única forma de "rebelião" de uma população completamente excluída das tomadas de decisão?

AV - "Democracia" significa nada mais que, "governo do povo", em grego. Não há nada de democrático nos conceitos políticos dos Estados Unidos e da Europa. E não há absolutamente nada democrático no "acordo global", através do qual o Ocidente tem governando sobre o resto do mundo durante décadas e séculos. A segunda parte, estou convencido, é muito mais

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Síria/NÃO TEMOS OUTRA ESCOLHA SENÃO A VITÓRIA! -- Presidente Bachar al-Assad



7 junho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)
                                                                                                                      
por Presidente Bachar al-Assad*



Senhoras e Senhores,


Estas eleições não foram as eleições normais. Aconteceram num momento de grandes tensões territoriais e políticas, regionais e internacionais. Realizaram-se em condições internas extremamente difíceis que levaram alguns a predizer o seu fracasso e que na melhor das hipóteses seriam desconsideradas pelos cidadãos.

Mas o que aconteceu foi exatamente o oposto. Uma vez mais, o povo sírio surpreendeu o mundo por sua ampla participação num importante acontecimento nacional e constitucional. A taxa de participação sem precedentes é uma mensagem clara dizendo ao mundo que quanto mais aumentam as pressões, mais o povo mantém a sua independência; quanto mais as tentativas de ingerência se intensificam, mais o povo mantém o respeito pelas obrigações ditadas pela Constituição, garante da sua independência e

quarta-feira, 25 de maio de 2016

ESTRATÉGIA DO GOLPE GLOBAL



24 maio 2016, Resistência http://www.resistencia.cc (Brasil)

ESTRATÉGIA IMPERIALISTA

Por Manlio Dinucci, Jornalista e geógrafo

Que ligação existe entre entre sociedades geográfica, histórica e culturalmente distantes, do Kosovo à Líbia e a Síria, do Iraque ao Afeganistão, da Ucrânia ao Brasil e a Venezuela?

O traço comum é serem sociedades arrastadas à estratégia global dos Estados Unidos, exemplificada pela “geografia” do Pentágono. O mundo inteiro se encontra dividido em “áreas de responsabilidade”, cada uma confiada a um dos seis “comandos combatentes unificados” dos Estados Unidos: o Comando Norte cobre a América do Norte, o Comando Sul a América do Sul, o Comando Europeu a região que compreende a Europa e a Rússia, o Comando África o continente africano, o Comando Central Oriente Médio e Ásia, e o Comando Pacífico a região da Ásia/Pacífico. Aos seis comandos geográficos se somam três operando em escala mundial: o Comando estratégico (responsável pelas forças nucleares), o Comando para as operações especiais e o Comando para o transporte.

À frente do Comando Europeu se encontra um general ou um almirante nomeado pelo presidente dos Estados Unidos, que assume automaticamente o encargo de Comandante supremo aliado na Europa. A Otan é assim inserida na cadeia de comando do Pentágono, ou seja, opera

terça-feira, 24 de maio de 2016

GOLPES PARA 'MUDANÇA DE REGIME' NA AMÉRICA LATINA



19 maio 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Dmitry BabichInformation Clearing House

Golpes para 'mudança de regime' na América Latina: O que a Rússia tem a ver com isso?

É mais que hora de a Rússia iniciar movimento diplomático para declarar ilegal a política patrocinada pelos EUA para 'mudança de regime', sobretudo agora, ante os recentes eventos na América Latina.

Esses desenvolvimentos já se vão tornando tão 'rotineiros', que se podem descrever como golpes de Estado 'institucionais', com presidente populares eleitos removidos do poder e substituídos por funcionários neoliberais, e que recebem apoio pode-se dizer declarado e ostensivo do governo dos EUA e da Grande Finança norte-americana.

"O que se vê hoje no mundo é uma tentativa, pelo chamado 'ocidente histórico', para preservar a sua dominação no campo dos assuntos internacionais" - disse o vice-ministro de Relações Exteriores da Rússia Sergey Ryabkov, em conferência sobre desenvolvimento latino-americano em Moscou. "A América Latina não é exceção a essa tendência global. Veem-se esforços dos EUA para interferir diretamente em assuntos internos de alguns países daquela região. Argentina, Brasil, Venezuela são apenas os exemplos mais recentes."

Semana passada, a presidenta Dilma Rousseff do Brasil, de inclinações esquerdistas, foi afastada do poder por um grupo extremamente impopular de senadores, apesar de ter sido legitimamente e legalmente eleita por mais de 54 milhões de votos, que foram às urnas há um ano e meio. Rousseff foi afastada por acusações de corrupção. Mas ninguém, em toda a mídia-empresa dominante nos EUA acreditam que haja fundamento para

sábado, 12 de dezembro de 2015

Brasil/IMPEACHMENT E OS INTERESSES DE WALL STREET

10 dezembro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina (Brasil)

Por Altamiro Borges

O escritor baiano Luiz Alberto Moniz Bandeira é um dos intelectuais mais respeitados no Brasil e no mundo. Já foi agraciado com dezenas de prêmios por seus livros e trabalhos acadêmicos. Tive a chance de conhecê-lo em 2006, no auditório da Folha de S.Paulo, quando ele recebeu o troféu “Juca Pato” de Intelectual do Ano pela publicação do livro “Formação do Império Americano – Da Guerra contra a Espanha à Guerra no Iraque”. A obra imperdível comprova com inúmeros documentos e análises a vocação imperialista dos EUA. Em fevereiro deste ano, a União Brasileira de Escritores (UBE), a convite da Real Academia Sueca, indicou o seu nome para o Prêmio Nobel de Literatura de 2015.Formado em direito no Rio Janeiro, doutor em ciências políticas pela Universidade de São Paulo e professor titular na Universidade de Brasília, Moniz Bandeira também deu aulas como visitante nas universidades de Heidelberg, Colônia, Estocolmo e Buenos Aires. Atualmente, ele reside na cidade alemã de Heidelberg, onde é cônsul honorário do Brasil. Mas, como profundo conhecedor da história brasileira – seu livro sobre o golpe de 1964 é um clássico – e das ações agressivas do império, Moniz Bandeira não deixa de acompanhar atento e apreensivo o que acontece atualmente no Brasil.

Nesta quarta-feira (9), ele concedeu uma entrevista instigante ao site Sputnik-Brasil, em que afirma, de maneira taxativa, que “Wall Street está por trás da crise brasileira”. Para ele, os EUA têm grandes interesses no país e “o objetivo das suas ações externas é quebrar a economia e comprar as empresas estatais a preço de banana”. Ele não vacila em afirmar que está em curso um golpe, “que deve ser contido para não produzir graves consequências

BRICS, БРИКС/Presidente Vladimir Putin: DISCURSO À ASSEMBLEIA DA FEDERAÇÃO RUSSA

12 dezembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Você não leu sobre isso na mídia-empresa ocidental. Mas, sim, o presidente Vladimir Putin da Rússia demarcou nova rota econômica para seu país, com ênfase na tecnologia e na agricultura. 

Dia 3/12/2015, o presidente Putin fez seu Discurso Anual sobre o Estado da Federação Russa, em sessão conjunta das duas casas do Parlamento russo.
8/12/2015, Alexander Mercouris, Rússia Insider

E, como agora já virou rotina com tudo que Putin diz, a mídia-empresa ocidental não noticiou. Mais ainda nesse caso, porque o discurso foi focado em questões domésticas. Embora qualquer cócega na opinião pública norte-americana sobre qualquer tema vire imediatamente 'notícia' global, o que a Rússia pensa dela mesma nesse momento crucial é como se não tivesse qualquer importância 'jornalística'.

Esse é erro grave da mídia-empresa ocidental. Como logo todos verão claramente, o Discurso de Putin sobre o Estado da Federação Russa ao final de 2015 delineia rota clara e ambiciosa para o futuro da Rússia. Se seus objetivos forem alcançados não há dúvida de que o movimento terá vasto impacto sobre a situação internacional.

Sobre política externa, Putin focou exclusivamente a campanha na Síria.

Houve comentários sobre a total ausência no discurso de qualquer referência à Ucrânia. Alguns parecem ver essa ausência como sinal de que a Rússia já não teria qualquer interesse

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

BRICS, БРИКС/Coalizão internacional não divulga a verdade completa

9 dezembro 2015,Sputnik http://br.sputniknews.com (Rusia)

Sputnik/Alexander Vilf

Segue a íntegra do briefing do porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.

Mais uma vez gostaria de chamar a atenção para o fato de que, durante toda a operação na Síria, nós apresentamos dados do controle objetivo das nossas ações de combate, inclusive o controle dos alvos atingidos.

Além do mais, fazemos isso regularmente, ao contrário dos nossos colegas da coalizão anti-Daesh, que só discursam sobre os seus êxitos, escondendo a parte factual.

Claro que é a sua escolha.

Mas nos incomoda o fato de a mesma atitude ser muitas vezes usada na tentativa de

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

BRICS,БРИКС/Mídia: Rússia conquista mais uma vitória no conflito com a Turquia e Daesh

7 dezembro 2015, Sputnik http://br.sputniknews.com (Rússia)

A Rússia saiu-se vitoriosa do conflito que se iniciou como resultado da negligência das ações da Turquia, terminando com prejuízos para este país, Pentágono, OTAN, e, claro, o grupo Daesh (Estado Islâmico). É o que foi publicado pelo jornal iraniano Shargh Iran.


O incidente com o avião russo Su-24, abatido pela aviação turca na Síria, provocou uma séria deterioração das relações entre a Rússia e Turquia. O caso foi tachado de "um golpe nas costas" pelo presidente russo Vladimir Putin e levantou sérias denúncias sobre o suposto envolvimento do presidente turco Erdogan no comércio ilegal de petróleo promovido pelo grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) na Síria. 

“Após os ataques da Força Aérea da Turquia contra o caça russo, todos os olhos ficaram voltados na direção da Rússia e sua possível resposta militar. Alguns analistas falaram sobre o poder de combate da Turquia e os outros começaram a especular sobre

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

BRICS, БРИКС/COMO A RÚSSIA ESTÁ DETONANDO O JOGO TURCO NA SÍRIA

4 dezembro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity


Porque a prioridade sempre foi deixar que a CIA comande – nas sombras – uma "linha de rato" – pela qual continue a fornecer armas a uma legião de "rebeldes moderados".

Assim como o Daesh – pelo menos até agora – 
a gangue Barzani no Curdistão Iraquiano nunca agia no turno em que Washington fazia a 'segurança'. A operação que o Governo Regional do Curdistão comanda na Turquia é virtualmente ilegal; de roubo do petróleo que pertence ao estado, no que tenha a ver com Bagdá.

O petróleo que o 'Estado Islâmico' rouba não pode passar por território controlado por Damasco. Não pode passar pelo Iraque dominado pelos xiitas. Não pode andar para o leste até o Irã. É a Turquia ou nada. A Turquia é o braço mais oriental da OTAN. EUA e OTAN 'apoiam' a Turquia. E assim se demonstra que EUA e OTAN, no fim das contas, apoiam o ISIS/ISIL/Daesh/Estado Islâmico.

O que é certo é que o petróleo ilegal roubado pelo Daesh