Mostrando postagens com marcador Human Rights Watch. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Human Rights Watch. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de junho de 2015

BRICS, БРИКС/RÚSSIA: SOBERANIA, SEDIÇÃO E AS VELHAS E DETESTÁVEIS ONGS


4 junho 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

31/5/2015, F. William Engdahl*, New Eastern Outlook – NEO
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Dia 23 de maio de 2015, o presidente Vladimir Putin da Rússia sancionou nova lei, proposta pelo Parlamento, que dá aos Procuradores de Justiça o direito de declarar “indesejáveis” na Rússia, e mandar fechá-las, organizações estrangeiras e internacionais que se intrometam na política russa. Como se podia prever, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Marie Harf, disse que os EUA estariam “profundamente perturbados” ante a nova lei, a qual, na opinião dela, seria “mais um exemplo dos ataques crescentes do governo russo contra vozes independentes, para isolar o povo russo, do resto do mundo”.
 
A nova lei dá poderes às autoridades russas para banir do país ONGs declaradas indesejáveis e para processar os empregados e responsáveis, que correm risco de serem condenados a seis anos de cadeia ou a serem expulsos do país, para não mais voltar. A União Europeia fez coro ao Departamento de Estado dos EUA, e disse que a lei seria “preocupante passo numa série de restrições contra a sociedade civil, a imprensa independente (sic) e a oposição política”.

A ONG mantida por George Soros, Human Rights Watch (HRW), condenou a lei. E a Amnesty International, idem.

Com tanta coisa no mundo em que vivemos, em que impera o duplo-falar, é conveniente compreender o contexto da nova lei. Longe de ser salto na direção de converter a Rússia em estado fascista, a nova lei pode ajudar a proteger a democracia e a soberania da nação russa, num momento em que está em estado de guerra de facto contra,

domingo, 20 de julho de 2014

ISRAEL, PALESTINA E A ESTRATÉGIA DE BDS

13 julho 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


É necessário ampliar ainda mais a denúncia dos crimes que o Estado fascista e racista de Israel comete, com a permanente cobertura, apoio e cumplicidade dos EUA. Mas o facto de o sionismo empreender a ferro e fogo a consolidação de um Grande Israel em que a discriminação racial constitui um elemento central não deve conduzir a um paralelo imediato com o regime do apartheid. O caminho seguido por Israel é muito pior do que esse.

O sofrimento ocasionado pelas acções de Israel nos Territórios Ocupados tem causado séria preocupação pelo menos entre alguns israelitas. Durante muitos anos Gideon Levy, colunista de Haaretz, tem sido um dos mais abertos, escrevendo que “haveria que condenar e castigar Israel por tornar insuportável a vida sob a ocupação, [e] pelo facto de um país que afirma figurar entre as nações mais ilustradas continuar a abusar de um povo inteiro, noite e dia”.

Tem sem dúvida razão, e haveria que acrescentar alguma coisa mais: haveria também que condenar e castigar os Estados Unidos por proporcionar apoio militar, económico, diplomático e ideológico decisivo a estes crimes. Na medida em que o continue a fazer, há poucas razões para esperar que Israel suavize as suas brutais medidas políticas.

Um distinto especialista académico israelita, Zeev Sternhell, escreve, analisando a maré nacionalista reaccionária do seu país, que “a ocupação