28 Agosto 2013, Vermelho
http://www.vermelho.org.br (Brasil)
O
exemplo internacionalista do ex-presidente e líder bolivariano Hugo Chávez está
sendo implementado concretamente também para a Palestina. Diários
latino-americanos citados pelo portal Middle
East Monitor (MME), nesta terça-feira (27), informaram que a Venezuela e
a Palestina assinaram um acordo energético que prevê a venda de petróleo será a
“preço justo” para os palestinos, com vantagens mais abrangentes.
O
convênio de cinco anos inclui o treinamento para o tratamento e distribuição do
petróleo, assim como formas favoráveis de pagamento, semelhante ao que acontece
no âmbito da aliança Petrocaribe, promovida pela Venezuela com os vizinhos
caribenhos.
Os chanceleres Elias Jaua, da Venezuela, e Riad al-Maliki, da Palestina, assinaram o acordo em Caracas, capital venezuelana, no final de semana. Al-Maliki afirmou, na ocasião, que a proposta reflete o empenho da Venezuela na cooperação e solidariedade, e também ajudaria na redução da dependência da Autoridade Palestina com relação a Israel, na importação de combustível.
De acordo com o diário mexicano El Economista, citado pelo MME, o chanceler palestino disse que “a Venezuela está continuando o legado do falecido presidente Hugo Chávez, que sempre declarou o seu apoio ao povo palestino, e o mesmo comprometimento está sendo, agora, expressado pelo presidente Nicolás Maduro”.
Os países e governos progressistas da América Latina têm expressado regularmente o seu apoio aos palestinos, efetivado através do reconhecimento da Palestina como Estado observador não-membro na Assembleia Geral da ONU, em novembro de 2012. O único país independente da América do Sul que não votou favoravelmente pelo reconhecimento, na ocasião, foi a Colômbia
Os chanceleres Elias Jaua, da Venezuela, e Riad al-Maliki, da Palestina, assinaram o acordo em Caracas, capital venezuelana, no final de semana. Al-Maliki afirmou, na ocasião, que a proposta reflete o empenho da Venezuela na cooperação e solidariedade, e também ajudaria na redução da dependência da Autoridade Palestina com relação a Israel, na importação de combustível.
De acordo com o diário mexicano El Economista, citado pelo MME, o chanceler palestino disse que “a Venezuela está continuando o legado do falecido presidente Hugo Chávez, que sempre declarou o seu apoio ao povo palestino, e o mesmo comprometimento está sendo, agora, expressado pelo presidente Nicolás Maduro”.
Os países e governos progressistas da América Latina têm expressado regularmente o seu apoio aos palestinos, efetivado através do reconhecimento da Palestina como Estado observador não-membro na Assembleia Geral da ONU, em novembro de 2012. O único país independente da América do Sul que não votou favoravelmente pelo reconhecimento, na ocasião, foi a Colômbia