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terça-feira, 25 de março de 2014

CHEVRON CONTAMINA PERO NO PAGA EN ECUADOR

19 marzo 2014, Sur y Sur http://www.surysur.net




Por un lado, Ecuador, pequeño país sudamericano de quince millones de habitantes. Por el otro, Chevron, mastodonte de la industria petrolera, cuyo volumen de negocios sobrepasó los 230.000 millones de dólares en 2012. ¿Combate desigual? No importa: Quito está decidida a hacer pagar a la multinacional por la contaminación de la que esta es responsable.

Uno de los vehículos que nos acompañaba tuvo un problema técnico. Nos vimos obligados a parar en uno de esos pueblos de la Amazonía ecuatoriana que difícilmente aparecen en Google maps. El calor agobiaba. Al lado del taller, una señora vendía baratijas a los automovilistas desamparados. Le pedimos un poco de agua fresca. Pero cuando estaba a punto de atendernos, retrocedió: “Es mejor que le compre una botella a la vecina. La nuestra puede hacerle daño”. Era la segunda vez en el transcurso de este viaje que recibía esta respuesta.

Como muchos otros pueblos de las provincias de Sucumbíos y Orellana, este no-lugar fue construido por gente venida de lejos, atraída por la explotación petrolera inaugurada por la empresa estadounidense Texaco en 1962. Sushufindi, Tarapoa, Yuca o Socha: son todas localidades que no son más que caseríos. Otras han crecido como Coca o Lago Agrio, que tienen casi 30 mil habitantes.

Josefa, una colombiana que llegó hace veinte años huyendo de la violencia de su país, nos había confesado el día anterior que por suerte se podía recoger el agua de las lluvias. “¿Y el resto del tiempo?” “¡Es agua del pozo!”, responde con una sonrisa resignada. Una mujer de rasgos indígenas nos cuenta que

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Angola/A NAÇÃO É ASSIM



16 outubro 2013, Jornal de Angola EDITORIAL http://jornaldeangola.sapo.ao

O Presidente da República falou ontem aos deputados sobre o Estado da Nação. O discurso é um marco histórico na cena política, porque pela primeira vez José Eduardo dos Santos denuncia corajosamente as fontes das intrigas e calúnias que diariamente são lançadas para manchar a honra de altas figuras do Estado.

A chamada comunidade internacional exigiu que Angola enveredasse pela democracia representativa e pela economia de mercado.

Como os resultados não agradam, os subterrâneos da propaganda entram em acção.

O Presidente José Eduardo dos Santos chama a estas campanhas, manobras de intimidação. Mas aconselha os angolanos a que não se deixem intimidar. Para muitas organizações ocidentais, um africano rico só pode ser corrupto. Mas têm que se habituar à realidade exposta pelo Chefe de Estado, revelada no discurso do Estado da Nação. Os empresários angolanos precisam de músculo financeiro. Angola precisa de uma classe que acumule capital. De resto, todo o mundo ocidental fez isso há muitos séculos e essa é a base do sistema que hoje está implantado no mundo. Por que haveríamos se ser nós diferentes? Não há igualdade de direitos?

Angola tem os seus ricos e todos esperamos que haja cada vez mais. Os fomentadores do sistema exigiram que Angola aderisse à economia de mercado. Aí está ela. Mas quem fez essa exigência tinha uma ideia: dominarem eles o mercado angolano e mandarem na nossa economia. Enganaram-se redondamente. Os angolanos comandam a economia e dominam o mercado.