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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Brasil/DIÁRIO DE UMA OCUPAÇÃO: O que é uma ocupação e por que lutamos (1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7)

3 novembro 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

 

Não é um semestre que está em jogo, são vinte anos do nosso futuro, o futuro da tão sofrida educação e saúde brasileira.

 

Equipe de Comunicação Internacional dos Estudantes do OCUPA IGC



Introdução -- O que é uma ocupação e por que lutamos
Participar de uma ocupação não é ficar batendo papo de pernas pro ar e impedir os professores de ministrarem suas aulas, nem um período de férias para ficar em casa assistindo filmes e colocando as séries em dia, ou muito menos é coisa de pessoas sem serviços e desocupadas (como muitos dizem). Estar em uma ocupação não é somente ocupar um espaço, é estar ocupado!
 
Estamos ocupados construindo o Brasil que queremos, ou ao menos lutando por ele. Não é um semestre que está em jogo, são vinte anos do nosso futuro, o futuro da tão sofrida educação e saúde brasileira. O Ocupa IGC é um movimento articulado e organizado, formado pelos estudantes independentes de partidos políticos dos cursos da Geografia, Geologia e Turismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Somos organizados em comissões que buscam manter intacto o patrimônio público, suprir as necessidades básicas dos ocupantes (como alimentação), além de promover eventos de caráter didático e articular a comunicação entre as outras ocupações (universitárias e secundaristas).
  
As experiências vivenciadas na ocupação são de caráter único. Nós estudantes estamos aprendendo com palestras ministradas por professores, advogados, funcionários públicos e até mesmo

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Brasil/Grande Prêmio UFMG de Teses: NÃO À “ANISTIA DE MÃO DUPLA”



4 novembro 2013, Boletim Nº 1843 - Ano 40, Universidade Federal de Minas Gerais https://www.ufmg.br (Brasil)

Tese propõe superação de decisão do STF que mantém agentes públicos torturadores sob a proteção da Lei da Anistia


Ewerton Martins Ribeiro

Em abril de 2010, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a ADPF nº 153/DF, em que se decidiu sobre a abrangência da Lei da Anistia. O que estava em questão era se os crimes praticados por militares e policiais durante a ditadura – como torturas, desaparecimentos forçados, estupros, homicídios – também estariam cobertos pela lei. O STF decidiu que sim, que a abrangência da lei autorizava a anistia inclusive desses agentes torturadores. Mas agora uma pesquisa sugere a superação dessa controversa decisão tomada pelo STF – e acaba de vencer o Prêmio Capes de Tese 2013 na área de Direito e o Grande Prêmio UFMG de Teses 2013 na grande área de Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas e Linguística, Letras e Artes.

Emilio Peluso Neder Meyer demonstra, em seu estudo, que a Lei de Anistia tem sido mobilizada como obstáculo a uma adequada “justiça de transição”, sedimentando um entendimento problemático “de que não seria possível responsabilizar os agentes e ex-agentes públicos por suas graves violações de direitos humanos”. Emílio desconstrói os votos dos ministros do STF, detectando suas contradições e falhas, sua ausência de “integridade” e uma tendência reducionista de suas decisões. “É possível que pressões contingenciais das mais diversas tenham colocado a atuação do STF em risco, conduzindo a decisão judicial para longe daquilo que se espera em termos de legitimidade jurisdicional”, sugere o pesquisador, que venceu também o Prêmio Capes de Tese 2013 na área de Direito.

Ao falar em “pressões contingenciais”, o pesquisador alude a um lobby militar que pode ter contribuído para o sufocamento da adequada justiça de transição durante os últimos 30 anos, influenciando o Poder Judiciário.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Brasil/Grande Prêmio UFMG de Teses: DESCOBERTA DO DIAMANTE



4 novembro 2013, Boletim Nº 1843 - Ano 40, Universidade Federal de Minas Gerais https://www.ufmg.br (Brasil)

 

Pesquisadora obtém novo nanomaterial e propõe metodologia inédita para análise de nanotubos de carbono


Ana Rita Araújo

Um novo material obtido a partir da modificação estrutural do grafeno e uma técnica simples e rápida para caracterização de nanotubos de carbono são alguns dos resultados obtidos pela física Ana Paula Moreira Barboza com a pesquisa ganhadora do Grande Prêmio UFMG de Teses, edição 2013, na área de Ciências Exatas e da Terra e Engenharias. Orientada pelo professor Bernardo Ruegger Almeida Neves, ela também conseguiu confirmar previsões teóricas sobre a possibilidade de manipular as propriedades eletromecânicas de nanomateriais utilizando técnicas de Microscopia de Varredura por Sonda (Scanning Probe Microscopy – SPM, em inglês).

“É muito bom quando conseguimos demonstrar algo previsto pela teoria ou quando a teoria consegue explicar algo que observamos no laboratório”, comenta a pesquisadora. Segundo ela, os resultados obtidos na tese são um passo importante na caracterização desses namomateriais, e existem possibilidades de aplicações práticas, sobretudo em dispositivos eletrônicos.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Brasil/Grande Prêmio UFMG de Teses: GENES AMERICANOS



4 novembro 2013, Boletim Nº 1843 - Ano 40, Universidade Federal de Minas Gerais https://www.ufmg.br (Brasil)

 

A Universidade Federal de Minas Gerais divulgou o resultado do Grande Prêmio UFMG de Teses defendidas em 2012. Foram vencedores três dos 46 trabalhos de doutorado indicados pelos programas de pós-graduação. Os premiados, respectivas áreas e trabalhos apresentados são:

 

Marília de Oliveira Scliar, Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e Ciências da Saúde, GENES AMERICANOS

 

Ana Paula Moreira Barboza, Ciências Exatas e da Terra e Engenharias, DESCOBERTA DO DIAMANTE

 

Emilio Meyer, Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas e Linguística, Letras e Artes, NÃO À “ANISTIA DE MÃO DUPLA

 

Mercosul & CPLP inicia a publicação de três artigos sobre os trabalhos premiados. Os textos estão na edição de novembro do Boletim Nº 1843 - Ano 40 da Universidade Federal de Minas Gerais.

 

GENES AMERICANOS
4 novembro 2013, Boletim Nº 1843 - Ano 40, Universidade Federal de Minas Gerais https://www.ufmg.br (Brasil)

 

Tese que apontou semelhanças entre povos indígenas vai ajudar a entender povoamento do continente americano


Luana Macieira

A investigação de Marília de Oliveira Scliar, que constatou semelhanças genéticas entre dois grupos indígenas que habitam os Andes e a região amazônica do Peru,