Mostrando postagens com marcador Cerrado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cerrado. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Mercosul, Brasil/Economist: desmatamento na Amazônia pode atingir em breve ponto sem volta


Atualizado em 26 de agosto de 2019, 22:53,  Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/midia/economist-desmatamento-na-amazonia-pode-atingir-em-breve-ponto-sem-volta

Reportagem da revista britânica aponta que "há preocupação entre cientistas de que o nível de desmatamento esteja próximo do ponto crítico para perda de árvores (entre 20 e 25%), o qual, uma vez ultrapassado, faz com que o desmatamento se retroalimente, transformando muito da bacia Amazônica em uma savana seca conhecida como cerrado"

The Economist /Tradução de Antonio Netto Jr - Desde os anos 70, aproximadamente 800.000 km² dos 4 milhões de km² da floresta Amazônica do Brasil foram perdidos para madeireiras, agricultura, mineração, estradas, represas e outras formas de desenvolvimento – uma área equivalente ao território da Turquia e maior que o estado do Texas. Há preocupação entre cientistas de que o nível de desmatamento esteja próximo do ponto crítico para perda de árvores (entre 20 e 25%), o qual, uma vez ultrapassado, faz com que o processo de desmatamento se retroalimente, transformando muito da bacia Amazônica em uma savana seca conhecida como cerrado. Sob Jair Bolsonaro, o presidente de direita do Brasil, que iniciou seu mandato em janeiro, a Amazônia parece estar se apressando em direção a esse limite.

A taxa de desmatamento desacelerou entre 2004 e 2012, quando o governo fortaleceu suas instituições de proteção ambiental e um Fundo Internacional da Amazônia foi

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Moçambique/CAMPONESES ERGUEM SUAS VOZES E MUDAM O JOGO NO PROSAVANA



13 agosto 2013, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

Fátima Mello*
de Maputo (Moçambique)

Tendo como referência o Prodecer, implantado no Cerrado brasileiro, o ProSavana seria mais um caminho para ampliar os lucros das grandes transnacionais do setor agrícola

Termina em Maputo, capital de Moçambique, a Conferência Triangular dos Povos frente ao ProSavana. O evento, realizado nos dias 7 e 8 de agosto, mudou o jogo que até há pouco tempo era amplamente favorável às corporações do agronegócio brasileiro e às transnacionais.

Em 2009, os governos do Brasil, Japão e Moçambique assinaram um Memorando de Entendimento para implantar o ProSavana, um megaprograma que visa levar o pacote da chamada “Revolução Verde” para o norte de Moçambique, na área de cerca de 14 milhões de hectares que hoje é conhecida como Corredor de Nacala.

Para tal, contrataram