Mylena Fiori, enviada especial
Buenos Aires 22 fevereiro 2008 - A partir do segundo semestre deste ano, Brasil e Argentina deverão começar a abolir o dólar das trocas.
A previsão é do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. "Em breve, haverá os primeiros testes sobre a operacionalidade do sistema", revelou nessa quinta-feira (21) em Buenos Aires.
Segundo Amorim, a utilização de moedas locais - real e peso - nessas transações é o primeira etapa para a adoção de uma moeda comum. "Isso é um passo para uma moeda comum também no horizonte", afirmou.
Inicialmente, de acordo com o ministro, as operações em moedas locais serão limitadas.
"Talvez em termos de valor ou volume de comércio não seja, de pronto, a maior parte do comércio, mas será a maior parte das operações. Isso já vai ajudar, desde logo, muitas empresas pequenas e médias a negociarem", avaliou.
O protocolo de intenções para criar um sistema de pagamentos bilateral em moedas locais foi assinado pelos dois países em 2006, durante Reunião dos Ministros de Economia e da Fazenda e Presidentes dos Bancos Centrais do Mercosul e Estados Associados, em Brasília.
A medida foi tomada com o objetivo de facilitar as transações e reduzir os custos de operação entre Brasil e Argentina, uma vez que o sistema dispensa a conversão das moedas nacionais em dólares.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/21/materia.2008-02-21.6839067782/view
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Brasil/Crescimento da aviação civil na região Ásia Pacífico traz oportunidades para Embraer
São José dos Campos, Brasil, 20 fevereiro 2008 - A Embraer prevê uma procura de 1.270 jactos no segmento de 30 a 120 assentos nos próximos 20 anos na região Ásia-Pacífico e China, com um valor de mercado estimado em 42 mil milhões de dólares, anunciou hoje a empresa.
De acordo com um relatório da Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica) sobre a procura do transporte aéreo comercial na região Ásia-Pacífico e China entre 2008 e 2017 serão entregues 610 aeronaves e outras 660 unidades entre 2018 e 2027.
A previsão actual da Embraer mostra que a procura na região será 25 por cento maior do que as estimativas anteriores. A região Ásia-Pacífico mais a China responderão por 17 por cento do total de aeronaves entregues mundialmente nos próximos 20 anos.
"Os estudos indicam que o segmento de 30 a 90 assentos, onde a Embraer actua, será a espinha dorsal do desenvolvimento da aviação regional na Ásia" refere a empresa brasileira. A China representa 15 por cento da facturação da Embraer, o terceiro maior mercado para a construtora, logo depois dos Estados Unidos e da União Europeia.
A empresa brasileira de aeronaútica Embraer, possui desde 2002 uma "joint-venture" para fabricar aviões com a Aviation Industries of China (AVIC II) em Harbin, no norte da China.
A parceria sino-brasileira já produziu e entregou na China 20 aeronaves e tem ainda uma carteira de pedidos contratada de 46 aviões.
A Embraer empresa fundada em 1969, fabrica jactos comerciais até 120 assentos e é uma das maiores exportadoras brasileiras.
Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a empresa mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China e Singapura. (macauhub)
De acordo com um relatório da Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica) sobre a procura do transporte aéreo comercial na região Ásia-Pacífico e China entre 2008 e 2017 serão entregues 610 aeronaves e outras 660 unidades entre 2018 e 2027.
A previsão actual da Embraer mostra que a procura na região será 25 por cento maior do que as estimativas anteriores. A região Ásia-Pacífico mais a China responderão por 17 por cento do total de aeronaves entregues mundialmente nos próximos 20 anos.
"Os estudos indicam que o segmento de 30 a 90 assentos, onde a Embraer actua, será a espinha dorsal do desenvolvimento da aviação regional na Ásia" refere a empresa brasileira. A China representa 15 por cento da facturação da Embraer, o terceiro maior mercado para a construtora, logo depois dos Estados Unidos e da União Europeia.
A empresa brasileira de aeronaútica Embraer, possui desde 2002 uma "joint-venture" para fabricar aviões com a Aviation Industries of China (AVIC II) em Harbin, no norte da China.
A parceria sino-brasileira já produziu e entregou na China 20 aeronaves e tem ainda uma carteira de pedidos contratada de 46 aviões.
A Embraer empresa fundada em 1969, fabrica jactos comerciais até 120 assentos e é uma das maiores exportadoras brasileiras.
Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a empresa mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China e Singapura. (macauhub)
Universidade de Brasília abre primeiro curso de indigenismo do país
Deborah Souza/Agência Brasil
Brasília, 19 fevereiro 2008 - O Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB) abriu o primeiro curso de especialização em indigenismo no país. O curso Indigenismo e Desenvolvimento Sustentável tem como principal objetivo capacitar profissionais para lidar com questões de desenvolvimento sustentável nas suas atividades em terras indígenas, construindo soluções com as populações indígenas.
O coordenador do CDS, Othon Henry Leonardos, disse hoje (19), em entrevista ao programa Amazônia Brasileira, da Rádio Nacional, que o curso terá nove disciplinas, entre elas, Povos Indígenas, Território e Economia Sociocultural, Legislação Indígena e Direito Ambiental Educação Ambiental e Sustentabilidade.
Estão abertas 55 vagas para pessoas graduadas em qualquer área. “Nós estamos com a intenção de proporcionar oportunidade para todas as áreas, pois o indigenismo não é feito só pela Funai [Fundação Nacional do Índio], é feito pela Funasa [Fundação Nacional de Saúde], e todos os ministérios estão envolvidos com o tema.”
De acordo com Leonardos, o curso terá duração de 14 meses, com quatro módulos presenciais e um local. Ele destacou que no final haverá uma monografia relacionada com problemas locais. “Os professores vão, em um dos módulos intermediários, em Manaus, conhecer os problemas locais e discutir com as pessoas que fazem o curso no Brasil inteiro.”
Além do curso de especialização, o coordenador do CDS lembrou que também serão abertas 15 vagas para um curso de extensão de indigenismo, que será gratuito e não exigirá graduação para participar da seleção.
As inscrições do curso de especialização Indigenismo e Desenvolvimento Sustentável vão até o dia 22 de fevereiro. O início está marcado para o dia 9 de março, no Centro Cultural de Brasília. Para maiores informações, acesse o site www.unbcds.pro.br
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/19/materia.2008-02-19.8452766012/view
Brasília, 19 fevereiro 2008 - O Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB) abriu o primeiro curso de especialização em indigenismo no país. O curso Indigenismo e Desenvolvimento Sustentável tem como principal objetivo capacitar profissionais para lidar com questões de desenvolvimento sustentável nas suas atividades em terras indígenas, construindo soluções com as populações indígenas.
O coordenador do CDS, Othon Henry Leonardos, disse hoje (19), em entrevista ao programa Amazônia Brasileira, da Rádio Nacional, que o curso terá nove disciplinas, entre elas, Povos Indígenas, Território e Economia Sociocultural, Legislação Indígena e Direito Ambiental Educação Ambiental e Sustentabilidade.
Estão abertas 55 vagas para pessoas graduadas em qualquer área. “Nós estamos com a intenção de proporcionar oportunidade para todas as áreas, pois o indigenismo não é feito só pela Funai [Fundação Nacional do Índio], é feito pela Funasa [Fundação Nacional de Saúde], e todos os ministérios estão envolvidos com o tema.”
De acordo com Leonardos, o curso terá duração de 14 meses, com quatro módulos presenciais e um local. Ele destacou que no final haverá uma monografia relacionada com problemas locais. “Os professores vão, em um dos módulos intermediários, em Manaus, conhecer os problemas locais e discutir com as pessoas que fazem o curso no Brasil inteiro.”
Além do curso de especialização, o coordenador do CDS lembrou que também serão abertas 15 vagas para um curso de extensão de indigenismo, que será gratuito e não exigirá graduação para participar da seleção.
As inscrições do curso de especialização Indigenismo e Desenvolvimento Sustentável vão até o dia 22 de fevereiro. O início está marcado para o dia 9 de março, no Centro Cultural de Brasília. Para maiores informações, acesse o site www.unbcds.pro.br
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/19/materia.2008-02-19.8452766012/view
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