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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Venezuela/TELESUR, SEIS ANOS DE TELEJORNALISMO TRANSFORMADOR

25 julho 2011/Carta Maior http://www.cartamaior.com.br

No terreno simbólico, quanto mais os povos vão tornando-se conscientes da prática cada vez mais hegemônica do jornalismo delinqüente, como agora se revela pelo fechamento do jornal News of the World, na Inglaterra, a Telesur caminha conquistando credibilidade consolidando um jornalismo de missão pública. A emissora vem conseguindo cada vez mais visibilidade mundialmente, comprovando o acerto de uma decisão que era considerada visionária, e vai levando na prática jornalística o seu lema “Nosso norte é o sul”. O artigo é de Beto Almeida.

Beto Almeida

Neste domingo, 24 de julho, a Telesur – La Nueva Television del Sur - completou seu sexto aniversário cercada de simbolismo - é a data de aniversário de Bolívar - de conquistas e de desafios. O simbolismo é a missão, bolivariana, de ser a única emissora televisiva que nasce para promover a integração latinoamericana e se contrapor, editorialmente, ao jornalismo desintegrador e neocolonialista praticado subreptíciamente ou encandalosamente pelas redes internacionais de TV.

No terreno simbólico, quanto mais os povos vão tornando-se conscientes da prática cada vez mais hegemônica do jornalismo delinqüente , sobretudo nos países imperialistas, como agora se revela pelo fechamento do jornal News of the World, na Inglaterra, a Telesur caminha conquistando credibilidade consolidando um jornalismo de missão pública. Enquanto a grande mídia inglesa, como nos EUA, França, Itália ou Espanha, revela sua absoluta relação intrínseca com governos imperais e guerreiros - e aqui estamos nos referindo também às suas mídias públicas que também atuam em sintonia com os interesses da indústria bélica, participando da construção de mentiras que “justificam”, sob uma ótica das razões propagandistas de Hitler, as guerras contra o Iraque, o Afeganistão, agora contra Líbia, e os preparativos para ações militares contra a Síria e o Irã, Telesur esforça-se exatamente para revelar a existência de um terrorismo midiático que tentar intimidar os processos revolucionários e populares.

Jornalismo delinqüente inglês, uma prática hegemômica
Sempre se soube da estreita ligação do jornalismo delinqüente das empresas de Murdock com as políticas mais interessantes para a indústria de armamentos e a suposta “guerra ao terrorismo”. Estes oligopólios jornalísticos sempre tiveram sob controle os governos de Margareth Tatcher, John Major, Tony Blair, Gordon e agora de Cameron, e esta relação jamais foi posta sob questão pelo jornalismo da BBC, que também ofereceu suporte editorial a todas as ações bélicas destes governos. Telesur, ao contrário, permite que as vozes silenciadas, seja nos EUA, ou na Europa, possam deunciar e revelar as ações criminosas da OTAN que sempre contaram com o suporte editorial da grande mídia capitalista, inclusive daquela chamada pública, mas que não foi capaz de escapar dos planos militares de seus governos contra os povos do Sul.

Para se ter uma idéia, basta citar dois exemplos recentes: primeiro, nos embates eleitorais na América Latina, como no Peru recentemente, quando até a BBC de Londres também revelou-se representar interesses neocoloniais ao fazer aberta campanha pró- Fujimori, lá estava Telesur informando sobre o significado histórico da vitória de Humalla. Segundo, a presença de Telesur na Líbia, única TV internacional a emitir de Trípoli, desmontando a vil farsa do “bombardeio humanitário da OTAN”, crime apoiado pela manipulação de todas as grandes redes, inclusive a TV Al-Jazeera, representante dos interesses do estado oligárquico do Qatar, país ocupado militarmente pelos EUA.

Telesur é conquista dos povos do sul
Telesur é também uma conquista, não apenas da Revolução Bolivariana, que já erradicou o analfabetismo e assumiu com soberania o destino de suas riquezas nacionais. Nunca tais causas e conquistas, também alcançadas por outras nações, foram adequadamente informadas. Jamais o tesouro cultural e das causas revolucionárias latinoamericanas mereceram espaços justos nas telas como na Telesur, que retrata Che, Zapata, Gaitan, Perón, Lula, Fidel, Evo, Mandela, Agostinho Neto e Samora Machel como expressões históricas das lutas populares.

Nas telas de Telesur há intensa e necessária divulgação, por exemplo, da vitória do povo da Bolívia contra o analfabetismo, ecoando a façanha da economia mais fraca da América do Sul já ser hoje “Território Livre do Analfabetismo”, ao passo que na economia mais forte da região sequer temos metas fixadas para erradicar esta vergonhosa mazela. Também há, por exemplo, qualificada informação sobre a retomada do desenvolvimento econômico na Argentina e seus progressos políticos, como na democratização dos meios de comunicação, o que permite que a Telesur seja hoje plenamente acessível aos nosso hermanos portenhos.. Os planos para a integração sulamericana - que é retratata com desdém e manipulação pela mídia capitalista - encontram na Telesur uma explicação lógica e contextualizada para os povos do sul.

Desta cobertura jornalística, sistemática e regular, vai surgindo clara a idéia de que essa integração exige valores como o da solidariedade e da cooperação entre os povos, para o que também se fazem necessárias políticas baseadas no Estado de tal forma que se realizem as obras públicas indispensáveis, de infraestrutura, por exemplo, para que o crescimento e o desenvolvimento sócio-econômico seja para todos os países da região. Só a Telesur pode oferecer uma cobertura legítima, educativa e transparente sobre estas políticas porque é, ela mesma, produto deste processo de libertação e de integração latinoamericana. E também porque não está submetida à ditadura do mercado, aquela que produz o jornalismo delinqüente da Inglaterra, mas não apenas lá.

Desafios
Muitos desafios, porém, cercam a Telesur. Entre eles: vencer a sabotagem permanente do império que coloca sempre mais e mais obstáculos para impedir o crescimento da visibilidade da Telesur no mundo. Apesar dela, Telesur já está na Espanha, caminha para a África de língua portuguesa. Além deste, há também a incompreensão em alguns círculos nos governos progressistas, que ainda retardam a integração midiática libertadora e preferem acordos com redes convencionais a cooperar com Telesur. Não há explicações lógicas para que, em sintonia com o processo e as políticas de integração latinomaericana, a TV Brasil ainda não tenha colocado em prática o convênio de cooperação firmado com a Telesur, permitindo, com isto, que os telespectadores brasileiros tomem conhecimento de um curso de transformações progressistas que avança em vários países da região. Aliás, a Telesur já foi bastante difundida nacionalmente no Brasil por meio de convênio com a TVE do Paraná,, até o ano de 2010. Seria apenas levar ao terreno da comunicação políticas de cooperação que já existem nos planos econômico, político, educacional, de saúde, seja com a Venezuela, com Cuba, com a Bolívia e Equador, todos sócios da Telesur.

Apesar destes obstáculos, a Telesur consegue cada vez mais presença e visibilidade mundialmente, comprovando o acerto de uma decisão que era considerada visionária, e vai levando na prática jornalística o seu lema “Nosso norte é o sul”, com o que prova e convida: um outro jornalismo é possível! E urgente!

MARCADORES

Hitler, venezuela, america latina, comunicacion, Che, Zapata, Perón, Lula, Fidel, Evo, Mandela, Agostinho Neto, Samora Machel

terça-feira, 26 de agosto de 2008

MARINKOVIC Y COSTAS PROMUEVEN DIVISIÓN EN BOLIVIA CON OPOSICIÓN FASCISTA A EVO

Agencia Boliviana de Información/http://www.abi.bo

La Paz, 24 agosto 2008 (ABI) - El prefecto de Santa Cruz, Rubén Costas, y el presidente del Comité Cívico, Branco Marinkovic, aparecen en varias publicaciones periodísticas como dos potentados empresarios defensores de la burguesía cruceña, vinculados al nefasto ex presidente Gonzalo Sánchez de Lozada y líderes de una oposición fascista al Gobierno del indígena Evo Morales. Para ello aplican la política violenta y separatista en Bolivia que tiene sus orígenes en Croacia.

En la masacre de octubre de 2003 el ex presidente Gonzalo Sánchez de Lozada dimitió a la presión político-social y huyó a Estados Unidos, a su paso por la capital cruceña, Costas y Marinkovic, además de otras personalidades, le pidieron al ex Jefe de Estado gobernar Bolivia desde Santa Cruz, señala un artículo del periodista Edgar Ramos.

La publicación asegura que ambos líderes cruceños hicieron esa petición a Sánchez de Lozada, siendo que poco o nada les importó los muertos en La Paz que pasaron los 60 y más de 200 heridos, el fondo del asunto era mantener la política económica que favorecía únicamente a los "agroempresarios o potentados cívicos" cruceños.

Ambos lideran una oposición radical al actual Gobierno de Morales Ayma que recibió el 10 de agosto pasado cerca al 70 por ciento de aprobación de los bolivianos. Para ello han conformado grupos de jóvenes violentos instruidos para sembrar miedo en la ciudadanía y sobre todo actuar sañudamente contra los indígenas y campesinos.

BALCANIZACIÓN

En Bolivia, el croata Branco Marinkovic enfrenta procesos judiciales impulsados por el viceministro Alejandro Almaraz y la respuesta de los acaparadores de tierras junto al prefecto de Santa Cruz, el masón Rubén Costas, empujan la escalada separatista y golpista en el país desde cinco ciudades con el objetivo de imponer un estatuto autonómico de corte abruptamente federalista, con el fin, entre otros, de impedir el proceso de saneamiento de tierras que, acaparadas, no cumplen una real función económica y social, señalan varias publicaciones en el Internet.

Marinkovic, una vez elegido como presidente cívico, organización que actúa como brazo político y articulador de la denominada Nación Camba, fijó como uno de sus objetivos balcanizar Bolivia con el propósito de preservar los intereses latifundistas de la oligarquía cruceña.

Dicho comité se sustenta en la Cámara Agropecuaria del Oriente (CAO), Cámara de Industria, Comercio, Servicios y Turismo de Santa Cruz (Cainco), la Federación de Empresarios y la de Ganaderos de Santa Cruz (Fegasacruz) y otras organizaciones como la Unión Juvenil Cruceñista, algo así como el "grupo de choque", según las diversas publicaciones.

El investigador Freddy Tarcaya Gallardo en uno de sus trabajos señala que los padres de Branco son Silvio Marinkovic y Radmila Jovicevic, quienes llegaron a Bolivia -según el propio Marinkovic hijo - "escapando hace 50 años del comunismo".

Branco nació en Santa Cruz (Bolivia), posee también la nacionalidad croata, pues la constitución de su madre patria Croacia, reconoce a los ciudadanos de origen croata nacidos en otros países ese derecho, agregó el investigador.

Remarca que los Marinkovic llegaron a Bolivia "desposeídos", sin fortuna. Sin embargo, los lazos políticos de la derecha internacional tendieron a muchos fugitivos Nazis, posibilidades económicas, pues los gobiernos "derechistas" de Bolivia se prestaron a ese favor político, sobre todo los de corte dictatorial y fascista, los cuales beneficiaron y dotaron créditos a fondo perdido, tierras y privilegios sociales, para de ese modo encumbrarles en la escena política y empresarial.

Además afirma que el padre de Branco, a su llegada a territorio boliviano, se vinculo rápidamente con los grupos de poder bolivianos cobijados en Santa Cruz, levantó su emporio empresarial y de manera inexplicable en menos de una generación se hizo terrateniente, empresario y banquero, es decir, se convirtió en un verdadero magnate.

El artículo de Tarcaya destaca que los bloques derechistas de Croacia (raíces de Branco Marinkovic) se pusieron a merced del régimen de Adolfo Hitler, a través de la Ustacha el brazo político de la derecha gobernó a los croatas bajo la tutela y amparo Nazi.

Durante la segunda guerra mundial, tras la invasión Nazi del Reino de Yugoslavia, se instauró el Estado Independiente de Croacia, que no era más que un gobierno títere del III Reich. Esta corta vigencia del ensueño fascista, se llevó la vida de medio millón de servios, judíos y gitanos, asesinados sobre todo por su condición racial, expresó Tarcaya.

Al respecto, el articulista Camilo Rojo manifiesta que los Marinkovic nunca dejaron de lado sus raíces croatas. El mismo que habría sido admitido por Branco en sus declaraciones a un medio escrito diciendo lo siguiente: "Cuando yo era chico iba a Yugoslavia y allí veía los radicalismos del comunismo".

COSTAS

De acuerdo al periodista Miguel Lora Fuentes, Rubén Costas fue parte de las expresiones moderadas de la "izquierda" en el Movimiento Bolivia Libre (MBL), que co-gobernó Gonzalo Sánchez de Lozada en la gestión en que se entregaron a las transnacionales los recursos naturales las empresas estratégicas del país como YPFB, Ende, Enfe, Entel y LAB.

El ahora Prefecto de Santa Cruz, y ex presidente del Comité Cívico entre los años 2002 a 2004, con un capital declarado a la Contraloría de cerca a 15 millones de bolivianos, aunque no es representante directo de los sectores burgueses, lidera a la clase media próspera como un mediano empresario vinculado al comercio, asegura Lora.

Los investigadores Claudia Peña y Nelson Jordán, citados por el periodista Edgar Ramos, concluyen sobre los pronunciamientos de "la institucionalidad cruceña", en su libro "Ser cruceño en octubre", que dichos documentos son una defensa de la burguesía de Santa Cruz".

Por otro lado, en el sitio web denominado ADEJI-Bolivia, en un artículo del 28 de abril de 2007, el periodista Boris Orešic titula a su trabajo "Un croata en guerra con los indios", al referirse a Marinkovic.

Asimismo, manifiesta que varios medios de comunicación croatas concentraron en diciembre (2007) su atención en el cívico cruceño, cuyo tema desató un intenso debate entre los cibernautas de la ex república yugoslava.

Los periodistas de esta ex república coinciden a la hora de identificar a Branco Marinkovic como el principal líder opositor al Gobierno de Evo Morales.

Sobre nueve trabajos consultados, dice el artículo, sólo uno, y en una sola oración, menciona a Rubén Costas y ninguno a algún otro prefecto o dirigente cívico de la llamada "media luna".

MARINKOVIC - MAGNATE

El artículo además indica que Marinkovic también llamó la atención de los medios croatas por su fortuna. Algunas cifras y títulos lo perfilan como un magnate de talla internacional.

Sandra Veljkovic (periodista croata) cita, por ejemplo, que en el año 2003, los ingresos de Marinkovic llegaron a 300 millones de dólares.

Añade que la familia Marinkovic posee 10 mil hectáreas para cada uno de sus cultivos (arroz, soya, girasol y maíz) al margen de contar con 15 mil cabezas de ganado.

Krešimir Raguž (otro periodista croata) asegura que sólo la fábrica de aceite IOL de Branco mueve anualmente 100 millones de dólares.

Según el artículo de Camilo Rojo, mientras Marinkovic consume su tiempo en contar los dividendos de sus empresas y en organizar, coordinar y ejecutar un plan que busca instaurar de facto una autonomía separatista, a partir del 5 de mayo, para mantener los privilegios económicos de las clases dominantes, mientras cada día, afuera del cuarto anillo de la ciudad, el grueso de la población camba pasa hambre.

Rojas añade que el cívico cruceño es patrón de al menos 400 trabajadores que se desempeñan en sus dos principales actividades económicas, su empresa familiar, Industrias Oleaginosas (IOL), una de las más grandes factorías de Santa Cruz, que envasa el aceite comestible Rico, produce soya y la industrializa en diversas formas: torta y aceite, fundamentalmente, y además es uno de los principales accionistas del Banco Económico.

Dicha industria de Marinkovic, solamente el año 2003 habría facturado 92 millones de dólares.

PROCESO JUDICIAL

Marinkovic actualmente tiene un proceso judicial con el Estado boliviano que lo demandó por la apropiación irregular por parte de la familia del "cívico" de más de 26 mil hectáreas en territorio guarayo.

Según información pública del Viceministro de Tierras, el presidente del Comité Cívico cruceño se habría apropiado ilegal y fraudulentamente de 26.951 hectáreas que corresponden a las Tierras Comunitarias de Origen de Guarayos, por medio de la falsificación de planos y alteración de documentos oficiales.

Por estos delitos, el Ministerio Público demandó a Marinkovic con un juicio por falsedad ideológica y uso de instrumento falsificado.

PERFIL POLÍTICO

Nombre: Branco Marinkovic nació el 21 de agosto de 1967 en Santa Cruz de la Sierra.

Familia: Hijo del desaparecido empresario Silvio Marinkovic Suarcic y Radmila Jovicevic. Estudió en el Santa Cruz School. Casado con Nicole Dauelsberg.

Profesión: Se recibió en Ingeniería Electromecánica, Economía y Finanzas en la Universidad de Texas (EEUU).

Empresario: Gerente general de Industrias Oleaginosas S.A. (IOL), empresa que es fuente de empleo para unos 460 trabajadores, dedicada al procesamiento de 1.600 toneladas diarias de soya y cuyas facturaciones alcanzaron en 2003 a $us92 millones. Es accionista y director del Banco Económico. Tiene inversiones en ganadería.

Gremio: Fue director de entidades como la Cámara de Exportadores de Santa Cruz (Cadex), Instituto Boliviano de Comercio Exterior (IBCE) y la Cámara de Industrias, Comercio, Servicios y Turismo de Santa Cruz (Cainco).

Trayectoria: Es gerente de Industrias Oleaginosas desde el 2000 y presidente de la Federación de Empresarios Privados desde el 2004 y vicepresidente del Banco Económico, actualmente preside el Comité Cívico cruceño.

Objetivos políticos: Conseguir la aprobación del ilegal estatuto autonómico y, a partir del 5 de mayo, comenzar a implementar la autonomía departamental al margen de la Constitución Política del Estado y conducir a Santa Cruz a un proceso separatista.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20080824163306&l=200802120044_Branco_Marinkovic_y_los_prefectos_Ernesto_Su%E1rez_(centro)_y_Rub%E9n_Costas_(archivo)._