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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

BRICS, БРИКС/Rusia abandona la Corte Penal Internacional: "Creemos que no es independiente"

16 nov 2016, ТВ-Новости TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Россия, Rusia)

Rusia ha decidido no participar más en la Corte Penal Internacional en La Haya porque "no cumplió las expectativas" y "no es independiente y prestigioso".



El presidente ruso, Vladímir Putin, ha firmado este miércoles una orden que pone fin a la participación de Rusia en el Estatuto de Roma de la Corte Penal Internacional (CPI) en La Haya, lo que supone el abandono de este tribunal.


El Ministerio ruso de Exteriores justificó su decisión por la decepción que el funcionamiento del órgano internacional causa en el país. "La Corte Penal Internacional no cumplió con las expectativas y no pudo convertirse en un órgano de Justicia verdaderamente independiente y prestigioso",

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

BRICS, БРИКС/China nunca permitirá que EUA desestabilizem o Mar do Sul da China

25 outubro 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

de People’s Daily, in Global Times, China

China jamais permitirá que os EUA desestabilizem o Mar do Sul da China, disse o People’s Daily em comentário no domingo, depois que um destroier da Marina dos EUA, armado com mísseis teleguiados, o USS Decatur, navegou pelas águas das ilhas Xisha, na 6ª-feira, sem aprovação do governo da China.

O que os EUA fizeram, movidos por sua mentalidade hegemonista, não pode ampliar a influência daquele país na região do Pacífico Asiático, diz o artigo. Esse tipo de ato cria inimizades e tem por único resultado confusões sempre maiores, o que acelerará o declínio da influência global dos norte-americanos.

O governo chinês opõe-se resolutamente a esse comportamento de provocação e está tomando uma série de efetivas contramedidas.

Na sequência, a tradução do artigo:

Um destroier da Marinha dos EUA, o USS Decatur, navegou em águas da Ilha Xisha, parte do Mar do Sul da China e de águas territoriais chinesas, na 6ª-feira, sem licença das autoridades chinesas. O governo chinês opõe-se firmemente a esse comportamento de provocação, e tomará

terça-feira, 25 de outubro de 2016

BRICS, БРИКС/A “ASSIM CHAMADA” CHINA COMUNISTA

23 outubro 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Jeff Brown, All China Review
http://www.allchinareview.com/so-called-communist-china/




Apesar de, para o império ocidental, não haver democracia na China, o comunismo está funcionando muito bem nessa sociedade. O artigo discute como os avanços socioeconômicos e geopolíticos da China desde 1949 podem ser atribuídos àquela versão única de democracia que os chineses construíram.

Em meados dos anos 1930s, a China estava sendo dilacerada entre quatro forças opostas entre elas. Uma, o Exército Vermelho comunista comandado por Mao Zedong. Outra, os fascistas japoneses e seu Exército Imperial. Uma terceira, os Nacionalistas do Kuomintang, abreviado “KMT” em inglês, comandados por Chiang Kai-Shek. O quarto grupo eram todos os colonialistas ocidentais – imperialistas, é claro, que se bajulavam uns os outros com o rótulo pretensioso de “Grandes Potências”.

As coisas não estavam andando conforme planejado, para o império ocidental. Apoiavam, fizesse chuva fizesse sol, Chiang Kai-Shek (que adorava ser chamado de “Generalíssimo”, mas que os funcionários dos EUA chamavam, zombeteiros, pelas costas, de “Peanut”) para fazer dele o futuro líder da China pós-guerra. O plano do ‘ocidente’ era pôr Chiang como chefe fantoche da China pós-guerra, nos moldes do ditador de Cuba, Fulgencio Batista, sempre sob a falsa bandeira de algum tipo de “democracia ocidental”. E o ocidente parecia mais