Mostrando postagens com marcador SYRIZA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SYRIZA. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de setembro de 2015

OS BANCOS PREPARAM A PRÓXIMA CRISE GLOBAL

13 setembro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Por Susan George, no site Outras Palavras:

Sempre otimista, não acreditei que os bancos sairiam da crise de 2007 a 2008 mais fortes que antes, sobretudo em termos políticos. É verdade que alguns pagaram multas que os fizeram cambalear -- um total de 178 bilhões de dólares para os bancos norte-americanos e europeus -- mas consideram que tais desembolsos são “o preço de fazer negócios”. Nenhum líderes do setor que quebrou a economia mundial passou uma só noite na prisão, nem teve que pagar, pessoalmente, uma única multa.

Ainda não superamos os efeitos do terremoto financeiro vivido em 2007-2008, mas os políticos e os próprios banqueiros já estão preparando o cenário para a próxima crise. Estudos matemáticos mostraram a densa teia interconectada dos atores financeiros mundiais, na qual a falha de um deles poderia desencadear o colapso de todos. Nos colocaram no fio da navalha, e temos boas razões para ser pessimistas:

-- Os governos e as instituições financeiras internacionais não demonstraram nenhuma intenção de regular os bancos, o que nos expõe ao perigo de ter que suportar uma repetição da jogada. Os bancos e os banqueiros não só são grandes demais para falir -- ou para ser presos --, mas também para ser desafiados. Por isso, permitem-se

sábado, 19 de setembro de 2015

GRECIA: UNA DURA LECCIÓN

17 septiembre 2015, http://sugarra.blogspot.com.es Sugarra (País Vasco)
Euskal Sozialismo Iraultzailearen aldeko SUGARRA

Los acontecimientos sociales, económicos y políticos vividos en los últimos meses en Grecia, han supuesto una dura lección sobre lo que verdaderamente representa la UE para la clase obrera y las masas populares de los distintos Estados miembros.

Pero para comprender su verdadero alcance hay que tener en cuenta que, en última instancia, dichos acontecimientos hunden sus raíces en el proceso de transformación que está sufriendo el modo de producción capitalista y que han conducido a que la fracción del capital financiero haya alcanzado la hegemonía en relación con las otras  fracciones del capital , de cuya fusión procede (capital industrial y capital bancario) y a que, simultáneamente, hayan llegado a predominar en ella los sectores más parasitarios y especulativos.

El proceso de creciente hegemonía del capital financiero ha ido también acompañado de su progresiva autonomización, lo que se ha venido a denominar “financiarización” del capital [1]. En este estadio, el capitalismo ha alcanzado un grado inimaginable de

sábado, 8 de agosto de 2015

CINCO LIÇÕES E UMA CONCLUSÃO ACERCA DO CASO SYRIZA

4 agosto 2015, Diario Liberdade http://www.diarioliberdade.org (Galiza)


Os Estados Unidos da Europa 
capitalista, nunca existirão. 
V.I. Lenine

Deixai, o vós que entrais, toda a esperança
Estas palavras eu vi em letreiro escuro
Por cima de uma porta escrito.

A Divina Comédia, Dante, canto III, 3


1ª LIÇÃO – As Regras ou o poder do iníquo e do absurdo 

Contra o povo grego argumentou-se com "as regras". É uma dogmática anti humanista, que ataca tudo o que de progressista se afirmou na Europa desde há séculos – não apenas na UE. Mas é uma mentira, a regra única que substitui todas as outras é adotar o que sirva aos sectores financos dominantes.

As regras foram violadas nos "planos de resgate", para salvar os bancos. O BCE deixou os juros subirem descontroladamente em nome do "mercado", mas em nome do mercado a UE devia ter deixado falir bancos fraudulentos e atulhados em produtos financeiramente tóxicos. Ao contrário esses prejuízos foram passados para os Estados promovendo o seu endividamento.

A UE viola as regras com o quantitative easing de 60 mil milhões de euros mensais aos bancos; viola ao autorizar o resgate de bancos privados com dinheiros públicos, mas é necessária autorização para recapitalizar empresas públicas. Violam-se regras ao deixarem sem liquidez os bancos gregos. Violam-se regras quando decisões são tomadas pelo Eurogrupo uma entidade sem existência formal, que decide à revelia da Comissão, do Concelho, do Parlamento. As regras destinam-se a que os povos deixem de democraticamente decidir as políticas dos seus países, não tenham poder sobre os seus orçamentos e a democracia seja subvertida com argumentos para satisfazer a finança.

2ª LIÇÃO – Democracia e Soberania ou o totalitarismo do poder hegemónico 

"O governo grego prestou um mau serviço à causa europeia (?) ao tentar criar a ideia que poderia usar a democracia nacional contra a UE" (!!), diz um "europeísta" que "não há festa nem festança a que não seja chamado". 
[1] Os princípios da soberania, as garantias de liberdade e democracia previstos nas Constituições perdem-se. A democracia, passa a um formalismo sem conteúdo real,

sexta-feira, 17 de julho de 2015

'REVELAR ORIGEM DA DÍVIDA GREGA PROVOCARIA REVOLUÇÃO FINANCEIRA MUNDIAL'

15 julho 2015, Carta Maior cartamaior.com.br (Brasil)

Vanessa Martina Silva -- Opera Mundi


Membro da comissão que auditou parte da dívida pública grega, Maria Lúcia Fattorelli questiona: é 'rídiculo' culpar Atenas pela crise europeia

A pressão realizada pelos credores europeus para que a Grécia aceitasse o acordo para um resgate financeiro foi, na verdade, uma tentativa de impedir que se conheçam as origens “ilegais e ilegítimas” da dívida, uma vez que isso provocaria “uma revolução no sistema financeiro mundial”. É o que defende Maria Lucia Fattorelli, auditora aposentada da Receita Federal, que fez parte, no início do ano, das primeiras atividades da comissão internacional que realizou a auditoria da dívida grega, a convite da presidente do Parlamento grego, Zoe Konstantopoulou.

As conclusões iniciais a que o levantamento, do qual Fattorelli fez parte nas primeiras sete semanas de investigação, revelam que “os mecanismos inseridos nesses acordos [de resgate do país] eram para beneficiar os bancos e não a Grécia. (…) A questão é: por que eles [troika] têm que jogar tão pesado?”. Ela responde: “Porque a Grécia pode revelar o que está por trás. A tragédia da Grécia esconde o segredo dos bancos privados. Ela poderia colocar a nu as estratégias utilizadas para salvar bancos e colocar em risco

O ATAQUE FINANCEIRO À GRÉCIA – Para onde vamos a partir daqui?

13 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Michael Hudson

O maior problema financeiro que dilacerou economias ao longo do século passado estava mais do lado da dívida oficial inter-governamental do que do da dívida do sector privado. Eis porque a economia global de hoje enfrenta uma ruptura semelhante à de 1929-31, quando ficou evidente que o volume de dívidas oficiais inter-governamentais não podia ser reembolsado. O Tratado de Versalhes impôs reparações impossíveis à Alemanha e os Estados Unidos impuseram exigências igualmente destrutivas aos Aliados quanto ao pagamento de dívidas [pelo fornecimento] de armas utilizadas na I Guerra Mundial. [1] 

Há procedimentos legais bem estabelecidos para enfrentar bancarrotas corporativas e pessoais. Tribunais cancelam parcialmente (write down) dívidas de pessoas e de negócios tanto sob o procedimento "devedor no controle" como pelo arresto e os credores assumem uma perda sobre empréstimos que correram mal. A bancarrota pessoal permite a indivíduos retomarem a vida.

É muito mais difícil cancelar parcialmente dívidas possuídas ou garantidas por governos. A dívida de empréstimos a estudantes dos EUA não pode ser anulada, mas permanece de modo a impedir os diplomados de ganharem o suficiente para terem um salário líquido (depois de o serviço da dívida e a retenção na fonte da contribuição para a Segurança Social ser deduzida dos seus cheques de pagamento) de modo a casarem, constituírem família e comprarem casas para

terça-feira, 14 de julho de 2015

O ATAQUE FINANCEIRO À GRÉCIA– Para onde vamos a partir daqui?

13 julho 2015, Resistir.info resistir.info (Portugal)

por Michael Hudson

O maior problema financeiro que dilacerou economias ao longo do século passado estava mais do lado da dívida oficial inter-governamental do que do da dívida do sector privado. Eis porque a economia global de hoje enfrenta uma ruptura semelhante à de 1929-31, quando ficou evidente que o volume de dívidas oficiais inter-governamentais não podia ser reembolsado. O Tratado de Versalhes impôs reparações impossíveis à Alemanha e os Estados Unidos impuseram exigências igualmente destrutivas aos Aliados quanto ao pagamento de dívidas [pelo fornecimento] de armas utilizadas na I Guerra Mundial. [1]

Há procedimentos legais bem estabelecidos para enfrentar bancarrotas corporativas e pessoais. Tribunais cancelam parcialmente (write down) dívidas de pessoas e de negócios tanto sob o procedimento "devedor no controle" como pelo arresto e os credores assumem uma perda sobre empréstimos que correram mal. A bancarrota pessoal permite a indivíduos retomarem a vida.

É muito mais difícil cancelar parcialmente dívidas possuídas ou garantidas por governos. A dívida de empréstimos a estudantes dos EUA não pode ser anulada, mas permanece de modo a impedir os diplomados de ganharem o suficiente para terem um salário líquido (depois de o serviço da dívida e a retenção na fonte da contribuição para a Segurança Social ser deduzida dos seus cheques de

segunda-feira, 13 de julho de 2015

O QUE A GRÉCIA ENSINA AO BRASIL?

7 julho 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Qualquer comparação entre distintas realidades nacionais nasce morta se omitidas ou negligenciadas as realidades concretas, mas a pátria do Syriza também traz lições universais.

Por BrenoAltman*, no Opera Mundi

Estratégias de mudanças sem conflito são eficazes apenas em períodos de bonança, quando a interseção entre transformação e paz se amplia porque o Estado tem mais recursos para investir na melhoria da vida dos pobres sem afetar a fortuna e os interesses dos ricos.

Nas épocas de escassez, esta zona de conforto desaparece.

Somente há mudanças se houver conflito, o instrumento político pelo qual a sociedade distribui renda, poder e riqueza.

Se a regra central for

sábado, 11 de julho de 2015

A OPERAÇÃO EM CURSO – NOME DE CÓDIGO: GRÉCIA

9 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Daniel Vaz de Carvalho

"Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores",
Mateus 6.12, da mais importante oração cristã, de que a Europa se reivindica.
 O Pai Nosso na Igreja Primitiva.

1 – No passado domingo a agressão sofreu uma derrota 
O domínio da alta finança através da hegemonia alemã, depara com crescente resistência dos povos que não se conformam com a subserviência de governos colaboracionistas e falsos tratados que põem em causa a soberania e a democracia. A expressiva vitória do NÃO no referendo grego, só pode servir para prosseguir e reforçar a luta, contudo não vai fazer parar a agressão. Passada a primeira a surpresa e ao contrário do que a propaganda e a chantagem fariam prever, a ditadura financeira mascarada de "europeísmo" recompõe-se e prossegue a ofensiva.

A direita perdeu por momentos a sua farronca, insistindo na "intransigência" grega", nas culpas dos "gregos", quando afinal a situação do país se deve precisamente ao fracasso das políticas que a direita defende e quer que continuem. Seria fastidioso desmontar a sua argumentação de tal forma se se refugia na mentira, no obscurantismo, no intelectualmente indigente perante as evidências. Os partidos "socialistas" que antes se remetiam a uma ambiguidade cúmplice, colocando no mesmo nível agressores e agredidos, apelam agora à benevolência das "instituições". Como se o capitalista – nesta condição - não colocasse o capital no lugar do coração (Marx).

A comparação do que se passa na UE com o fascismo, o neofascismo, não é despicienda. Já foi referido que a troika estava a fazer na Grécia o que a ditadura dos coronéis não tinha conseguido. Em Portugal e em Espanha o totalitarismo da UE

terça-feira, 23 de junho de 2015

ARGENTINA, GRECIA Y EL CHANTAJE FINANCIERO

21 de junio de 2015,  La Jornada http://www.jornada.unam.mx (México)

La presidenta de Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, refrendó ayer la decisión de su gobierno de no pagar la deuda que reclaman los llamados fondos buitre, tenedores de bonos de deuda del país austral que no aceptaron los términos en los que el débito fue renegociado en 2005 y 2010.

Debe recordarse que Argentina alcanzó, en esos años, acuerdos con la gran mayoría de sus acreedores para restructurar los pasivos externos y en ese proceso logró importantes reducciones de los montos a pagar. En ese entonces algunos especuladores internacionales compraron una pequeña fracción de los títulos de deuda al 10 por ciento de su valor, para posteriormente desconocer las renegociaciones y se acogieron a instancias judiciales estadunidenses para exigir a Buenos Aires el pago de 100 por ciento del valor nominal de tales bonos, unos mil 300 millones de dólares.

La Suprema Corte de Justicia de Estados Unidos, por su parte, tomó partido y decidió proteger a una porción minoritaria de acreedores de Argentina; sumó con ello un factor de inestabilidad a la economía mundial por cuanto puso a la nación rioplatense en un virtual incumplimiento de pagos –si bien en esta ocasión no se debe a la falta de recursos, sino a una decisión judicial– y sentó, de paso, un precedente nefasto para la

quarta-feira, 8 de abril de 2015

MARIA LÚCIA FATTORELLI: A BRASILEIRA QUE AUDITA A ECONOMIA GREGA PARA O SYRIZA

30 março 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)


Maria planeja fazer na Grécia o que já ajudou a fazer no Equador: permitir que os gastos sociais superem os gastos com o sistema financeiro.

 

André Cristi

 

Uma das pontes entre o Brasil e as novas experiências políticas da esquerda socialista europeia chama-se Maria Lúcia Fattorelli. Auditora da Receita Federal desde 1982, a coordenadora do movimento Auditoria Cidadã da Dívida foi convidada por Zoe Konstantopoulou, deputada do Syriza que ocupa a presidência do Parlamento Grego, a compor o Comitê pela Auditoria da Dívida Grega.

Maria Lúcia já participou de processo semelhante no Equador, quando o presidente Rafael Correa decidiu pela anulação de 70% da dívida que emperrava o investimento público. “Pela primeira vez na história inverteu-se a equação: os gastos sociais superaram os gastos com a dívida”, lembra em

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

"LA DOBLE TACTICA DE EE.UU.: HABLAR DE PAZ EN LA HABANA Y SEGUIR LA GUERRA EN COLOMBIA”

26 febrero 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

EL ANÁLISIS DE JAMES PETRAS


María de los Ángeles Balparda: Buenos días Petras, ¿Qué tal? ¿Cómo te va?

James Petras: Buenos días

MAB: Hay muchos temas y queremos tratar de abarcar lo más posible, pero podríamos empezar por Venezuela.

JP: El tema de Venezuela es muy claro,.Los Estados Unidos han fortalecido los esfuerzos de tumbar el gobierno utilizando todos los mecanismos disponibles, incluso la fuerza, la violencia callejera, las movilizaciones de las grandes empresas comerciales para provocar el desabastecimiento. Y también en la propaganda mediática, en donde toda la prensa está actuando en conjunto con los Estados Unidos, acusando al gobierno de autoritarismo porque empieza encarcelar a los golpistas en varios oficios, incluso el alcalde de Caracas, el señor Antonio Ledesma, que firmó un documento público haciendo una llamada para tumbar el gobierno.

Esta política tiene un efecto porque está aprovechando la crisis económica con la caída del precio del petróleo para crear una imagen de un país deteriorado y un presidente incompetente.

Pero por fin el gobierno empieza por lo menos a tomar algunas medidas de establecer la Economía pero son muy duras. Por ejemplo, la

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

BRICS, БРИКС/CONJUNTURA INTERNACIONAL, GRÉCIA, EUROPA, BRICS

4 fevereiro 2015, http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

29/1/2015, Entrevista concedida por José Luis Fiori*, Livraria Cultura, SP
Mensagem distribuída por e-mail pelo“Boletim Amigos da Escola Nacional Florestan Fernandes”, do MST em 3/2/2015.

Enviado pelo pessoal da Vila Vudu.

A vitória do Syriza é um grito de protesto dos desempregados da Grécia e de toda a Europa e dos deserdados do estado de bem-estar social, mas também de todos os europeus que resistem a uma dominação alemã vazia de qualquer conteúdo utópico ou societário.

1. Os países latino-americanos – ou a maioria deles – optaram por um modelo mais intervencionista e considerado desenvolvimentista, com foco maior no social. Exemplos como Venezuela, Bolívia e até recentemente o Brasil, podem servir de paradigma para um novo rumo, entre capitalismo e o dito socialismo?

Depende do que você chame de “socialismo”. De fato, os governos boliviano, equatoriano e venezuelano têm utilizado esta palavra para se referir ou definir a nova estratégia de desenvolvimento que adotaram na primeira década do século XXI.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

OS PERIGOS DO FASCISMO NA EUROPA

20 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

DISCURSO DO SECRETÁRIO GERAL DO KKE, DIMITRIS KOUTSOUMPAS, NUMA MESA  

Estimados amigos e camaradas,

Há 69 anos, neste mesmo dia, a Bandeira Vermelha foi hasteada no Reichstag apontando a vitória de uma batalha gigantesca dos povos, com a União Soviética e os comunistas da Europa na vanguarda, contra a mais terrível e desumana ideologia, a ideologia e prática fascista, nascida do próprio capitalismo que levou à maximização da exploração do homem pelo homem, à destruição absoluta da existência humana.

Milhões de pessoas se sacrificaram nesta batalha, nos campos de batalha e nos desumanos campos de concentração. Hoje, rendemos homenagem aos que perderam a vida nas trincheiras, nos campos de batalha, aos que desafiaram os pelotões de fuzilamento.

Leningrado e Stalingrado na Rússia, Kokkiniá e Kesarianí na Grécia estão impressos na memória dos