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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

PORTUGAL NO JOGO EUROPEU

30 outubro 2016, Página Global http://paginaglobal.blogspot.com (Portugal)

Manuel Carvalho da Silva*
Jornal de Notícias, opinião

Esta semana, o ministro das finanças alemão, Wolfgang Schäuble, uma vez mais se pronunciou sobre a política portuguesa e o rumo da nossa democracia, de forma particularmente violenta. Declarações deste tipo feitas por responsáveis políticos europeus são, no mínimo, indecorosas. Mas, tratando-se de um alto responsável do mais poderoso Governo europeu, tais declarações configuram uma clara ingerência política de caráter imperialista sobre um país com quase nove séculos de história, maltratando um povo reconhecidamente trabalhador, respeitador e solidário que, ao longo dos séculos, algumas vezes se levantou, exemplarmente, contra tiranias e ditaduras. Os órgãos de soberania, utilizando fundamentos, formas e vias próprias da ação diplomática, têm de ser ativos no protesto junto do Estado alemão.

Por certo, o senhor Schäuble teve em conta o facto de ter surgido em Espanha uma solução governativa que conta com a participação dos representantes históricos da social-democracia em posição de cócoras. Na sua perspetiva, Portugal ficou mais enfraquecido no rumo que procura seguir e, vai daí, toca a atacar. Mas as duas razões principais para, neste caso, fazer de nós

sábado, 13 de agosto de 2016

Alemanha reconhece genocídio na Namíbia



12 agosto 2016, Odiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


«A Alemanha vai pedir desculpas oficiais à Namíbia pelo genocídio dos povos herero e nama cometido pelas tropas imperiais alemães, no começo do século XX»


Alemanha reconhece genocídio na Namíbia
Os governos de Berlim e de Windhoek estão a discutir uma formulação comum para descrever os factos, ocorridos em 1904-1905 e nos anos seguintes, e apresentar as desculpas alemãs, num documento que sirva de base a resoluções a aprovar pelos parlamentos dos dois países. Uma porta-voz do ministério alemão dos negócios estrangeiros, Sawsan Chebli, confirmou que as discussões estarão concluídas até finais de 2016. Realçou, contudo, que o pedido de desculpas não implica, para já, o pagamento de indemnizações.

A Alemanha demorou 110 anos a reconhecer o genocídio.
Em Julho de 2015, Norbert Lammert, presidente da câmara de deputados (Bundestag), declarou que a Alemanha levou a cabo no Sudoeste Africano, colónia alemã entre 1884 e 1915 e hoje a Namíbia independente, uma «guerra racial» para reprimir a rebelião dos hereros e namas. Falou de «dezenas de milhares de vítimas» não só

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Angola a “olhar para Oriente” depois de dispensar o FMI/安哥拉放弃IMF融资 “放眼东方”



25 julho 2016, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China, 中国)

A decisão de Angola de dispensar o apoio do Fundo Monetário Internacional num momento de aperto económico e financeiro terá sido sustentada na perspectiva de novos apoios financeiros da China e de fortalecimento das relações com outros países asiáticos, de acordo com analistas.

A folha informativa Africa Monitor Intelligence, a que a Macauhub teve acesso, informou que a decisão anunciada no final de Junho, abrindo mão de um máximo de 4500 milhões de dólares ao longo de três anos, terá sido tomada na sequência de

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

MAIS TROPAS ALEMÃS E ESPANHOLAS NO MALI*

29 novembro 2015, Odiario.infohttp://www.odiario.info (Portugal)


A presença imperialista e neocolonial na África subsariana amplia-se. A acção dos bandos terroristas fornece uma justificação imediata para esse processo, numa articulação tão evidente que dificilmente se poderá considerar acidental. E essa crescente presença militar não tem reflexos na diminuição da violência.

Aumenta a presença e intervenção de tropas estrangeiras no Mali, contudo impotentes para travar a actividade dos grupos radicais islâmicos armados.

O recente ataque a um hotel em Bamako, com captura de reféns, bem como a operação de resgate e as investigações que se seguiram, evidenciam a crescente ingerência militar ocidental naquele país africano.

Há ainda dúvidas sobre o que se passou exactamente na sexta-feira, 20, no luxuoso Radisson Blu da capital maliana. O procurador que dirige o inquérito declarou que morreram 22 pessoas, incluindo dois atacantes. «Todos os testemunhos apontam para apenas dois terroristas», assegurou Boubacar Samaké.As primeiras notícias após o atentado, que envolveu 140 hóspedes de diversas nacionalidades e 30 empregados, referiam um maior número de vítimas e de assaltantes.

Segundo o inquiridor, os autores do atentado «beneficiaram de cumplicidades para entrar no hotel» e para «cometer o crime». Outras fontes, dos serviços secretos malianos, citadas pela revista Jeune Afrique, indicam que os atacantes eram «estrangeiros», de língua inglesa, e que teriam sido auxiliados por cúmplices locais,

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A LIÇÃO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

4 setembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)



Cumprem-se 76 anos da invasão da Polónia pela Alemanha nazi, a 1 de Setembro de 1939 e 70 anos da rendição do Japão a 2 de Setembro de 1945. Com a publicação deste artigo de Laura Lopes, membro da presidência do CPPC, odiario.info presta também homenagem a esta grande figura de lutadora pela paz.

Na noite do dia 31 de Agosto de 1939, Alfred Helmut Naujocks, membro das SS nazis e do serviço de segurança SD, à frente de um grupo de criminosos de direito comum vestidos com uniformes polacos, simulava um ataque ao emissor de Gleiwitz na fronteira da Alemanha com a Polónia, às ordens do conde Heydrich, comandante da polícia de segurança SD.

No dia 1 de Setembro de 1939, o jornal “Volkischer Beobachter” comentava este episódio da seguinte forma: “Os Polacos irromperam na sala … O ataque contra a estação tinha todo o aspecto de sinal para um ataque geral dos franco-atiradores polacos contra o território alemão. Como se constatou entretanto, os rebeldes polacos romperam ao mesmo tempo a fronteira alemã em dois lugares. Em ambos os locais tratava-se de destacamentos armados até aos dentes, que segundo todas as aparências tinham o apoio do exército polaco regular. As secções da polícia de segurança estacionadas na fronteira ficaram à mercê dos assaltantes. Os combates de uma grande violência continuam.”

Esta operação detalhadamente montada por Hitler, como foi verificado no processo dos criminosos de guerra em Nuremberga, foi o sinal de desencadeamento da II Guerra Mundial, que vinha a ser preparada desde há muito. Após ter ordenado o golpe de mão de Gleiwitz, Hitler deu ordem para iniciar a guerra. Os exércitos hitlerianos invadiram a Polónia que se encontrava isolada e privada da ajuda prometida pelos aliados ocidentais, França e Grã-Bretanha, que há longos meses agiam em negociações de gabinete receosos de uma aliança com a U.R.SS, deixando complacentemente Hitler avançar com os seus planos de conquista de “espaço vital a Leste”. Foi a Polónia o primeiro país que opôs uma resistência armada às tropas da Wermacht. Durante cinco semanas lutou sozinha contra o exército nazi numa desproporção de forças que inevitavelmente levaria ao seu esmagamento imediato. As primeiras conquistas nazis, no seu expansionismo para Leste, tinham-se efectuado sem efusão de sangue: a Áustria, os Sudetas e Praga entregaram-se ao domínio hitleriano.

Hitler tinha dito 10 dias antes, em 22 de Agosto: “… a destruição da Polónia deve ser a nossa primeira tarefa … Não tenham piedade … Sejam brutais … é preciso

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

HISTORIADORES ALEGAM QUE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL TEM INÍCIO EM 1937

28 agosto 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)  

Enquanto que a maioria do mundo ocidental acredita que a Segunda Guerra Mundial teve início com a invasão da Polónia pela Alemanha Nazi em 1939, há um crescente número de historiadores que acredita que a data oficial deve ser alterada para 1937, quando o Japão iniciou a invasão do território Chinês.

Robert Frank, Secretário Geral do Congresso Internacional de Ciências Históricas, é um dos grandes apoiantes desta alteração cronológica. Ele menciona os seus argumentos no livro “1937-1947 World War”, que foi publicado em França em abril.

Escrito em cooperação por 40 historiadores, o livro contém um capítulo específico chamado “War begins in Asia.” (A Guerra Começa na Ásia). Outros capítulos elaboram sobre a resistência dos países asiáticos, a ocupação japonesa, e a resistência e sofrimento da população chinesa.

“Na França chamamos-lhe a guerra de 1939-1945. Mas é uma guerra mundial. Não apenas

A GUERRA MUNDIAL ANTI-FASCISTA

4 maio 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)  

A Segunda Guerra Mundial foi a guerra de maior escala e com a maior perda na história humana, trazendo desastres sem precedentes aos povos do mundo.

A guerra afetou mais de 60 países e regiões, uma população de dois bilhões (80% da população global naquela época) e se espalhou para a Europa, Ásia, África, Oceânia e Oceano Pacífico, Índico, Atlântico e Ártico. Com a zona de combate de 22 milhões km² e a mobilização de 110 milhões de soldados, as despesas militares diretas da Guerra atingiu cerca de 1,3 trilhões de dólares, ocupando 60% a 70% da Renda Nacional Bruta (RNB) total dos países beligerantes, cujos perdas materiais chegaram a quatro trilhões de dólares.

O povo chinês e o povo da União Soviética fizeram grandes sacrifícios e deram importantes contribuições à vitória da Guerra Mundial Anti-Fascista. Segundo dados estatísticos, durante os oito anos da Guerra Anti-Japonesa, como o principal campo de batalha da Guerra Anti-Fascista na Ásia, a China lutou contra 70% das tropas japonesas. Mais de 35 milhões chineses sacrificaram suas vidas para a pátria, com a perda e

sexta-feira, 17 de julho de 2015

O ATAQUE FINANCEIRO À GRÉCIA – Para onde vamos a partir daqui?

13 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Michael Hudson

O maior problema financeiro que dilacerou economias ao longo do século passado estava mais do lado da dívida oficial inter-governamental do que do da dívida do sector privado. Eis porque a economia global de hoje enfrenta uma ruptura semelhante à de 1929-31, quando ficou evidente que o volume de dívidas oficiais inter-governamentais não podia ser reembolsado. O Tratado de Versalhes impôs reparações impossíveis à Alemanha e os Estados Unidos impuseram exigências igualmente destrutivas aos Aliados quanto ao pagamento de dívidas [pelo fornecimento] de armas utilizadas na I Guerra Mundial. [1] 

Há procedimentos legais bem estabelecidos para enfrentar bancarrotas corporativas e pessoais. Tribunais cancelam parcialmente (write down) dívidas de pessoas e de negócios tanto sob o procedimento "devedor no controle" como pelo arresto e os credores assumem uma perda sobre empréstimos que correram mal. A bancarrota pessoal permite a indivíduos retomarem a vida.

É muito mais difícil cancelar parcialmente dívidas possuídas ou garantidas por governos. A dívida de empréstimos a estudantes dos EUA não pode ser anulada, mas permanece de modo a impedir os diplomados de ganharem o suficiente para terem um salário líquido (depois de o serviço da dívida e a retenção na fonte da contribuição para a Segurança Social ser deduzida dos seus cheques de pagamento) de modo a casarem, constituírem família e comprarem casas para

terça-feira, 14 de julho de 2015

O ATAQUE FINANCEIRO À GRÉCIA– Para onde vamos a partir daqui?

13 julho 2015, Resistir.info resistir.info (Portugal)

por Michael Hudson

O maior problema financeiro que dilacerou economias ao longo do século passado estava mais do lado da dívida oficial inter-governamental do que do da dívida do sector privado. Eis porque a economia global de hoje enfrenta uma ruptura semelhante à de 1929-31, quando ficou evidente que o volume de dívidas oficiais inter-governamentais não podia ser reembolsado. O Tratado de Versalhes impôs reparações impossíveis à Alemanha e os Estados Unidos impuseram exigências igualmente destrutivas aos Aliados quanto ao pagamento de dívidas [pelo fornecimento] de armas utilizadas na I Guerra Mundial. [1]

Há procedimentos legais bem estabelecidos para enfrentar bancarrotas corporativas e pessoais. Tribunais cancelam parcialmente (write down) dívidas de pessoas e de negócios tanto sob o procedimento "devedor no controle" como pelo arresto e os credores assumem uma perda sobre empréstimos que correram mal. A bancarrota pessoal permite a indivíduos retomarem a vida.

É muito mais difícil cancelar parcialmente dívidas possuídas ou garantidas por governos. A dívida de empréstimos a estudantes dos EUA não pode ser anulada, mas permanece de modo a impedir os diplomados de ganharem o suficiente para terem um salário líquido (depois de o serviço da dívida e a retenção na fonte da contribuição para a Segurança Social ser deduzida dos seus cheques de

sábado, 11 de julho de 2015

A OPERAÇÃO EM CURSO – NOME DE CÓDIGO: GRÉCIA

9 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Daniel Vaz de Carvalho

"Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores",
Mateus 6.12, da mais importante oração cristã, de que a Europa se reivindica.
 O Pai Nosso na Igreja Primitiva.

1 – No passado domingo a agressão sofreu uma derrota 
O domínio da alta finança através da hegemonia alemã, depara com crescente resistência dos povos que não se conformam com a subserviência de governos colaboracionistas e falsos tratados que põem em causa a soberania e a democracia. A expressiva vitória do NÃO no referendo grego, só pode servir para prosseguir e reforçar a luta, contudo não vai fazer parar a agressão. Passada a primeira a surpresa e ao contrário do que a propaganda e a chantagem fariam prever, a ditadura financeira mascarada de "europeísmo" recompõe-se e prossegue a ofensiva.

A direita perdeu por momentos a sua farronca, insistindo na "intransigência" grega", nas culpas dos "gregos", quando afinal a situação do país se deve precisamente ao fracasso das políticas que a direita defende e quer que continuem. Seria fastidioso desmontar a sua argumentação de tal forma se se refugia na mentira, no obscurantismo, no intelectualmente indigente perante as evidências. Os partidos "socialistas" que antes se remetiam a uma ambiguidade cúmplice, colocando no mesmo nível agressores e agredidos, apelam agora à benevolência das "instituições". Como se o capitalista – nesta condição - não colocasse o capital no lugar do coração (Marx).

A comparação do que se passa na UE com o fascismo, o neofascismo, não é despicienda. Já foi referido que a troika estava a fazer na Grécia o que a ditadura dos coronéis não tinha conseguido. Em Portugal e em Espanha o totalitarismo da UE

terça-feira, 12 de maio de 2015

ADVERTÊNCIA DE GENERAIS DA ANTIGA RDA: "AS GUERRAS RECENTES DOS EUA/NATO NÃO PROVOCARAM MALES SUFICIENTES?"

8 maio 2015,Resistir. info http://resistir.info (Portugal)

O original encontra-se em Junge Welt e a versão em inglês em fortruss.blogspot.pt/2015/05/a-warning-from-generals-of-former-gdr.html 


Como militares que tiveram posições responsáveis nas forças armadas da RDA, dirigimo-nos à opinião pública alemã com grande apreensão quanto à manutenção da paz e a sobrevivência da civilização na Europa. 

Nos anos da Guerra-fria, nos quais vivemos longos períodos de confrontação e militarização à beira de conflito aberto, utilizámos nossa perícia militar para a manutenção da paz e a protecção da nossa República Democrática Alemã socialista. No Exército Nacional Popular não esteve envolvido num único dia em conflito armado e, nos eventos de 1989-90, desempenhou um papel importante procurando não chegar ao uso de armas. A paz sempre foi a regra de conduta número um do nosso comportamento. E isto porque nos opomos com firmeza à utilização do factor militar como instrumento de política. A experiência torna claro que as questões candentes do nosso tempo não são resolvidas por meios militares.
 
É importante recordar que o Exército Soviético suportou a carga principal da demolição do fascismo na Segunda Guerra Mundial. Nada menos que 27 milhões de cidadãos soviéticas deram as suas vidas para

sexta-feira, 8 de maio de 2015

ADVERTÊNCIA DE GENERAIS DA ANTIGA RDA: "AS GUERRAS RECENTES DOS EUA/NATO NÃO PROVOCARAM MALES SUFICIENTES?"

8 maio 2015, Resistir. info http://resistir.info (Portugal)

O original encontra-se em Junge Welt e a versão em inglês em fortruss.blogspot.pt/2015/05/a-warning-from-generals-of-former-gdr.html 


Como militares que tiveram posições responsáveis nas forças armadas da RDA, dirigimo-nos à opinião pública alemã com grande apreensão quanto à manutenção da paz e a sobrevivência da civilização na Europa. 

Nos anos da Guerra-fria, nos quais vivemos longos períodos de confrontação e militarização à beira de conflito aberto, utilizámos nossa perícia militar para a manutenção da paz e a protecção da nossa República Democrática Alemã socialista. No Exército Nacional Popular não esteve envolvido num único dia em conflito armado e, nos eventos de 1989-90, desempenhou um papel importante procurando não chegar ao uso de armas. A paz sempre foi a regra de conduta número um do nosso comportamento. E isto porque nos opomos com firmeza à utilização do factor militar como instrumento de política. A experiência torna claro que

sexta-feira, 1 de maio de 2015

A VITÓRIA DOS POVOS SOBRE O NAZIFASCISMO COMPLETA 70 ANOS

30 abril 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


No dia 30 de abril de 1945, diante da evidência da retumbante derrota, o líder nazista Adolf Hitler cometia suicídio. A 2 de maio, um soldado soviético içava a bandeira vermelha com a foice e o martelo na cúpula do Reichstag, marcando a rendição de Berlim ao Exército da União Soviética.


Na semana seguinte, a 9 de maio, selava-se o resultado da guerra, com a definitiva derrota do nazi-fascismo. São datas para a celebração eterna na trajetória da Humanidade na sua busca constante pela democracia, a paz, a civilização e a justiça.

Embora quase não se fale sobre isto no Brasil, transcorrem nos próximos dias em diversos países do mundo eventos comemorativos do 70º aniversário de um dos acontecimentos mais gloriosos da história da Humanidade - a vitória dos povos sobre o nazifascismo. O principal deles será sem dúvida o desfile militar na Praça Vermelha de Moscou, de que participará a presidenta Dilma Rousseff.

Lideranças de movimentos sociais também

quarta-feira, 18 de março de 2015

Brasil/VIRE À ESQUERDA, PRESIDENTA

17 março 2015, Blog da Cidadania http://www.blogdacidadania.com.br  (Brasil)

Olhando as ondas humanas que engolfaram as ruas do Brasil no último domingo, a impressão que se tem é a de que o país é hoje todo de direita. Porém, não é bem assim. Essas manifestações não contaram com movimentos populares como de mulheres, homossexuais, negros etc., que, via de regra, costumam estar presentes em grandes atos públicos.

O site da BBC Brasil também contraria essa percepção de que o Brasil “endireitou”. O que constata a empresa jornalística de matriz britânica é, ipisis-litteris, o mesmo que foi dito nesta página no post anterior: tratou-se de um protesto da dita “elite branca”.

Para chegar a essa conclusão, a BBC Brasil fez um apanhado do que opinaram grandes veículos da imprensa internacional. Vejamos o que foi dito.

Centenas de milhares de brasileiros predominantemente brancos e de classe média tomaram as ruas ontem [15/3] para pedir o impeachment da presidente e, alguns, um golpe militar”, publicou o britânico The Guardian.

Já o espanhol El País noticiou, na capa do periódico, que

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Portugal/O MITO DE QUE É A ALEMANHA QUE FINANCIA A UNIÃO EUROPEIA – E A SRA. MERKEL QUER SER A "DONA DE TUDO ISTO"

9 fevereiro 15, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Eugénio Rosa*

O original está em http://www.resistir.info/e_rosa/ue_alemanha_07fev15.html

RESUMO DESTE ESTUDO

No estudo anterior provamos, utilizando dados da própria Comissão Europeia, como a Alemanha beneficiou com a criação da União Europeia e, nomeadamente, da zona euro. Para isso, mostramos como de uma situação deficitária, em que a Alemanha se encontrava antes da Zona Euro, em que tinha de transferir uma parte da sua riqueza para outros países, ficando com menos do que aquela que produzia, passou para uma situação altamente vantajosa, em que se apropria de uma parcela importante da riqueza criada em outros países, nomeadamente nos da União Europeia, acabando por ficar com uma riqueza muito superior à que produz, o que contribui para o seu nível de desenvolvimento e bem-estar. Neste estudo, como tínhamos prometido, vamos analisar os mecanismos utilizados pela Alemanha para alcançar essa situação vantajosa.

Para compreender isso, é preciso ter presente que a Alemanha, contribuindo apenas com 27,14% para o "Mecanismo Europeu de Estabilidade Financeira ", que é responsável pelo apoio aos países da U.E. em dificuldades; e com apenas 17,99% do capital do BCE, e

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

BRICS, БРИКС/CONJUNTURA INTERNACIONAL, GRÉCIA, EUROPA, BRICS

4 fevereiro 2015, http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

29/1/2015, Entrevista concedida por José Luis Fiori*, Livraria Cultura, SP
Mensagem distribuída por e-mail pelo“Boletim Amigos da Escola Nacional Florestan Fernandes”, do MST em 3/2/2015.

Enviado pelo pessoal da Vila Vudu.

A vitória do Syriza é um grito de protesto dos desempregados da Grécia e de toda a Europa e dos deserdados do estado de bem-estar social, mas também de todos os europeus que resistem a uma dominação alemã vazia de qualquer conteúdo utópico ou societário.

1. Os países latino-americanos – ou a maioria deles – optaram por um modelo mais intervencionista e considerado desenvolvimentista, com foco maior no social. Exemplos como Venezuela, Bolívia e até recentemente o Brasil, podem servir de paradigma para um novo rumo, entre capitalismo e o dito socialismo?

Depende do que você chame de “socialismo”. De fato, os governos boliviano, equatoriano e venezuelano têm utilizado esta palavra para se referir ou definir a nova estratégia de desenvolvimento que adotaram na primeira década do século XXI.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

A UNIÃO EUROPEIA E O OURO SERVIRAM PARA ENRIQUECER A ALEMANHA

3 fevereiro 2015, Odiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

Antes de entrar para a União Europeia o PIB alemão era superior ao PNB, o que significava que uma parte da riqueza criada na Alemanha era transferida para o exterior beneficiando os habitantes de outros países. Após a entrada para a União Europeia o PNB alemão passou a ser superior ao PIB alemão. Isto significa que a riqueza que os alemães passaram a dispor apos a criação da União Europeia, e nomeadamente da Zona Euro, passou a ser muito superior ao valor da riqueza produzida no próprio país. Houve transferência da riqueza criada pelos trabalhadores dos outros países para a Alemanha. Na Grécia e em Portugal aconteceu precisamente o contrário.



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Prospects for Ukraine’s Partition. Warsaw to Waste no Time Rushing to the Party/Варшава боится опоздать к разделу украинского пирога

1.12.2014, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)
Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)

Dmitry MININ

The story is getting more confirmations. The rumors launched by Radoslaw Sikorski, the speaker of Polish parliament, who accused Moscow of offering Poland parts of Ukraine, were concocted by Poles themselves with a distinct goal in mind – to feel out the reaction on the idea of Ukraine’s partition. The parliamentary opposition wanted the speaker to resign but lost the vote with only 146 MPs out of 434 to support the motion. Sikorski realized that he jumped the gun and his statements were negatively affecting the government plans, so he changed the tactics. Speaking at Harvard University on November 20 he told listeners that Poland was different from Ukraine because it resolutely stepped on the way of reform to become part of transatlantic structures. What he actually meant was that only Poland could lead Ukraine – the whole of it or divided – in the direction the West wanted it to go. Moscow stood in the way. So the Western military alliance was to go back to the mission it was founded for - the deterrence of Russia.

Polish Foreign Minister Grzegorz Shetina joined Sikorski making botched statements. In an interview to Gazeta Wyborcza he compared the relationship of Warsaw and Kiev with the relations between European countries and their colonies in Africa. The Minister made comments on the «Normandy Format» (Germany-France-Russia-Ukraine) gas transit resumption talks in Milan. The US and Poland did not like the fact that they were not invited to take part in the event. Summing up the

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A PESTE FASCISTA ESTÁ A SER INOCULADA OUTRA VEZ NA EUROPA/Спустя 75 лет просторы Европы вновь засевают «зубами дракона»

9 setembro 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
URL http://www.resistir.info/europa/dragon_teeth_01set14_p.html

por Yuriy Rubtsov

"Naturalmente – perguntou –, sabe do que se trata, Rieux? [...] Pois eu sei. [...] vi alguns casos em Paris, há uns vinte anos.   Simplesmente, nessa altura, não houve a coragem de lhe dar um nome. A opinião pública é sagrada:   nada de pânico.   Sobretudo, nada de pânico.   E depois, como dizia um colega:   'É impossível, toda a gente sabe que ela desapareceu do Ocidente' ". A Peste, Albert Camus, Lisboa, Livros do Brasil, p. 334.

Muitos órgãos de comunicação comparam a situação contemporânea na Europa com os dias anteriores à II Guerra Mundial. Gostava de fazer aqui uma correção importante. Neste momento estamos a assistir ao fomento pelo Ocidente de mais um regime nazi representado pela junta de Kiev e isso faz lembrar a segunda metade dos anos 30 em que aconteceu a mesma cooperação com a Alemanha, transformada num estado fascista.

Claro que a Ucrânia que conhecemos hoje não pode comparar-se à Alemanha de Hitler. Mas o primeiro golpe é meia batalha ganha. A adesão cega ao Führer começou com um cabo desconhecido a pregar a xenofobia e a vingança.

É um segredo do domínio público que os Estados Unidos foram coniventes com Adolf Hitler. A penetração dos EUA foi significativa e intensa, em especial a sua cooperação com

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

BCE PASSA A CONCEDER EMPRÉSTIMOS AOS BANQUEIROS PRIVADOS COM JUROS REAIS NEGATIVOS

6 setembro 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

– Taxa de 0,05% entrou em vigor em 4/Setembro
– Banqueiros privados desfrutam o monopólio da concessão de empréstimos ao sector público
– Estados estão proibidos de recorrer ao BCE ou aos seus respectivos bancos centrais
– Como se faz a espoliação dos Estados e dos seu contribuintes

por Eric Toussaint*

Os bancos da eurozona têm o monopólio da concessão de empréstimos para o sector público. É proibido para o BCE e os bancos centrais da eurozona conceder empréstimos a autoridades públicas (ver caixa sobre o BCE). Os governos na eurozona têm a possibilidade de tomar emprestado de bancos de propriedade pública quando existem, mas eles não o fazem .

Os bancos privados obtêm a maior parte do seu financiamento, desde 2008, de fontes pública (o BCE e os bancos centrais na eurozona) a taxas de juro muito favoráveis. A partir de Junho de 2014 tomavam emprestado do BCE a 0,15% e a 0,05% a partir de 4 de Setembro de 2014 (quando a taxa de inflação em 2013 foi de 0,8% na eurozona, o que significa que a taxa de juro real é de facto negativa). A seguir os bancos privados emprestam para países periféricos europeus como Chipre, Grécia, Irlanda, Itália, Espanha, Portugal e os membros da eurozona no Leste Europeu) a taxas de juro altas, mesmo exorbitantes (entre 4% e 10%).