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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Wallmapu/Comunicado Presos Políticos Mapuche Cárcel de Lebu



Mapuexpress http://www.mapuexpress.org (Wallmapu, Chile)
Colectivo de Comunicación Mapuche

Los Familiares, Comunidades, Lov en Resistencia y amigos que solidarizan con la causa mapuche, declaramos, en apoyo a nuestros peñi presos en la Cárcel de Lebu:

– Que en la actualidad no existe en la Cárcel de Lebu un módulo de Comuneros Mapuche,  y que no se está respetando nuestra cultura y nuestras costumbres ancestrales.

– Que respetamos los derechos de los evangélicos, transexuales y de todas las personas encarceladas por cualquier motivo, pero no es nuestra culpa que las instalaciones de la cárcel sean insuficientes para cumplir con los mínimos de dignidad humana y los compromisos adquiridos por el Estado de Chile, pues la plata para esto se la están robando los políticos y sus familiares apitutados, como ha sido descubierto en los medios de comunicación.

– Que las condiciones carcelarias de nuestros presos son

sexta-feira, 13 de junho de 2014

PORTUGAL: O POVO JÁ NÃO TEM MEDO

10 junho 2014, Página Global http://paginaglobal.blogspot.com (Portugal)

Raquel Varela*, Revista Rubra

O Povo já não tem medo foi  a capa de um dos jornais publicados no 12º de Maio de 1974. No dia 25 de Abril de 1974, um golpe levado a cabo pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), em discórdia com a guerra colonial que durava há treze anos, em Moçambique, Guiné e Angola, põe fim à ditadura portuguesa. Tinham sido 48 anos de ditadura, primeiro sob a direcção de António Salazar e — depois de 1968 — sob a chefia de Marcelo Caetano. De imediato, e contra o apelo dos militares que dirigiram o golpe — que insistiam pela rádio para as pessoas ficarem em casa —, milhares de pessoas saíram de suas casas, sobretudo em Lisboa e Porto, e foi com as pessoas à porta, a gritar «morte ao fascismo», que no Quartel do Carmo, em Lisboa, o Governo foi cercado; as portas das prisões de Caxias e Peniche abriram-se para saírem todos os presos políticos; a PIDE/DGS, a polícia política, foi desmantelada; atacada a sede do jornal do regime A Época e a censura abolida.

No dia 28 de Abril, três dias depois do golpe, os moradores do bairro social (pobre) da Boavista ocupam casas vagas e recusam-se a sair, apesar de intimados pelos militares e pela polícia; os bancários começam a controlar a saída de capitais dos bancos a partir do dia 29 de Abril e montam