1 julho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)
Da redação
DENÚNCIA
Cortar a publicidade de toda mídia progressista -- que equivale a 0,6% do orçamento da SECOM -- é tentar sufocar economicamente o pensamento de esquerda.
Uma das primeiras medidas do governo interino – e ilegítimo – de
Michel Temer, iniciado em 12 de maio de 2016, foi o cerceamento da mídia
alternativa no Brasil. Copiando o governo Maurício Macri, na Argentina (leia
mais),
em apenas sete dias, o Planalto determinava a suspensão, em cima da hora, do
patrocínio pela Caixa Econômica Federal (CEF) do 5º Encontro Nacional de
Blogueiros e Ativistas Digitais, em Belo Horizonte.
Um mês depois, em 14 de junho, os jornais anunciavam a quebra de contratos entre organismos da administração direta e indireta do governo federal e microempresas da mídia progressista, entre elas, a Carta Maior.
Um mês depois, em 14 de junho, os jornais anunciavam a quebra de contratos entre organismos da administração direta e indireta do governo federal e microempresas da mídia progressista, entre elas, a Carta Maior.
Ao promover a quebra de contratos em plena validade, firmados pelos governos anteriores, o atual governo interino – e ilegítimo - fere princípios democráticos e ataca politicamente, por meio do arbítrio, a liberdade de expressão no país. E o faz, com pleno