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sábado, 27 de julho de 2019

Brasil/ABI aponta ‘abuso de poder’ de Moro e diz que irá à Justiça defender Greenwald


26 de julho de 2019, 16:54 h

Associação Brasileira de Impresa (ABI) classificou como "inconstitucional" e "abuso de poder" a Portaria 666 de Sérgio Moro; em nota assinada pelo presidente, Paulo Jerônimo, ABI diz que tomará medidas no campo judicial, "caso a portaria seja usada para atingir Greenwald, em mais um caso de arbítrio e de atentado à liberdade de imprensa”

247 - A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) divulgou nesta sexta-feira, 26, uma nota de repúdio à Portaria 666 do Ministério da Justiça que na prática pode deportar o jornalista Glenn Greenwald, que tem revelado as ilegalidades da operação Lava Jato.

"A ABI considera inconstitucional e um abuso de poder a edição de medidas governamentais direcionadas a intimidar quem quer que seja, principalmente, na conjuntura atual, o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, radicado no Brasil há 13 anos e diretor da publicação (Intercept)”,

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Angola/AS VONTADES DE UMA EURODEPUTADA

13 de Setembro, 2015, Jornal de Angola (Angola)

Filomeno Manaças

O Parlamento Europeu escorregou na peta da eurodeputada Ana Gomes e produziu uma resolução sobre Angola que não dignifica a instituição, ao referir-se a factos não comprovados e cair em generalizações que põem a nu a má fé que esteve na base da sua elaboração.

É um erro de palmatória agir assim, mas o Parlamento Europeu preferiu correr esse risco e ignorar os avanços que Angola tem vindo a fazer em matéria de direitos humanos e noutros domínios, como o combate ao branqueamento de capitais e promoção das liberdades democráticas.

O Parlamento Europeu alinhou claramente pela tese das “duas democracias” defendida pela eurodeputada Ana Gomes, pois só assim se compreende que a maioria dos seus membros (550) - com a honrosa excepção dos 14 que votaram contra e dos 60 que se abstiveram - tenha caucionado às cegas a versão dos factos apresentada pela legisladora lusa.

Seria exaustivo enumerar aqui todos os aspectos em que Angola deu saltos qualitativos, mas em praticamente todas as frentes o balanço é francamente positivo em apenas 13 anos de paz. E em muitos domínios avançou-se mesmo em tempo de guerra, período em que

sábado, 8 de novembro de 2014

Portugal/COMUNICAÇÃO SOCIAL E RECUPERAÇÃO CAPITALISTA*

7 novembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


No final da década de 80, com os governos do bloco central e de Cavaco Silva, deu-se um poderoso movimento de concentração da propriedade, levando a que meia dúzia de grandes grupos económicos tomasse conta de praticamente tudo o que é mais influente na imprensa, na rádio e na TV, e depois também na informação online. Quase tudo mudou. A autonomia jornalística foi drasticamente posta em causa, os critérios jornalísticos tornaram-se cada vez mais dependentes das «leis do mercado» e da busca do máximo lucro. Lucro este que, no caso da comunicação social, é financeiro mas também político e ideológico.

Comunicação social e recuperação capitalista têm sido duas realidades intimamente ligadas nos últimos 38 anos. A comunicação social dominante – isto é, a que é dominante na influência sobre a opinião pública e, simultaneamente, está nas mãos da classe dominante – tem constituído um apoio decisivo à política de recuperação capitalista, ao mesmo tempo que a recuperação capitalista se tem acentuado dentro da própria comunicação social, tanto em termos de natureza da propriedade e de lógica empresarial como do sentido da informação produzida.

Foi no final da década de 80, com os governos do bloco central e de Cavaco Silva, que se deu um poderoso movimento de concentração da propriedade, levando

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Angola/Preparação contínua nas Forças Armadas

3 novembro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas, general Geraldo Sachipengo Nunda, garantiu ontem no Luena (Moxico) que as FAA vão continuar no próximo ano a preparação operacional, táctica e ética dos militares, com ciclos de aulas que culminam com a realização de treinos, exercícios e manobras que permitem fazer uma avaliação das suas capacidades e potencialidades.

O general disse que isso faz com que os efectivos tenham mais espírito táctico e operacional para as eventuais necessidades do país na esfera da defesa militar.

O Estado Maior-General das Forças Armadas Angolanas vai empenhar-se mais em 2015 na melhoria