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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

América Latina e Caribe/QUALIDADE DAS RELAÇÕES AL-CHINA DEVERÁ SER MELHORADA, DIZ CEPAL



23 agosto 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)  

Durante a última década, a China se converteu em uma sócia chave para a América Latina e o Caribe. O comércio com o país asiático e a região se multiplicou por 22 entre os anos 2000 e 2012, sempre com déficit para os países latino-americanos.

“É importante iniciar um debate sobre a forma de melhorar a qualidade das relações entre América Latina e China”, disse a Secretária Executiva da Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal), Alicia Bárcena, durante a inauguração do seminário Fazendo negócios com a China: Experiências da América Latina, na sede do organismo em Santiago.

Bárcena assinalou que a América Latina e o Caribe têm ativos importantes para suas relações comerciais com a China, como as melhoras de seus indicadores macroeconômicos, bem como a redução da pobreza e o desemprego, o crescimento da classe média e a dotação de recursos naturais.

No entanto, ressaltou que existe uma importante assimetria entre os fluxos de comércio e os de investimento da região com a China: a “América Latina e o Caribe registram em 2011 valores de participação no comércio mundial que

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Brasil/Avanço na Rodada Doha depende da boa vontade dos Estados Unidos e União Européia, diz Amorim

Rio de Janeiro, 5 novembro 2007 - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, manifestou otimismo com relação à Rodada Doha, para a liberalização do comércio mundial. Segundo Amorim, a rodada, iniciada em 2001, no Qatar, poderá ser concluída ainda este ano, mas o sucesso nas negociações dependerá de concessões maiores por parte dos Estados Unidos e da União Européia.
“Mesmo que a Rodada Doha não seja concluída este ano, é possível chegar a um bom termo dentro de um ano ou um ano e meio. Estamos muito próximos, e falta um pouquinho de vontade política para chegarmos até o resultado final”, disse Amorim.
O ministro lembrou que três pontos, que formam um triângulo básico do diretor-geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), Pascal Lamy, são essenciais para um acordo: o fim dos subsídios à agricultura, praticados principalmente pelos Estados Unidos; o acesso aos mercados agrícolas, que estaria sendo dificultado pela União Européia, e a abertura aos produtos industriais, que cabe aos países em desenvolvimento.
“O triângulo não pode ser equilátero [três lados iguais]. Tem que ser isósceles [dois lados iguais], e os dois lados maiores têm que corresponder à União Européia e aos Estados Unidos. Essa é a proporcionalidade que procuramos”, afirmou.
Após participar hoje (5) da abertura da 2ª Conferência Nacional de Política Externa e Política Internacional, o ministro Celso Amorim informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá marcar encontro, provavelmente este ano, com o presidente da Bolívia, Evo Morales, para discutir a possibilidade de retomar os investimentos em energia naquele país.
Amorim disse ainda que com taxas de crescimento em torno dos 5% ao ano, o Brasil irá precisar de mais energia, proveniente de vários lugares. “O melhor é que essa oferta venha do Brasil e de países da América do Sul”.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/11/05/materia.2007-11-05.9039275253/view