23 septiembre 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)
Editorial
do jornal El Telégrafo, do Equador
Querem ocultar as corrupções do presente, prendendo líderes populares da
esquerda como banquete para a opinião pública, entorpecida pelo ódio à
política.
É evidente que não se trata de uma simples coincidência. Se antes foram
os grupos de conspiradores formados dentro das instituições militares
latino-americanas os que protagonizaram os casos de tomada de poder derrubando
governos legitimamente constituídos, agora são os aparatos judiciais e
midiáticos os que lideram esta nova retomada do poder por parte dos setores
empresariais, defensores do neoliberalismo, que desta vez atacam os governos
progressistas que se constituíram no subcontinente.
Claro que, por trás dessa nova onda, impulsadas pelos mesmos de sempre, estão os mesmos objetivos de outrora, ainda que com novos métodos: desta ve, usam como arma a difamação, buscam o desprestígio, a constante condenação moral de tudo aquilo que fazem os líderes de governos progressistas, tentando sempre vinculá-los a atos de corrupção.
São as mesmas narrativas, criadas e difundidas pelos grandes meios de comunicação, que deformam
Claro que, por trás dessa nova onda, impulsadas pelos mesmos de sempre, estão os mesmos objetivos de outrora, ainda que com novos métodos: desta ve, usam como arma a difamação, buscam o desprestígio, a constante condenação moral de tudo aquilo que fazem os líderes de governos progressistas, tentando sempre vinculá-los a atos de corrupção.
São as mesmas narrativas, criadas e difundidas pelos grandes meios de comunicação, que deformam