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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Escola Latino-Americana de Agroecologia completa três anos

Fonte: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra http://www.mst.org.br

27 agosto 2008

Neste sábado (30/8), a Via Campesina Brasil festeja o aniversário de três anos da I Escola Latino-Americana de Agroecologia (ELAA), localizada no assentamento Contestado, município da Lapa (à 70 km de Curitiba-PR).

A escola fundada em 27 de agosto de 2005, pelos campones, é mais instrumento na luta pela construção de uma nova matriz de produção, baseada na agroeocologia e na preservação do meio ambiente. No local estão sendo formados tecnólogos em Agroecologia para contribuir no avanço deste modelo de produção no campo.

“A construção da ELAA tem sido fundamental para fortalecer a articulação da Via Campesina na América Latina, preparando jovens de vários movimentos socais para atuar nas comunidades onde vivem”, afirma José Maria Tardin, da equipe pedagógica da escola.

As comerações terão início às 9h, com uma mística de abertura. Às 9h30 os participantes farão uma visita aos espaços da escola. Às 11h será realizada um Ato Político com autoridades e religiosos convidados, às 13h será servido almoço, e às 14h30 serão realizadas atividades culturais.

Hoje, a ELAA conta com 88 educandos de 18 estados brasileiros e do Paraguai. Todos filhos de camponeses, assentados e pequenos agricultores, ligados a movimentos latino-americanos da Via Campesina. São duas turmas em funcionamento na escola. A primeira, chamada “Mata Atlântica” está na sexta etapa do curso e a turma “Resistência Camponesa” inicia a quarta etapa em outubro.

O curso de graduação é ministrado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e conta com três anos de duração, com aulas que funcionam por etapas, em regime de alternância, entre tempo escola e tempo comunidade, com uma média de 60 a 70 dias cada etapa.

A ELAA foi criada numa parceria entre a Via Campesina, o governo da Venezuela, governo do Paraná, UFPR e o MST, para possibilitar a estruturação de uma rede de intercâmbio entre os camponeses latino-americanos e defender a soberania alimentar dos povos.

http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=5743

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Perú/PARO AGRARIO NACIONAL INDEFINIDO SE INICIA EL 18 DE FEBRERO

Agricultores rechazan venta y subasta de tierras

Minga Informativa de Movimientos Sociales/2 febrero 2008

“Los agricultores de todo el país exigimos la plena vigencia de los derechos de las comunidades campesinas y nativas del Perú y rechazamos los proyectos de ley Nº 1770 y 1900. Las autoridades de turno no pueden subastar las tierras de la costa, sierra y selva”, sostuvo el Presidente de la CNA, Antolin Huascar Flores, tras explicar que este es uno de los puntos más resaltantes de la plataforma de reclamos que tienen los agricultores.
El dirigente agrario detalló que también están contra la denominada “ley de la selva”. “Rechazamos la venta de tierras de nuestra amazonía así como la depredación de los recursos naturales mediante concesiones inconsultas a la población amazónica, a favor de las empresas transnacionales, petroleras, forestales y mineras.”, precisó.
El Paro Nacional Agrario Indefinido que se iniciaré el 18 de febrero, fue acordado por la Confederación Nacional Agraria y otros gremios del sector. Recientemente se sumó a esta iniciativa Conveagro.
“Los agricultores nos hemos juntado y en consenso hemos adoptado esta medida, porque no es justo lo que padece los hombres y mujeres de campo, mientras que el Gobierno no muestra siquiera la intención de querer trabajar por el sector, y peor aún propone iniciativas que van contra los agricultores”, señaló Antolin Huascar.
Otros temas que figuran en la Plataforma de Reclamos son, la no privatización de agua, un urgente cambio de la política agraria nacional, la protección al agro nacional frente al TLC; el saneamiento de las deudas agrarias, que se de el Proyecto de Ley 1236 – Ley PREDA, con las modificaciones de las propuestas alcanzadas por la CNA, y el Decreto de Urgencia para suspender el remate de Tierras por las entidades financieras y otros.
Asimismo, la rebaja de fertilizantes e insumos agrícolas; la urgente reglamentación de agrobanco; la implementación inmediata del Plan Nacional para el Desarrollo Ganadero para un precio justo de la leche; la no criminalización de la protesta social y la persecución política de los líderes agrarios, entre otros puntos.

Confederacion Nacional Agraria


Ver Convocatoria en: http://movimientos.org/cloc/show_text.php3?key=11804