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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Brasil/Soberania significa submissão à vontade das urnas, afirma Dilma

12 de agosto de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff não dá trégua ao golpismo. Durante uma solenidade de formatura de diplomatas, no Palácio do Itamaraty, nesta quarta-feira (12), a presidenta disse que o respeito internacional pelo Brasil passa pela demonstração de que, internamente, há respeito à decisão das urnas. 


Dilma durante cerimônia de formatura de alunos do 
curso de formação do Instituto Rio Branco (Agência Brasil)

“O Estado nacional brasileiro só será respeitado no mundo na medida em que, em nosso território, se exerce e se respeita plenamente a soberania popular. Essa soberania significa submissão à vontade geral, expressa nas urnas”, afirmou a presidenta.

Dilma destacou que cabe aos novos diplomatas cuidar para que os fatores internacionais não criem constrangimentos ao livre exercício da soberania popular e, ao mesmo tempo, fazer desta um trunfo maior de nosso pertencimento à comunidade internacional. E salientou que a dela “depende o cumprimento do programa econômico, social e político de mudanças que a sociedade sistematicamente de quatro em quatro anos”.

E completa: "A sociedade brasileira compreendeu que nossa democracia não seria efetiva se se contentasse apenas com

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Brasil, Índia e África do Sul querem dobrar volume de comércio entre si

Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

13 outubro 2008

Rio de Janeiro - Os três países que compõem o Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas) pretendem ampliar o comércio entre si de uma média anual de US$ 8 bilhões para US$ 15 bilhões. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, as formas de duplicar esse comércio devem ser discutidas no Fórum do Ibas, que começou hoje (13), em Nova Delhi, capital indiana.

Em 2007, o comércio entre Brasil e Índia movimentou US$ 3,1 bilhões, com saldo favorável aos indianos. A balança comercial de Brasil e África do Sul ficou em US$ 2,3 bilhões, com superávit para os brasileiros.

Segundo o gerente-executivo de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Frederico Álvares, a comitiva brasileira é composta por empresários de setores variados, como construção, alimentos, transportes e indústria farmacêutica.

“Esse fórum já aconteceu em outras ocasiões e tem servido como um foro importante de discussão empresarial, buscando janelas de oportunidades e de cooperação trilateral. Ele tem realmente criado uma boa expectativa no meio empresarial”, explica Álvares

O fórum será encerrado na quarta-feira (15), com a 3ª Reunião de Cúpula do Ibas, da qual participarão o presidente Lula e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, e o presidente da África do Sul, Kgalema Motlanthe.

“Este momento político dá um pano de fundo muito interessante para as relações comerciais. Isso cria um ambiente propício para que grandes empresários brasileiros se encontrem com empresários da África do Sul e da Índia”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Comércio Índia- Brasil, Leonardo Ananda.

Além das negociações comerciais, durante a Reunião de Cúpula os três países deverão divulgar uma carta conjunta sobre grandes temas mundiais. O Ministério das Relações Exteriores informou que a crise financeira internacional deverá ser um dos temas abordados no documento.

Segundo o Itamaraty, é possível que os três países discutam a ampliação dos assentos permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Isso porque Brasil e Índia, juntamente com Alemanha e Japão, querem uma vaga no conselho, formado hoje por apenas cinco países: Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China.

A África do Sul também pretende ingressar no Conselho de Segurança, mas, de acordo com o Itamaraty, sua candidatura não é aberta como a do Brasil e da Índia, já que a indicação do país ainda não é consenso no continente africano.

Os três países também assinarão nove acordos de cooperação trilateral, nas áreas do meio ambiente, turismo, propriedade intelectual, ciência e tecnologia, assentamentos humanos, igualdade de gênero, normas e regulamentos técnicos, transporte marítimo e aviação civil

O Ibas foi criado em 2003, com o objetivo de fazer a articulação político-diplomática dos três países. Antes da Cúpula de Nova Delhi, já houve reuniões em Brasília, em 2006, e em Johannesburgo, na África do Sul, em 2007. Um novo encontro está previsto para o Brasil no ano que vem.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/13/materia.2008-10-13.8406027643/view

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Amorim destaca colaboração de Brasil, Índia e África do Sul com países mais pobres

Paula Laboissière

Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Brasília, 11 maio 2008 - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, classificou hoje (11) de “pioneira” a iniciativa de cooperação trilateral entre ministros do Brasil, Índia e África do Sul. Ao participar de um balanço dos planos de ação setoriais e dos acordos trilaterais assinados no Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas), Amorim destacou a participação brasileira no enfrentamento de crises sócio-econômicas em países como Haiti e Guiné Bissau.

“O Brasil tem orgulho da contribuição que tem dado, juntamente com a Índia e a África do Sul, em projetos de real impacto na vida de milhares de pessoas que vivem em países pobres. Estamos prontos para estender tais projetos e aprovar novas parcerias”, disse o ministro em seu discurso de abertura da 5ª Reunião Ministerial do Ibas, na Cidade do Cabo, África do Sul.

O Ibas foi criado em 2003 como instância de coordenação política entre os três países para promover a cooperação trilateral em áreas de interesse comum e fortalecer a voz dos países em desenvolvimento. A reunião de hoje representa uma preparação para 3ª Cúpula Presidencial do Ibas, marcada para 15 de outubro, na Índia.

Ainda durante o encontro, Amorim reforçou que a cooperação trilateral pode apresentar benefícios não apenas para as nações envolvidas como também para outros países em desenvolvimento, sobretudo os mais pobres.

“Temos conhecimento de nossos problemas sociais, mas procuramos não nos esconder de nossa responsabilidade em ajudar países que passam por necessidades ainda maiores. O Fundo IBAS, uma iniciativa pioneira, reflete a percepção de que países desenvolvidos podem se ajudar mutualmente.”

O Fundo Ibas para Iniciativas de Alívio à Fome e à Pobreza financia projetos de cooperação técnica em países de menor desenvolvimento relativo. Desde 2004, o fundo investiu US$ 1,5 milhão em projetos de tratamento de resíduos sólidos no Haiti e de promoção da agricultura familiar em Guiné Bissau, entre outros. O Brasil já contribuiu com cerca de US$ 3,5 milhões para o fundo.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/05/11/materia.2008-05-11.8739117065/view


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domingo, 11 de maio de 2008

Ministros do Brasil, Índia e África do Sul fazem balanço de cooperação trilateral

Mylena Fiori/Agência Brasil/ http://www.agenciabrasil.gov.br

10 maio 2008

Brasília, 10 maio 2008 - Chanceleres do Brasil, Índia e África do Sul estarão amanhã (11) na Cidade do Cabo para um balanço dos planos de ação setoriais e dos acordos trilaterais assinados no âmbito do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas). O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, representará o Brasil no encontro preparatório à 3ª Cúpula Presidencial do Ibas, marcada para 15 de outubro, na Índia.

O Ibas foi criado em 2003 como instância de coordenação política entre os três países para promover a cooperação trilateral em áreas de interesse comum e fortalecer a voz dos países em desenvolvimento.

Um dos objetivos comuns é dobrar as trocas comerciais até 2010, alcançando a cifra de US$ 15 bilhões. A futura criação de um área de livre comércio entre o Mercado Comum do Sul (Mercosul), Índia e União Aduaneira da África Austral (Sacu, grupo que reúne África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia e Suazilândia) é uma das estratégias do Ibas para alcançar a meta comercial. Mas a intensificação do comércio é apenas um dos focos do grupo.

A cooperação científica e tecnológica é outra frente de atuação conjunta. Os três países se propõem, por exemplo, a explorar fontes alternativas de energia, como biocombustíveis e energia eólica – em 2006, Brasil Índia e África do Sul firmaram memorando de entendimento para criação de uma força-tarefa trilateral sobre biocombustíveis. Na última Cúpula Presidencial do Ibas, em outubro do ano passado, concordaram, inclusive, em explorar propostas de cooperação no uso pacífico de energia nuclear.

Na esfera multilateral, os três países estão juntos no G20 e lutam, na atual rodada de negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), pela abertura do mercado dos países desenvolvidos para produtos agrícolas das nações em desenvolvimento. Também defendem maior participação dos países em desenvolvimento em instituições multilaterais, como a Organização das Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial.

Na área social, a principal iniciativa conjunta é a o Fundo Ibas para Iniciativas de Alívio à Fome e à Pobreza, que financia projetos de cooperação técnica em países de menor desenvolvimento relativo. Desde 2004, o fundo investiu US$ 1,5 milhão em projetos de tratamento de resíduos sólidos no Haiti e de promoção da agricultura familiar em Guiné Bissau, entre outros. O Brasil já contribuiu com cerca de US$ 3,5 milhões para o fundo.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/05/10/materia.2008-05-10.9864406982/view

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sábado, 13 de outubro de 2007

Lula vai à África pela sétima vez intensificar relações políticas e comerciais

Mylena Fiori /Repórter da Agência Brasil

Brasília, 12 outubro 2007 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia no próximo domingo (14) sua sétima viagem ao continente africano. Acompanhado de empresários dos setores de energia, construção, indústria aeronáutica e finanças, Lula visitará Burkina Faso, República do Congo, África do Sul e Angola. A agenda inclui assinatura de acordos bilaterais e multilaterais e participação na 2ª Cúpula do Foro de Diálogo Índia–Brasil–África do Sul (Ibas).

A viagem começa por Burkina Faso, no dia 15, em retribuição à visita ao Brasil do Presidente Blaise Compaoré, em setembro de 2003. De acordo com o Itamaraty, os dois países firmarão instrumento de cooperação em em cotonicultura (produção de algodão), acordo de cooperação técnica na área educacional e protocolo de cooperação em saúde em áreas como medicina tradicional e bancos de leite. Também está prevista assinatura de acordo em matéria de biocombustíveis com a organização sub-regional União Econômica e Monetária do Oeste da África.

As atividades do presidente na capital de Burkina Faso, Uagadugu, incluem seminário sobre desenvolvimento e democracia na África e abertura de mostra de cinema brasileiro e de evento empresarial. O presidente também abrirá encontro empresarial na República do Congo, no dia 16 – viagem em retribuição à visita que o presidente congolês Denis Sassou Ngueso fez ao Brasil em junho de 2005. Brasil e Congo devem assinar acordos para cultivo do dendê e modernização do setor sucroalcooleiro e ainda na área de saúde, para o combate à malária e ao HIV/Aids.

No dia 17, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá à África do Sul, onde participar da 2ª Cúpula do Foro de Diálogo Índia–Brasil–África do Sul (Ibas), criado em 2003 como instância para cooperação e articulação política trilateral. A 1ª Cúpula do Ibas foi realizada em Brasília, em setembro do ano passado.

A reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas e a Rodada Doha serão alguns dos temas em pauta nesta segunda cúpula, segundo o embaixador Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos, subsecretário-geral político do Itamaraty. A atual rodada de negociações na Organização Mundial do Comércio é prioritária para Brasil, Índia e África do Sul, uma vez que os três países integram o G20 e, juntos, lutam pela abertura do mercado agrícola dos países desenvolvidos para a produção das nações em desenvolvimento.

Os três países também estabeleceram metas ambiciosas de incremento do comércio trilateral. Em julho passado, durante a quarta reunião da Comissão Mista Trilateral, em Nova Délhi (Índia), o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, propôs a cifra de US$ 15 bilhões até 2010.

Ainda este ano, Brasil, Índia e África do Sul pretendem alcançar US$ 10 bilhões em trocas comerciais. Na ocasião, Amorim também defendeu a intensificação dos trabalhos para a criação de um área de livre comércio entre Mercosul, Índia e União Aduaneira da África Austral (SACU, grupo que reúne África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Suazilândia).

As possibilidades de expansão do intercâmbio comercial será um dos principais assuntos de reunião bilateral do presidente Lula com o presidente sul-africano Thabo Mbeki. No âmbito político, os dois governos devem assinar instrumentos nas áreas social, energética, educacional, cultural, de saúde e de administração tributária.

Lula também aproveitará para reunir-se em separado com o primeiro-ministro indiano Manmohan Singh. Ainda na África do Sul, o presidente brasileiro participará de Conselho Empresarial, Seminário Acadêmico, Fórum Parlamentar e Fórum de Mulheres.

A viagem ao continente africano termina em Angola, no dia 18. Lula se reunirá com o presidente angolano José Eduardo dos Santos e os dois países assinarão acordos de cooperação nas áreas de prevenção da malária, formação e ensino. Ainda em Luanda, capital de Angola, o presidente será homenageado em sessão solene da Assembléia Nacional e abrirá encontro de negócios com representantes das mais de 30 empresas brasileiras instaladas em Angola.


http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/10/12/materia.2007-10-