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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Abya Yala, Bolivia/Morales no renunció, fue derrocado

13 11 2019, Rebelión (México) http://www.rebelion.org/noticia.php?id=262385

UN GOLPE CONTRA LOS PUEBLOS INDÍGENAS

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Su destitución representa el regreso de la vieja oligarquía

Evo Morales, el presidente indígena de Bolivia, se ha visto obligado a renunciar a la presidencia. Su vicepresidente, (Álvaro García Linera) también renunció, al igual que Adrianna Salvatierra, la presidenta del Senado, quien se suponía que asumiría la presidencia en ausencia de Morales. Mientras escribimos este texto la oposición ha arriado la bandera indígena wiphala en todo el país. Morales, el primer presidente indígena del país, es el abanderado de generaciones de socialistas indígenas. Su destitución representa el regreso de la vieja oligarquía. Es un golpe contra la llegada de los pueblos indígenas de Bolivia a la vanguardia de la historia.

Durante semanas, los manifestantes de derecha han acosado al partido de Morales, el Movimiento hacia el Socialismo (MAS). Han incendiado las casas y oficinas de miembros del partido y han atacado a sus seguidores. Recientemente Patricia Arce, alcalde de Vinto, fue secuestrada

quinta-feira, 29 de maio de 2014

DAVID HARVEY: AS CONTRADIÇÕES DO CAPITALISMO

29 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

David Harvey é professor de antropologia e geografia do Centro de Graduação da City University of New York (CUNY). Dá aulas sobre O Capital de Marx há mais de 40 anos e é autor de um 'guia de leitura', em dois volumes, para ler a grande obra de Marx. Essa leitura microscópica de O Capital é fruto de uma série de 13 conferências, cujos vídeos Harvey distribuiu online.

11/4/2014, entrevista a Jonathan Derbyshire, Prospect Magazine, UK - http://goo.gl/0Fac3k

Seu livro mais recente é 17 Contradições e o Fim do Capitalismo.[1] O livro começa com uminsight de Marx - que crises periódicas são endêmicas nas economias capitalistas - e oferece uma análise da atual conjuntura histórica. Conversei com o professor Harvey em Londres, semana passada.
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Prospect Magazine: No início do livro, o senhor observa, como outros também observaram, que há algo de diferente na mais recente crise do capitalismo, a crise financeira global de 2008. "Seria de esperar que todos" - o senhor escreveu lá - "tivessem diagnósticos concorrentes a oferecer sobre o que está errado, e que houvesse uma proliferação de propostas de o que fazer para corrigir tudo. O que mais surpreende hoje é a miséria de pensamento novo e de novas políticas." Por que não há nem diagnósticos nem propostas nem ideias novas? 

David Harvey: Uma hipótese é que a concentração de poder de classe que se vê hoje é de tal modo gigantesca, que não há por que a classe capitalista precise ou queira ver qualquer tipo de pensamento novo. A situação, por mais que seja disruptiva para a economia, não é necessariamente disruptiva para a capacidade de os ricos acumularem