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quinta-feira, 10 de março de 2016

Abya Yala, Pátria Grande/O LÍDER, A HISTÓRIA E A INFÂMIA



2 marzo 2016, Prensa Latina http://www.prensalatina.com.br (Cuba)

Por Luis Manuel Arce Isaac

Havana (Prensa Latina) -- Impiedosos ataques midiáticos a líderes como Evo Morales, Hugo Chávez, Nicolás Maduro, Rafael Correa, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Néstor Kirchner ou Cristina Fernández, para citar os mais próximos, não são únicos, e se realizam desde tempos imemoráveis.

Um caso muito emblemático foi o conhecido Processo de Leipzig em 1933 contra o líder operário búlgaro Jorge Dimitrov acusado pelos fascistas alemães do incêndio do Reichstag, farsa hitleriana montada pelos nazistas com o propósito de desferir aos comunistas um golpe mortal e justificar tudo o que já conhecemos. Este tema, que se inscreve dentro do debate filosófico do papel do indivíduo na história desenvolvido pelo russo George Pléjanov em 1898, vem à luz ante os ataques da direita retrógrada a líderes como Fidel Castro e Hugo Chávez com o fim de sepultar seu pensamento político, mas tomando como alvo dirigentes atuais como Nicolás Maduro, Evo, Lula, Dilma, Correa ou Cristina.

Tradicionalmente, os ultraconservadores têm tergiversado sobre esse fundamental do indivíduo sem o qual os processos sociais correriam o risco de não chegar ao seu destino por acefalia, ou dispersão e anarquia em sua condução.

Os propagandistas do capitalismo persistem na prática de descrédito do líder para impedir que este possa influir nos destinos da sociedade, e chegam ao extremo da

terça-feira, 8 de março de 2016

Abya Yala, Pátria Grande/O LÍDER, A HISTÓRIA E A INFÂMIA



2 marzo 2016, Prensa Latina http://www.prensalatina.com.br (Cuba)

Por Luis Manuel Arce Isaac

Havana (Prensa Latina) -- Impiedosos ataques midiáticos a líderes como Evo Morales, Hugo Chávez, Nicolás Maduro, Rafael Correa, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Néstor Kirchner ou Cristina Fernández, para citar os mais próximos, não são únicos, e se realizam desde tempos imemoráveis.

Um caso muito emblemático foi o conhecido Processo de Leipzig em 1933 contra o líder operário búlgaro Jorge Dimitrov acusado pelos fascistas alemães do incêndio do Reichstag, farsa hitleriana montada pelos nazistas com o propósito de desferir aos comunistas um golpe mortal e justificar tudo o que já conhecemos. Este tema, que se inscreve dentro do debate filosófico do papel do indivíduo na história desenvolvido pelo russo George Pléjanov em 1898, vem à luz ante os ataques da direita retrógrada a líderes como Fidel Castro e Hugo Chávez com o fim de sepultar seu pensamento político, mas tomando como alvo dirigentes atuais como Nicolás Maduro, Evo, Lula, Dilma, Correa ou Cristina.

Tradicionalmente, os ultraconservadores têm tergiversado sobre esse papel fundamental do indivíduo sem o qual os processos sociais correriam o risco de não chegar ao seu destino por acefalia, ou dispersão e anarquia em sua condução.

Os propagandistas do capitalismo persistem na prática de descrédito do líder para impedir que este possa influir nos destinos da sociedade, e chegam ao extremo da eliminação física por qualquer via, caso fracassem suas campanhas de desprestígio e desqualificação. Pléjanov dizia que um grande homem o é não porque suas particularidades individuais imprimam uma fisionomia individual aos grandes acontecimentos históricos, mas porque está dotado de particularidades que lhe convertem no indivíduo mais capaz de servir às grandes necessidades sociais de sua época.

Nessa observação está uma resposta do que vemos neste momento na Bolívia, Venezuela, Equador, Brasil e inclusive Argentina onde,