2 marzo
2016, Prensa Latina http://www.prensalatina.com.br
(Cuba)
Por Luis Manuel Arce Isaac
Havana (Prensa Latina) --
Impiedosos ataques midiáticos a líderes como Evo Morales, Hugo Chávez, Nicolás
Maduro, Rafael Correa, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Néstor
Kirchner ou Cristina Fernández, para citar os mais próximos, não são únicos, e
se realizam desde tempos imemoráveis.
Um caso muito emblemático foi o conhecido
Processo de Leipzig em 1933 contra o líder operário búlgaro Jorge Dimitrov
acusado pelos fascistas alemães do incêndio do Reichstag, farsa hitleriana
montada pelos nazistas com o propósito de desferir aos comunistas um golpe
mortal e justificar tudo o que já conhecemos. Este tema, que se inscreve dentro
do debate filosófico do papel do indivíduo na história desenvolvido pelo russo
George Pléjanov em 1898, vem à luz ante os ataques da direita retrógrada a
líderes como Fidel Castro e Hugo Chávez com o fim de sepultar seu pensamento
político, mas tomando como alvo dirigentes atuais como Nicolás Maduro, Evo,
Lula, Dilma, Correa ou Cristina.
Tradicionalmente, os ultraconservadores têm tergiversado sobre esse fundamental do indivíduo sem o qual os processos sociais correriam o risco de não chegar ao seu destino por acefalia, ou dispersão e anarquia em sua condução.
Os propagandistas do capitalismo persistem na prática de descrédito do líder para impedir que este possa influir nos destinos da sociedade, e chegam ao extremo da
Tradicionalmente, os ultraconservadores têm tergiversado sobre esse fundamental do indivíduo sem o qual os processos sociais correriam o risco de não chegar ao seu destino por acefalia, ou dispersão e anarquia em sua condução.
Os propagandistas do capitalismo persistem na prática de descrédito do líder para impedir que este possa influir nos destinos da sociedade, e chegam ao extremo da