28 dezembro 2014, Vermelho
http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Em 2014, a América Latina mostrou que o sangue que corre em suas veias
segue sendo revolucionário. Os povos da região se mantiveram firmes na luta
contra as mazelas do neoliberalismo e da opressão imperialista e resistiram
bravamente às inúmeras tentativas de desestabilização dos governos
progressistas.
Especulações econômicas fizeram com que alguns acreditassem que havia um esgotamento da esquerda e pessimistas afirmaram que estes modelos políticos estavam naufragando. Neste ano, no entanto, os latino-americanos optaram pela continuidade dos governos das forças progressistas, porque uma eventual vitória da direita significaria um grave retrocesso em todas as conquistas dos últimos 15 anos.
Fazendo um breve retrospecto eleitoral, o ano começou com a posse de Michelle Bachelet, no Chile, e, logo depois, Salvador Sánchez Cerén, da Frente Farabundo Martí, foi eleito o presidente de El Salvador. Já em outubro Evo Morales se reelegeu no primeiro turno na Bolívia. Dilma Rousseff e Tabaré Vázquez venceram
Especulações econômicas fizeram com que alguns acreditassem que havia um esgotamento da esquerda e pessimistas afirmaram que estes modelos políticos estavam naufragando. Neste ano, no entanto, os latino-americanos optaram pela continuidade dos governos das forças progressistas, porque uma eventual vitória da direita significaria um grave retrocesso em todas as conquistas dos últimos 15 anos.
Fazendo um breve retrospecto eleitoral, o ano começou com a posse de Michelle Bachelet, no Chile, e, logo depois, Salvador Sánchez Cerén, da Frente Farabundo Martí, foi eleito o presidente de El Salvador. Já em outubro Evo Morales se reelegeu no primeiro turno na Bolívia. Dilma Rousseff e Tabaré Vázquez venceram