Mostrando postagens com marcador Antonio Guerrero. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Antonio Guerrero. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Cuba/Exjueza de EE.UU. pide a Obama liberar a los Cinco



4 noviembre 2013, Cuba Debate http://www.cubadebate.cu (Cuba)

La exjueza estadounidense Claudia Morcom pidió hoy al presidente Barack Obama excarcelar a los cuatro antiterroristas cubanos presos en su país desde hace 15 años por prevenir la ejecución en la isla antillana de planes violentos.

Morcom envió una carta al mandatario y recordó que Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Fernando González y Ramón Labañino solo defendieron a su tierra natal contra ataques injustificados, informó el Comité Internacional por la liberación de Los Cinco, como se les conoce a esos hombres a nivel mundial.

Los cuatro luchadores y su compatriota ya liberado René González fueron arrestados el 12 de septiembre de 1998 mientras supervisaban a grupos violentos en el sur de Florida, desde donde planifican acciones como las que en los últimos 53 años dejaron más de tres mil 400 víctimas en Cuba.

Ellos aún enfrentan severas sanciones, mientras René salió de prisión el 7 de octubre de 2011 después de cumplir su condena y regresó a su patria en mayo pasado tras renunciar a la ciudadanía estadounidense, para terminar un castigo adicional de tres años bajo libertad supervisada.

A juicio de la exjurista, Obama puede poner fin al encerramiento de los antiterroristas y, de esa manera, dar un paso inicial para lograr un acercamiento con el gobierno de la Habana sin condiciones previas.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

50 VERDADES SOBRE O CASO DOS 5 DE CUBA



1 novembro 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Desde 1998, agentes da inteligência cubana estão presos nos EUA por se envolverem com terrorismo contra a Ilha. Há 15 anos, Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando e René González, eram acusados de conspiração e espionagem. “Os Cinco” – como são conhecidos – eram agentes da Rede Vespa, um seleto grupo de infiltrados que combatia os atos terroristas das organizações anticastristas da Flórida.

Por Salim Lamrani*, no Opera Mundi


1. Desde o triunfo da Revolução, em 1959, Cuba tinha sido vítima de uma intensa campanha de terrorismo procedente dos Estados Unidos, com o objetivo de derrubar Fidel Castro. Segundo os arquivos de Washington que foram tornados públicos, entre outubro de 1960 e abril de 1961, a CIA introduziu na ilha 75 toneladas de explosivos e 45 toneladas de armas. No espaço de sete meses, realizou 110 atentados com dinamite, fez explodir 200 bombas, descarrilhou 6 trens, queimou 150 fábricas e desencadeou 150 incêndios nos canaviais. A CIA apoiou cerca de 300 grupos paramilitares com um total de 4 mil indivíduos.

2. Em 1971, a CIA usou armas químicas e biológicas contra Cuba, introduzindo a peste suína. Esse atentado provocou a morte de meio milhão de cabeças de gado, principal fonte de proteínas da ilha.

3. No dia 6 de outubro de 1976, Luis Posada Carriles e Orlando Bosch, antigos agentes da CIA, perpetraram o primeiro ato de terrorismo aéreo da história do continente americano e fizeram explodir em pleno voo um avião civil da Cubana de Aviación. No total, 73 pessoas perderam a vida, entre elas toda a equipe juvenil cubana de esgrima, que acabara de ganhar os jogos pan-americanos.
4. Orlando Bosch, já falecido, nunca foi julgado pelo atentado de Barbados que custou a vida de 73 pessoas. Entretanto, não faltavam provas. Um relatório do Departamento de Justiça [dos EUA], dizia o seguinte: Orlando Bosch "expressou e demonstrou várias vezes uma vontade de provocar feridas e causar a morte de modo indiscriminado”. Joe Whitley, então vice-ministro de Justiça, destacou nesse relatório as razões pelas quais Bosch, que estava preso nos Estados Unidos por atacar com uma bazuca um barco polaco na baía de Miami, deveria ser deportado quando saísse da prisão. "A explosão do avião civil cubano, no dia 6 de outubro de 1976, era uma operação da CORU [Coordenação das Organizações Revolucionárias Unidas, por sua sigla em inglês, grupo anticastricastrista formado, entre outros, por Bosch e Posadas], sob a direção de Bosch”. Mas ele não foi deportado para Cuba como desejava Whitley. No dia 20 de julho de 1990, George W. Bush decidiu conceder-lhe perdão presidencial, atendendo o requerimento do lobby cubano de Miami. Pouco tempo depois, como forma de agradecimento, seu filho Jeb Bush foi eleito governador da Flórida.

5. Orlando Bosch nunca negou seu passado terrorista. No dia 5 de abril de 2006, Juan Manuel Cao, jornalista do Canal 41 de Miami, conversou com Bosch:

- Juan Manuel Cao: O senhor derrubou esse avião em 1976?
- Orlando Bosch: Se te digo que estava envolvido estaria me culpando e se te digo que não participei dessa ação, você me diria que sou mentiroso. Então não vou confirmar minha participação e tampouco vou negá-la.