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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

UCRÂNIA: O “ACORDO” DE MINSK

13 fevereiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

12/2/2015, Alexander Mercouris*The Vineyard of the Saker
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Já há debates sobre quem “ganhou” e quem “perdeu” nas conversações de Minsk.

Resposta mais curta é, como disse corretamente o Ministro Steinmeier, de Relações Exteriores da Alemanha, que não houve nenhuma grande novidade, mas os russos e as Forças Armadas da Novorrússia fizeram progressos.

É preciso explicar um ponto, ou reiterá-lo, porque já expliquei várias vezes.

O acordo nada diz a favor da federalização ou da autonomia do Donbass, e mais uma vez apenas faz referência a uma lei que reconheça status temporário especial para o Donbass dentro da Ucrânia.

Não pode sair das negociações de Minsk qualquer acordo para a federalização, porque ali acontece basicamente uma reunião de

sábado, 14 de fevereiro de 2015

VITÓRIA DA RÚSSIA DE PUTIN NO CONFLITO UCRANIANO

14 fevereiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

12/2/2015, MK Bhadrakumar*Indian Punchline
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

A maratona de 16 horas de conversas durante uma noite inteira e até na manhã seguinte em Minsk sobre a solução do conflito na Ucrânia pelos líderes dos países envolvidos no chamado “formato Normandia” – Alemanha, França, Rússia e Ucrânia – terminou em acordo. Os 13 principais pontos do novo acordo fazem avançar os 12 pontos do acordo de Minsk de setembro passado. Mas há “adicionalidade”, até aqui: criou-se um cronograma para que os lados em guerra e outros protagonistas cumpram o que o tratado determina.

Os termos do tratado anterior confirmam que a Rússia negociou de uma posição de força – bem diferente do que a venenosa propaganda jornalística ocidental nos quis fazer crer. A “adicionalidade” relacionada ao futuro das regiões do leste, a ser decidido ao final do ano é, sem dúvida, grande avanço e significativa vitória para a Rússia, uma vez que a inclusão da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) ficará virtualmente descartada para sempre, se