1 dezembro 2009
Agência Frei tito para a América Latina (Adital) http://www.adital.org.br
Tradução: ADITAL
Adolfo Pérez Esquivel *
A comunidade internacional, os governos e povos latinoamericanos não podem dar seu aval às eleições imorais e ilegítimas realizadas no dia de hoje (29 de novembro), em Honduras.
O governo dos Estados Unidos é cúmplice e gestor do golpe de Estado nesse país; um golpe realizado para submeter ao povo e impor políticas de dominação e saqueio na região. O manifesto de apoio do governo de Obama ao chamado às eleições pela ditadura é tentar justificar o injustificável, ocultar e desconhecer a soberania de todo um povo e do presidente Manuel Zelaya que se encontra praticamente encarcerado na Embaixada do Brasil há dois meses, suportando a permanente agressão dos golpistas. Dana profundamente as democracias em todo o continente e a possibilidade de que os Estados Unidos possam construir relações de respeito com seus vizinhos, voltando a ratificar que outros países que não respondam aos interesses dos EUA possam sofrer situações semelhantes.
Não posso deixar de assinalar a lamentável submissão de parte do presidente da Costa Rica, Óscar Arias, aos desígnios do Departamento de Estado dos EUA. Apoiar aos golpistas no chamado às eleições ilegítimas e silenciar ante as violações dos direitos humanos sofridas pelo povo hondurenho jamais pode ser o caminho para a construção da Paz.
Em Honduras, foram detidos o nosso companheiro Gustavo Cabreira, Coordenador Geral do Serviço Paz e Justiça na América Latina e o Pastor Menonita César Cárcamo, integrantes de uma missão de observação internacional das Igrejas. Apesar de que foram libertados, esse fato demonstra que a ditadura hondurenha busca impedir que o mundo saiba a verdade sobre o que acontece no país, ocultando as graves violações aos direitos humanos e, especialmente, as condições repressivas nas quais foram realizadas as passadas eleições.
Com essa farsa eleitoral, pretendem ocultar os verdadeiros motivos do golpe de Estado em Honduras: manter aos povos na miséria e na opressão para que uns poucos possam continuar enriquecendo; inclusive, às custas da própria natureza. Busca contrapor o aumento do salário mínimo e garantir mais lucros para as fábricas montadoras; reabrir o país às concessões mineiras e florestais; expandir as privatizações e os benefícios do livre comércio para as transnacionais dos Estados Unidos e da Europa; evitar acordos solidários com países latinoamericanos; reverter a entrada de Honduras a Alba; aprofundar e amarrar o país de acordo com seus interesses econômicos, políticos e militares.
Volto a assinalar que o golpe de Estado em Honduras é um golpe contra os povos de toda a região. Impor eleições sem primeiro restituir a ordem constitucional e o legítimo governo do presidente Manuel Zelaya não pode ser feito sem o acordo e a cumplicidade do Departamento de Estado dos EUA, do Pentágono e da CIA. Juntamente com a imposição dos grandes projetos de infraestrutura para o saqueio, como o Plano Puebla-Panamá, em Mesoamérica, e o IIRSA, aqui no Sul; a remilitarização do continente, com as sete novas bases militares estadunidenses na Colômbia e outras mais sendo propostas em países como o Panamá e o Peru, a presença militar dos EUA na Tríplice Fronteira (Paraguai, Brasil e Argentina); e a IV Frota nos mares do Sul, entre outras políticas, coloca em evidência que os mecanismos de dominação estão em funcionamento.
Não acabaram as ditaduras militares impostas no continente através da Doutrina de Segurança Nacional, apesar de terem representado um alto custo em vidas humanas (com milhares de mortos, torturados, presos e desaparecidos e com a destruição da capacidade produtiva dos povos); nem tampouco a sangria neoliberal provocada pelo endividamento ilegítimo, pelos consequentes ajustes estruturais, pelas privatizações e pela desregulamentação.
Os grandes meios de comunicação, verdadeiros monopólios a serviço dos interesses de dominação impostos, desatam campanhas nacionais e internacionais contra governos que têm pensamento próprio e buscam a independência e soberania de seus povos. Se seu bombardeio cultural e os golpes de mercado não alcançam, então vem a agressão e as tentativas de golpe de Estado por parte da CIA e do Departamento de Estado dos Estados Unidos, como aconteceu na Venezuela, na Bolívia e a agressão contra o Equador por parte da Colômbia.
No entanto, está claro que o caminho eleito pelos golpistas não pode prosperar. O povo de Honduras está em pé para defender sua liberdade e seus direitos; depois de 154 dias de resistência não-violenta nas ruas e povoados em todo o país, hoje se mobilizaram às suas casas, dando uma digna e inequívoca resposta à fraudulenta convocatória eleitoral. São muitos os governos do continente e do mundo inteiro que se negaram a reconhecer o governo golpista e ratificaram seu desconhecimento dessas eleições.
Reclamamos aos demais governos da região, aos organismos internacionais como a OEA (Organização dos Estados Americanos), a ONU (Organização das Nações Unidas), ao parlamento Europeu, a União Europeia, desconhecer também essa tentativa de branqueamento do golpe de Estado. Temos que insistir no restabelecimento da ordem constitucional e na restituição do presidente Zelaya e a suspensão de qualquer forma de apoio financeiro, comercial ou militar enquanto isso não aconteça.
Chamamos aos organismos de direitos humanos, sociais, culturais e religiosos a assumir solidariamente a defesa da soberania e do Estado de Direito do povo hondurenho, rechaçando qualquer cumplicidade que pretenda impedir o exercício democrático.
A Paz é o fruto da Justiça; não há outro caminho possível. Por isso, também é necessário escutar a voz do povo hondurenho que continua chamando à realização de uma Assembleia Constituinte Nacional para refundar o país sobre bases de igualdade e inclusão. Somente assim será possível governar.
Adolfo Pérez Esquivel
Buenos Aires, 29 de novembro de 2009
* Escritor - Prêmio Nobel da Paz
Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Negativa de restituir a Zelaya agravará crisis en Honduras
Agencia Bolivariana de Noticias (ABN)
Caracas, 2 diciembre 2009 (ABN) - La negativa dada por la mayoría del Congreso hondureño para que el presidente Manuel Zelaya sea restituido en su legítimo cargo sólo conducirá al agravamiento de la crisis en Honduras, advirtió el diputado opositor César Ham.
Ham, ex candidato presidencial del Partido Unificación Democrática, condenó el golpe militar que el 28 de junio que derrocó al estadista y desmintió que se tratara de una 'sucesión constitucional', reseñó la agencia informativa Prensa Latina.
El legislador intervino en la sesión extraordinaria del Parlamento para abordar el tema de la reinstalación de Zelaya, despojado de su cargo por la asonada militar, validada horas después por la mayoría de los diputados.
El debate comenzó a las 10:00 am hora local y se prolongó hasta la noche, en medio de medidas extremas de seguridad de la policía, que cerró el centro de la capital con cinco anillos.
Los cuerpos antimotines impidieron también se acercaran al palacio legislativo manifestantes del Frente Nacional contra el golpe de Estado que demandan la restitución de Zelaya y del orden constitucional.
En las primeras horas fueron leídos los informes solicitados a la Corte Suprema de Justicia, el Ministerio Público, la Procuraduría General y del Comisionado de los Derechos Humanos, todos en oposición al retorno de Zelaya.
Ham acusó a esas instituciones de formar parte de la conspiración golpista y justificar el derrocamiento del estadista con argumentos falsos y no contemplados en la Constitución de la República.
Recordó que el 28 de junio Zelaya, con apoyo popular, sólo pretendía realizar una encuesta para conocer si la población era favorable a la realización de un referendo en torno a la celebración de una asamblea constituyente.
Apuntó que “Honduras necesita cambios urgentes, pues es insostenible que en esa nación el 10% de la población controle el 90% de la riqueza, mientras el resto esté condenado a la miseria”.
El Congreso debatió el tema de Zelaya en virtud de los acuerdos suscritos por representantes de éste y el jefe del régimen de facto, Roberto Micheletti, el pasado 30 de octubre, tras casi cinco meses de tensas negociaciones.
En la votación fue decisivo el voto del derechista Partido Nacional, con 55 legisladores de los 128 del Parlamento y al cual pertenece el declarado presidente electo en las cuestionadas elecciones del domingo, Porfirio Lobo.
El Partido Liberal, con 62 escaños, también respaldó la medida, aunque varios de sus diputados condenaron la asonada militar que depuso a Zelaya, de esa fuerza política, y demandaron su restitución.
Lea también:
Congreso golpista de Honduras ratifica destitución de Zelaya
OEA analizará crisis política en Honduras luego de elecciones ilegales
Caracas, 2 diciembre 2009 (ABN) - La negativa dada por la mayoría del Congreso hondureño para que el presidente Manuel Zelaya sea restituido en su legítimo cargo sólo conducirá al agravamiento de la crisis en Honduras, advirtió el diputado opositor César Ham.
Ham, ex candidato presidencial del Partido Unificación Democrática, condenó el golpe militar que el 28 de junio que derrocó al estadista y desmintió que se tratara de una 'sucesión constitucional', reseñó la agencia informativa Prensa Latina.
El legislador intervino en la sesión extraordinaria del Parlamento para abordar el tema de la reinstalación de Zelaya, despojado de su cargo por la asonada militar, validada horas después por la mayoría de los diputados.
El debate comenzó a las 10:00 am hora local y se prolongó hasta la noche, en medio de medidas extremas de seguridad de la policía, que cerró el centro de la capital con cinco anillos.
Los cuerpos antimotines impidieron también se acercaran al palacio legislativo manifestantes del Frente Nacional contra el golpe de Estado que demandan la restitución de Zelaya y del orden constitucional.
En las primeras horas fueron leídos los informes solicitados a la Corte Suprema de Justicia, el Ministerio Público, la Procuraduría General y del Comisionado de los Derechos Humanos, todos en oposición al retorno de Zelaya.
Ham acusó a esas instituciones de formar parte de la conspiración golpista y justificar el derrocamiento del estadista con argumentos falsos y no contemplados en la Constitución de la República.
Recordó que el 28 de junio Zelaya, con apoyo popular, sólo pretendía realizar una encuesta para conocer si la población era favorable a la realización de un referendo en torno a la celebración de una asamblea constituyente.
Apuntó que “Honduras necesita cambios urgentes, pues es insostenible que en esa nación el 10% de la población controle el 90% de la riqueza, mientras el resto esté condenado a la miseria”.
El Congreso debatió el tema de Zelaya en virtud de los acuerdos suscritos por representantes de éste y el jefe del régimen de facto, Roberto Micheletti, el pasado 30 de octubre, tras casi cinco meses de tensas negociaciones.
En la votación fue decisivo el voto del derechista Partido Nacional, con 55 legisladores de los 128 del Parlamento y al cual pertenece el declarado presidente electo en las cuestionadas elecciones del domingo, Porfirio Lobo.
El Partido Liberal, con 62 escaños, también respaldó la medida, aunque varios de sus diputados condenaron la asonada militar que depuso a Zelaya, de esa fuerza política, y demandaron su restitución.
Lea también:
Congreso golpista de Honduras ratifica destitución de Zelaya
OEA analizará crisis política en Honduras luego de elecciones ilegales
Brasil/Pastorais da Juventude unidas na Campanha Nacional Contra o Extermínio de Jovens
1 dezembro 2009
Agência Frei tito para a América Latina (Adital) http://www.adital.org.br
Tatiana Félix *
Lançada no último dia 28, em Ipatinga, interior de Minas Gerais, região Sudeste do país, a Campanha Nacional contra o Extermínio de Jovens mobiliza as diversas Pastorais da Juventude do Brasil, que assumiram a luta em defesa da juventude, como medida prioritária e urgente.
A Campanha Nacional começou em 2008, durante a preparação da 15ª Assembleia Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil. O objetivo é construir uma cultura de paz, em defesa da vida da juventude, denunciando as estruturas sociais que geram violência e morte.
A iniciativa está baseada em três eixos. O primeiro se refere à Formação Política e trabalho de base, com ações de conscientização da juventude quanto aos debates de segurança pública e direitos humanos.
O segundo foca nas ações de mobilização da sociedade e divulgação da campanha e o terceiro ponto diz respeito ao monitoramento e denúncia quanto a violação dos direitos humanos exercido pela mídia. A ideia é produzir estudos e realizar seminários de reflexão sobre as temáticas que envolvem a questão da violência contra os jovens.
Felipe Freitas, representante da Pastoral da Juventude na Campanha Contra o Extermínio da Juventude, reforça que, além da violência criminal, é importante lembrar que a violência também está presente, por meio de discriminação, nas escolas, no meio cultural, na intolerância religiosa.
Com essa campanha, a expectativa é provocar um grande debate nacional, a fim de conscientizar sociedade e governantes sobre a questão. "Pretendemos denunciar a violação dos direitos humanos praticadas por diversas entidades", diz.
De acordo com uma pesquisa sobre o índice de violência contra adolescentes e jovens, publicada no início deste semestre pelo Observatório de Favelas, de 2006 até 2012, devem ter morrido, por assassinato, aproximadamente 33 mil jovens no Brasil. Felipe informa que Recife, capital de Pernambuco, na região Nordeste, está classificada como a cidade que apresenta os maiores índices de morte por armas de fogo.
A situação de violência contra os jovens vem preocupando, cada vez mais, a juventude brasileira. A Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que são os jovens entre 15 e 24 anos de idade, os que mais sofrem agressões físicas, sobretudo, negros e negras.
O próximo ato da campanha é o lançamento do texto-base que será divulgado em janeiro do próximo ano. Ao longo de 2010, diversas atividades estão programadas a fim de fortalecer a luta em defesa da vida e dos direitos da juventude.
Estão previstas a realização do Seminário Nacional de Avaliação e Monitoramento da Campanha, que acontecerá em julho do ano que vem, e também das pré-marchas locais que articularão a Grande Marcha Nacional, marcada para acontecer em 2011.
* Jornalista da Adital
Agência Frei tito para a América Latina (Adital) http://www.adital.org.br
Tatiana Félix *
Lançada no último dia 28, em Ipatinga, interior de Minas Gerais, região Sudeste do país, a Campanha Nacional contra o Extermínio de Jovens mobiliza as diversas Pastorais da Juventude do Brasil, que assumiram a luta em defesa da juventude, como medida prioritária e urgente.
A Campanha Nacional começou em 2008, durante a preparação da 15ª Assembleia Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil. O objetivo é construir uma cultura de paz, em defesa da vida da juventude, denunciando as estruturas sociais que geram violência e morte.
A iniciativa está baseada em três eixos. O primeiro se refere à Formação Política e trabalho de base, com ações de conscientização da juventude quanto aos debates de segurança pública e direitos humanos.
O segundo foca nas ações de mobilização da sociedade e divulgação da campanha e o terceiro ponto diz respeito ao monitoramento e denúncia quanto a violação dos direitos humanos exercido pela mídia. A ideia é produzir estudos e realizar seminários de reflexão sobre as temáticas que envolvem a questão da violência contra os jovens.
Felipe Freitas, representante da Pastoral da Juventude na Campanha Contra o Extermínio da Juventude, reforça que, além da violência criminal, é importante lembrar que a violência também está presente, por meio de discriminação, nas escolas, no meio cultural, na intolerância religiosa.
Com essa campanha, a expectativa é provocar um grande debate nacional, a fim de conscientizar sociedade e governantes sobre a questão. "Pretendemos denunciar a violação dos direitos humanos praticadas por diversas entidades", diz.
De acordo com uma pesquisa sobre o índice de violência contra adolescentes e jovens, publicada no início deste semestre pelo Observatório de Favelas, de 2006 até 2012, devem ter morrido, por assassinato, aproximadamente 33 mil jovens no Brasil. Felipe informa que Recife, capital de Pernambuco, na região Nordeste, está classificada como a cidade que apresenta os maiores índices de morte por armas de fogo.
A situação de violência contra os jovens vem preocupando, cada vez mais, a juventude brasileira. A Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que são os jovens entre 15 e 24 anos de idade, os que mais sofrem agressões físicas, sobretudo, negros e negras.
O próximo ato da campanha é o lançamento do texto-base que será divulgado em janeiro do próximo ano. Ao longo de 2010, diversas atividades estão programadas a fim de fortalecer a luta em defesa da vida e dos direitos da juventude.
Estão previstas a realização do Seminário Nacional de Avaliação e Monitoramento da Campanha, que acontecerá em julho do ano que vem, e também das pré-marchas locais que articularão a Grande Marcha Nacional, marcada para acontecer em 2011.
* Jornalista da Adital
Chile y Portugal firman acuerdos de cooperación
2 diciembre 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net
La mandataria chilena exhortó a los empresarios de su país y lusos, a trabajar conjuntamente para aumentar el comercio bilateral. Entre los acuerdos suscritos, Chile podrá beneficiarse del desarrollo tecnológico y energético que experimenta Portugal.
Chile y Portugal firmaron este miércoles dos memorandos de entendimiento de cooperación en el desarrollo energético y de consulta pública, durante una visita oficial de la presidenta Michelle Bachelett, a la capital lusa.
El acuerdo suscrito por ambas naciones, referido a la cooperación en materia energética fue firmado en presencia de la presidenta de Chile, Michelle Bachelet, y el primer ministro de Portugal, José Sócrates, y contiene los fundamentos de la colaboración entre los dos países.
El ministro presidente de la Comisión Nacional de Energía de Chile, Marcelo Tokman, detalló durante la firma, que la cooperación energética con Portugal se hará desde el Centro de Energías Renovables luso -creado en agosto- donde investigadores chilenos tendrán acceso a los "avances" de Portugal en el área de la energía solar, la energía maremotriz y los biocombustibles.
Chile busca beneficiarse de todos los avances que ha tenido Portugal en el ámbito de la energía renovable y de eficiencia energética.
El segundo memorando establece un mecanismo de consultas políticas sobre temas de interés mutuo, contemplando reuniones alternadas en las dos naciones, o en la sede de algún organismo multilateral para intercambiar experiencias y hacer consultas sobre las relaciones bilaterales y la situación internacional, entre otros temas.
La presidenta de Chile asistió a la firma dentro de las actividades de la visita oficial a Portugal que inició el martes, luego de culminada la XIX Cumbre de jefes de Estado y de Gobierno de Iberoamérica celebrada desde el domingo en Estoril, (25 kilómetros de Lisboa).
Entre tanto, la dignataria chilena, Michelle Bachelet, en tierras lusas, instó a los empresarios de ambas naciones a colaborar para fomentar el comercio bilateral.
"Juntos pueden llegar más lejos", dijo la mandataria, y destacó la próxima entrada de su país en la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE).
Bachelet, que habló en la apertura del seminario económico "Portugal-Chile: comercio, inversión y energía", anunció que el próximo 15 de diciembre, su país será aceptado como miembro de la citada organización.
Chile será el primer país de Suramérica y el segundo en Latinoamérica, después de México, en formar parte de la OCDE, una organización de cooperación internacional, compuesta por 30 países que tienen como objetivo coordinar sus políticas económicas, sociales y de medio ambiente.
La organización se ha constituido como uno de los foros mundiales más influyentes, en el que se analizan y se establecen orientaciones sobre temas de relevancia internacional.
Chile participa en este organismo desde 1993, en calidad de observador.
La mandataria chilena exhortó a los empresarios de su país y lusos, a trabajar conjuntamente para aumentar el comercio bilateral. Entre los acuerdos suscritos, Chile podrá beneficiarse del desarrollo tecnológico y energético que experimenta Portugal.
Chile y Portugal firmaron este miércoles dos memorandos de entendimiento de cooperación en el desarrollo energético y de consulta pública, durante una visita oficial de la presidenta Michelle Bachelett, a la capital lusa.
El acuerdo suscrito por ambas naciones, referido a la cooperación en materia energética fue firmado en presencia de la presidenta de Chile, Michelle Bachelet, y el primer ministro de Portugal, José Sócrates, y contiene los fundamentos de la colaboración entre los dos países.
El ministro presidente de la Comisión Nacional de Energía de Chile, Marcelo Tokman, detalló durante la firma, que la cooperación energética con Portugal se hará desde el Centro de Energías Renovables luso -creado en agosto- donde investigadores chilenos tendrán acceso a los "avances" de Portugal en el área de la energía solar, la energía maremotriz y los biocombustibles.
Chile busca beneficiarse de todos los avances que ha tenido Portugal en el ámbito de la energía renovable y de eficiencia energética.
El segundo memorando establece un mecanismo de consultas políticas sobre temas de interés mutuo, contemplando reuniones alternadas en las dos naciones, o en la sede de algún organismo multilateral para intercambiar experiencias y hacer consultas sobre las relaciones bilaterales y la situación internacional, entre otros temas.
La presidenta de Chile asistió a la firma dentro de las actividades de la visita oficial a Portugal que inició el martes, luego de culminada la XIX Cumbre de jefes de Estado y de Gobierno de Iberoamérica celebrada desde el domingo en Estoril, (25 kilómetros de Lisboa).
Entre tanto, la dignataria chilena, Michelle Bachelet, en tierras lusas, instó a los empresarios de ambas naciones a colaborar para fomentar el comercio bilateral.
"Juntos pueden llegar más lejos", dijo la mandataria, y destacó la próxima entrada de su país en la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE).
Bachelet, que habló en la apertura del seminario económico "Portugal-Chile: comercio, inversión y energía", anunció que el próximo 15 de diciembre, su país será aceptado como miembro de la citada organización.
Chile será el primer país de Suramérica y el segundo en Latinoamérica, después de México, en formar parte de la OCDE, una organización de cooperación internacional, compuesta por 30 países que tienen como objetivo coordinar sus políticas económicas, sociales y de medio ambiente.
La organización se ha constituido como uno de los foros mundiales más influyentes, en el que se analizan y se establecen orientaciones sobre temas de relevancia internacional.
Chile participa en este organismo desde 1993, en calidad de observador.
ELEIÇÕES NA BOLÍVIA E NO CHILE
1 dezembro 2009
Agência Frei tito para a América Latina (Adital) http://www.adital.org.br
Tradução: ADITAL
SERPAL *
1) BOLIVIA: O povo ratificará as mudanças
Pouco mais de cinco milhões de bolivianos estarão em condições de votar no próximo domingo, 6 de dezembro, nas primeiras eleições presidenciais que se realizarão na Bolívia com o novo padrão biométrico. Este sistema, tão moderno quanto custoso e complexo, foi exigido pela oposição para garantir a transparência e evitar toda suspeita de fraude. O governo aprovou e o Conselho Nacional Eleitoral cumpriu em termo, apesar de que ainda falta regularizar a situação de uns 400 mil possíveis eleitores.
No exterior, somente 170 mil cidadãos bolivianos migrantes conseguiram completaram seu registro. Destes, 80 mil estão na Argentina; 50 mil, na Espanha; 18 mil, no Brasil; e 11 mil nos Estados Unidos.
Evo Morales tentará um novo mandato até 2015, para continuar desenvolvendo o processo de mudanças, reforçado após a majoritária aprovação da nova Constituição em referendo. O governo conseguiu novos apoios através das medidas sociais que têm melhorado o nível de vida de setores tradicionalmente marginalizados; porém, também da classe média. Os ingressos do IDH (Imposto Direto aos Hidrocarbonetos), fruto do processo de nacionalização, tem permitido a Evo Morales uma distribuição mais equitativa da riqueza e estabelecer ajudas básicas, tais como o bônus ‘Juancito Pinto’, para todas as crianças em idade escolar, ou a ‘Renta Dignidad Juana Azurduy’, para as pessoas da terceira idade.
As últimas pesquisas antecipam que Evo Morales pode superar os 50% dos votos, com os quais ganharia no primeiro turno. Seus principais rivais são Manfed Reyes Villa, um militar formado na Escola das Américas e que foi eliminado no último referendo de seu cargo de Prefeito de Cochabamba; e o empresário da indústria do cimento, Samuel Doria Medina.
A expectativa também reside na votação nos distintos departamentos onde são eleitos os governos municipais. A oposição pretende manter seus atuais bastiões em Santa Cruz de la Sierra, uma das regiões mais ricas do país; e também em Pando, Beni e Tarija. Desta vez, o MAS (Movimento ao Socialismo), liderado por Evo Morales, conseguiu apresentar candidaturas que têm amplo apoio popular em Santa Cruz de la Sierra, e que podem garantir bom número de votos. Nos Departamentos de La Paz, Cochabamba, Oruro, Potosí e Chuquisaca será votada a autonomia departamental e em 12 municípios o voto popular decidirá se querem converter-se em autonomia indígena.
Outra votação importante será a eleição de membros da Assembleia Plurinacional. Se o MAS conseguir maioria ampla terá possibilidades de colocar em marcha mais de uma centena de leis que colocarão em prática a nova Constituição Política do Estado, aprovada por 60% dos votantes, no início de 2009.
A presumível vitória do MAS abrirá uma etapa decisiva para o processo de transformação. O movimento popular boliviano deverá defrontar-se com novas tramas dos redutos de oposição que nunca aceitaram a perda de privilégios e de poder. Também deverá articular a experiência de incorporar representantes que provêm de setores da classe média e profissionais, junto aos fogueados "pioneiros" provenientes do movimento indígena, camponês e sindical. Porém, antes de tudo, deve tentar ganhar as eleições no domingo, 6 de dezembro.
*********
2) CHILE: Se definirá em segundo turno
Por último, no domingo, 13 de dezembro, o povo chileno terá que definir nas urnas os que governarão o país no período de 2010-1014. Após quatro mandatos consecutivos (20 anos de governo), a partir da transição política após a ditadura de Pinochet, a Concertação de Partidos pela Democracia, que agrupa socialistas, democrata-cristãos e outras agrupações menores, tentará reter o governo através da candidatura do ex-presidente Eduardo Freu Ruiz-Tagle (governou entre 1994 e 2000).
A postulação do democrata cristão alentou vários desprendimentos que derivaram em outras duas candidaturas de esquerda: a de Marco Enríquez-Ominami (Nova Maioria para Chile), que se apresenta como independente, com o apoio de Humanitas e do Partido Ecologista; e o veterano Jorge Arrate, que provém das filas do ‘allendismo’ e conta com o respaldo do Partido Comunista e da Esquerda Cristã. Essa divisão abre a possibilidade de que o empresário Sebastián Piñera, a frente de uma coalizão que tem o apoio das principais forças da direita chilena: Renovação Nacional e da UDI (União Democrata Independente), seja o mais votado no primeiro turno; porém não superaria os 50%. Teria, então, que disputar um segundo turno com a seguinte ordem de votos, que, salvo surpresas, seria Eduardo Frei, da Concertação.
Se isso acontece, em princípio as pesquisas de intenção de voto dão uma leve vantagem a Piñera no segundo turno, marcado para o dia 17 de janeiro. Porém, ao mesmo tempo registram um alto percentual de indecisos. Entre 18 e 25 pessoas em cada 100, ainda não sabem se votarão no segundo turno e, caso votem, não sabem por quem seria. Todavia, no Chile, nada está definido.
* Serviço de Prensa Alternativa
Agência Frei tito para a América Latina (Adital) http://www.adital.org.br
Tradução: ADITAL
SERPAL *
1) BOLIVIA: O povo ratificará as mudanças
Pouco mais de cinco milhões de bolivianos estarão em condições de votar no próximo domingo, 6 de dezembro, nas primeiras eleições presidenciais que se realizarão na Bolívia com o novo padrão biométrico. Este sistema, tão moderno quanto custoso e complexo, foi exigido pela oposição para garantir a transparência e evitar toda suspeita de fraude. O governo aprovou e o Conselho Nacional Eleitoral cumpriu em termo, apesar de que ainda falta regularizar a situação de uns 400 mil possíveis eleitores.
No exterior, somente 170 mil cidadãos bolivianos migrantes conseguiram completaram seu registro. Destes, 80 mil estão na Argentina; 50 mil, na Espanha; 18 mil, no Brasil; e 11 mil nos Estados Unidos.
Evo Morales tentará um novo mandato até 2015, para continuar desenvolvendo o processo de mudanças, reforçado após a majoritária aprovação da nova Constituição em referendo. O governo conseguiu novos apoios através das medidas sociais que têm melhorado o nível de vida de setores tradicionalmente marginalizados; porém, também da classe média. Os ingressos do IDH (Imposto Direto aos Hidrocarbonetos), fruto do processo de nacionalização, tem permitido a Evo Morales uma distribuição mais equitativa da riqueza e estabelecer ajudas básicas, tais como o bônus ‘Juancito Pinto’, para todas as crianças em idade escolar, ou a ‘Renta Dignidad Juana Azurduy’, para as pessoas da terceira idade.
As últimas pesquisas antecipam que Evo Morales pode superar os 50% dos votos, com os quais ganharia no primeiro turno. Seus principais rivais são Manfed Reyes Villa, um militar formado na Escola das Américas e que foi eliminado no último referendo de seu cargo de Prefeito de Cochabamba; e o empresário da indústria do cimento, Samuel Doria Medina.
A expectativa também reside na votação nos distintos departamentos onde são eleitos os governos municipais. A oposição pretende manter seus atuais bastiões em Santa Cruz de la Sierra, uma das regiões mais ricas do país; e também em Pando, Beni e Tarija. Desta vez, o MAS (Movimento ao Socialismo), liderado por Evo Morales, conseguiu apresentar candidaturas que têm amplo apoio popular em Santa Cruz de la Sierra, e que podem garantir bom número de votos. Nos Departamentos de La Paz, Cochabamba, Oruro, Potosí e Chuquisaca será votada a autonomia departamental e em 12 municípios o voto popular decidirá se querem converter-se em autonomia indígena.
Outra votação importante será a eleição de membros da Assembleia Plurinacional. Se o MAS conseguir maioria ampla terá possibilidades de colocar em marcha mais de uma centena de leis que colocarão em prática a nova Constituição Política do Estado, aprovada por 60% dos votantes, no início de 2009.
A presumível vitória do MAS abrirá uma etapa decisiva para o processo de transformação. O movimento popular boliviano deverá defrontar-se com novas tramas dos redutos de oposição que nunca aceitaram a perda de privilégios e de poder. Também deverá articular a experiência de incorporar representantes que provêm de setores da classe média e profissionais, junto aos fogueados "pioneiros" provenientes do movimento indígena, camponês e sindical. Porém, antes de tudo, deve tentar ganhar as eleições no domingo, 6 de dezembro.
*********
2) CHILE: Se definirá em segundo turno
Por último, no domingo, 13 de dezembro, o povo chileno terá que definir nas urnas os que governarão o país no período de 2010-1014. Após quatro mandatos consecutivos (20 anos de governo), a partir da transição política após a ditadura de Pinochet, a Concertação de Partidos pela Democracia, que agrupa socialistas, democrata-cristãos e outras agrupações menores, tentará reter o governo através da candidatura do ex-presidente Eduardo Freu Ruiz-Tagle (governou entre 1994 e 2000).
A postulação do democrata cristão alentou vários desprendimentos que derivaram em outras duas candidaturas de esquerda: a de Marco Enríquez-Ominami (Nova Maioria para Chile), que se apresenta como independente, com o apoio de Humanitas e do Partido Ecologista; e o veterano Jorge Arrate, que provém das filas do ‘allendismo’ e conta com o respaldo do Partido Comunista e da Esquerda Cristã. Essa divisão abre a possibilidade de que o empresário Sebastián Piñera, a frente de uma coalizão que tem o apoio das principais forças da direita chilena: Renovação Nacional e da UDI (União Democrata Independente), seja o mais votado no primeiro turno; porém não superaria os 50%. Teria, então, que disputar um segundo turno com a seguinte ordem de votos, que, salvo surpresas, seria Eduardo Frei, da Concertação.
Se isso acontece, em princípio as pesquisas de intenção de voto dão uma leve vantagem a Piñera no segundo turno, marcado para o dia 17 de janeiro. Porém, ao mesmo tempo registram um alto percentual de indecisos. Entre 18 e 25 pessoas em cada 100, ainda não sabem se votarão no segundo turno e, caso votem, não sabem por quem seria. Todavia, no Chile, nada está definido.
* Serviço de Prensa Alternativa
Crecen evidencias de fraude en comicios hondureños
1 diciembre 2009/Cubadebate http://www.cubadebate.cu
Manipulación de cifras, alteraciones en maletas electorales y otras irregularidades fueron detectadas durante los comicios efectuados el domingo en Honduras bajo el golpe de Estado, denunciaron hoy analistas y medios de prensa.
Honduras vivió una elección marcada por el abstencionismo, sin embargo, los representantes del régimen de facto manipularon los datos al afirmar que 61 por ciento de los electores participaron en el proceso, declaró el investigador Ricardo Arturo Salgado.
Afirmó que en su recorrido por áreas populares de Tegucigalpa pudo constatar una asistencia a las urnas muy baja.
Debe quedar claro ante todo el mundo que el proceso no fue democrático, añadió Salgado y denunció el clima represivo, la militarización y la censura antes y durante los comicios.
Según el Tribunal Supremo Electoral (TSE) alrededor del 60 por ciento del electorado asistió a las urnas, sin embargo, el Frente contra el Golpe de Estado informó que el abstencionismo rondó entre 65 y 70 por ciento, el más alto en la historia del país.
En San Pedro Sula, la segunda ciudad en importancia, los centros de votación lucieron semivacíos, fuerzas de seguridad amedrentaron a la ciudadanía para obligarla a votar y reprimieron salvajemente una manifestación pacífica, denunció el intelectual Jorge Miralda.
Una información publicada en la edición digital del periódico Tiempo, el más importante de esa urbe, revela que varios paquetes electorales estaban abiertos.
Las irregularidades fueron detectadas en Santa Ana, Francisco Morazán y Dulce Nombre de Copán.
En otros sitios se terminó la tinta indeleble con la cual los votantes debían marcarse el dedo y, sin embargo, el proceso no se detuvo, lo cual pudo dar lugar a que los electores ejercieran el sufragio más de una vez.
El Frente Nacional contra el Golpe de Estado, con representación en todo el país, calificó como una farsa la contienda del domingo y anunció su desconocimiento al gobierno surgido de este proceso ilegal e ilegítimo.
Los comicios fueron rechazados por la gran mayoría de los países latinoamericanos, entre ellos Venezuela, Brasil, Cuba, Nicaragua, Argentina, Ecuador, Paraguay y Uruguay.
Con el burdo simulacro electoral del 29 de noviembre vuelven a nuestro continente los procesos amañados y los métodos brutales de la derecha, para imponer por la fuerza su modelo de dominación económica, política y social”, señaló la cancillería venezolana.
Manipulación de cifras, alteraciones en maletas electorales y otras irregularidades fueron detectadas durante los comicios efectuados el domingo en Honduras bajo el golpe de Estado, denunciaron hoy analistas y medios de prensa.
Honduras vivió una elección marcada por el abstencionismo, sin embargo, los representantes del régimen de facto manipularon los datos al afirmar que 61 por ciento de los electores participaron en el proceso, declaró el investigador Ricardo Arturo Salgado.
Afirmó que en su recorrido por áreas populares de Tegucigalpa pudo constatar una asistencia a las urnas muy baja.
Debe quedar claro ante todo el mundo que el proceso no fue democrático, añadió Salgado y denunció el clima represivo, la militarización y la censura antes y durante los comicios.
Según el Tribunal Supremo Electoral (TSE) alrededor del 60 por ciento del electorado asistió a las urnas, sin embargo, el Frente contra el Golpe de Estado informó que el abstencionismo rondó entre 65 y 70 por ciento, el más alto en la historia del país.
En San Pedro Sula, la segunda ciudad en importancia, los centros de votación lucieron semivacíos, fuerzas de seguridad amedrentaron a la ciudadanía para obligarla a votar y reprimieron salvajemente una manifestación pacífica, denunció el intelectual Jorge Miralda.
Una información publicada en la edición digital del periódico Tiempo, el más importante de esa urbe, revela que varios paquetes electorales estaban abiertos.
Las irregularidades fueron detectadas en Santa Ana, Francisco Morazán y Dulce Nombre de Copán.
En otros sitios se terminó la tinta indeleble con la cual los votantes debían marcarse el dedo y, sin embargo, el proceso no se detuvo, lo cual pudo dar lugar a que los electores ejercieran el sufragio más de una vez.
El Frente Nacional contra el Golpe de Estado, con representación en todo el país, calificó como una farsa la contienda del domingo y anunció su desconocimiento al gobierno surgido de este proceso ilegal e ilegítimo.
Los comicios fueron rechazados por la gran mayoría de los países latinoamericanos, entre ellos Venezuela, Brasil, Cuba, Nicaragua, Argentina, Ecuador, Paraguay y Uruguay.
Con el burdo simulacro electoral del 29 de noviembre vuelven a nuestro continente los procesos amañados y los métodos brutales de la derecha, para imponer por la fuerza su modelo de dominación económica, política y social”, señaló la cancillería venezolana.
Portugal/CEPAL defende banda larga como bem público
3 dezembro 2009/Vermelho http://www.vermelho.org.br
A secretária-geral da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, propôs na segunda-feira (30) na Cúpula Íbero-americana que o acesso à internet de banda larga seja declarado um bem público e pediu aos estados uma política "a longo prazo".
A secretária-geral da CEPAL falou durante a sessão de abertura da 19ª Cúpula Ibero-americana, que se realizou na cidede de Estoril, em Portugal.
Bárcena pediu que a banda larga seja "um ativo do Estado e um bem público global" e defendeu a formação de quadros especializados para promover na região a inovação, o conhecimento e a aplicação das novas tecnologias, temas centrais da cúpula.
O problema das alterações climáticas e a necessidade de adaptar os processos produtivos e as políticas de desenvolvimento aos desafios que coloca foi também abordado na intervenção de Alicia Bárcena, relacionando-o com os outros objetivos sociais da região.
"Para enfrentar as alterações climáticas, precisamos de inovação, para a inclusão social precisamos de inovação e precisamos da contribuição de todos", afirmou a responsável por esta comissão regional das Nações Unidas ao dirigir-se aos governantes dos 22 países que participam na cúpula. (Com informações da ONU e da agência Lusa)
A secretária-geral da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, propôs na segunda-feira (30) na Cúpula Íbero-americana que o acesso à internet de banda larga seja declarado um bem público e pediu aos estados uma política "a longo prazo".
A secretária-geral da CEPAL falou durante a sessão de abertura da 19ª Cúpula Ibero-americana, que se realizou na cidede de Estoril, em Portugal.
Bárcena pediu que a banda larga seja "um ativo do Estado e um bem público global" e defendeu a formação de quadros especializados para promover na região a inovação, o conhecimento e a aplicação das novas tecnologias, temas centrais da cúpula.
O problema das alterações climáticas e a necessidade de adaptar os processos produtivos e as políticas de desenvolvimento aos desafios que coloca foi também abordado na intervenção de Alicia Bárcena, relacionando-o com os outros objetivos sociais da região.
"Para enfrentar as alterações climáticas, precisamos de inovação, para a inclusão social precisamos de inovação e precisamos da contribuição de todos", afirmou a responsável por esta comissão regional das Nações Unidas ao dirigir-se aos governantes dos 22 países que participam na cúpula. (Com informações da ONU e da agência Lusa)
Moçambique/Num encontro em Maputo: Africanos reflectem sobre crise mundial
Funcionários seniores dos ministérios responsáveis pelas áreas de Economia, Finanças, Planificação e dos Bancos Centrais dos países africanos, incluindo Moçambique, estão desde ontem reunidos em Maputo para uma reflexão sobre os efeitos da crise mundial, ao mesmo tempo que buscam as formas de calibrar os instrumentos de política fiscal, visando potenciar uma recuperação económica que possa permitir que, em breve, a região subsahariana tenha condições para uma progressiva redução sustentada dos índices de incidência da pobreza absoluta.
3 dezembro 2009/Notícias
Devido aos efeitos da crise global despoletada em Setembro de 2008, com o colapso de algumas instituições financeiras nos Estados Unidos da América e que depois se propagou pela Europa, Ásia e não só, a economia da África subsahariana registou uma desaceleração de 5,5 porcento em 2008 e com projecções de uma taxa de crescimento de apenas 1,1 porcento até ao final deste ano.
Não obstante a crise financeira mostrar sinais de abrandamento, o Banco Mundial entende que os seus efeitos ainda podem persistir por muito tempo e em moldes imprevisíveis nas economias africanas e pelo mundo fora.
O Banco Mundial considera que Moçambique tem estado, regra geral, bem em 2009, muito embora admita que o impacto da crise financeira é evidente. Nos últimos dois anos, o país viu alguns dos seus projectos de desenvolvimento como os das Areias Pesadas de Chibuto, Fundição de ferro e aço de Boane, entre outros, adiados ou cancelados devido à repentina exiguidade de fluxos de capitais privados internacionais. Ao mesmo tempo assistiu-se a uma redução na capacidade produtiva em certos sectores de exportação, em consequência da redução da procura de certos produtos nos mercados internacionais, repercutindo-se na redução da mão-de-obra em indústrias como a Mozal e suas subcontratadas.
O Ministro das Finanças, Manuel Chang, considera que as medidas tomadas pelo Governo resultaram do entendimento de que mesmo que esta crise revista uma faceta conjuntural – no sentido de que com o esforço concertado da comunidade internacional seria debelada a médio prazo – elas revelam um grande elemento estrutural, porquanto a evolução dos preços futuros das importações e exportações depende da evolução da economia mundial, guiada pelo desempenho das economias emergentes.
Ciente de que o sucesso do engajamento no mercado internacional reside no segredo da absorção de novas tecnologias e afectação eficiente de recursos, Moçambique alinhou as suas estratégias em torno dos objectivos de médio prazo. Destacam-se entre elas, a prossecução de um crescimento económico em torno dos sete porcento ao ano, com vista a se dar continuidade à redução efectiva da incidência da pobreza absoluta de 54 porcento em 2003 a 45 porcento até ao final deste ano.
Perante o limitado espaço fiscal e tendo em vista o objectivo da sustentabilidade orçamental, a implementação destas medidas foi acompanhada pela adopção de medidas estritas de contenção da despesa e de reorientação de recursos no Orçamento do Estado, para se assegurar a neutralidade no défice orçamental.
3 dezembro 2009/Notícias
Devido aos efeitos da crise global despoletada em Setembro de 2008, com o colapso de algumas instituições financeiras nos Estados Unidos da América e que depois se propagou pela Europa, Ásia e não só, a economia da África subsahariana registou uma desaceleração de 5,5 porcento em 2008 e com projecções de uma taxa de crescimento de apenas 1,1 porcento até ao final deste ano.
Não obstante a crise financeira mostrar sinais de abrandamento, o Banco Mundial entende que os seus efeitos ainda podem persistir por muito tempo e em moldes imprevisíveis nas economias africanas e pelo mundo fora.
O Banco Mundial considera que Moçambique tem estado, regra geral, bem em 2009, muito embora admita que o impacto da crise financeira é evidente. Nos últimos dois anos, o país viu alguns dos seus projectos de desenvolvimento como os das Areias Pesadas de Chibuto, Fundição de ferro e aço de Boane, entre outros, adiados ou cancelados devido à repentina exiguidade de fluxos de capitais privados internacionais. Ao mesmo tempo assistiu-se a uma redução na capacidade produtiva em certos sectores de exportação, em consequência da redução da procura de certos produtos nos mercados internacionais, repercutindo-se na redução da mão-de-obra em indústrias como a Mozal e suas subcontratadas.
O Ministro das Finanças, Manuel Chang, considera que as medidas tomadas pelo Governo resultaram do entendimento de que mesmo que esta crise revista uma faceta conjuntural – no sentido de que com o esforço concertado da comunidade internacional seria debelada a médio prazo – elas revelam um grande elemento estrutural, porquanto a evolução dos preços futuros das importações e exportações depende da evolução da economia mundial, guiada pelo desempenho das economias emergentes.
Ciente de que o sucesso do engajamento no mercado internacional reside no segredo da absorção de novas tecnologias e afectação eficiente de recursos, Moçambique alinhou as suas estratégias em torno dos objectivos de médio prazo. Destacam-se entre elas, a prossecução de um crescimento económico em torno dos sete porcento ao ano, com vista a se dar continuidade à redução efectiva da incidência da pobreza absoluta de 54 porcento em 2003 a 45 porcento até ao final deste ano.
Perante o limitado espaço fiscal e tendo em vista o objectivo da sustentabilidade orçamental, a implementação destas medidas foi acompanhada pela adopção de medidas estritas de contenção da despesa e de reorientação de recursos no Orçamento do Estado, para se assegurar a neutralidade no défice orçamental.
Relações comerciais entre o Brasil e os países africanos de língua portuguesa ainda é incipiente
Fortaleza, Brasil, 3 dezembro 2009 - O aumento do comércio entre o Brasil e os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) depende de "uma grande articulação entre governos e iniciativa privada", afirmou quarta-feira em Fortaleza o consultor internacional Altair Maia.
"O comércio entre o Brasil e África ainda é incipiente e precisa ser trabalhado", disse, para acrescentar que os países africanos importam cerca de 500 mil milhões de dólares, dos quais menos de 10 mil milhões de dólares do Brasil.
"É menos de 2 por cento", afirmou Maia, economista e especialista em questões africanas, à margem do II Encontro de Portos da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que decorre até hoje, em Fortaleza, no Estado brasileiro do Ceará.
Para o consultor, há um bom potencial de negócios na costa ocidental africana, mas o crescimento do intercâmbio comercial depende de estratégias eficientes.
"Não se trata de criar uma linha marítima directa, mas de estudar as linhas existentes e criar condições para uma escala em África. Todo o navio que sai do Brasil desvia da África, quando o mais viável e económico seria oferecer incentivos aos armadores para escalas em portos africanos", afirmou.
A ideia de uma acção conjunta do governo, exportadores e armadores, segundo sugere, contemplaria a selecção de portos brasileiros como concentradores de mercadorias, assegurando volume, regularidade e agilidade no transporte marítimo.
O Brasil dispõe de 37 portos públicos, 42 terminais privativos e três complexos portuários que movimentam cerca de 700 milhões de toneladas de mercadorias por ano, respondendo por mais de 90 por cento das exportações, conforme dados disponibilizados pela organização do evento.
O II Encontro de Portos, evento técnico realizado pela Secretaria Especial de Portos da Presidência da República do Brasil e pelos portos da CPLP, inclui reuniões de trabalho, palestras e exposições e reúne dirigentes empresariais dos países de língua portuguesa como Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal.
A primeira edição do Encontro de Portos da CPLP realizou-se em Setembro de 2008, na cidade de Leixões, em Portugal. (macauhub)
"O comércio entre o Brasil e África ainda é incipiente e precisa ser trabalhado", disse, para acrescentar que os países africanos importam cerca de 500 mil milhões de dólares, dos quais menos de 10 mil milhões de dólares do Brasil.
"É menos de 2 por cento", afirmou Maia, economista e especialista em questões africanas, à margem do II Encontro de Portos da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que decorre até hoje, em Fortaleza, no Estado brasileiro do Ceará.
Para o consultor, há um bom potencial de negócios na costa ocidental africana, mas o crescimento do intercâmbio comercial depende de estratégias eficientes.
"Não se trata de criar uma linha marítima directa, mas de estudar as linhas existentes e criar condições para uma escala em África. Todo o navio que sai do Brasil desvia da África, quando o mais viável e económico seria oferecer incentivos aos armadores para escalas em portos africanos", afirmou.
A ideia de uma acção conjunta do governo, exportadores e armadores, segundo sugere, contemplaria a selecção de portos brasileiros como concentradores de mercadorias, assegurando volume, regularidade e agilidade no transporte marítimo.
O Brasil dispõe de 37 portos públicos, 42 terminais privativos e três complexos portuários que movimentam cerca de 700 milhões de toneladas de mercadorias por ano, respondendo por mais de 90 por cento das exportações, conforme dados disponibilizados pela organização do evento.
O II Encontro de Portos, evento técnico realizado pela Secretaria Especial de Portos da Presidência da República do Brasil e pelos portos da CPLP, inclui reuniões de trabalho, palestras e exposições e reúne dirigentes empresariais dos países de língua portuguesa como Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal.
A primeira edição do Encontro de Portos da CPLP realizou-se em Setembro de 2008, na cidade de Leixões, em Portugal. (macauhub)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Bolivia/Evo ganará en primera vuelta aseguran encuestadoras
Agencia Bolivariana de Noticias (ABN) http://www.abn.info.ve
La Paz, 2 diciembre 2009 (ABN) - En las recientes encuestas realizadas antes del cierre de campaña de los candidatos a la presidencia de Bolivia, evidenciaron que el actual presidente, Evo Morales, consolidará su victoria y no habrá segunda vuelta.
Los Equipos Mori para el Grupo Líder y la red Uno de Bolivia muestra que el presidente Evo Morales consolidará su victoria en las elecciones generales del 6 de diciembre.
El Presidente aparece como favorito en la intención de voto con 52,6 por ciento de los consultados a su favor y lleva una ventaja de 31,5 puntos al respecto de Manfred Reyes Villa, candidato por el Plan Progreso para Bolivia-Convergencia Nacional (PPB-CN), que si bien creció cuatro puntos en relación con la segunda encuesta de Mori, se queda en segundo lugar con un 21 por ciento.
Mori realizó su sondeo a 2.038 personas en 50 localidades del país, incluyendo las nueve ciudades capitales y la ciudad de El Alto.
La distribución poblacional se hizo de acuerdo con las proporciones del padrón biométrico entregadas por el Órgano Electoral Plurinacional (OEP).
El binomio del Movimiento al Socialismo (MAS) se impone en seis de los nueve departamentos y tiene más apoyo en Oruro (71,1%) y La Paz (70,6), mientras en Potosí recibe un 60,4% de respaldo.
La dupla Reyes Villa-Leopoldo Fernández tiene una mayor intención de voto en Santa Cruz, Pando y Beni, aunque no supera el 50 por ciento en ninguna de esas regiones, consideradas como los bastiones opositores.
El movimiento político liderado por el presidente Evo trabajó en una intensa agenda de encuentros y alianzas en los departamentos de la llamada “media luna”, para lograr más apoyo que en anteriores procesos electores.
El resultado de esa labor, según muestra la encuesta, fue la posición del MAS como la primera fuerza política en esa región.
Ésta es la tercera y última encuesta que presenta Equipos Mori, y los analistas políticos dicen que ésta es la fotografía más próxima a las elecciones generales que se realizarán el domingo.
Los resultados muestran que el presidente Morales registra un crecimiento de seis puntos en dos meses. En la primera encuesta, del 5 de octubre, obtuvo el 47 por ciento de la preferencia electoral.
Reyes Villa, en cambio, logró cinco puntos de avance. Hace dos meses comenzó con el 16 por ciento de la intención de voto y ahora se queda solamente con el 21,1 por ciento.
Samuel Doria Medina, de Unidad Nacional (UN), es el líder que menos creció de la terna de candidatos principales.
En octubre tenía a ocho de cada 100 entrevistados a su favor y dos meses después creció 1,4 por ciento. De hecho, el cementero no lograría su marca nacional de 13 por ciento alcanzado en los comicios de 2005.
Estos resultados descartan totalmente una segunda vuelta como promueven Reyes Villa y Doria Medina, porque ambos están a 30 puntos de alcanzar a Morales; para que exista ballotage, la segunda fuerza debe guardar una distancia de 10 puntos con la primera fuerza política, precisó una nota el diario boliviano La Prensa.
--------------------------------------------------------------
Este domingo votarán 5,6 millones de bolivianos
Agencia Bolivariana de Noticias (ABN) http://www.abn.info.ve
La Paz, 2 diciembre 2009 (ABN) - Este domingo 6 de diciembre, 5.138.583 ciudadanos bolivianos podrán emitir su voto con base en el nuevo padrón biométrico, tanto en Bolivia como en los cuatro países del exterior habilitados para este proceso.
La cifra es resultado de la depuración del registro electoral elaborado por la Corte Nacional Electoral (CNE).
La CNE habilitó para este proceso comicial a los 400.671 electores que había observado, por lo que la cifra del padrón se mantiene con el reporte que el organismo electoral entregó el 23 de noviembre, es decir, 5.138.583 habilitados.
Según la CNE, 50.807 personas fueron depuradas del registro inicial de 5.193.139 y 3.749 inhabilitadas para votar.
En total, en Bolivia se habilitaron 4.969.487 ciudadanos y en los cuatro países del exterior (Argentina, Brasil, España y Estados Unidos) votarán 169.096 residentes bolivianos, publicó una nota el diario boliviano La Razón.
Lea también:
Evo Morales encabezará cierre de campaña del MAS en Santa Cruz este miércoles
Habilitación de miles de bolivianos para votar 'bonifica la salud de la democracia'
Evo Morales crece en las encuestas frente a una oposición fragmentada
La Paz, 2 diciembre 2009 (ABN) - En las recientes encuestas realizadas antes del cierre de campaña de los candidatos a la presidencia de Bolivia, evidenciaron que el actual presidente, Evo Morales, consolidará su victoria y no habrá segunda vuelta.
Los Equipos Mori para el Grupo Líder y la red Uno de Bolivia muestra que el presidente Evo Morales consolidará su victoria en las elecciones generales del 6 de diciembre.
El Presidente aparece como favorito en la intención de voto con 52,6 por ciento de los consultados a su favor y lleva una ventaja de 31,5 puntos al respecto de Manfred Reyes Villa, candidato por el Plan Progreso para Bolivia-Convergencia Nacional (PPB-CN), que si bien creció cuatro puntos en relación con la segunda encuesta de Mori, se queda en segundo lugar con un 21 por ciento.
Mori realizó su sondeo a 2.038 personas en 50 localidades del país, incluyendo las nueve ciudades capitales y la ciudad de El Alto.
La distribución poblacional se hizo de acuerdo con las proporciones del padrón biométrico entregadas por el Órgano Electoral Plurinacional (OEP).
El binomio del Movimiento al Socialismo (MAS) se impone en seis de los nueve departamentos y tiene más apoyo en Oruro (71,1%) y La Paz (70,6), mientras en Potosí recibe un 60,4% de respaldo.
La dupla Reyes Villa-Leopoldo Fernández tiene una mayor intención de voto en Santa Cruz, Pando y Beni, aunque no supera el 50 por ciento en ninguna de esas regiones, consideradas como los bastiones opositores.
El movimiento político liderado por el presidente Evo trabajó en una intensa agenda de encuentros y alianzas en los departamentos de la llamada “media luna”, para lograr más apoyo que en anteriores procesos electores.
El resultado de esa labor, según muestra la encuesta, fue la posición del MAS como la primera fuerza política en esa región.
Ésta es la tercera y última encuesta que presenta Equipos Mori, y los analistas políticos dicen que ésta es la fotografía más próxima a las elecciones generales que se realizarán el domingo.
Los resultados muestran que el presidente Morales registra un crecimiento de seis puntos en dos meses. En la primera encuesta, del 5 de octubre, obtuvo el 47 por ciento de la preferencia electoral.
Reyes Villa, en cambio, logró cinco puntos de avance. Hace dos meses comenzó con el 16 por ciento de la intención de voto y ahora se queda solamente con el 21,1 por ciento.
Samuel Doria Medina, de Unidad Nacional (UN), es el líder que menos creció de la terna de candidatos principales.
En octubre tenía a ocho de cada 100 entrevistados a su favor y dos meses después creció 1,4 por ciento. De hecho, el cementero no lograría su marca nacional de 13 por ciento alcanzado en los comicios de 2005.
Estos resultados descartan totalmente una segunda vuelta como promueven Reyes Villa y Doria Medina, porque ambos están a 30 puntos de alcanzar a Morales; para que exista ballotage, la segunda fuerza debe guardar una distancia de 10 puntos con la primera fuerza política, precisó una nota el diario boliviano La Prensa.
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Este domingo votarán 5,6 millones de bolivianos
Agencia Bolivariana de Noticias (ABN) http://www.abn.info.ve
La Paz, 2 diciembre 2009 (ABN) - Este domingo 6 de diciembre, 5.138.583 ciudadanos bolivianos podrán emitir su voto con base en el nuevo padrón biométrico, tanto en Bolivia como en los cuatro países del exterior habilitados para este proceso.
La cifra es resultado de la depuración del registro electoral elaborado por la Corte Nacional Electoral (CNE).
La CNE habilitó para este proceso comicial a los 400.671 electores que había observado, por lo que la cifra del padrón se mantiene con el reporte que el organismo electoral entregó el 23 de noviembre, es decir, 5.138.583 habilitados.
Según la CNE, 50.807 personas fueron depuradas del registro inicial de 5.193.139 y 3.749 inhabilitadas para votar.
En total, en Bolivia se habilitaron 4.969.487 ciudadanos y en los cuatro países del exterior (Argentina, Brasil, España y Estados Unidos) votarán 169.096 residentes bolivianos, publicó una nota el diario boliviano La Razón.
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Habilitación de miles de bolivianos para votar 'bonifica la salud de la democracia'
Evo Morales crece en las encuestas frente a una oposición fragmentada
Argentina protestó por la inclusión de las Malvinas como territorio de la UE
1 diciembre 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net
La guerra de las Malvinas en 1982, no acabó con la disputa de la soberanía de los archipiélagos suramericanos. Actualmente se lleva a cabo una protesta por parte de la comunidad argentina, a través de su mandataria, quien manifestó en la Cumbre de Estoril que la acción ''no altera nuestro derecho sobre las islas''. Además, afirmó que ''obviamente, la ocupación ilegal de las islas Malvinas (por parte del Reino Unido) no es solamente una aseveración argentina''.
La presidenta argentina, Cristina Fernández, protestó tras el cierre de la XIX Cumbre Iberoamericana, por la inclusión de las islas Malvinas en el Tratado de Lisboa, como territorio asociado de la Unión Europea (UE), y que entra en vigor este martes.
Fernández indicó que la acción "ha sido protestada" y "no altera nuestro derecho sobre las islas".
"Obviamente, la ocupación ilegal de las islas Malvinas (por parte del Reino Unido) no es solamente una aseveración argentina", afirmó Fernández en rueda de prensa tras la clausura de la XIX Cumbre Iberoamericana en Estoril.
La incorporación de las Malvinas en el nuevo tratado de la UE, será celebrado en Lisboa con un acto que congregará a varios líderes de la comunidad.
La jefa de Estado llamó a "recordar el derecho internacional" y también que las Naciones Unidas (ONU) han instado a Argentina y al Reino Unido a "sentarse a la mesa de negociaciones, lo que hasta ahora no se ha podido cumplir por la negativa" británica.
El primer ministro portugués, José Socrátes, informó en rueda de prensa que la cumbre de Estoril aprobó un comunicado en base a la problemática de las Malvinas, en el que pide a los gobiernos de Argentina y Gran Bretaña "que retomen, a la brevedad posible, las negociaciones tendentes a encontrar una rápida solución a la disputa de soberanía sobre las islas".
Sócrates dijo que "todos los europeos" están en favor de "la resolución pacífica de los conflictos, la paz y el multilateralismo" por lo que la entrada en vigor del Tratado de Lisboa es "una buena noticia para el mundo".
Un comunicado publicado este martes en Buenos Aires afirma que: "el gobierno argentino reitera su enérgico rechazo a la pretensión de considerar a las Islas Malvinas, Georgias del Sur y Sandwich del Sur y al Sector Antártico argentino como territorios asociados a la Unión Europea".
El canciller argentino, Jorge Taiana, reiteró la protesta de su país por la entrada en vigencia del documento y anunció que "Argentina está reiterando por enésima vez su protesta por la entrada en vigencia hoy (martes) del Tratado de Lisboa", una especie de Constitución de la UE que incluye a las islas Malvinas como parte de su territorio.
En 1833, Reino Unido usurpó las Islas Malvinas, expulsó a la población originaria y prohibió su retorno. La población fue entonces reemplazada por ocupantes de origen británico.
La actitud británica derivó en una guerra por los territorios de las Malvinas, iniciada el 2 de abril de 1982. Los enfrentamientos ocasionaron un saldo de 649 soldados argentinos y 255 británicos muertos.
Tras ser derrotada en el conflicto bélico, la lucha argentina ha estado enmarcada en defender la soberanía sobre estos archipiélagos australes, tomados por la fuerza y dominados desde entonces por Reino Unido. Ese apoderamiento de las islas ha sido ampliamente condenado por Argentina, que los sigue reclamando como parte integral e indivisible de su territorio.
La guerra de las Malvinas en 1982, no acabó con la disputa de la soberanía de los archipiélagos suramericanos. Actualmente se lleva a cabo una protesta por parte de la comunidad argentina, a través de su mandataria, quien manifestó en la Cumbre de Estoril que la acción ''no altera nuestro derecho sobre las islas''. Además, afirmó que ''obviamente, la ocupación ilegal de las islas Malvinas (por parte del Reino Unido) no es solamente una aseveración argentina''.
La presidenta argentina, Cristina Fernández, protestó tras el cierre de la XIX Cumbre Iberoamericana, por la inclusión de las islas Malvinas en el Tratado de Lisboa, como territorio asociado de la Unión Europea (UE), y que entra en vigor este martes.
Fernández indicó que la acción "ha sido protestada" y "no altera nuestro derecho sobre las islas".
"Obviamente, la ocupación ilegal de las islas Malvinas (por parte del Reino Unido) no es solamente una aseveración argentina", afirmó Fernández en rueda de prensa tras la clausura de la XIX Cumbre Iberoamericana en Estoril.
La incorporación de las Malvinas en el nuevo tratado de la UE, será celebrado en Lisboa con un acto que congregará a varios líderes de la comunidad.
La jefa de Estado llamó a "recordar el derecho internacional" y también que las Naciones Unidas (ONU) han instado a Argentina y al Reino Unido a "sentarse a la mesa de negociaciones, lo que hasta ahora no se ha podido cumplir por la negativa" británica.
El primer ministro portugués, José Socrátes, informó en rueda de prensa que la cumbre de Estoril aprobó un comunicado en base a la problemática de las Malvinas, en el que pide a los gobiernos de Argentina y Gran Bretaña "que retomen, a la brevedad posible, las negociaciones tendentes a encontrar una rápida solución a la disputa de soberanía sobre las islas".
Sócrates dijo que "todos los europeos" están en favor de "la resolución pacífica de los conflictos, la paz y el multilateralismo" por lo que la entrada en vigor del Tratado de Lisboa es "una buena noticia para el mundo".
Un comunicado publicado este martes en Buenos Aires afirma que: "el gobierno argentino reitera su enérgico rechazo a la pretensión de considerar a las Islas Malvinas, Georgias del Sur y Sandwich del Sur y al Sector Antártico argentino como territorios asociados a la Unión Europea".
El canciller argentino, Jorge Taiana, reiteró la protesta de su país por la entrada en vigencia del documento y anunció que "Argentina está reiterando por enésima vez su protesta por la entrada en vigencia hoy (martes) del Tratado de Lisboa", una especie de Constitución de la UE que incluye a las islas Malvinas como parte de su territorio.
En 1833, Reino Unido usurpó las Islas Malvinas, expulsó a la población originaria y prohibió su retorno. La población fue entonces reemplazada por ocupantes de origen británico.
La actitud británica derivó en una guerra por los territorios de las Malvinas, iniciada el 2 de abril de 1982. Los enfrentamientos ocasionaron un saldo de 649 soldados argentinos y 255 británicos muertos.
Tras ser derrotada en el conflicto bélico, la lucha argentina ha estado enmarcada en defender la soberanía sobre estos archipiélagos australes, tomados por la fuerza y dominados desde entonces por Reino Unido. Ese apoderamiento de las islas ha sido ampliamente condenado por Argentina, que los sigue reclamando como parte integral e indivisible de su territorio.
Portugal/Líderes de Iberoamérica exigen restitución de Zelaya
1 diciembre 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net
Los países participantes en la edición 19 de la Cumbre Iberoamericana, suscribieron un documento especial en el cual acordaron cuatro puntos: condenar el golpe de Estado en Honduras, piden la restitución de Zelaya en el poder, constatar la elecciones y buscar un acuerdo nacional en la nación centroamericana.
Al no poder alcanzar una posición consensuada en el seno de la XIX Cumbre Iberoaméricana, varios de sus líderes se adhirieron a una iniciativa por parte de la presidencia portuguesa, donde exigen la restitución de Manuel Zelaya como presidente de Honduras, como un paso fundamental para el retorno a un orden democrático en la nación centroamericana.
Aunque en el borrador de la declaración final de la cumbre no se menciona la situación de Honduras, en un comunicado especial los dignatarios asistentes, manifestaron que se debe restituir el Presidente José Manuel Zelaya "en el cargo para el que fue democráticamente elegido hasta completar su período constitucional".
Durante la XIX Cumbre Iberoamericana que se realizó en Estoril (Porugal), los 22 Jefes de Estado y de Gobierno, lograron conciliar su posición de condena al golpe militar en Honduras y abogaron por una pronta salida a la crisis política que vive ese país, desde el pasado 28 de junio.
La condena al golpe de Estado y la restitución de Zelaya, forman parte de cuatros puntos del consenso, a los que se suma, la constatación de las elecciones y la búsqueda de un acuerdo nacional en la nación centroamericana.
El proceso electoral celebrado este domingo, a pesar de contar con un grupo mayoritario de países que buscaba un abierto rechazo, no logró consensuar una posición de condena al respecto.
Mientras tanto, los países miembros de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA), presentes en la cumbre de Portugal, ratificaron su condena a los comicios que se celebraron en Honduras, a los que calificó de nueva "ofensiva neocolonial" de Estados Unidos.
Los países que se agrupan en el ALBA no reconocen las elecciones por ser "ilegales e ilegítimas", ya que éstas fueron "organizadas por una dictadura, que ha sido desconocida por el pueblo hondureño y por la comunidad internacional".
El presidente constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, permanece en la embajada de Brasil en Tegucigalpa desde el pasado mes de septiembre. Desde allí calificó las elecciones como una "mentira" que sólo busca "lavar la cara a un golpe de Estado militar".
El pasado 29 de noviembre, se realizaron las elecciones en Honduras, marcadas por una fuerte abstención, donde destacó la Resistencia de los hondureños que rechazaron que el evento comicial, que además contó con una fuerte represión, desapariciones forzosas y violaciones flagrantes a los derechos humanos.
En el contexto internacional, Brasil, Argentina, Chile, Ecuador, Venezuela y Bolivia lideran el grupo mayoritario de países que repudian el proceso electoral de Honduras, mientras que fueron avalados y reconocidos sus resultados por Panamá, Colombia, Costa Rica, Perú, Estados Unidos e Israel.
Terrorismo contra Cuba también fue condenado
A través de un comunicado especial, los gobernantes de 19 países latinoamericanos, España, Portugal y Andorra respaldaron las gestiones destinadas a lograr la extradición de Posada Carriles, solicitada por Venezuela a Estados Unidos.
La comunidad iberoamericana reafirmó el valor de la extradición como herramienta esencial en la lucha contra el terrorismo, al tiempo que exhortaron a aquellas naciones que han recibido tales solicitudes (como EE.UU) de naciones iberoamericanas que procedan a considerarlas debidamente.
Posada Carriles es el responsable de la colocación de una bomba en una aeronave de Cubana de Aviación en 1976, que causó la muerte a 73 civiles inocentes, y por lo cual aún no sido enjuiciado por actos de terrorismo.
Carriles, un funcionario de la Agencia Central de Inteligencia ( CIA) vive en EE.UU, protegido por las autoridades de ese país.
Los países participantes en la edición 19 de la Cumbre Iberoamericana, suscribieron un documento especial en el cual acordaron cuatro puntos: condenar el golpe de Estado en Honduras, piden la restitución de Zelaya en el poder, constatar la elecciones y buscar un acuerdo nacional en la nación centroamericana.
Al no poder alcanzar una posición consensuada en el seno de la XIX Cumbre Iberoaméricana, varios de sus líderes se adhirieron a una iniciativa por parte de la presidencia portuguesa, donde exigen la restitución de Manuel Zelaya como presidente de Honduras, como un paso fundamental para el retorno a un orden democrático en la nación centroamericana.
Aunque en el borrador de la declaración final de la cumbre no se menciona la situación de Honduras, en un comunicado especial los dignatarios asistentes, manifestaron que se debe restituir el Presidente José Manuel Zelaya "en el cargo para el que fue democráticamente elegido hasta completar su período constitucional".
Durante la XIX Cumbre Iberoamericana que se realizó en Estoril (Porugal), los 22 Jefes de Estado y de Gobierno, lograron conciliar su posición de condena al golpe militar en Honduras y abogaron por una pronta salida a la crisis política que vive ese país, desde el pasado 28 de junio.
La condena al golpe de Estado y la restitución de Zelaya, forman parte de cuatros puntos del consenso, a los que se suma, la constatación de las elecciones y la búsqueda de un acuerdo nacional en la nación centroamericana.
El proceso electoral celebrado este domingo, a pesar de contar con un grupo mayoritario de países que buscaba un abierto rechazo, no logró consensuar una posición de condena al respecto.
Mientras tanto, los países miembros de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA), presentes en la cumbre de Portugal, ratificaron su condena a los comicios que se celebraron en Honduras, a los que calificó de nueva "ofensiva neocolonial" de Estados Unidos.
Los países que se agrupan en el ALBA no reconocen las elecciones por ser "ilegales e ilegítimas", ya que éstas fueron "organizadas por una dictadura, que ha sido desconocida por el pueblo hondureño y por la comunidad internacional".
El presidente constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, permanece en la embajada de Brasil en Tegucigalpa desde el pasado mes de septiembre. Desde allí calificó las elecciones como una "mentira" que sólo busca "lavar la cara a un golpe de Estado militar".
El pasado 29 de noviembre, se realizaron las elecciones en Honduras, marcadas por una fuerte abstención, donde destacó la Resistencia de los hondureños que rechazaron que el evento comicial, que además contó con una fuerte represión, desapariciones forzosas y violaciones flagrantes a los derechos humanos.
En el contexto internacional, Brasil, Argentina, Chile, Ecuador, Venezuela y Bolivia lideran el grupo mayoritario de países que repudian el proceso electoral de Honduras, mientras que fueron avalados y reconocidos sus resultados por Panamá, Colombia, Costa Rica, Perú, Estados Unidos e Israel.
Terrorismo contra Cuba también fue condenado
A través de un comunicado especial, los gobernantes de 19 países latinoamericanos, España, Portugal y Andorra respaldaron las gestiones destinadas a lograr la extradición de Posada Carriles, solicitada por Venezuela a Estados Unidos.
La comunidad iberoamericana reafirmó el valor de la extradición como herramienta esencial en la lucha contra el terrorismo, al tiempo que exhortaron a aquellas naciones que han recibido tales solicitudes (como EE.UU) de naciones iberoamericanas que procedan a considerarlas debidamente.
Posada Carriles es el responsable de la colocación de una bomba en una aeronave de Cubana de Aviación en 1976, que causó la muerte a 73 civiles inocentes, y por lo cual aún no sido enjuiciado por actos de terrorismo.
Carriles, un funcionario de la Agencia Central de Inteligencia ( CIA) vive en EE.UU, protegido por las autoridades de ese país.
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