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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

EUA/115 FATOS QUE FORAM MANIPULADOS OU OMITIDOS NO 11 DE SETEMBRO

15 setembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O professor de teologia estadunidense David Ray Griffin ficoui conhecido internacionalmente por causa de seus livros sobre o ataque de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Para ele, a versão oficial divulgada pelo governo dias depois não passa de uma "teoria da conspiração", reunindo vários fatos que mostram que a comissão designada omitiu diversas informações para fabricar a versão oficial dos ataques.

O conteúdo referido abaixo consta do livro "Omissões e manipulações da Comissão Investigadora". Os números entre parênteses referem-se às páginas da edição americana original do livro.

1 A omissão de provas de que, pelo menos, seis dos supostos sequestradores (incluindo Waled al-Shehri, acusado pela Comissão ter esfaqueado um comissário de bordo no voo UA11 antes do choque do avião com a torre norte do World Trade center) estão atualmente vivos (19-20).

2
 Omissão de evidências sobre Mohamed Atta (como sua pronunciada propensão para a bebida,

segunda-feira, 22 de junho de 2015

CONSPIRAÇÕES*

20 junho 2015, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Começam a surgir documentos que confirmam o que quem conheça o banditismo visceral do imperialismo há muito suspeitava: que, tal como antes a Al-Qaeda, o Isis é uma criação dos serviços secretos imperialistas em conluio com Israel e a Arábia Saudita.

Não se trata de ‘teoria da conspiração’, mas de conspiração confirmada e documentada. O grupo norte-americano Judicial Watch publicou em Maio documentos oficiais dos ministérios dos Estrangeiros e Defesa dos EUA, obtidos após processo judicial. O jornalista Seumas Milne (Guardian, 3.6.15) refere «um relatório secreto dos serviços de informações dos EUA, escrito em Agosto de 2012, que estranhamente prevê – e na prática saúda – a possibilidade dum ‘principado Salafita’ no Leste da Síria e dum Estado Islâmico controlado pela al-Qaeda na Síria e Iraque. Em flagrante contraste com as alegações ocidentais de então, o documento da Defense Intelligence Agency identifica a al-Qaeda no Iraque (que se viria a tornar no ISIS) e os seus correligionários Salafitas como ‘as principais forças que dinamizam a insurreição na Síria’ e declara que ‘os países ocidentais, os estados do Golfo e a Turquia’ apoiam os esforços da oposição para controlar o Leste da Síria». Diz o relatório: «a possibilidade de estabelecimento dum principado Salafita declarado ou