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terça-feira, 6 de novembro de 2007

Grande Marcha bolivariana respalda reforma de Chávez


Vermelho/5 novembro 2007

Foto: ''Maré vermelha'' se destaca na panorâmica da marcha

“Centenas de milhares” de pessoas, segundo a nada entusiasmada mídia internacional, participaram da Grande Marcha em apoio à reforma constitucional na Venezuela, que percorreu Caracas neste domingo (4). A demonstração de força bolivariana iniciou a campanha para o referendo de 2 de dezembro. Não poderia haver resposta mais contundente aos distúrbios violentos provocados pela minoritária oposição venezuelana, que se opõe à reforma constitucional.
O presidente da república Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez, liderou a mobilização, acompanhado pelo vice-presidente e coordenador do Psuv (Partido Socialista Unificado da Venezuela), Jorgue Rodríguez. Com Chávez à frente, a multidão percorreu as Avenidas Francisco de Miranda, Libertador e México, até chegar à Avenida Bolívar.

Campanha pelo ''Sim e Sim''
Os manifestantes começaram a se concentrar desde as primeiras horas da manhã, a partir de vários centros. Muitos vestiam camisetas, bonés e outros adereços vermelhos, criando o impacto visual da ''maré vermelha'', marca registrada das manifestações bolivarianas.
No seu discurso, Chávez disse que ''o caminho de uma revolução é o caminho das mil batalhas'', mas os bolivarianos têm feito esse processo coincidir ''com o caminho das mil vitórias''. Prometeu também que ''não daremos descanso aos nossos braços''na campanha pelo ''Sim''no referendo.
O presidente pediu o voto ''Sim e Sim'', já que a questão submetida a referendo, prevendo a mudança de 69 dos 350 artigos constitucionais, foi dividida em dois blocos. Disse que é importante ''trabalhar a vitória'' e que ''o grande objetivo é aprovar a reforma constitucional de maneira contundente''.

Discurso duro contra a abstenção
Para Hugo Chávez, a reforma constitucional é um processo ''muito mais definidor que o de 1999'', quando uma assembléia também eleita pelo povo redigiu a Constituição bolivariana. Ao criar as bases legais para a transformação socialista da venezuela, ela ''representa a consolidação do processo bolivariano'', avaliou.
O discurso foi duro em relação à abstenção eleitoral (na venezuela o voto é facultativo). Para Chávez, o não comparecimento ''não pode ocorrer nesta oportunidade''. ''Temos que superar esses números de abstenção que têm se dado em nosso país, inclusive quando a revolução já começava'', agregou. ''Nada nos afastará do caminho revolucionário socialista'', prometeu.
William Lara, ministro da Comunicação e Informação, declarou à Agência Prensa Latina que a marcha ''é uma demonstração de civismo e vontade democrática''. Também chamou a população a participar em massa, civicamente, na consulta às urnas de 2 de dezembro.

Pesquisa aponta vitória folgada
Esta foi a segunda manifestação bolivariana desde o início da campanha do referendo. Na noite de sexta-feira, assim que o processo foi declarado aberto pelo CNE (Conselho Nacional Eleitoral), outra multidão saíu às ruas para fazer campanha pelo ''Sim''.
De acordo com uma pesquisa de opinião do Instituto Datanalisis, o ''Sim'' deverá alcançar 62,3% dos votos no referendo daqui a menos de um mês. A aprovação do presidente Chávez sobe a 70% conforme a pesquisa.
O Datanalisis avalia que o ''Não'' só teria chances caso toda a oposição participasse, e ainda assim dependendo de uma alta abstenção. A oposição, porém, além de enfraquecida dividiu-se: uma ala prega o ''Não'' no referendo, a outra indica a abstenção, tradicionalmente elevada na Venezuela.

Conteúdo da reforma é socializante
A reforma enviada pelo Executivo inicialmente modificava 33 artigos da Constituição de 1999, mas este número passou para 69 devido a emendas feitas na Assembléia Nacional (Parlamento). O conteúdo socializante é visto pela oposição como a implentação de um ''regime cubano''.
As mudanças incluem a redução da jornada de trabalho para seis horas diárias, a proibição do latifúndio e do monopólio, a prevalência da propriedade social sobre a privada, a mudança do nome do Exército para Força Bolivariana e Antiimperialista, a institucionalização das missões sociais, o fim da autonomia do Banco Central, uma nova divisão administrativa do país. Compreendem ainda o aumento do mandato presidencial de seis para sete anos e a possibilidade de reeleição indefinida – ponto que concentra as críticas da mídia dominante internacional, ainda que Chávez, eleito em dezembro do ano passado, já disponha de um mandato que vai até 2013. (Da redação, com agências)

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Venezuela/A revolução em números

Jornal Avante! (Portugal)/4 outubro 2007

As classes dominantes, de tão intranquila que têm a consciência, andam constantemente de sobressalto em sobressalto. Em 1848 um fantasma – já sabemos qual – rondou a Europa e não dá sinais de desaparecer. Hoje, parece ser um novo fantasma que ronda o mundo, tal a guerra mediática que desencadearam contra Hugo Chávez, hoje o alvo da grande maioria das manipulações dos média de todo o planeta. Que estará a fazer de tão perigoso este mestiço que merece tanta atenção do poder imperial com sede em Washington e sucursais um pouco por todo o lado?
Por paradoxal que pareça a frase, Hugo Chávez está a endireitar a Venezuela. Está a restituir às grandes maiorias empobrecidas do país o poder e os direitos que lhe foram negados desde o dia inicial da Conquista. Ainda não tem uma década no poder, mas são já muitas as mudanças verificadas e num só artigo é impensável pretender fazer sequer um balanço das medidas lançadas para a dignificação das grandes maiorias que viviam – e ainda vivem – nos bairros de lata – «ranchos» é como lhes chamam – de todo o país.
Vejamos só o que se está a passar actualmente no campo da saúde, onde se tornou emblemática a Missão Bairro Adentro que – graças à solidariedade da Revolução Cubana – leva a assistência sanitária onde ela nunca tinha chegado e já prestou, num só ano, mais de 15 milhões de consultas médicas. Neste momento, o governo bolivariano está a investir mais de 430 milhões de euros na recuperação de 54 hospitais. Essa foi a revelação feita, há poucos dias, no Hotel Alba Caracas – era operado até há pouco pela transnacional Hilton – no âmbito de uma reunião sobre a Missão Milagro, outro programa de saúde fruto da cooperação Venezuela-Cuba, que já realizou 500 mil cirurgias oftalmológicas em toda a América Latina: 300 mil em Venezuela e 200 mil em Cuba. A propósito, a população de Vila Real de Santo António sabe perfeitamente do que estamos a escrever...
No momento em que redigimos esta nota, segunda quinzena de Setembro, Hugo Chávez acaba de inaugurar um conjunto de unidades de hemodiálise. Em Trujilho, no Ocidente do país, pôs em funcionamento 18 rins artificiais de tecnologia japonesa. Este serviço é capaz de realizar 54 diálises diárias para um total de 1286/mês. Isto significa superar em mil por cento a capacidade actualmente instalada. Em simultâneo, em Maracaibo, segunda cidade mais importante do país, e em Cidade Ojeda foi inaugurado um total de 40 unidades do mesmo tipo. Em Barinas, zona ganadeira por excelência, entraram em operação outros 20 rins artificiais. No outro extremo do país, em Nova Esparta, entraram em funcionamento 119 máquinas. Em resumo, num só dia, abriram as portas várias unidades de diálises, com um total de 119 rins artificiais, capazes atenderem cerca de 30% dos doentes renais do país. Para 2008, a meta é chegar aos 80%. Quando se partiu praticamente de zero, não está nada mal... Mas se isto é importante, não o é menos que esta decisão implica também grandes poupanças para o país. Até à data, cada kit para o tratamento do pacientes renais tinha o custo aproximado de 76 euros. A partir de agora, esse valor baixa para 21. Numa projecção a nove anos, a poupança é de perto de 1100 milhões de euros.

Baixa o desemprego
Na sequência de 15 semestres de crescimento económico sem precedentes e sem interrupções, é natural que a situação geral do país melhore. Em Agosto, a taxa de desemprego desceu para 8,6% – é necessário colocar estes números no contexto latino americano – o que significa pouco mais de um milhão de desempregados, mas igualmente uma queda de 1,9 pontos em relação ao mesmo período do ano passado. Mais importante ainda é que num país onde a economia informal tem um peso importante, boa parte dos que conseguiram trabalho fizeram-no no sector formal da economia.
Uma das grandes batalhas políticas em curso é a reforma constitucional. Uma vez mais, da oposição saem evidências da sua inesgotável capacidade de interpretar erradamente a realidade social do país. Os que se opuseram radicalmente à Constituição de 1999, defendem-na agora com unhas e dentes... porque a reforma aprofunda o seu conteúdo social.
Este assunto merece uma nota mais desenvolvida para a próxima ocasião, mas como aperitivo saiba-se que para uns ela «é comunismo puro» e para outros... a entrega do país ao capital estrangeiro!!!

http://www.avante.pt/noticia.asp?id=21606&area=11

sábado, 29 de setembro de 2007

Reina la tranquilidad en Ecuador a pocas horas de elecciones de asamblea constituyente

Quito, Ecuador, 29 septiembre 2007 (ABN) - A menos de 24 horas del inicio de los comicios para elegir los 130 delegados de la Asamblea Constituyente, en Ecuador reina este sábado un ambiente de paz y de preparación para las votaciones.

El presidente del Tribunal Supremo Electoral (TSE), Jorge Acosta, hizo un llamado a los nueve millones 371 mil 455 electores a acudir mañana a las urnas para escoger a sus representantes pensando en el futuro de sus hijos y nietos, reportó la agencia de noticias Prensa Latina (PL).

Puntualizó que los representantes a designar este domingo elaborarán una nueva Constitución que cohesione a la nación y le permita transitar hacia un nuevo proceso político-económico.

El titular del TSE destacó que durante los 45 días de campaña ese ente ofreció igualdad de oportunidades para los más de tres mil candidatos y respetará la voluntad de los ciudadanos que expresen en las urnas.

Las encuestas, cuya resultados están prohibidos difundirse, ratifican la victoria en las elecciones de los candidatos del movimiento oficialista Alianza País, que obtendría entre 60 y 70 escaños en la Constituyente.

Una mayoría de las personas consultadas se inclina por votar por Alianza País u otra agrupación que no respalde la remoción del presidente del país, Rafael Correa, quien pondrá su cargo a disposición de la Asamblea.

En este contexto, las Fuerzas Armadas concluyen este sábado la distribución del material electoral en las 8 mil 467 juntas receptoras del voto de la provincia de Pichincha.

Esta tarea se inició a nivel nacional el 22 de septiembre pasado. Repartieron primero las urnas y boletas en las provincias de la Amazonía, posteriormente en el sur y norte del país y después en las regiones de la Costa y la Sierra.

Los comicios contarán con la presencia de unos 200 observadores de la Organización de Estados Americanos (OEA) y de la Unión Europea, así como más de mil veedores de la organización nacional Participación Ciudadana.

Esta última agrupación realizará un conteo rápido de los votos, con miras a ofrecer los resultados extraoficiales una vez cerrados los colegios electorales a las 17:00 hora local.

Lea también:
Partidos y movimientos no presentaron propuestas para la nueva Constitución de Ecuador

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Venezuela reforzará campaña internacional de difusión sobre la reforma

Caracas, 13 septiembre 2007 (ABN) - A partir de este sábado comenzará a desarrollarse y reforzarse el trabajo de difusión del contenido de la propuesta de reforma constitucional en el exterior, con el envío de delegaciones venezolanas a países de Latinoamérica, como los del Mercado Común del Sur (Mercosur), Uruguay, Paraguay, Chile y Bolivia.

También se tiene previsto representantes para Europa, cuya agenda de actividades se iniciará en España, Francia, Alemania y Suiza.

Así lo informó este jueves el presidente de la Comisión de Participación Ciudadana de la Asamblea Nacional (AN), Darío Vivas, desde el Palacio Federal Legislativo.

Vivas también detalló parte de la agenda nacional de difusión del proyecto de reforma constitucional, que se efectúa en todo el territorio venezolano.

Explicó que el miércoles próximo se dirigirán al estado Bolívar, Ciudad Bolívar para efectuar un encuentro con la vocería de esta entidad, y lo mismo harán en Delta Amacuro.

Refirió que este sábado van a reunirse a debatir con las comunidades de residentes de Venezuela de países latinoamericanos y del Caribe.

«Van a ser recibidos por el Parlamento Latinoamericano, Parlamento Andino, Comisión de Política Exterior de la AN, Comisión Mixta, porque a partir de allí vamos a comenzar a desarrollar todo el trabajo de difusión del contenido de la propuesta del presidente de la República, Hugo Chávez Frías, a la comunidades residentes en el país, así como acompañar el plan para las del ámbito internacional», precisó Vivas.

Acotó que el martes de reunirá nuevamente la Comisión Mixta para oír otros planteamientos de diversos sectores e igualmente está en la agenda la posibilidad de que Aristóbulo Istúriz y Eleazar Díaz Rangel, entre otros, visiten esta instancia legislativa para exponer su punto de vista sobre la reforma.

«La idea es seguir profundizando el trabajo de difusión del contenido de la reforma y con esta presencia de la AN en distintas regiones del país, estamos abriendo otro espacio, no sólo para seguir propagando la materia, con los facilitadores, voluntariado y comités de defensa que se han constituido en el Estado», aseveró.

«Estamos llegando a todos los rincones con la idea de que todos conozcan la reforma y hayan espacios en las cuales puedan oír y participar en el debate, de manera que al momento en que se convoque al referéndum, ya todo el pueblo esté al tanto de este contenido», recalcó.

Destacó que en los 99 circuitos electorales del país hay siempre un diputado con un grupo de compatriotas haciendo esta consulta pública, al igual que en todos los estados, en los bloques estadales y en las reuniones sectoriales y regionales que viene desarrollando la AN, junto con los grupos sociales organizados, así como con los batallones socialistas, el Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), entre otros.

«Aproximadamente más de 75% el pueblo venezolano tiene conocimiento de lo que se debate y tiene en su poder la propuesta del Presidente», afirmó Vivas.

Sobre la aceptación de la propuesta de la reelección presidencial, Vivas subrayó que en los debates realizados y en las jornada de parlamentarismo de calle se ha dado un apoyo mayoritario a esta idea.

«La gente entiende que hay que dar una continuidad a este proceso de cambios y hay un líder fundamental que está impulsado este proceso, es decir, la gente la ve positivamente que esto se pueda aprobar», puntualizó.

Aclaró que la propuesta no implica que el Presidente intente perpetuarse en el poder, sino que la gente entienda que tiene la opción de que el Jefe de Estado pueda ser su candidato a ser reelegido, así como se puedan postular otros candidatos y el pueblo, en definitiva, tomará la decisión de quién se quedaría en el poder.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=103148&lee=Array[0]

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Venezuela presenta proyecto de Reforma Constitucional a la OEA

Caracas, 6 septiembre (ABN) - El viceministro de Relaciones Exteriores para América del Norte y Asuntos Multilaterales, Jorge Valero, será orador de orden en la sesión especial que realizará este jueves el Consejo Permanente de la Organización de Estados Americanos (OEA), dedicada al Proyecto de Reforma Constitucional de Venezuela.

De acuerdo con nota de prensa de la Cancillería venezolana, emitida este miércoles, la intervención de Valero en esta ceremonia está pautada para las 11:00 de la mañana de este jueves.

La misma forma parte del plan comunicacional diseñado por el Ministerio del Poder Popular para Relaciones Exteriores, con el fin de exponer en los distintos foros internacionales, así como en el resto del mundo, la verdad y el alcance de la reforma constitucional que el presidente de la República, Hugo Chávez Frías, ha sometido a consideración de los venezolanos.

El pasado 24 de agosto, el canciller venezolano, Nicolás Maduro, llamó a quienes dirigen la campaña internacional contra la reforma constitucional a dejar los ataques, debido a que en Venezuela se está llevando a cabo una discusión abierta y transparente, la cual es seguida por «los pueblos del mundo que están interesados en conocer la verdad sobre la propuesta presidencial».

Asimismo, Maduro indicó que han realizado talleres donde participaron miembros de la Comisión Presidencial de la Reforma, con el fin de presentarle y explicarle a los embajadores de países acreditados en el país y a los representantes diplomáticos venezolanos lo estipulado en el Proyecto de Reforma Constitucional.

En este sentido, el lunes 27 agosto el canciller presentó el Plan de Consulta Internacional de Reforma Constitucional ante la Asamblea Nacional (AN).

Al salir de una reunión con los parlamentarios de la Asamblea Nacional, Maduro anunció que ambos despachos se encargarán de divulgar el Proyecto de Reforma Constitucional en el ámbito internacional.

Señaló que la comisión que ejecutará el Plan de Consulta Internacional de Reforma Constitucional estará conformada por diputados del Parlamento Andino, del Parlamento Indígena y del Mercado Común del Sur (Mercosur).

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Canciller inicia campaña para explicar alcances de reforma constitucional

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Inicia Venezuela ofensiva internacional informativa sobre reforma

Caracas, 27 Agosto (PL) Venezuela anunció hoy una ofensiva internacional para dar a conocer el alcance de un proyecto de reforma constitucional que el canciller Nicolás Maduro indicó busca un nuevo modelo social.


En declaraciones a reporteros al concluir una reunión con diputados venezolanos a diversos parlamentos regionales e internacionales, Maduro explicó que se creó una comisión para unificar el trabajo de difusión en el exterior.


Indicó que participan de la iniciativa diputados a los parlamentos Latinoamericano, Andino, Amazónico e Indígena, entre otros, para elaborar un plan que consta de visitas de "para llevar la verdad de la reforma".


Maduro apuntó que existe la posibilidad que vengan a Venezuela representantes de diversos sectores sociales y políticos de otros países a familiarizarse con el proyecto.


Apuntó que los cambios previstos, que serán puestos a consideración de la población mediante un referendo constitucional, buscan crear un nuevo modelo social con mayor atención a los excluidos.


Políticamente, dijo, la reforma permitirá la construcción a un nivel superior del desarrollo de la libertad, la participación, el poder del pueblo y el ejercicio de una democracia distinta a la democracia representativa.


Precisó que la ofensiva se hace necesaria ante una campaña permanente contra el presidente Hugo Chávez y Venezuela, particularmente la propuesta de establecer la posibilidad de reelección presidencial continua, presentada como dictatorial.


Recordó que de los 27 miembros de la Unión Europea, 17 tienen establecida la posibilidad de reelección continua no limitada y muchos de ellos con regímenes parlamentarios de elección indirecta, a diferencia de Venezuela donde se vota directamente.


http://www.prensalatina.com.mx/article.asp?ID={A979A691-83AF-4B66-90FB-89A759006F72}