Ana Luiza Zenker* /Agência Brasil
Brasília, 20 fevereiro 2008 - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou hoje (20), durante a abertura da 2ª Reunião de Ministros das Relações Exteriores da América do Sul e dos Países Árabes (Aspa), que o encontro "marca a consolidação definitiva da aproximação entre os países árabes e sul-americanos, tão estimada pelo presidente Lula [Luiz Inácio Lula da Silva]".
Ao explicar o porquê da reunião, Amorim disse que "se trata de romper as barreiras psicológicas que dividem as regiões, e que pode ser o interesse de alguns países desenvolvidos mantê-las para que a relação se dê a partir da visão dos mais ricos", mas indicou que o encontro "rompe definitivamente essa barreira".
O chanceler brasileiro disse que "a paz é o objetivo principal" e concordou com o príncipe e ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, Saud Al-Faisal, de que "a pobreza é onde germina o terrorismo".
Amorim destacou ainda a importância da relação bilateral entre Brasil e Argentina, um dia antes da visita oficial que o presidente Lula fará à presidente argentina, Cristina Kirchner, ao assegurar que para o Brasil a relação com o país vizinho "é a mais estratégica de nossas relações".
Durante o encontro, os dois presidentes abordarão assuntos bilaterais. No sábado (23) pela manhã, o presidente da Bolívia, Evo Morales, se somará a seus colegas em um café da manhã de trabalho que terá foco na questão energética.
Amorim também destacou a "abertura de linhas aéreas" para aprofundar os laços comerciais e fez um convite para aumentar a cooperação na área de ciência e tecnologia, porque "não é possível que sempre nosso desenvolvimento tecnológico seja dependente do que vem dos Estados Unidos e da Europa".
Amanhã (21) será realizada a segunda sessão plenária da reunião quando será divulgada a Declaração de Buenos Aires.
*Com informações da Agência Telam.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/20/materia.2008-02-
20.1675457215/view
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Chanceleres da América do Sul e dos países árabes se reúnem na Argentina
Agência Brasil
Brasília, 20 fevereiro 2008 - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, participa em Buenos Aires, hoje (20) e amanhã (21), da 2ª Reunião de Ministros das Relações Exteriores da América do Sul e dos Países Árabes (Aspa).
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a reunião é um marco para o seguimento e a implementação das decisões tomadas na 1ª Cúpula Aspa, realizada no Brasil em maio de 2005.
Os ministros devem avaliar as atividades desenvolvidas em cumprimento à Declaração de Brasília. Serão também discutidos temas a serem abordados na 2ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Aspa, a realizar-se em Doha, no Catar.
A criação da Aspa é um marco institucional para a ampliação dos vínculos entre a América do Sul e os países árabes nos campos cultural, econômico, comercial, ambiental, científico-tecnológico e de desenvolvimento e social.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/20/materia.2008-02-20.3872223044/view
Leia mais:
Amorim discute retomada de acordo de livre comércio entre Mercosul e países árabes
Seis vôos semanais ligarão o Brasil aos países árabes em outubro
Miguel Jorge representa o Brasil em Reunião de Ministros Árabes e Sul-Americanos de Economia
Cooperação árabe-sul-americana vai além do comércio, explica diplomata
Negócios entre Brasil e árabes têm muito a crescer, avalia Câmara de Comércio
Agronegócio lidera a pauta de exportações do Brasil com os países árabes
Brasília, 20 fevereiro 2008 - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, participa em Buenos Aires, hoje (20) e amanhã (21), da 2ª Reunião de Ministros das Relações Exteriores da América do Sul e dos Países Árabes (Aspa).
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a reunião é um marco para o seguimento e a implementação das decisões tomadas na 1ª Cúpula Aspa, realizada no Brasil em maio de 2005.
Os ministros devem avaliar as atividades desenvolvidas em cumprimento à Declaração de Brasília. Serão também discutidos temas a serem abordados na 2ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Aspa, a realizar-se em Doha, no Catar.
A criação da Aspa é um marco institucional para a ampliação dos vínculos entre a América do Sul e os países árabes nos campos cultural, econômico, comercial, ambiental, científico-tecnológico e de desenvolvimento e social.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/20/materia.2008-02-20.3872223044/view
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sexta-feira, 20 de julho de 2007
Bolivia plantea un relacionamiento cercano con países árabes y no sólo con EEUU y Europa
Representantes de 19 países árabes y todos los suramericanos se inauguró la IV Reunión de Altos Funcionarios de ambas regiones.
Santa Cruz, 19 Julio (ABI) - El Gobierno boliviano planteó un relacionamiento cercano entre las regiones sudamericanas y árabes porque existen intereses comunes, en oportunidad de la inauguración de la IV Reunión de Altos Funcionarios de Países Árabes y Suramericanos."
Siempre hay ventajas cuando uno conoce a los diferentes países, uno no debe cerrarse en su propio pequeño mundo, sino tiene que abrirse al mundo, y el mundo es muy diferente, no es sólo lo que conocemos, a veces pensamos que el mundo es Estados Unidos, Europa y nosotros", afirmó el vicecanciller boliviano, Hugo Fernández.
Dijo que los países árabes son muy importantes en el mundo, pues culturalmente han contribuido mucho a la historia de la humanidad, "fueron los que entre otras cosas inventaron la escritura y el papel".
"Concretamente, en este tiempo a nosotros (Bolivia) nos interesa porque los países árabes son los que tienen las mayores reservas de petróleo en el mundo y naturalmente conocen tecnología, tienen modelos de explotación petrolera que no es solamente la explotación de las empresas transnacionales. Todo eso nos interesa", explicó Fernández.
Añadió que con este tipo de encuentros se busca precisamente un acercamiento con esa región del mundo y viceversa.
"Se ha hablado mucho de libre comercio y se piensa que el libre comercio es sólo con Estado Unidos, sino que tiene que ser libre comercio para todos los países del mundo, de modo que haya esquemas de comercio que beneficie mutuamente a las naciones", indicó a la ABI.
Por su parte, el secretario pro témpore de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), Pablo Solón (Bolivia), dijo que Unasur debe desarrollar un tejido de sur a sur: entre países árabes y Suramérica, entre Suramérica y países africanos, entre Suramérica y países asiáticos.
"Generalmente las relaciones estaban enfocadas siempre hacia el norte. En el mundo del siglo 21 las relaciones tienen que ser más distribuidas a los largo de las diferentes regiones. Esa es la importancia de esta reunión", aclaró.
Solón informó que con los países que componen la Liga Árabe hay una agenda que toca fundamentalmente dos temas, por eso se llevan a cabo dos reuniones simultáneamente en Santa Cruz: Una del Comité de Cultura y otra de un Comité de Ciencia y Tecnología.
"Se han escogido estas dos áreas para empezar a construir la integración suramericana y árabe", destacó.
Apuntó además que la perspectiva de este encuentro es preparar lo que se va a resolver en la reunión de cancilleres de ambas regiones, en Buenos Aires, en noviembre próximo.
En esta ocasión asisten 19 delegaciones de los 22 países árabes. La no presencia de los tres restantes se atribuye a problemas técnicos. En cambio están los representantes todos los países de Suramérica.
Además de viceministros, embajadores, de los distintos países participantes, asisten directores de un área específica.
http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto&j=20070719173549
Santa Cruz, 19 Julio (ABI) - El Gobierno boliviano planteó un relacionamiento cercano entre las regiones sudamericanas y árabes porque existen intereses comunes, en oportunidad de la inauguración de la IV Reunión de Altos Funcionarios de Países Árabes y Suramericanos."
Siempre hay ventajas cuando uno conoce a los diferentes países, uno no debe cerrarse en su propio pequeño mundo, sino tiene que abrirse al mundo, y el mundo es muy diferente, no es sólo lo que conocemos, a veces pensamos que el mundo es Estados Unidos, Europa y nosotros", afirmó el vicecanciller boliviano, Hugo Fernández.
Dijo que los países árabes son muy importantes en el mundo, pues culturalmente han contribuido mucho a la historia de la humanidad, "fueron los que entre otras cosas inventaron la escritura y el papel".
"Concretamente, en este tiempo a nosotros (Bolivia) nos interesa porque los países árabes son los que tienen las mayores reservas de petróleo en el mundo y naturalmente conocen tecnología, tienen modelos de explotación petrolera que no es solamente la explotación de las empresas transnacionales. Todo eso nos interesa", explicó Fernández.
Añadió que con este tipo de encuentros se busca precisamente un acercamiento con esa región del mundo y viceversa.
"Se ha hablado mucho de libre comercio y se piensa que el libre comercio es sólo con Estado Unidos, sino que tiene que ser libre comercio para todos los países del mundo, de modo que haya esquemas de comercio que beneficie mutuamente a las naciones", indicó a la ABI.
Por su parte, el secretario pro témpore de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), Pablo Solón (Bolivia), dijo que Unasur debe desarrollar un tejido de sur a sur: entre países árabes y Suramérica, entre Suramérica y países africanos, entre Suramérica y países asiáticos.
"Generalmente las relaciones estaban enfocadas siempre hacia el norte. En el mundo del siglo 21 las relaciones tienen que ser más distribuidas a los largo de las diferentes regiones. Esa es la importancia de esta reunión", aclaró.
Solón informó que con los países que componen la Liga Árabe hay una agenda que toca fundamentalmente dos temas, por eso se llevan a cabo dos reuniones simultáneamente en Santa Cruz: Una del Comité de Cultura y otra de un Comité de Ciencia y Tecnología.
"Se han escogido estas dos áreas para empezar a construir la integración suramericana y árabe", destacó.
Apuntó además que la perspectiva de este encuentro es preparar lo que se va a resolver en la reunión de cancilleres de ambas regiones, en Buenos Aires, en noviembre próximo.
En esta ocasión asisten 19 delegaciones de los 22 países árabes. La no presencia de los tres restantes se atribuye a problemas técnicos. En cambio están los representantes todos los países de Suramérica.
Además de viceministros, embajadores, de los distintos países participantes, asisten directores de un área específica.
http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto&j=20070719173549
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Bolivia/Confirman asistencia de 20 países árabes en encuentro internacional de Santa Cruz
Santa Cruz, 17 Julio (ABI) - Todos los países suramericanos y 20 árabes han confirmado su participación en la IV Reunión de Altos Funcionarios de Países Árabes y Suramericanos que se realizará en la ciudad de Santa Cruz el 19 y 20 de julio, informó este martes la Cancillería.
El Ministerio de Relaciones Exteriores y Cultos informó que el evento se realizará en instalaciones del Hotel Camino Real que busca diseñar mecanismos que permitan consolidar proyectos de cooperación económica y de desarrollo.
El encuentro internacional continuará con el trabajo de elaboración de propuestas bi-regionales para concretar proyectos en relaciones multilaterales, paz y seguridad, cooperación cultural, cooperación económica y comercio internacional, desarrollo sostenible, cooperación en ciencia y tecnología, desarrollo y asuntos sociales.
De acuerdo al informe proporcionado, hasta la fecha se han realizado reuniones ministeriales sobre medio ambiente (Nairobi, febrero 2007), áreas sociales (El Cairo mayo 2007) y economía (Marruecos mayo 2007), de las que se desprendió planes de acción conjunta, transferencia de tecnología, capacitación, proyectos para ser realizados en el futuro entre ambas regiones, y otros.
"El Gobierno, en su nueva visión de la diplomacia de los pueblos, ha decidido llevar adelante un proceso de ampliación y diversificación de las relaciones externas", señala el informe.
De la reunión participarán altos representantes de Mauritania, Emiratos Árabes Unidos, Bahrain, Qmán, Siria, Palestina, Túnez, Yemen, Marruecos, Kuwait, Argelia, Iraq, además de autoridades de todos los países suramericanos.
Durante estos días se mantendrán encuentros bilaterales con representantes de varios de estos países, para preparar una futura visita del presidente, Evo Morales Ayma.
Bolivia iniciará el diálogo para conseguir cooperación económica y técnica en materia energética y de preparación de proyectos en materia cultural.
También se discutirán aspectos preparatorios de la próxima reunión de ministros encargados de recursos hídricos en Arabia Saudita, ocasión en la que Bolivia presentará una propuesta específica en materia de cooperación sobre recursos hídricos con el objetivo de preservar la paz y el bienestar de nuestros pueblos.
http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto&j=20070717221609
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