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domingo, 11 de janeiro de 2015

TERRORISTAS ARMADOS PELA FRANÇA ATACAM PARIS

9 janeiro 2015, Redecastorfoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

7/1/2015, Tony Cartalucci*, Land Destroyer
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Jihadistas da al-Qaeda, armados pelos franceses e aliados,
desfilam alegremente em Raqqa, Síria

A França, parte de uma coalizão comandada pela OTAN, armou, financiou, ajudou e, por esses e outros meios, perpetua, há anos, os terroristas da Al Qaeda, a começar oficialmente na Líbia, com a derrubada do coronel Muammar Gaddafi; e prossegue há anos, até hoje, com a OTAN, que arma e protege e garante apoio aos terroristas da Al-Qaeda inclusive ao chamado “Estado Islâmico” (ISIS/ISIL) em território sírio e ao longo das fronteiras sírias.

No recente ataque em Paris, como no trabalho dos próprios terroristas que a França armou e apoiou no norte da África e no Oriente Médio, o responsável pela violência é o próprio governo francês, culpado de manter apoio material a uma organização terrorista que já assassinou cidadãos franceses, inclusive dois oficiais de Polícia, não apenas em solo francês, mas dentro da própria capital da França.

QUEM SE BENEFICIA COM O ASSASSINATO DE CHARLIE?

9 janeiro 2015, Redecastorfoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

8/1/2015, Pepe Escobar*, Asia Times Online − The Roving Eye
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

SÓ OS INTERESSADOS EM DEMONIZAR O ISLÃ

Revide anti-império. Uma mini-Damasco. Mas a coisa toda fede. Como é possível que os assassinos fossem tão eficientes? E como conseguiram escapar? [Russia insider]

Putin é culpado. Desculpe, mas não foi Putin. Afinal de contas: quem atacou no coração da Europa não foi a Rússia. Foi um comando de estilo pró-jihadi. A quem o crime beneficia? Cui bono?

Planejamento e preparação cuidadosos; Kalashnikovs; foguetes lançadores de granadas; balaclavas; coletes à prova-de-balas estampados com camuflagem de deserto e estofados com revistas velhas; botas de uso do exército; fuga, que parece a cereja do bolo: num Citroen preto. E o toque final no bolo mortal: apoio logístico perfeito, sem falhas para a execução do ataque, em Paris. Um ex-comandante militar francês, Frederic Gallois, chamou atenção para a aplicação perfeita da “técnica de guerrilha urbana” (onde se metem aqueles notórios “especialistas” ocidentais em contraterrorismo, quando se precisa deles?).

Para uns, falavam francês perfeito; para outros, francês arrevesado. Seja como for, o que interessa é que pronunciaram a palavra mágica: “Somos a Al-Qaeda”. Melhor ainda: disseram a um homem na rua: “Diga à mídia que é a Al-Qaeda no Iêmen”, o que significa, na terminologia do terror norte-americano,