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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Moçambique/Paz é resultado da vontade de todos -- afirma Presidente da República

6 de Outubro de 2014, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O presidente da República, Armando Guebuza, disse sábado que a paz que os moçambicanos desfrutam é resultado da vontade aglutinada de todos que hoje e dia após dia continuam empenhados na construção de um país cada vez melhor, mais próspero e mais atractivo para o investimento público e privado, nacional e estrangeiro.

Falando na Praça da Paz, em Maputo, nas cerimónias centrais de celebração dos 22 anos da assinatura dos Acordos Gerais de Paz (AGP), o Chefe do Estado afirmou que a paz conquistada a 4 de Outubro de 1992 não foi obra do acaso mas sim resultado da vontade aglutinada de todos os moçambicanos unidos do Rovuma ao Maputo, do Índico ao Zumbo e no estrangeiro, filhos lídimos da pátria dos que ousaram lutar para trazer a liberdade e a independência.

Segundo Armando Guebuza, interpretando fielmente esta vontade colectiva, a estabilidade política do país ao longo dos dez anos

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Moçambique/Confissões religiosas consideram que Autárquicas foram transparentes

25 novembro 2008/TVM

Diversas confissões religiosas consideram que as eleições Autárquicas realizadas semana passada decorreram de forma transparente.
Estas opiniões foram colhidas pela Televisão de Moçambique em algumas igrejas localizadas na cidade de Maputo.
Foi um sentimento generalizado de algumas igrejas que deram opinião à TVM.
O Reverendo Calvino Mhula da Igreja do Evangelho Completo de Deus em Moçambique disse que a igreja comparticipou na educação eleitoral dos crentes tendo em vista as Autárquias de 2008.
Para Abel Macave, da igreja Metodista Wesleyana de Moçambique, as eleições Autárquicas de 2008 foram melhores que as anteriores.
Macave considera que a maturidade e organização política dos intervenientes ditou a transparência do processo eleitoral.
Eduardo Macaringue da Igreja Católica, Paróquia da Munhuana, considera que as eleições foram transparentes.
Yassin e Juma, da Mesquita Chadulia, em Maputo, são de opinião que as eleições decorreram sem sobressaltos.
As primeiras eleições Autárquicas aconteceram em 1998 e as segundas em 2003.