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sábado, 28 de setembro de 2019

Marcia Tiburi: "Fuera de Brasil, todos ya percibieron que Bolsonaro es un maniático"


23 septiembre 2019, TeleSUR (Venezuela) https://www.telesurtv.net/opinion/Marcia-Tiburi-Fuera-de-Brasil-todos-ya-percibieron-que-Bolsonaro-es-un-maniatico-20190923-0026.html 

Por: Juan Manuel Palomino Domínguez


Entrevista con Marcia Tiburi, filósofa y escritora brasileña exiliada durante la era Bolsonaro.

 

Marcia Tiburi en 2018 fue candidata a gobernadora de Río de Janeiro por el Partido de los Trabajadores (PT).


En mayo de 1933, frente a la Ópera de Berlín en Alemania, aproximadamente cuarenta mil personas aplaudieron la quema de libros de intelectuales contemporáneos como Einstein, Stephen Zweig, Jacob Wassermann y Freud al grito de “¡Contra marxistas, judíos y materialistas!”. Freud, en particular, sería perseguido y acusado de ser un pornógrafo, pedófilo y pervertido, entre otras cosas, a causa de sus teorías sobre psicoanálisis, las cuales eventualmente se convertirían en un pilar fundamental en la estructura del pensamiento occidental moderno.

Meses después de la toma del poder, los nazis invadieron y destruyeron el Instituto de Sexología, donde se realizaban investigaciones para discernir el comportamiento sexual humano. A lo largo de este período, Freud trató de alejarse de las proclamaciones izquierdistas para mantener en funcionamiento el Berliner Psychoanalytisches Institut (BPI), pero los nazis dieron un nuevo giro y pusieron el instituto al servicio de una psicoterapia hitleriana que, curiosamente, tendría como uno de sus defensores más destacados a Carl Jung.

Jean Joseph Goux dice en “Freud y la estructura religiosa del nazismo” que el discurso mesiánico y religioso de Hitler trascendió

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Brasil/AS OCUPAÇÕES E A LUTA CONTRA TEMER

3 novembro 2016, Blog do Miro http://altamiroborges.blogspot.com  (Brasil)

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Na tarde de ontem, quando Eleonora Menicucci, ministra-chefe da Secretaria de Políticas para Mulheres no governo Dilma Rousseff, sentou-se para dar uma a entrevista ao 247, o mapa das mobilizações de estudantes contra a Reforma do Ensino Médio e contra a PEC 241, agora PEC 55, mostrava as dimensões de uma luta gigantesca. Eram 1149 instituições de ensino ocupadas no país: 1016 escolas, 51 universidades e 82 institutos federais, numa mobilização que tende a crescer, mesmo enfrentando medidas de repressão cada vez mais violentas. 

"A luta dos estudantes mostra que a resistência democrática continua cada vez mais ativa. Mesmo após as eleições municipais, que representaram uma derrota de toda a esquerda, o governo de Michel Temer está longe de ter o domínio da situação política,"diz Eleonora. "A luta continua, sempre."

Conhecida por uma militância política a favor dos direitos da mulheres e da defesa intransigente da democracia, a feminista Eleonora conhece as lutas estudantis por experiência própria. Estudante do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Minas Gerais, teve uma longa experiência nas mobilizações de sua geração, que marcaram a resistência à ditadura de 1964. Em 1965 foi vice-presidente da União Estadual de Estudantes/MG e no ano seguinte foi eleita vice-presidente da UNE, no Congresso de 1966, realizado em BH. Presa e torturada nas dependências do DOI-CODI de São Paulo, quando testemunhou a morte do jornalista militante Luiz Eduardo da Rocha Merlino, Eleonora foi companheira de cela de Dilma Rousseff. Professora titular de Medicina Coletiva na Universidade