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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Pátria Grande, Guiana Francesa/UMA LUTA QUE NÃO É DIVULGADA



6 julho 2013, Coluna de Mario Augusto Jakobskind, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Enquanto a voz rouca das ruas tem provocado reuniões e mais reuniões dos representantes do povo, que parecem ainda perplexos com os acontecimentos, o mundo seguia girando com fatos silenciados pela mídia de mercado, que continua tentando incutir o medo na população na cobertura das manifestações.

Não por acaso também os meios de comunicação de mercado procuram incutir na população a ideia segundo a qual o financiamento público de campanha eleitoral é inviável e que serão retiradas verbas da saúde e educação para tal fim.

Não é por aí, porque se o Estado estiver disposto a acatar a voz rouca das ruas, pode perfeitamente dispor de verbas para tornar as campanhas eleitorais sem maiores influências do poder econômico. E não é por acaso também que no mundo político vozes contrárias se fazem ouvir, uma delas, no Estado do Rio de Janeiro, a do Senador Francisco Dornelles. Podem imaginar o motivo da contrariedade do referido político conservador.

Enquanto isso, na nossa vizinhança, mais precisamente na Guiana Francesa, foi criado um Comitê Internacional de Solidariedade pela independência do enclave colonial na América do Sul.

Assinam o manifesto de criação figuras expressivas do continente como Martin Almada, Prêmio Nobel da Paz Alternativo de 2002,