27
de junho de 2019, 12:07 h
Toninho Kalunga*
A Alemanha é um exemplo fabuloso! Os
corruptos alemães são punidos. Mas as empresas não são jogadas no lixo e os
empregos são preservados com mais investimentos públicos, justamente para não
serem contaminadas pelos atos dos maus executivos e não perder empregos
Quando se
fala em corrupção, automaticamente, uma das imagens que vem à cabeça é de
políticos em festas nababescas em iates ou mansões enormes com seus copos de
whisky movidos ao som de gargalhadas sem fim.
Em 2015,
no auge da Operação Lava Jato, quando os ouvidos ficaram moucos para a chamada
de atenção sobre as consequências da aventura política que estavam empurrando o
Brasil, surgiam números e mais números sobre o "prejuízo" que a
corrupção na Petrobras havia produzido.
As
“denúncias” davam conta de que o que havia sido desviado da Petrobrás eram
coisas entre 3 e 40 bilhões de reais, o que por si só, dada a diferença
gritante entre um número e outro, demonstrava que havia muita fumaça e pouca ou
nenhuma vontade de identificar o problema onde ele de fato estava.
Em 9 de
outubro de 2015, um procurador sem nome na manchete do Jornal Valor Econômico
(que dispensa apresentações) informava sem nenhum critério, mas com muitas
convicções, que