11 de
junho de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br
(Brasil)
Em seu discurso nesta
quarta-feira (10) durante a 2ª Cúpula União Europeia - Celac, na Bélgica, a
presidenta Dilma Rousseff rechaçou qualquer proposta de impor sanções contra a
Venezuela, ideia aventada pelos EUA, e apontou as prioridades na educação e nas
relações comerciais com o bloco.
Dilma participa da Cúpula União Europeia - Celac,
em Bruxelas (Agência Brasil)
Diante dos
integrantes da cúpula, da qual participam líderes de países europeus e do
continente americano, Dilma destacou a atuação da Unasul (União das Nações
Sul-Americanas) na promoção de um diálogo político com a Venezuela, “buscando
contribuir ao pleno respeito, por todos, ao Estado democrático de Direito e à
Constituição”.
E advertiu: “Nós, países latino-americanos e caribenhos, não admitimos medidas unilaterais, golpistas e políticas de isolamento. Sabemos que tais medidas são contraproducentes, ineficazes e injustas. Por isso, rechaçamos a adoção de quaisquer tipos de sanções contra a Venezuela”.
Fim do bloqueio a Cuba
Reforçando esse princípio, Dilma saudou os avanços nas relações diplomáticas entre Cuba e EUA e das relações comerciais com a União Europeia, mas afirmou que o “o fim do anacrônico embargo – que, há mais de cinco décadas, vitima o povo cubano – é imprescindível para completar essa mudança”.
A presidenta destacou que o Brasil mantém uma forte relação de cooperação com Cuba, que garantiu o financiamento do megaporto de águas profundas em Mariel. “Ao mesmo tempo, Cuba contribuiu para o Programa Mais Médicos que ampliou o atendimento básico de saúde para
E advertiu: “Nós, países latino-americanos e caribenhos, não admitimos medidas unilaterais, golpistas e políticas de isolamento. Sabemos que tais medidas são contraproducentes, ineficazes e injustas. Por isso, rechaçamos a adoção de quaisquer tipos de sanções contra a Venezuela”.
Fim do bloqueio a Cuba
Reforçando esse princípio, Dilma saudou os avanços nas relações diplomáticas entre Cuba e EUA e das relações comerciais com a União Europeia, mas afirmou que o “o fim do anacrônico embargo – que, há mais de cinco décadas, vitima o povo cubano – é imprescindível para completar essa mudança”.
A presidenta destacou que o Brasil mantém uma forte relação de cooperação com Cuba, que garantiu o financiamento do megaporto de águas profundas em Mariel. “Ao mesmo tempo, Cuba contribuiu para o Programa Mais Médicos que ampliou o atendimento básico de saúde para
