Mostrando postagens com marcador Alex Vine. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alex Vine. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Moçambique/ACADÉMICO BRITÂNICO DENUNCIA DHLAKAMA (1 e 2)

7 junho 2014, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Gustavo Mavie

O conceituado académico britânico Alex Vines publicou pouco antes das eleições autárquicas de 20 de Novembro último um estudo em que desvenda as verdadeiras intenções de Afonso Dhlakama.

No estudo, a que só agora tive acesso a ele aqui em Dublin e publicado contra a vontade da Renamo, Alex Vine, um dos peritos em assuntos político-militares africanos, deixa claro o que motivou o líder da Renamo a tentar recorrer de novo à guerra para ver se consegue, pela força, o que não tem conseguido por via das eleições ou das repetidas ameaças que fazia antes de enveredar pelos ataques esporádicos que leva a cabo desde Abril do ano passado.
Vines destaca que Dhlakama optou de novo pela violência por ter concluído que nunca mais chegará ao poder através de voto popular e mesmo aos gordos ganhos financeiros que amealhou entre 1992 e 2004.

Neste período ele chegou a receber de uma vez, como uma das formas de lhe comprar a paz que negava aos seus compatriotas, 17 milhões de dólares das Nações Unidas e cerca de 1,4 milhão de dólares anualmente de subsídios do Estado moçambicano. Ele recebia este montante do
Tesouro moçambicano por

domingo, 8 de junho de 2014

Moçambique/ACADÉMICO BRITÂNICO DENUNCIA DHLAKAMA (1)

7 junho 2014, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Gustavo Mavie

O conceituado académico britânico Alex Vines publicou pouco antes das eleições autárquicas de 20 de Novembro último um estudo em que desvenda as verdadeiras intenções de Afonso Dhlakama.

No estudo, a que só agora tive acesso a ele aqui em Dublin e publicado contra a vontade da Renamo, Alex Vine, um dos peritos em assuntos político-militares africanos, deixa claro o que motivou o líder da Renamo a tentar recorrer de novo à guerra para ver se consegue, pela força, o que não tem conseguido por via das eleições ou das repetidas ameaças que fazia antes de enveredar pelos ataques esporádicos que leva a cabo desde Abril do ano passado.
  
Vines destaca que Dhlakama optou de novo pela violência por ter concluído que nunca mais chegará ao poder através de voto popular e mesmo aos gordos ganhos financeiros que amealhou entre 1992 e 2004.

Neste período ele chegou a receber de uma vez, como uma das formas de lhe comprar a paz que negava aos seus compatriotas, 17 milhões de dólares das Nações Unidas e cerca de 1,4 milhão de dólares anualmente de subsídios do Estado moçambicano. Ele recebia este montante do