http://www.german-foreign-policy.com/de/fulltext/58816 (alemão)
7/3/2014, Tlaxcala Rede Internacional de Tradutores (Trad. de Fausto Giudice,
do alemão ao francês)
http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=11642
KIEV/BERLIN - O governo instalado em Kiev por um golpe de estado encorajado por
Berlim amplia sua cooperação com os oligarcas ucranianos.
Dois deles foram nomeados governadores das grandes regiões de Donetsk e de Dnipropetrovsk, e um terceiro, até aqui tido como partidário do presidente deposto Viktor Yanoukovitch, manifesta-se agora como aliado do governo, contra as forças pró-Rússia.
O que se vê cada vez mais claramente é uma restauração dos centros de poder contra os quais foi dirigida a rebelião da praça Maidan, no início do movimento, antes de ser instrumentalizada pela Alemanha e outros estados ocidentais, com o objetivo de levar ao poder em Kiev um governo pró-ocidente - com vistas a integrar a Ucrânia aos seus próprios sistemas de aliança.
A luta pela influência em Kiev trava-se mais uma vez entre a Alemanha e a Rússia: no início da 1ª Guerra Mundial, Berlim começou a tentar arrancar a Ucrânia da esfera de influência russa, para enfraquecer o inimigo. Em 1918, Berlim conseguiu por alguns meses ter Kiev sob seu controle. Antes, o reino fizera campanha para libertar a Ucrânia do jugo opressivo do czar; mas os alemães rapidamente levaram ao poder em Kiev um representante dos grandes proprietários de terras ucranianos, o que levou partes da população a novas revoltas.
O governo putschista de Kiev apoiado por Berlim coopera cada vez mais abertamente com os oligarcas ucranianos detestados pela população. Já durante as manifestações populares na praça Maidan,
Dois deles foram nomeados governadores das grandes regiões de Donetsk e de Dnipropetrovsk, e um terceiro, até aqui tido como partidário do presidente deposto Viktor Yanoukovitch, manifesta-se agora como aliado do governo, contra as forças pró-Rússia.
O que se vê cada vez mais claramente é uma restauração dos centros de poder contra os quais foi dirigida a rebelião da praça Maidan, no início do movimento, antes de ser instrumentalizada pela Alemanha e outros estados ocidentais, com o objetivo de levar ao poder em Kiev um governo pró-ocidente - com vistas a integrar a Ucrânia aos seus próprios sistemas de aliança.
A luta pela influência em Kiev trava-se mais uma vez entre a Alemanha e a Rússia: no início da 1ª Guerra Mundial, Berlim começou a tentar arrancar a Ucrânia da esfera de influência russa, para enfraquecer o inimigo. Em 1918, Berlim conseguiu por alguns meses ter Kiev sob seu controle. Antes, o reino fizera campanha para libertar a Ucrânia do jugo opressivo do czar; mas os alemães rapidamente levaram ao poder em Kiev um representante dos grandes proprietários de terras ucranianos, o que levou partes da população a novas revoltas.
O governo putschista de Kiev apoiado por Berlim coopera cada vez mais abertamente com os oligarcas ucranianos detestados pela população. Já durante as manifestações populares na praça Maidan,