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terça-feira, 23 de julho de 2019

BRICS, Rússia/Entrevista do ministro das Relações Exteriores Sergey Lavrov publicada no jornal Argumenty i Fakty, Moscou


18/7/2019, http://oempastelador.blogspot.com/2019/07/min-sergey-lavrov-das-relacoes.html

Na página do Ministério de Relações Exteriores da Rússia (Doc. 1486-17-07-2019)

Pergunta: Pode-se esperar no futuro próximo alguma melhora nas relações com os EUA?

Sergey Lavrov: Dificilmente haverá qualquer melhora em breve, já que se pode dizer qualquer coisa da confusão em que estão nossas relações, menos que seja fácil. Não por nossa culpa. Afinal, relações bilaterais demandam esforços recíprocos. Temos de nos encontrar no meio do caminho.

A Rússia está pronta para andar nessa direção, como já dissemos em diversas ocasiões. Partimos da premissa de que Rússia e EUA têm uma responsabilidade especial. Somos as duas maiores potências nucleares, membros fundadores das Nações Unidas e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. A cooperação entre nossos dois países é fundamental para garantir estabilidade e previsibilidade nos assuntos internacionais. No entanto, nem tudo depende de nós. Como diz o ditado, só se dança um tango, se os dois quiserem.

A situação é bastante complicada no setor norte-americano. Por um lado, o presidente Donald Trump fala de buscar boas relações com a Rússia, mas essa atitude está longe de ser prevalente em Washington. Vemos isso em movimentos hostis, como várias acusações sem fundamento, que a Rússia enfrenta, imposição de sanções econômicas e financeiras, confisco de propriedades diplomáticas, sequestro de cidadãos russos em terceiros países, oposição aos interesses da política externa da Rússia, e tentativas de

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

GUERRA CONTRA A SÍRIA: DOIS LADOS PARTEM PARA O "PLANO B"

4 outubro 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Considerado o fracasso total da política dos EUA para mudar o regime na Síria e derrubar o presidente Assad, os EUA têm agora de fazer uma escolha fundamental: negociar ou subir a aposta. Aparentemente, Kerry e outros até tentaram negociar, mas o Pentágono decidiu de outro modo, e traiçoeiramente quebrou o compromisso que o país assumira e (ilegalmente) bombardeou forças sírias. Nesse ponto, Kerry, Power e os outros sentiram que não tinham escolha além de "unir-se" ao Pentágono e subir a aposta. +

30/9/2016, The Saker, Unz Review

Agora, os EUA "avisam" a Rússia de que a ofensiva de Aleppo prossegue e os EUA não voltarão às negociações. É ameaça das mais bizarras, considerando que os EUA não cumprem acordo e que os russos já concluíram que os EUA "não são capazes para acordos". A reação russa era previsível: Lavrov admitiu que já nem leva a sério o que os norte-americanos digam.

Certo. Os dois lados cansaram-se um dos outro. E o que se faz agora?

Os EUA enviarão mais armas para o Daech, inclusive MANPADs, TOWs e

sábado, 2 de julho de 2016

CHILE Y RUSIA: GOOD BYE TIO SAM, DOBRO POZHALOVAT TOVARISHCH



29 junio 2016, ADITAL Agência de Informação Frei Tito para América Latina http://site.adital.com.br (Brasil)

Pablo Jofré Leal

Corresponsal de Adital en Chile

En una ofensiva política, económica y militar, destinada a presentar a Chile como un socio fiable y comercialmente atractivo en Latinoamérica, el gobierno del país austral, a través de diversas iniciativas se ha acercado a la Federación Rusa, restándole vigor a las tradicionales relaciones que la nación andina ha tenido con Estados Unidos y que parece repetirse con países vecinos.

La decisión chilena va en el camino de consolidar una estrategia, que trata de contener la política exterior del gobierno boliviano, que con una activa diplomacia, combinada con una política comunicacional efectiva, ha tenido por las cuerdas a la cancillería chilena, ya sea por la demanda ante la Corte Internacional de Justicia de La Haya por el tema marítimo o el diferendo por

domingo, 15 de maio de 2016

BRICS, БРИКС BRICS/Pentágono: "Rusia y China son los primeros en la lista de retos globales de EE.UU."

14 mayo 2016, ТВ-Новости TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Россия, Rusia)

Entre los otros retos, el jefe del Pentágono ha mencionado "acciones agresivas de Corea del Norte, la política de Irán y la amenaza del grupo terrorista Estado Islámico". 

El ministro de Relaciones Exteriores de Rusia, Serguéi Lavrov, 
con su homólogo chino, Wang Yi.Maxim ShemetovReuters

Rusia y China ocupan la primera posición en la lista de los "retos globales" para EE.UU., ha declarado el secretario de Defensa estadounidense, Ashton Carter, citado por la agencia TASS, durante la ceremonia de toma de posesión del nuevo comandante del Comando Conjunto de la Defensa Aeroespacial de Norteamérica (NORAD) en Colorado Springs.

"En el escenario mundial están desafiando a

sábado, 7 de novembro de 2015

A DEBACLE DE KERRY EM VIENA

6 novembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)
3 novembro 2015, Counterpunch

Mike Whitney

Pode alguém me explicar por que o presidente Obama decidiu anunciar que vai enviar soldados das Forças Especiais dos EUA para a Síria, no mesmo dia em que o secretário de Estado John tinha reunião com diplomatas russos e iranianos para discutir o fim de uma guerra que já dura quatro anos e meio?

Do que, afinal, se trata?

Será que Obama supõe que assustaria russos e iranianos com esse agitar cenográfico de sabres?

Será que pensa que os russos cancelariam a ofensiva militar e retirariam o apoio que dão a Assad?

O que Obama estaria pensando?

O próprio Kerry mostrou-se constrangido pelo anúncio presidencial, que nada obteve, exceto convencer os presentes de que a política externa dos EUA é conduzida por amadores, sem nem ideia do que fazem. Foi o que conseguiu.

Segundo o New York Times, "o secretário Kerry disse aos jornalistas que o timing do anúncio fora 'uma coincidência', e que ele não tinha conhecimento de que alguma decisão havia sido tomada, até a manhã daquela 6ª-feira."
(Obama Sends Special Operations Forces to Help Fight ISIS in Síria, New York Times)

"Coincidência"? Kerry acha que foi coincidência?

Por sorte, o Times tem melhor noção que Kerry do que se passava, e até admite qual o real objetivo do

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС /A volta da diplomacia: TERCEIRA SEMANA DA INTERVENÇÃO RUSSA NA SÍRIA

28.10.2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)


O fim da lei internacional e da diplomacia

O fim da Guerra Fria foi festejado como uma nova era de paz e segurança, quando as espadas seriam convertidas em arados, ex-inimigos em amigos, e o mundo assistiria a uma nova aurora de amor, paz e felicidade universais. Claro, nada disso aconteceu. O que aconteceu foi que o Império Anglo-sionista autoconvenceu-se de que havia "vencido a Guerra Fria" e a partir de então estava no comando. De todo o planeta, nada menos que isso. E por que não? Havia construído por todos os cantos de 700 a 1.000 bases militares (dependendo de sua definição de "base") por todo o mundo, e dividira o globo em várias áreas de exclusiva responsabilidade sua chamadas "comandos". A última potência que havia acumulado em si toda a megalomania necessária para distribuir pedaços do planeta entre dois diferentes 'comandos' foi o Papado, em 1494, com o (mal)afamado "Tratado de Tordesilhas".

Para deixar esse ponto muitíssimo claro, o Império decidiu usá-lo como exemplo, e disparou todo seu furioso poder contra a pequena Iugoslávia. Iugoslávia, membro fundador do Movimento dos Não Alinhados foi perversamente atacada e desmembrada, criando uma imensa onda de refugiados, a maioria dos quais sérvios, que o mundo democrático e civilizado resolveu ignorar. Mais que isso, o Império inventou outra guerra, daquela vez na Rússia, que pôs o regime semicomatoso de Eltsin contra o que adiante seria parte chave de al-Qaeda, ISIS e Daesh: os wahhabistas na Chechênia. Mais uma vez, muitas centenas de milhares de "refugiados invisíveis" resultaram também daquela guerra, mas também foram praticamente ignorados pelo mundo democrático e civilizado, especialmente os russos étnicos.

A Rússia precisou de toda uma década para afinal esmagar aquela insurgência Wahhabista-Takfiri , mas, afinal, a Rússia prevaleceu. E àquela altura os anglo-sionistas já haviam mudado a atenção para outro ponto: os "estados profundos" de EUA e Israel planejaram e executaram em conjunto a operação de 'falsa bandeira' conhecida como "o 11/9", que lhes deu a desculpa perfeita para declarar uma "guerra global ao terror" , a qual, basicamente, deu aos anglo-sionistas uma "licença para matar" universal à la 007, exceto que, nesse caso, o alvo não era uma pessoa, mas países inteiros.

Todos nós sabemos o que veio depois: Iraque, Afeganistão, Filipinas, Somália, Etiópia, Sudão, Iêmen, Mali, Paquistão, Síria, Líbia, Ucrânia -- em todos os cantos do mundo os EUA estavam em guerra, fosse oficialmente ou clandestinamente. O espectro ia de uma (tentada) completa invasão contra um país (Afeganistão), ao apoio a vários

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

BRICS,БРИКС, Rússia/XEQUE-MATE

30 setembro 2015, Marcha Verde http://www.marchaverde.com.br (Brasil)

Pepe Escobar, SputnikNews

A mensagem do presidente russo Vladimir Putin à Assembleia Geral da ONU foi clara; ou estados soberanos unem-se numa coalizão ampla contra todas as formas de terror, e respeita-se a soberania dos estados como determina a Carta da ONU – ou será o caos.

Essa Assembleia Geral da ONU revelou que a perpétua novilíngua do governo Obama já virou faca sem fio. Assistir lado a lado os discursos de Putin e de Obama é experiência quase fisicamente dolorosa. Putin falou e agiu como estadista global sério que se dá ao respeito. Obama, como amador com medo de ser reprovado em teste para o cinema.

Os pontos-chaves para discussão do discurso de Putin foram todos perfeitamente acessíveis ao público do Sul Global – sua audiência principal, muito mais que o público do ocidente industrializado.

1) Exportar revoluções 'coloridas' – ou monocromáticas –, nunca mais.

2) A alternativa ao primado do Estado é

sábado, 26 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС, Rusia/¿POR QUÉ EEUU LE PROHÍBE A RUSIA COMBATIR A DAESH EN SIRIA?

20 septiembre 2015, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

                    
Estados Unidos e Israel han expresado su preocupación, por la presencia, cada día más creciente, del Gobierno ruso en defensa activa de la República de Siria.

Apoyo político como miembro permanente del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU) junto a las coordinaciones y las continuas reuniones con miembros del Gobierno sirio, como también el sostén y asistencia militar, con decisiones que implican la entrega de material militar: despliegue de modernos sistemas de defensa antiaérea y entrega de material aéreo y blindados donde sobresale el avión Mig 31 y el  potente tanque T-90.

El constante doble rasero
Esa preocupación de la entidad sionista y su aliado estadounidense, refleja el doble rasero permanente que ha jugado Occidente y sus aliados tanto en Oriente Medio como en el Magreb, léase: Turquía, Arabia Saudí y las monarquías árabes feudales del Golfo Pérsico -- pues han sido ellos los principales responsables de los procesos de desestabilización y objetivos de fragmentación de la región. Sea esto en Siria, Irak, Yemen, Baréin, como también la constante agresión contra el pueblo palestino.

Resulta una conducta, a lo menos paradójica, por parte de Washington, formar una Coalición Internacional, supuestamente destinada a destruir a los grupos takfiríes que operan en la zona y se le niegue esa posibilidad a los Gobiernos de Rusia e Irán, que han dado pruebas más que suficientes, que han sido ellos los verdaderos puntales de la lucha contra el terror que se abatió sobre Oriente Medio. Sobre todo

sábado, 19 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/RÚSSIA EXPÕE A ESTRATÉGIA CLANDESTINA DOS EUA NA SÍRIA

16 setembro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

MK Bhadrakumar, Indian Punchline
O problema dos refugiados sírios vinha amadurecendo lenta e continuadamente e teria sido o pretexto perfeito para uma 'intervenção humanitária' comandada pelos EUA ["Bombardear para Proteger"] na Síria.  Mas a Rússia chegou antes, e o róseo plano norte-americano pode ter gorado.

As políticas dos EUA para o Oriente Médio vêm-se mantendo obcecadamente fixas em 'mudança de regime' na Síria há pelo menos uma década, desde a invasão do Iraque em 2003. (A agenda neoconservadora original planejava 'mudar' regimes no Iraque, Irã e Síria, mas deu em nada, quando os campos de matança no Iraque começaram a ditar a geopolítica.)

Não é difícil entender e acreditar que a inteligência russa, sim, pôs fim à trama diabólica dos EUA para criar um fato consumado em solo, na Síria. O pacto 
faustiano entre Washington e a Turquia e a autorização do presidente Barack Obama para ataques aéreos na Síria (inclusive contra o Exército Árabe Sírio), o frenesi com que Grã-Bretanha e Austrália uniram-se às missões de bombardeios norte-americanos contra a Síria, declarações da OTAN, os incansáveis esforços dos EUA, por baixo dos panos, para minar o trabalho de Moscou para iniciar e pôr em andamento um processo de paz entre os próprios sírios – de todos os lados abundavam os indícios daquele sinistro plano político-militar.

Mas o suspense subiu à estratosfera, quando a inteligência russa entrou claramente em cena. Numa rara cena de 'revelação', domingo à noite, durante 
entrevista ao canal estatal de televisão– provavelmente pré-arranjada deliberadamente – o ministro de Relações Exteriores da Rússia semeou 'pistas' crucialmente importantes sobre a agenda norte-americana clandestina para a Síria escondida

quarta-feira, 15 de julho de 2015

BRICS/OCX SEMEAM PÂNICO NO EXCEPCIONALOSTÃO

15 julho 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Pepe Escobar, RT

Tradução: Vila Vudu


Com a Europa devastada pelo arrocho [não é 'austeridade'; é arrocho] vendo suas "instituições" nada democráticas a espancar a tragédia grega, e com os EUA recuando para um acordo nuclear justo com o Irã, placas geopolíticas tectônicas movimentam-se nos Urais.
Alguém aí consegue sentir um mundo multipolar em germinação? Bem, basta olhar bem aqui, para a Declaração dos BRICS, de Ufá-2015. A UE praticamente não aparece na declaração dos BRICS e não por acaso.


Esqueçam o G7, natimorto. As duas reuniões simultâneas BRICS/ Organização de Cooperação de Xangai (OCX) – são o que realmente conta, para 2015. A jogada de mestre da diplomacia russa foi aproximar para a mesma cidade essas duas reuniões – dos BRICS e da OCX – e uma terceira, reunião informal, da União Econômica Eurasiana (UEE).

Afinal, algumas nações cujos governantes estavam presentes em Ufá são membros de pelo menos uma dessas organizações. Mas o que realmente conta é que, com os governantes dos BRICS, da OCX e da UEE reunidos num mesmo local, vê-se a evidência muito concreta de que está emergindo, sim, uma nova ordem mundial coordenada, que envolve a Eurásia e em alguns aspectos é impulso mundial, não ditada pelos excepcionalistas.

E há também o Irã. O presidente Rouhani encontrou o presidente Putin em Ufá para discutirem impressionante lista de tópicos. Dentre outras, e não é pouca coisa, a inclusão do Irã como

sábado, 23 de maio de 2015

BRICS, БРИКС/The Attack on South Africa. Round Three

20.05.2015, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia), Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)


Domestic affairs in South Africa have sharply deteriorated since April of this year. A wave of violence has erupted against foreigners all across the country. 

The first incidents occurred during the Soweto riots in mid-January. (1) This marked the beginning of the social upheaval in South Africa -- a country with a wealth of natural resources and a population of over 50 million. The violence then made its way to major cities -- Durban, Johannesburg, and others. Army divisions were eventually brought into some areas of Johannesburg. Several potential explanations have been suggested for what is happening in South Africa. 

Version no. 1. This nightmare stems from the fact that illegal migrants are taking jobs -- currently in short supply - away from the local residents. There is much to support this theory. First, the unemployment rate is indisputably high (25% overall, and up to 40% for black South Africans, who make up nearly 4/5 of the country’s population). Second, the country is home to large numbers of

domingo, 17 de maio de 2015

BRICS, БРИКС/MAIS UMA IMENSA VITÓRIA DIPLOMÁTICA DA RÚSSIA

15 maio 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

13/5/2015, The Saker, The Vineyard of the Saker 
“
Yet another huge diplomatic victory for Russia”
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu 

A menos que você leia russo ou monitore a blogosfera independente, é possível que você não tenha percebido, mas aconteceu evento realmente importante na Rússia: Kerry, Nuland e uma grande delegação do Departamento de Estado viajaram a Sochi onde o Ministro de Relações Exteriores os recebeu e, depois, foram recebidos também pelo presidente Putin. Com o presidente Putin, o pessoal aí passou mais de quatro horas. E não só isso, mas Kerry fez alguns comentários interessantes; disse que o Acordo Minsk-2 (M2A) é a única saída e que vai advertir seriamente Poroshenko, de que não é prudente reiniciar operações militares.
 
Dizer que é evento extraordinário é pouco.

Para começar, o chamado “isolamento da Rússia” está oficialmente cancelado, bem claramente, e pelo próprio “Império Indispensável”!

Segundo, é, tanto quanto sei, o primeiro endosso oficial dos EUA ao M2A. É grande humilhação para os EUA, considerando que o Acordo Minsk-2 foi negociado sem os norte-americanos.

Terceiro, pela primeira vez os EUA

quinta-feira, 5 de março de 2015

BRICS, БРИКС/1ª. REUNIÃO CONSULTIVA INTER−SÍRIOS, MOSCOU, 26-29/1/2015

2 março 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

30/1/2015, Moscou, Conferência de Imprensa do moderador Vitaly Naumkin 
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Observações do MODERADOR

Os princípios de Moscou
Apelo à Comunidade Internacional

Senhoras e senhores,

Como é do conhecimento de todos, (1) acaba de ser concluída a primeira reunião Consultiva Inter-sírios em Moscou, realizada entre os dias 26-29 de janeiro de 2015. Pela primeira vez, representantes do governo da República Árabe Síria, vários grupos de oposição e da sociedade civil, convidados para vir a Moscou pelo Ministério de Relações Exteriores da Rússia, sentaram-se à mesma mesa.

Seria ingenuidade supor que, depois de quase quatro anos de feroz confrontação, todas as partes concordariam em tudo sobre meios para superar uma crise profunda. (2) Nesse estágio, os participantes não se demarcaram o objetivo de chegar a produzir um documento político. Contudo, como moderador daquela reunião inter-sírios, posso oferecer-lhes um resumo do que os participantes disseram e que se pode descrever como “OS PRINCÍPIOS DE MOSCOU” em torno dos quais concordam todos os participantes. Todos os participantes receberam cópia desse texto e não fizeram qualquer objeção a

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

BRICS, БРИКС/Sergey Lavrov: Intervenção na 51ª Conferência de Segurança, Munique/Выступление и ответы на вопросы Министра иностранных дел России С.В.Лаврова

9 fevereiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
7/2/2015, Sergey Lavrov, MRE da Rússia

Vídeo, em russo, com tradução simultânea ao inglês, 43’48
Traduzido da transcrição em inglês pelo pessoal da Vila Vudu

Sergey Lavrov, Ministro de Relações Exteriores da Rússia em 7/2/2015


Comentário de The Saker, The Vineyard of the Saker, 7/2/2015:

“Devo dizer que, pessoalmente, não me lembro de ter assistido a qualquer coisa semelhante ao que aconteceu hoje em Munique. Nunca antes, das incontáveis vezes que ouvi discursos de Lavrov, senti na voz do ministro russo o que senti hoje. Claro que Lavrov manteve-se calmo, perfeitamente composto e irrepreensivelmente polido. Mas, dessa vez, senti na voz dele um tal sentimento de desgosto e de repugnância pela plateia à qual falava como nunca senti antes. Repugnância pelos atores, os ditos “líderes” e “parceiros”, e pelo que fizeram ao longo de toda uma década. De fato, o que Lavrov disse a eles foi: “Putin já explicou tudo, em detalhes, em 2007. Vocês não ouviram uma palavra do que ele lhes disse. E agora? Estão contentes com o resultado?
Na sequência, quando vieram as perguntas e respostas dos jornalistas, a coisa só piorou”


Senhoras e senhores,

O sr. Wolfgang Ischinger incluiu na agenda a questão do colapso do desenvolvimento global. Tem-se de concordar que os eventos tomaram rumo que, hoje, está longe de ser otimista. Mas é impossível aceitar os argumentos de alguns de nossos colegas, para os quais teria havido colapso repentino e rápido da ordem mundial que existe há décadas.

Ao contrário, os desenvolvimentos do ano passado confirmaram o quanto estavam corretos os avisos que distribuímos quanto à persistência de graves,

sábado, 29 de novembro de 2014

БРИКС, BRICS/Sergey Lavrov – MRE da Rússia na 22ª Assembleia do Conselho de Política Externa e Defesa, Moscou

27 novembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
22/11/2014, Sergey Lavrov na 22ª. Assembleia do Conselho de Política Externa e Defesa, Moscou

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Sergey Lavrov, MRE da Federação da Rússia

COMENTÁRIO do Saker em: The Vineyard of the Saker, 26/11/2014:

(...) No discurso [adiante] de Lavrov, negritei as partes que considero mais importantes. Quero acrescentar ainda, o seguinte:

1) Lavrov é considerado muito “moderado” e a linguagem dele sempre é estritamente diplomática. Portanto, ao lerem essas declarações, imaginem o que “a rua” russa e outros ministros estão pensando.

2) Lavrov não faz segredo do que pensa dos EUA e dos planos dos EUA para o futuro do planeta. Ao lerem as palavras de Lavrov, tentem relembrar o que sente e pensa um neoconservador norte-americano, e vocês imediatamente verão por que as elites norte-americanas simultaneamente odeiam e temem a Rússia.

3) Finalmente Lavrov admite abertamente que Rússia e China firmaram aliança estratégica de longo prazo (provando que erraram todos os que previam que a China apunhalaria a Rússia pelas costas). Essa aliança estratégica, diria eu, é o desenvolvimento estratégico mais importante dos últimos dez anos.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

BRICS, БРИКС/Atenção BRICS: SERGUEI LAVROV ESTÁ DESISTINDO DOS “EUA−OCIDENTE”

15 setembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
14/9/2014, The Saker, Vineyard of the Saker, “Listening to Lavrov giving up on the West”

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Ontem assisti a um interessante programa da TV russa, “O direito de saber”, que mostrou uma entrevista ao vivo, de uma hora, com Sergei Lavrov (abaixo,  sem legendas e em russo), Ministro de Relações Exteriores da Rússia, em conversa com cinco jornalistas russos. Nada tão importante que justifique o trabalho de traduzir, mas quero partilhar com vocês algumas coisas que já observei no passado e que reapareceram poderosamente expressas durante aquela conversa.


Como se poderia prever, os tópicos incluíram a guerra civil na Ucrânia; a situação da investigação sobre o ataque e derrubada do avião malaio MH17, sanções contra a Rússia, a expansão da OTAN, as negociações em Minsk e o engajamento da Rússia com os países BRICS.

Em todos esses tópicos o programa

sexta-feira, 14 de março de 2014

Rusia y Latinoamérica destacan vínculos multilaterales

14 marzo 2014, Hispantvhttp://hispantv.com (Irã)

El ministro de Exteriores de Rusia, Sergei Lavrov, mantuvo una reunión el jueves con embajadores de América Latina y El Caribe en la que destacaron sus vínculos de cooperación, así como el rol que desempeñan en la agenda internacional. 

La reunión se llevó a cabo en la Casa de Visitas de la Cancillería rusa en Moscú (capital), entre Lavrov y los embajadores del Grupo de América Latina y El Caribe (Grulac) acreditados en el Kremlin. 

En el encuentro se trataron entre otros temas, los últimos avances de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac), la situación de Venezuela y la posición de Rusia frente a ello.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

SUPPRESSING THE TRUTH ON SYRIA: MOTHER AGNES MARIAM AND BRITAIN’S SELF PROCLAIMED “ANTIWAR MOVEMENT”



Global Research, November 27, 2013


Here’s what it looks like when a respected reporter tweets about his blackmail note to an established anti-war organization regarding the organization’s upcoming conference in a tweet on November 15:

I’ve informed organizers of @STWuk that I will not participate in their conference if Mother Agnes is on the platform.

— jeremy scahill (@jeremyscahill) 15 Novembre 2013

The reporter is Jeremy Scahill, who was booked as the keynote speaker and to show his film “Dirty Wars” (based on his book “Dirty Wars”) at the November 30 International Anti-War Conference in London, put on by Stop the War Coalition (STWuk), which was first organized in 2001 in opposition to an American attack on Iraq. More than 12 years later, the coalition notes dryly on its webpage for the conference, “We need more effective anti war resistance internationally. This conference is a chance to analyse, build links and lay plans.”

Scahill’s threat to boycott the conference soon became moot the following day, when the dreaded Mother Agnes withdrew from participation. Her letter read, in part:

“It has come to my attention that my participation in your conference has become a matter of serious contention, even prompting some other speakers to consider withdrawing. This is apparently due to a campaign of cruel and unsubstantiated accusations which seek to work against my efforts and those of the Musalaha (Reconciliation) Initiative in Syria.

“The basis of our work toward peace is reconciliation and forgiveness. This means extending an olive branch to

quinta-feira, 13 de junho de 2013

BRICSBrasil e Rússia acertam os ponteiros



13 junho 2013, Gazeta Russa http://gazetarussa.com.br/brics (Russia)
Российская газета http://rg.ru  (Россия)

Ivan Kartachov, Rossiyskaya Gazeta

Chanceler russo, Serguêi Lavrov, e seu par brasileiro, Antônio de Aguiar Patriota, se encontraram no Rio de Janeiro na última terça-feira (11) para discutir situação síria e assuntos bilaterais.


As relações bilaterais e o conflito sírio dominaram a pauta do encontro do chanceler russo, Serguêi Lavrov, com seu par brasileiro, Antônio Patriota, na última terça-feira (11), no Rio de Janeiro.