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sábado, 23 de maio de 2015

BRICS, БРИКС/The Attack on South Africa. Round Three

20.05.2015, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia), Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)


Domestic affairs in South Africa have sharply deteriorated since April of this year. A wave of violence has erupted against foreigners all across the country. 

The first incidents occurred during the Soweto riots in mid-January. (1) This marked the beginning of the social upheaval in South Africa -- a country with a wealth of natural resources and a population of over 50 million. The violence then made its way to major cities -- Durban, Johannesburg, and others. Army divisions were eventually brought into some areas of Johannesburg. Several potential explanations have been suggested for what is happening in South Africa. 

Version no. 1. This nightmare stems from the fact that illegal migrants are taking jobs -- currently in short supply - away from the local residents. There is much to support this theory. First, the unemployment rate is indisputably high (25% overall, and up to 40% for black South Africans, who make up nearly 4/5 of the country’s population). Second, the country is home to large numbers of

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Angola/Delegação multissectorial seguiu para reunião de ministros da SADC



13 agosto 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Luanda – O ministro do Planeamento, Job Graça, seguiu no final da tarde de hoje para o Malawi, a frente de uma delegação multissectorial, que vai participar na reunião do Conselho de Ministros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), a ter lugar quarta-feira e quinta-feira, na capital daquele país, Lilongwe.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Angola contribui com 10 milhões de dólares para fundo fiduciário



1 julho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Addis Abeba - O ministro das Relações Exteriores, Georges Rebelo Pinto Chikoti, reiterou hoje, em Addis Abeba, Etiópia, a contribuição de Angola de 10 milhões de dólares norte-americanos (um dólar equivale a 100 Kwanzas) para o fundo fiduciário de segurança alimentar em África.

De acordo com uma nota de imprensa do Ministério das Relações Exteriores, o governante, que intervinha na sessão de Chefes de Estado e de Governo da Reunião de Alto Nível sobre uma  parceria renovada  para uma  abordagem unificada com vista por fim a fome no continente, 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Angola/NEPAD vai apresentar projectos ao BRICS, afirma Georges Chikoti



27 março 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)
Durban (Do enviado especial) - O ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoti, afirmou hoje (quarta-feira), em Durban, que a Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD) deverá apresentar ao BRICS dez projectos de desenvolvimento, destinados a várias regiões do continente africano.

O governante falava, à imprensa angolana, depois de ter participado num encontro de concertação de lideres africanos convidados à Cimeira do BRICS, em Durban, África do Sul.

O NEPAD é o órgão da União Africana que analisa e estuda os projectos de desenvolvimento económico da instituição que agrupa todos países do continente.

"Os líderes africanos definiram que há projectos de desenvolvimento de países do continente, em número aproximado de meia centena, remetidos ao NEPAD para estudo, dos quais dez podem ser endossados ao BRICS para, eventual, financiamento", frisou Georges Chikoti.

Aferiu que, durante as discussões, constatou-se existirem, de facto, dez projectos viáveis, que não incluíam todas as regiões do continente, mas que a NEPAD propõe a sua análise, em função das prioridades.

Segundo Georges Chikoti, os líderes acordaram a incumbência ao chefe de Estado do Senegal, Macky Sall, também presidente do NEPAD, para apresentar os projectos passíveis de financiamento.

Informou que o encontro foi uma oportunidade para definir e consolidar uma relação de parceria estratégica entre os países membros do BRICS, nomeadamente Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Os chefes de estados africanos, ainda de acordo com o governante angolano, acham que essa relação deve ser mais institucionalizada e que se criem mais instituições as quais os países e empresários africanos possam recorrer, caso pretendam financiamentos específicos.

Acrescentou que, entre os dez projectos, foram identificados como prioritários programas ligados à construção de infra-estruturas, geração/transporte de energia e vias de comunicações.

A V Cimeira de chefes de Estado e de Governo do grupo BRICS prevê o lançamento de um banco que providenciará fundos para promoção de investimentos nos estados membros e em outros mercados emergentes.

A instituição está projectada para sustentar riscos financeiros, fornecer suporte para o desenvolvimento e reduzir a dependência económico-financeira, servindo de alternativa ao FMI e ao Banco Mundial, em termos de disponibilização de financiamentos, além de defender, activamente, o ingresso do BRICS e seus aliados nas negociações com as potências ocidentais sobre as reformas nas instituições financeiras internacionais.

A cimeira discute ainda formas de revitalização do crescimento global, garantia da estabilidade macroeconómica e de infra-estruturas, por um desenvolvimento sustentável.

O Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul são tidos, pelo Banco Mundial, como países capazes de impulsionar o crescimento económico global em cerca de 50 por cento, representando mais de 25 porcento da área geográfica do mundo, 43% da população mundial, 27% do poder de compra global, 45% da força de trabalho do mundo e 1/5 do produto interno bruto global.

Durante os trabalhos da manhã, de hoje (quarta-feira), foi também realizada uma sessão plenária, denominada Líderes BRICS - Fórum Diálogo com a África, que decorreu sob o tema BRICS e África: Parceria para o Desenvolvimento, Integração e Industrialaização.

A este fórum, destinado a desencadear o potencial África: BRIGS e a Cooperação nas Infra-estruturas, além de Angola, foram convidados outros países do continente considerados em franco desenvolvimento, como Moçambique, Cote d'Ivoire e Nigéria,
representados pelos respectivos chefes de Estado, designadamente, Armando Guebuza, Alassane Ouattara e Goodluck Jonathan.
  
Estão ainda em Durban, como convidados, os presidentes do Uganda, Yoweri Museveni, a exercer a liderança rotativa da Comunidade de África do Este e do Mercado Comum para África Oriental e do Sul COMESA, do Chade, Idriss Deby (presidente da CEEAC), e da Guiné Equatorial, Teodoro Nguema.

Os participantes propõem a dinamização e incrementação dos níveis de cooperação entre os estados emergentes, segundo observadores e peritos em matéria de desenvolvimento económico, participantes ao evento.

BRICS é um acrónimo que se refere aos países membros fundadores do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a que se associou o "S" em 14 de Abril de 2011, com a adesão da África do Sul (em inglês: South África).

Tratam-se de países com estágio similar de mercado emergente, face ao desenvolvimento económico.

Apesar de o grupo ainda não ser um bloco económico ou uma associação de comércio formal, como a União Europeia, existem fortes indicadores de que têm procurado formar um "clube político" ou uma "aliança", e assim converter o "seu crescente poder económico numa maior influência geo-política".

Desde 2009, os seus líderes realizam cúpulas anuais.

 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Dia de África/Diplomata angolano destaca importância da NEPAD


Luanda, 24 maio 2011 - O director para África e Médio Oriente do Ministério das Relações Exteriores, Joaquim do Espírito Santo, destacou hoje (terça-feira), em Luanda, a importância da criação da Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD).

O diplomata fez esse pronunciamento quando dissertava sobre as "perspectivas para consolidação das independências e soberanias Africanas", no âmbito das celebrações do 25 de Maio, Dia de África.

Segundo o diplomata, o NEPAD, cujo objectivo fundamental é colocar o continente numa trajectória acelerada de desenvolvimento, mereceu alterações para melhor adaptar-se as exigências do renascimento económico de África.

"Ela está baseada nas imensas capacidades, no potencial de recursos humanos e naturais do continente e apoia-se sobre um diagnóstico objectivo da situação actual dos países africanos", referiu.

Lembrou que esta organização tem ainda como objectivos a erradicação da pobreza em África e o posicionamento dos países africanos, tanto individual como colectiva, na senda do crescimento e desenvolvimento sustentável.

Assistiram a palestra oficiais generais, almirantes superiores, coronéis e capitães-de-mar guerra, entre outros convidados.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Moçambique/Relatório de avaliação do MARP entregue ao PR

10 fevereiro 2009/Televisão de Moçambique

Moçambique está preparado para ser avaliado no Mecanismo Africano da Revisão de Pares, considerado como sistema de policiamento do desempenho de governação democrática dos líderes africanos.
O Presidente da República, Armando Guebuza, considera o mecanismo adoptado no âmbito da Nova Parceria para o Desenvolvimento de África, NEPAD, como um exercício que reforça o sentido de inclusão e de participação dos moçambicanos na construção da pátria.
O Chefe do Estado moçambicano recebeu,segunda-feira, o relatório de auto-avaliação e Plano de Acção, elaborados sob direcção do Embaixador Bethuel Kiplagat, personalidade eminente do MARP que se encontra em Mocambique. Os documentos vão ser entregues ao grupo dos Chefes de Estado e Governo da União Africana, que aderiram voluntariamente ao Mecanismo de Revisão de Pares.
O mecanismo africano de revisao de pares, MARP, é um exercicio que consiste na avaliacao da dinâmica de governação do país no seu todo e não se limita apenas à avaliação do desempenho do Governo.
Moçambique é um dos 28 países africanos que, de forma voluntária, decidiu integrar o MARP já há alguns anos.
O relatório entregue segunda-feira ao Chefe de Estado fecha a primeira fase da avaliação.
Durante os proximos 23 dias uma equipa de 18 personalidades, dirigida por Bethuel Kiplagat, do Quénia, vai promover seminários pelo país, de maneira independente. Concluído o trabalho, a equipa vai elaborar um outro relatório, que, por sua vez, será apresentado e debatido na União Africana.
Para todos os efeitos, os documento de auto-avaliação entregue ao Chefe do Estado aponta fraquezas que dificultam o crescimento, aprofundamento e consolidação do que é apontado como positivo. O relatório assinala que, no País, há percepção de que aumentou o fosso das diferenças sociais e que a distância entre pobres e ricos não só cresceu como também afunilou de tal maneira que pode colocar o país no clube das nações consideradas injustas.
O relatorio indica a ideia, segundo a qual a corrupção procura sobreviver a todas as tentativas de combate , o que dificulta a adopção de medidas que permitam o seu controlo e eventual eliminação.
Na soma das inquietacoes que abalam o País existe o problema da seguranca dos cidadaos, o HIV, conflitos laborais, desemprego, terra e imigração ilegal não controlada.
O Embaixador Bethuel Kiplagat sublinhou que a avaliação que é feita aos países não visa submetê-los a sanções ou a corte em financiamentos.
Vinte quatro países ainda não aderiram ao Mecanismo Africano de Revisão de Pares. A Mauritânia foi excluída pelo facto de ter registado um golpe de estado.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Moçambique/África deve sobreviver com os seus próprios recursos -- afirma presidente Armando Guebuza, no término do Fórum África

Maputo, 5 novembro 2007 - O presidente da República, Armando Guebuza, que hoje termina uma visita oficial à Alemanha, desmistificou o pensamento europeu tendente a encarar o Continente africano como se fosse um país, afirmando que cada Estado possui suas especificidades.
Falando ontem em Wiesbaden numa conferência conjunta de chefes de Estado que marcou o fim do Fórum África, Armando Guebuza afirmou que no quadro da globalização, a Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD), como instrumento económico africano, deve levar os povos do chamado continente negro a sobreviver com os seus próprios recursos.
O Chefe do Estado moçambicano disse que a União Africana definiu a Nova Parceria para o Desenvolvimento de África e o Mecanismo de Revisão de Pares (MARP) como sendo os instrumentos para a sua participação inequívoca no processo da globalização, os quais exaltam, entre outros, a auto-estima dos povos africanos.
É que nos chamados países do norte, o desconhecimento da realidade africana faz com que o continente seja encarado numa perspectiva negativista.
Para alguns cidadãos da Europa, por exemplo, a Africa é um continente de miséria interminável, de sofrimento, desentendimento, doenças, um mundo de problemas sem solução.
Armando Guebuza explicou que o Continente Africanos é composto de vários países, cada um com a sua realidade específica.
O Chefe do Estado explicou o processo que culminou com a criação do que é hoje chamada União Africana, afirmando que tudo começou em 1963 com a fundação da Organizacao de Unidade Africana.
O Presidente da República defendeu que a busca de apoios e solidariedade externa só faz sentido quando os africanos tiverem, eles mesmos, a capacidade de produzir e aumentar a produtividade para a sua própria sobrevivência.
O Fórum África foi uma iniciativa do Presidente alemao, Horst Kohler, que juntou num mosteiro em Wiesbaden chefes de Estado de cinco países, nomeadamente Moçambique, Botswana, Madagascar, Benin e Nigéria. O Gana esteve representado no encontro pelo rei Asanti Kotoko.
O tema central do fórum foi a globalização e os seus efeitos no relacionamento com a Alemanha, dentro do qual foram discutidos temas como o comércio, a migração, entre outros. O presidente alemão defendeu a necessidade de os países do norte canalizarem à África uma ajuda eficiente e eficaz.
Horst Kohler afirmou que os povos afrficanos conhecem os seus próprios problemas e possuem a necessária competencia para a solução dosmesmos.
O problema é como o continente deve ser apoiado para ultrapassá-los, num quadro de uma parceria justa.
Horst Kohler levantou mesmo algumas questões, como o que os países do norte devem fazer para que a globalização seja um processo que contribua em primeiro lugar para a redução da pobreza. O estadista alemão disse que o diálogo entre Africa e a Europa, em particular a Alemanha, deve ser prosseguido.
Hoje, o presidente da República termina a sua visita oficial à Alemanha e inicia uma de trabalho à Itália, onde deverá manter conversações com as autoridades governamentais.
A visita é encarada com bastante interesse no relacionamento entre Moçambique e a Itália, porquanto acontece numa altura em que o Governo italiano, dirigido pelo Primeiro-Ministro Romani Prodi, tem manifestado grande abertura e interesse de reforçar as relações históricas e de amizade e cooperação existentes entre ambos os países.
O Chefe do Estado deverá visitar ainda o Vaticano, onde vai ser recebido pelo Papa Bento Ratzinger.
Na noite de ontem, Armando Guebuza reuniu-se com representantes da comunidade moçambicana na Alemanha. (Notícias/Felisberto Arnaça, em Berlim)

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Novo cabo submarino africano passará pelo Brasil

Joanesburgo, 1 Agosto 2007 - O governo sul-africano vai lançar um novo cabo submarino de telecomunicações na costa ocidental para ligar o país à Europa e à América. Orçado em 700 milhões de randes (R$ 189,3 milhões), o cabo terá uma bifurcação numa área ao norte da África do Sul, entre Inglaterra e Brasil.

O cabo submarino é considerado pelas autoridades uma ferramenta fundamental para aumentar a capacidade de troca de comunicações, principalmente internet de banda larga, entre a África do Sul e o resto do mundo.

Outra prioridade do projeto é a redução das tarifas em vigor, consideradas um fator limitante na competitividade das empresas e um obstáculo ao acesso à internet pelo cidadão comum.

O único cabo submarino que liga atualmente o sul do continente africano à Europa (o SAT 3) pertence à empresa estatal de telecomunicações Telkom, sistematicamente acusada de prestar serviços de má qualidade a preços elevados, que seria conseqüência da falta de concorrência no setor.

Na ocasião em que fez o anúncio do lançamento do novo cabo (que vai correr ao longo da costa oriental africana), a diretora-geral do Departamento de Comunicações do país, Lyndal Shope-Mafole, disse que o projeto faz parte da chamada Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (Nepad, da sigla em inglês), devendo servir ao continente como um todo.

A diretora-geral alertou, no entanto, para as dificuldades de concretização do projeto devido aos persistentes desacordos entre governos e entidades privadas de vários países sobre os termos de utilização e partilha de custos e benefícios.

"Como africanos sentimos a necessidade de dispor de um novo cabo submarino para reduzir custos das telecomunicações", disse Shope-Mafole, que anunciou que a ligação ao Brasil deverá estar concluída em 2009.

O financiamento do projeto está atualmente em discussão. É possível que o setor privado seja o principal acionista da nova infra-estrutura, na qual a estatal Telkom poderá deter algum tipo de participação.

Nepad
A Nepad foi criada em 2001 pelos sete países mais industrializados do mundo como forma de cooperação. Os objetivos primordiais da iniciativa são a promoção da cooperação econômica, a ampliação do acesso ao mercado de produtos africanos e o desenvolvimento de recursos humanos e tecnológicos no continente. (Lusa)