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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Brasil/Dá vergonha, mas É PRECISO ler o telegrama "Moro-Wikileaks"



28 março 2016, Instituto João Goulart http://institutojoaogoulart.org.br (Brasil)

A verdadeira história inacreditável, sem véu da fantasia, dos 'Moros' que pediram aulas de Processo Penal dos EUA ao Consulado dos EUA no RJ em 2009; do consulado que deu aulas (ninguém sabe com certeza que aulas deram!) no salão nobre do Ministério Público do Rio de Janeiro, como se o que parece bom para os EUA, fosse bom para o Brasil; e dos 'Moros' que assumiram posição oposta à do governo e do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, em operação com agente estrangeiro... e a-do-ra-ram o resultado e pediram mais!!!


Esse telegrama é quase inacreditável: há "os magistrados brasileiros" alunos do tal 'curso' que dizem a autoridade estrangeira que não sabem usar com eficácia o novo Código Penal e, por isso, precisam de 'mais aulas' ministradas pelos especialistas do Consulado dos EUA no Rio de Janeiro.

Aí está dito que, sim, o Juiz Moro e outros, teve treinamento intensivo

sábado, 31 de janeiro de 2015

INTELECTUALES DEL MUNDO SE MANIFIESTAN 'EN DEFENSA DE LA SOBERANÍA ARGENTINA'

30 enero 2015, ADITAL, Agencia de Información Fray Tito para América Latina http://site.adital.com.br (Brasil)

La Red de Intelectuales, Artistas y Movimientos Sociales en Defensa de la Humanidad denuncia la campaña de desestabilización de los medios hegemónicos internacionales, en conjunción con las fuerzas de la derecha autóctona, contra el gobierno legítimo de la presidenta Cristina Fernández de Kirchner a partir de la muerte del fiscal Alberto Nisman, que la justicia argentina investiga. Esta campaña se complementa con el ataque sufrido contra la soberanía nacional por parte de los fondos buitre y se inserta en la ofensiva de Washington contra los gobiernos progresistas de América Latina y el Caribe.

Nos pronunciamos contra las manipulaciones de la prensa concentrada, los multimedios cuyas cabezas visibles son el diario La Nación y el grupo Clarín, que han pretendido responsabilizar al Ejecutivo del supuesto asesinato del fiscal que había acusado al gobierno de diseñar un plan para encubrir la responsabilidad que pudiera caberle a Irán en los criminales ataques efectuados en Buenos Aires contra la Embajada de Israel en 1992 y la Asociación Mutual Israelita Argentina (AMIA) en 1994.

Asumimos como nuestras las declaraciones de reconocidos jurisconsultos como los doctores Eugenio Zaffaroni y Julio Maier, la postura oficial de la Asociación Argentina de Juristas así como de las máximas autoridades de INTERPOL y la prensa especializada, que han demostrado que la denuncia de Nisman no contaba con las pruebas mínimas necesarias como para ser admitida en sede judicial, como fuera reiteradamente demostrado en fechas recientes por dos jueces de la justicia federal.

“FALSA-BANDEIRA” E COMO COMEÇAR UMA “REVOLUÇÃO COLORIDA” NA ARGENTINA

26 janeirto 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

23/1/2015, MarioThe Vineyard of the Saker
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Como começa:

1987-88: Irã assinou três acordos com a Comissão Nacional de Energia Atômica da Argentina. O primeiro acordo Irã-Argentina envolvia ajuda para converter o reator do Tehran Nuclear Research Centre (TNRC) que os EUA haviam fornecido a Teerã, de reator para combustível alto-enriquecido, para reator de combustível (urânio) baixo-enriquecido a 19,75%, e fornecer ao Irã o urânio baixo-enriquecido.

Dezembro, 1992: A embaixada em Buenos Aires informa ao governo argentino que Washington não aceita a continuação do acordo de cooperação nuclear Irã-Argentina.

Em março de 1992, a embaixada de Israel, e em julho de 1994 o prédio da Asociación Mutual Israelita Argentina, AMIA, foram explodidas, supostamente por carros-bombas.

Investigações independentes na Argentina e o relatório inicial de Charles Hunter (FBI) mostram que as duas explosões, considerados os danos nos prédios em volta, são inconsistentes com a teoria dos carros-bombas.

Ao contrário de todas as provas materiais, o governo israelense e, depois, Washington, pressionam