28 abril 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Por Dayane Santos
Em visita à redação do Portal Vermelho, o
presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), Durval Noronha, falou sobre
a ação que a entidade impetrou no Tribunal Penal Internacional de Haia, nesta
quarta-feira (27), para pedir que se inicie uma investigação contra o deputado
Federal Jair Bolsonaro por crimes contra a Humanidade. A entidade também faz
uma campanha pela internet para recolher um
milhão de assinaturas em repúdio à conduta do parlamentar.
A ação foi motivada pelo discurso de Bolsonaro durante
a votação de admissibilidade do pedido de impeachment contra o mandato da
presidenta Dilma Rousseff, dia 17 de abril, o deputado dedicou o seu voto ao
torturador da ditadura, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do
DOI-Codi.
Para Durval Noronha, que é autor de 54 livros e um renomado advogado e professor de direito, ao homenagear o coronel Ustra e, por extensão, às suas obras e ações voltadas à prática da tortura, Bolsonaro é um apologista do crime de tortura.
“A apologia da tortura é um crime contra a Humanidade definido pelo Estatuto de Roma, um tratado
Para Durval Noronha, que é autor de 54 livros e um renomado advogado e professor de direito, ao homenagear o coronel Ustra e, por extensão, às suas obras e ações voltadas à prática da tortura, Bolsonaro é um apologista do crime de tortura.
“A apologia da tortura é um crime contra a Humanidade definido pelo Estatuto de Roma, um tratado