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terça-feira, 24 de setembro de 2019

BRICS, China/Hong Kong: Lançada oficialmente plataforma de diálogo, diz chefe do Executivo da RAEHK



Carrie Lam, chefe do Executivo da 
Região Administrativa Especial de Hong Kong

Hong Kong, 24 set (Xinhua) -- A chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK) da China, Carrie Lam, anunciou na segunda-feira que a plataforma de diálogo foi oficialmente lançada.

Lam postou uma imagem em rede social, mostrando uma pequena muda brotando da terra, com a legenda de "Não importa o quão difícil seja, há uma saída. Vamos conversar, a plataforma de diálogo foi oficialmente lançada".

O governo de RAEHK anunciou em 19 de setembro que Lam participará da primeira sessão do Diálogo Comunitário na noite de 26 de setembro e que 150 pessoas da comunidade serão convidadas para o evento.

A sessão será uma plataforma de diálogo aberto, com o objetivo de convidar pessoas de todas as esferas sociais a expressar suas opiniões

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

BRICS, China/Revolução colorida procura arruinar o futuro de Hong Kong -- Global Times


14.08.2019 09h36, Diário do Povo Online (China)  http://portuguese.people.com.cn/n3/2019/0814/c309814-9605868.html  

Estará uma “revolução colorida” a ter lugar em Hong Kong? Pensamos que sim, embora esta seja, de certo modo, desconcertante.

Os motins em Hong Kong têm-se desviado do intuito original de oposição à lei de extradição, tendo-se materializado em uma forma de destruição do Estado de direito da cidade. Vários manifestantes radicais procuram paralisar a cidade, sabotar a autoridade do governo e da polícia. As demonstrações não são mais uma forma complementar de expressão de exigências sob o enquadramento legal, mas uma tentativa de suplantar o Estado de direito e reformular a estrutura de poder da cidade. Trata-se, portanto, de uma revolução colorida típica.

Os motins têm vindo a se desenvolver em termos de organização e planejamento, sendo que a oposição política e os manifestantes foram integrados, contando com diversas formas de assistência e apoio de forças ocidentais. Manifestantes radicais provocam distúrbios, grupos extremistas de oposição política destilam as implicações políticas dos protestos nas ruas, enquanto os EUA e o ocidente atribuem legitimidade moral aos motins, distorcendo os fatos, confundindo o certo e o errado, induzindo a sociedade de Hong Kong em erro.

Todas as revoluções coloridas em todo o mundo destinaram-se à mudança de regime. Mas Hong Kong não é um país. O governo da Região Administrativa Especial de Hong Kong precisa