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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Brasil/POR QUE O SISTEMA FINANCEIRO PRIVADO QUER DERROTAR DILMA?

Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

Antônio Augusto de Queiroz *

Numa única palavra: ganância. Nunca os banqueiros deste país lucraram tanto como nos governos do PT, mas esse pessoal não tem limite. Neste texto elenco quatro motivos que embasam tamanha hostilidade ao governo Dilma. Esse comportamento do mercado financeiro vale para qualquer governo que não aceite o jogo da banca.

O primeiro motivo, e não necessariamente o principal, é porque o governo Dilma ousou desafiá-los, ao interferir na margem de lucro deles, ao pressionar o Banco Central que reduzisse a taxa Selic, de um lado, e, de outro, que os bancos oficiais (BB** e CEF***) reduzissem o spread bancário, a partir da concorrência com a banca privada.

Os banqueiros, que antes elogiavam o governo, passaram a hostilizá-lo e a promover campanha com o objetivo de desqualificar a presidente e seu governo quanto à capacidade de

domingo, 24 de agosto de 2014

Angola/Fundo Soberano promove talentos

21 de Agosto 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) vai financiar os estudos, na Suíça, a 45 jovens licenciados angolanos considerados “talentosos”, disse fonte daquele organismo que gere a carteira de investimentos de capital do Estado.

O programa intitula-se “Futuros líderes em Angola” e visa a “capacitação de uma nova força de trabalho no país”, suportando para tal a formação de 45 jovens na Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique, Winterthur.

Esta formação, que começa na próxima semana naquela universidade da Suíça e

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Fundo Soberano de Moçambique apenas quando Orçamento de Estado estiver equilibrado

30 maio 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

O governo de Moçambique avançará na constituição de um Fundo Soberano apenas quando conseguir equilibrar as despesas e receitas do Orçamento de Estado, afirmou quinta-feira em Maputo o ministro das Finanças, Manuel Chang.

À margem da conferência África em Ascensão, promovida pelo Fundo Monetário Internacional em parceria com o governo de Moçambique, Chang disse à agência noticiosa AFP que “não iremos fazer o que outros fizeram”, adiantando que o país precisa dos fundos que

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Angola/Luanda repensa investimentos internacionais depois de perdas nas aplicações da Sonangol

Luanda, Angola, 9 dezembro 2008 – Luanda está a repensar o modelo de investimentos do Estado angolano no estrangeiro, que no futuro serão assumidos por um fundo soberano, em vez da Sonangol, cujas aplicações desvalorizaram-se acentuadamente nos últimos meses.

Poderá ascender a 935 milhões de euros a desvalorização total dos activos adquiridos pela Sonangol em Portugal no último ano e meio, de acordo com contas apresentadas na semana passada pelo Diário Económico, em Lisboa.

Tendo em conta um preço médio de 2,3 euros por acção do Millennium bcp, o investimento da petrolífera estatal angolana na aquisição de 9,99 por cento do maior banco privado português terá ascendido a 1.000 milhões de euros mas à actual cotação das acções do banco (0,837 euros), a menos-valia potencial é de 686,15 milhões de euros.

Na Galp, refere o jornal, a perda potencial é de 248,8 milhões de euros, no último ano e meio, elevando o total de perdas para 934,97 milhões de euros.

Ao ano “negro” nas bolsas europeias e norte-americanas, não terão igualmente escapado outros fundos públicos, do Banco Nacional de Angola e do Banco Africano de Investimentos, alguns dos quais estavam investidos nos Estados Unidos, de acordo com outras fontes.

Manuel Vicente, entretanto reconduzido na presidência da Sonangol, assumiu na semana passada a necessidade de travar o ritmo de investimentos seguido até agora, face à súbita mudança de conjuntura.

“Vamos ter de reduzir o ritmo dessas aplicações, tendo em conta o cenário que estamos a viver”, afirmou à Rádio Apostolado.

As perdas acumuladas, os efeitos da queda do preço do petróleo na liquidez do Estado angolano e a crise económica internacional sem fim à vista levaram Luanda a lançar a criação do Fundo Soberano de Angola, que está a cargo de uma comissão instaladora nomeada pelo próprio Presidente.

Com a criação do Fundo, pretende introduzir-se mecanismos que “garantam uma gestão eficiente dos recursos e protejam o país das vulnerabilidades externas e dos ciclos económicos conturbados”, escrevia recentemente a AngolaPress.

O Africa Monitor refere que o Fundo deverá ficar sob dependência directa do presidente José Eduardo dos Santos.

Os seus principais conselheiros económicos e financeiros são actualmente Manuel Junior e Ricardo Viegas de Abreu.

Este último é filho de um antigo quadro da Sonangol, coordena a Comissão Instaladora do Fundo Soberano e é dado como futuro presidente do mesmo, refere a mesma fonte. (macauhub)