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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Venezuela/EL LEGADO POLÍTICO DE HUGO CHÁVEZ

24 septiembre 2015 Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Traducido para Rebelión por Silvia Arana


Hugo Chávez siempre consideró a la Revolución Bolivariana como un proceso continuo, en dos sentidos:

1) la revolución contemporánea era una continuación de la lucha histórica por la liberación nacional liderada por Simón Bolívar a principios del siglo XIX;

2) la revolución política nacional iniciada con su elección en 1998 debía, por necesidad, avanzar hacia una transformación socialista.

Chávez comprendía que el poder político involucraba algo más que ganar elecciones y entrar al palacio presidencial; el objetivo político estratégico era la transformación del estado neocolonial para avanzar en la revolución de liberación nacional, que en Venezuela significaba crear una nación independiente. En un Estado petrolero, liberación nacional significaba tomar el control total de la industria petrolera y redistribuir los ingresos entre la mayoría de los trabajadores. Para Chávez la

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Ecuador promueve creación de un Tratado Internacional sobre respeto a los derechos humanos

9 diciembre 2014, El Ciudadano http://www.elciudadano.gob.ec (Ecuador)


Quito (Pichincha) -- La Misión Permanente del Ecuador ante las Naciones Unidas en Ginebra promueve la implementación de una Resolución para la elaboración de un instrumento internacional vinculante para que las empresas transnacionales y de negocios respeten los derechos humanos.

La representante María Fernanda Espinosa explicó los antecedentes, las motivaciones y el proceso para adoptar la citada Resolución, que fue presentada por Ecuador y Sudáfrica.

Espinosa resaltó la importancia de contar con mecanismos justos y efectivos de reparación

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Com a economia em crescimento, moeda de Angola está a recuperar valor

Luanda, Angola, 14 junho 2010 - A moeda angolana, o kwanza, tem estado a recuperar terreno em relação ao dólar nas últimas semanas, depois de uma prolongada tendência de depreciação, beneficiando da melhoria da situação das reservas internacionais do país, afirmam os economistas do BPI.

O mais recente relatório de conjuntura do banco sobre a economia angolana, publicado na semana passada, sublinha que desde meados de Abril o câmbio situa-se ligeiramente abaixo de 93 kwanzas por 1 dólar e cerca de 3,9 por cento acima do que se verificava no início do ano.

“Esta inversão de tendência verificada ao longo do mês passado é indicativa de uma menor pressão sobre a taxa de câmbio”, refere o relatório.

A desvalorização durava desde meados de 2009, quando o problema das reservas angolanas de moeda estrangeira se revelou mais agudo, devido à queda dos preços e das exportações petrolíferas, que actualmente já estão ao nível normal para os últimos anos.

Depois de um desempenho positivo em 2008, “a contracção da actividade exportadora terá ditado uma deterioração da balança corrente em 2009 e uma erosão das reservas internacionais”, sublinha o banco, que considera o programa de apoio do Fundo Monetário Internacional “uma ajuda importante”.

A recuperação está relacionada com um aumento das receitas petrolíferas, que “têm permitido estabilizar as reservas internacionais”, escrevem os economistas do departamento de estudos económicos e financeiros do BPI.

“É esperado que, à medida que as reservas cambiais recuperem, as autoridades retomem uma política de manutenção de uma taxa de câmbio estável face ao dólar”, adianta o relatório.

De acordo com a Agência Internacional de Energia, a produção petrolífera angolana no primeiro trimestre foi, em média, de 1,92 milhões de barris diários, ligeiramente acima das previsões do governo e do FMI.

Em relação ao ano passado, regista-se uma subida de 14 por cento na produção.

As previsões de crescimento da economia de Angola mantêm-se em cerca de 7 por cento, tendo o Fundo Monetário Internacional mantido a sua inalterada na última revisão, no "Regional Outlook" para África publicado no final de Maio.

Espera-se que o governo apresente uma revisão do orçamento de Estado para 2010 em Julho, no qual poderão ser feitas revisões em alta do crescimento económico e das receitas fiscais, “reflectindo a evolução favorável do sector exportador”, sublinha o relatório.

A recente atribuição a Angola de uma notação da dívida soberana pelas três principais agências de “rating” internacionais, que ficou em linha com as expectativas, facilita o acesso do Estado ao mercado de crédito internacional, obtendo recursos necessários para os projectos de reconstrução da economia. (macauhub)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Galp Energia junta capitais portugueses, angolanos e brasileiros

Macau, China, 7 junho 2010 – A brasileira Petrobras poderá entrar no capital da portuguesa Galp Energia, juntando-se assim à angolana Sonangol que já é accionista da petrolífera portuguesa no que levará à criação da primeira empresa energética de língua portuguesa.

O passo mais decisivo dado para a criação desta empresa energética , cotada na bolsa de Lisboa e com capital português, é um acordo de parceria estratégico entre a Sonangol, Petrobras e Galp, que já foi aprovado pela comissão executiva da petrolífera portuguesa.

Botelho de Vasconcelos, ministro dos Petróleos de Angola defendeu recentemente em declarações à agência noticiosa portuguesa Lusa a necessidade de parcerias para a internacionalização e para angariar os “recursos significativos” numa indústria que vive de grandes investimentos em exploração e produção.

“Também por isso, o desenvolvimento de novos projectos exige que a empresa (Sonangol) procure parcerias para que possa ter uma presença forte no mercado internacional”, afirmou.

Visando o desenvolvimento de negócios conjuntos, a parceria é considerada o prelúdio de uma recomposição das participações na Galp.

A Sonangol já mostrou interesse em assumir directamente a participação de mais de 33 por cento que detém na empresa portuguesa, desfazendo a parceria que tem com o empresário português Américo Amorim.

Já a Petrobras é dada pela imprensa portuguesa como interessada em adquirir 25 por cento dos 33,34 por cento que os italianos da Eni controlam na Galp.

“É uma possibilidade”, afirmou no início do ano o ministro da Energia brasileiro, Edison Lobão, quando questionado sobre a entrada da Petrobras no capital da Galp Energia.

As duas empresas são accionistas do gigantesco campo brasileiro Tupi, já considerado o maior do mundo, e o negócio daria à Petrobras maior controlo sobre este projecto, segundo salientou a analista Gianna Bern.

O ministro das Finanças de Portugal, Teixeira dos Santos, afirmou recentemente em Luanda que a petrolífera brasileira deverá comprar a participação da Eni.

"Não compete ao governo pronunciar-se em relação a negócios que são essencialmente de privados mas se daí resultar um bom entendimento entre entidades portuguesas, brasileiras e angolanas penso que é positivo", afirmou.

O Estado português detém 7 por cento da Galp, através da Parpública, e 1 por cento através do grupo financeiro Caixa Geral de Depósitos, estando cerca de 25,32 por cento disperso em bolsa. (macauhub)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Alfândegas de Angola vão controlar exportação e importação de petróleo e gás

Luanda, Angola, 27 maio 2010 - A importação e exportação de petróleo e gás para Angola e vice-versa serão controladas a partir de Outubro pela Direcção Nacional das Alfândegas (DNA), através de um sistema informático designado SIPG (Sistema Informático de Petróleo e Gás), segundo anunciou em Luanda, Armindo Victor, técnico da instituição.

O mesmo técnico revelou que o Sistema Informático de Petróleo e Gás está concluído em 75 por cento.

Armindo Vitor disse ainda que até Outubro próximo o SIPG estará totalmente pronto e encarregar-se-á de fornecer todos os dados estatísticos sobre importação e exportação de crude e gás em Angola.

O SIPG permitirá a partilha de informações entre as alfândegas e os agentes intervenientes na cadeia de importação e exportação (no domínio dos petróleos).

O sistema permitirá igualmente o controlo da navegação, dos carregamentos e da exportação de petróleo e gás. (macauhub)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Moçambique/OE a médio e longo prazos: Guebuza reitera redução da ajuda

O presidente Armando Guebuza disse ontem, em Dar-es-Salaam, que uma das primordiais apostas do Governo é reduzir, a médio e longo prazos, a dependência do Orçamento do Estado em relação à ajuda externa. Reconhecendo que tal anseio só pode ser concretizado com a produção, o Chefe do Estado moçambicano convidou o empresariado que participa no vigésimo Fórum Económico Mundial para África a investir no país, assegurando que o seu Executivo está a cumprir a sua parte.

7 maio 2010/Notícias

Intervindo num debate televisivo sobre investimento, organizado pelo Fórum Económico, o Presidente da República explicou que Moçambique estabeleceu uma política de investimento e incentivos atractivos.

No rol das áreas mais atractivas em Moçambique, o estadista apontou a exploração de recursos naturais, como, por exemplo, o sector mineiro que tem como espelho a exploração do gás natural de Temane, o carvão mineral de Moatize, bem como as pesquisas de petróleo em curso na bacia do Rovuma.

No ano passado, Moçambique aprovou um total de 250 projectos de investimento, representando cerca de seis biliões de dólares norte-americanos, elevando para cerca de 16 mil milhões de dólares o volume de investimentos aprovados nos últimos cinco anos.

Entre os investimentos aprovados o ano passado, destaca-seo projecto florestal pertencente à Portucel, uma empresa portuguesa, avaliado em mais de dois mil milhões de dólares.

Quer durante a sessão, como na conferência de Imprensa que se seguiu, o Presidente da República enfatizou que Moçambique está, actualmente, num processo de descentralização do poder para o distrito, o que de alguma maneira facilita a prossecução dos investimentos.

Explicou que, embora Moçambique tenha recebido nos últimos tempos alguns mega-projectos, a política do Governo privilegia as pequenas e médias empresas, em virtude de na sua maioria usarem mão-de-obra intensiva.

Para o Presidente Armando Guebuza só com a conjugação de mega-projectos e pequenas e médias empresas é que o país estará em condições de continuar a lutar para reduzir a dependência do Orçamento do Estado em relação à ajuda externa, que no presente ano caiu de mais de 50 porcento para 46 porcento.

Entretanto, no mesmo debate participou o Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Donal Kaberuka, que frisou que as economias dos países africanos estão a mostrar sinais surpreendentes de recuperação após o abalo provocado pela crise financeira internacional.

Por seu turno, intervindo na mesma sessão, o ministro das Finanças da África do Sul, Privin Gordan, disse que é preciso levar todas as pessoas a pagarem impostos e controlar as exportações ilegais de capitais, como forma de reduzir a dependência externa dos governos africanos em relação à ajuda externa.

Ainda ontem o Presidente Armando Guebuza participou numa sessão sobre “laboratório de ideias com os fazedores de ideias a nível global”, hoje irá tomar parte numa outra sobre “novos modelos de colaboração para o desenvolvimento económico em África”, para depois falar à comunicação social moçambicana que o acompanha. (António Mondlane, em Dar-es-Salaam)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Timor-Leste/ITA TENKE TAHAN JOINT VENTURE SUNRISE NIAN PROPOSTA HO NEGOSIASAUN SERIU

FRETILIN.Media http://fretilinmedia.blogspot.com/
FRETILIN: KOMUNIKADU BA IMPRENSA

Dili, 30 Abril 2010

Horseik Kompanhia Woodside, no sira nia Joint Venture deklara iha media internasional katak sira prefere atu halau prosesamentu ba gas husi kampu Greater Sunrise iha “plataforma flotuante” iha tasi leten du ke lori mai Timor-Leste ka ba Australia. Partidu FRETILIN deklara liu husi nia porta voz Deputadu Jose Teixeira katak, maske deklarasaun ida nee laos preferensia Timor-Leste nian, governu de facto labele deit hatan ho deklarasaun oioin maibe tenke tahan ho reforso ba prosesu negosiasaun ho sira, tamba ida nee deit mak dalan atu lori kadoras no fabrika prosesamentu mai Timor-Leste, resultadu ida nebee Timor oan hotu hakarak no buka.

“Ita hotu hakarak apoia governu de facto kona ba prosesu ida ne’e, tamba ita hotu fiar katak tenke lori kadoras no fabrika gas mai Timor-Leste. Ne’e iha duni ita nia interese nasional. Maibe, nudar estadu ita tenke tahan diretamente ba desizaun Joint Venture Sunrise nian ho ita nia proposta negosiasaun seriu kona ba oinsa ita atu dada kadoras mai Timor-Leste. Ita labele hatan deit dehan ‘ami la aprova’ oin seluk, ka ‘ami sei nunka aprova’ oin seluk, hanesan porta voz governu de facto nian deklara agora dadaun. Ita presiza propoen agenda negosiasaun seriu ba ita nia proposta atu konvense sira katak ita nia dalan mak diak liu ba ita hotu no los liu tuir aspetu tekniku no juridiku,” deklara porta voz FRETILIN, Deputadu Jose Teixeira.

Nia dehan katak liu husi prosesu negosiasaun ida neebe transparente, determinadu no ho objectivu klaru deit mak ita bele konvense sira katak ita nia proposta mak los. “Laos deit taka odomatan, no buka hamoe sira iha media. Nune’e ita sei la hetan resultadu neebe ita buka, no sei hatudu nafatin inkapasidade atu negosia no halo gestaun ba prosesu ida neebe importante tebes ba ita nia Povo no nasaun nia futuru,” nia hatutan.

“Iha 30 Maiu 2007 Ministru Rekursus Naturais Australia nian, Ian MacFarlane deklara katak, Darwin lakon ona oportunidade atu dada kadoras ba neeba, no katak Woodside no sira nia joint venture sei tenke rona Timor-Leste nia proposta atu dada kadoras mai ita nia rain, molok halo desizaun ruma kona ba oinsa atu explora Greater Sunrise. Tuir ami nia hare kestaun mak ne’e, saida konkretu mak ita nudar estadu propoen ba sira atu konvense sira katak diak liu prosesa gas husi Sunrise iha rain Timor-Leste du ke opsaun seluk? Governu de facto halo duni ona nunee ka lae?”, Teixeira husu.

Teixeira deklara katak FRETILIN hatudu ona katak nia sempre pronto atu kontribui ba hetan resultadu neebe diak ba nasaun, maibe Governu de facto mak la hatudu transparensia no la husik FRETILIN fo kontribuisaun ba prosesu negosiasaun.
“Tamba assuntu ida nee envolve interese nasional, mak uluk Presidenti Republika halo esforsu oinsa FRETILIN, liu husi envolvimentu Dr Alkatiri nian, tamba nia iha experiensia makas kona ba assuntu ida nee, bele tulun prosesu negosiasaun. Maibe deputadu CNRT sira mak taka dalan. Nudar Timor oan ita tenke hamutuk atu hasoru sira, maibe ita tenke transparente ho malu no ho sira seluk neebe iha interese ba kestaun bo’ot ida nee. Ita tenke koalia momos ho sira, laos koalia liu husi deklarasaun ba media deit."

Maibe liliu ita tenke kaer metin prosesu negosiasaun atu tahan sira nia proposta ho ita nia propostas klaru no forte. Ita tenke negosia duni, laos deit ezigi. Se ita halo esforsu negosia duni, entaun ita sei nunka lakon, tamba ita nia pozisaun teknikamente no juridikamente forte no justu liu sira nian”, Teixeira taka.

FRETILIN.Media http://fretilinmedia.blogspot.com/
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Deputadu Jose Teixeira
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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Aceleração do crescimento económico em Angola deixa crise para trás

Luanda, Angola, 26 abril 2010 – A economia de Angola está em aceleração e deverá registar este ano um crescimento superior a 7 por cento, devido à recuperação dos preços do petróleo, de acordo com o banco português BPI no seu mais recente relatório sobre a economia angolana.

“Esta recuperação reflecte o desempenho esperado do preço médio do petróleo no mercado internacional, possivelmente para patamares em torno dos 70 dólares o barril, enquanto que o volume de produção deverá situar-se em 1,85 milhões de barris diários”, de acordo com o gabinete de estudos do BPI, que projecta para este ano um crescimento de 7,2 por cento da economia angolana.

O Fundo Monetário Internacional atualizou na semana passada as suas previsões para Angola, apontando para uma subida de 7,1 por cento em 2010 e de 8,3 por cento em 2011.

No ano passado, o PIB angolano registou uma “evolução praticamente nula”, segundo o BPI, o que acabou por ser melhor do que a recessão que chegou a ser antecipada pelos principais economistas, mas que acabou por ser contrariada pela subida do preço do petróleo.

Os desafios ao crescimento a médio prazo, afirma, estão ainda nas vulnerabilidades da economia a choques externos, como aconteceu em 2009, quando “o rápido declínio do valor das exportações e a consequente erosão das reservas internacionais, [foi] agravado pela pressão sobre a moeda doméstica”.

Sinal dos baixos preços petrolíferos, mas também de diversificação económica, o contributo do sector não-petrolífero para o PIB foi de 60 por cento, sendo particularmente importante o sector da construção, “motor da economia não-petrolífera e gerador de emprego a partir de 2005”.

“Nos próximos anos, a construção beneficiará também da urgência em prosseguir com um plano de diversificação da economia, que passa pelo desenvolvimento dos sectores da agricultura e da indústria, o que tem subjacente um forte investimento em vias de comunicação, redes energéticas ou criação de estruturas fabris e pólos de desenvolvimento”, afirma o BPI.

Este ano, adianta, Angola deverá registar um crescimento do investimento privado nacional e estrangeiro, “relativamente aos sectores não-petrolíferos”.

"O investimento público deverá estabilizar este ano e as despesas correntes deverão diminuir, o que, a par de uma esperada recuperação das receitas fiscais ligadas à actividade petrolífera, deverá contribuir para uma melhoria das contas públicas, o que constitui um requisito do FMI para aprovação do apoio concedido”, refere o relatório.

A inflação atingiu 13,99 por cento no ano passado, mesmo num contexto de abrandamento da actividade económica, divergindo do objectivo das autoridades angolanas, de 12,5 por cento.

A previsão de 13 por cento para este ano, afirma o BPI, “adivinha-se de difícil concretização, uma vez que prevalecem os constrangimentos estruturais e logísticos”, bem como um movimento de “desvalorização cambial e subida dos preços dos bens alimentares nos mercados internacionais”.

“Travão” à aceleração das importações, que penaliza o equilíbrio das contas externas, deverá ser o baixo valor médio da cotação do kwanza previsto no orçamento, numa altura em que a desvalorização fez com que a moeda angolana registasse em Março o valor mais baixo dos últimos anos face ao dólar. (macauhub)

quarta-feira, 5 de março de 2008

Moçambique/Governo recorre a Angola para formação em prospecção de petróleo

Maputo, Moçambique, 5 março 2008 - O governo de Moçambique enviou quadros para Angola para receberem formação durante três anos em áreas relacionadas com a pesquisa e prospecção de petróleo, noticiou terça-feira a imprensa moçambicana.
De acordo com a agência noticiosa portuguesa Lusa, a imprensa adianta que funcionários do Ministério dos Recursos Minerais moçambicano vão receber formação em Sumbe, na província angolana do Kwanza-Sul, nas áreas de Geologia de Petróleo e de Minas.
No final da sua visita a Moçambique em Outubro de 2007, o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, prometeu colocar à disposição de Maputo "toda a experiência e saber" de Angola no domínio petrolífero, numa altura em que decorrem pesquisas sobre a existência em Moçambique de jazidas passíveis de exploração comercial.
O petróleo foi uma das nove áreas objecto de acordos de cooperação entre Moçambique e Angola, assinados no âmbito da visita de José Eduardo dos Santos a Maputo.
O governo moçambicano tem manifestado a sua confiança na existência de reservas de petróleo no país passíveis de serem exploradas comercialmente, em especial na bacia do Rovuma (rio que separa Moçambique da Tanzânia, no norte) e no delta do Zambeze (centro), mas remeteu sempre para as empresas que estão na prospecção.
As maiores operações de prospecção concentram-se na bacia do Rovuma.
Recentemente, a Anadarko, uma das principais companhias norte-americanas de petróleo, a ENI, de Itália, a Norsk Hydro e a DNO, ambas da Noruega, a Petronas, da Malásia, e a Artumas, do Canadá, venceram concursos lançados pelo governo moçambicano para a prospecção petrolífera nessa bacia do norte de Moçambique.
Em paralelo, o governo moçambicano lançou em Dezembro do ano passado, o terceiro concurso internacional para a pesquisa de petróleo, desta feita na Bacia de Moçambique, numa área de 61 mil quilómetros quadrados que inclui o sul da província da Zambézia e o norte da província de Inhambane (centro). (macauhub)

segunda-feira, 3 de março de 2008

Moçambique/Iniciou-se construção da refinaria de Nacala-a-Velha

Maputo, Moçambique, 3 março 2008 - A construção de uma refinaria em Nacala-a-Velha, província de Nampula, teve já início com o transporte para o local de equipamento e maquinaria, afirmou sexta-feira em Maputo Eurico Simão, consultor da empresa construtora.

Em declarações à agencia noticiosa moçambicana AIM, Simão disse que a fase de arranque, agora iniciada, inclui a construção de uma escola de artes e ofícios, a fim de dar formação profissional aos futuros operários.

Simao disse também que a escola será apoiada pelos governos de Moçambique e do Brasil, tendo os brasileiros avançado já com propostas e com um plano que já foi utililizado em diversos pontos do globo.

Uma das vantagens do plano proposto é que os módulos de ensino vêm já em português, a língua oficial de Moçambique, e com professores que darão as aulas também em português.

Eurico Simão afirmou ainda à AIM pensar ser possível ter a refinaria a funcionar no prazo de três anos a fim de que em 2010 as primeiras gotas de gasolina e gasóleo começem a ser produzidas.

De acordo com Simão, a refinaria justifica-se devido à ligação de caminho-de-ferro entre Nacala e o Malawi bem como pelo facto de parte da produção poder ser exportada por mar, uma vez que Nacala dispõe do melhor porto natural de águas profundas de toda a costa oriental de África.

A refinaria, que cobrirá uma área de 838 hectares, tem uma capacidade de produção de 300 mil barris de petróleo por dia e dará emprego a 450 cidadãos moçambicanos. (macauhub)

São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial querem estabelecer acordo de exploração conjunta de petróleo

São Tomé, São Tomé e Príncipe, 3 março 2008 - São Tomé e Príncipe e a Guiné Equatorial querem estabecer um acordo de exploração conjunta de bloco de petróleo situado na zona delimitação marítima entre os dois países, anunciou sexta-feira o presidente guinéu-equatoriano, Teodoro Obiang Nguema.

O anúncio feito por Obiang Nguema foi tornado público pela televisão nacional de São Tomé e Príncipe, TVS, numa reportagem "balanço" sobre a visita quinta-feira do Presidente são-tomense, Fradique de Menezes, a Malabo, capital da Guiné Equatorial, no âmbito de cooperação bilateral.

Tendo admitido a hipótese de existência de um bloco de petróleo dividido entre as fronteiras marítimas dos dois países, o chefe de Estado guinéu-equatoriano sublinhou que "estamos a estudar a possibilidade de uma exploração conjunta de bloco na zona de delimitação".

Nguema defendeu ainda que a distribuição das receitas resultantes da exploração conjunta será efectuada de acordo com a potencialidade de eventuais blocos bem como a sua localização em termos de limitação de fronteira marítima entre os dois Estados, da zona do Golfo da Guiné, na costa ocidental de África, separados por mar numa distância de cerca de 300 quilómetros.

O acordo, que envolverá também as empresas petrolíferas interessadas, será concebido por uma comissão mista composta por técnicos das duas partes bem como por consultores internacionais, segundo o memorando de base de cooperação assinado quinta-feira em Malabo testemunhado pelos respectivos presidentes, Fradique de Menezes de São Tomé e Príncipe e Teodor Obing Nguema da Guiné Equatorial.

Enquanto a Guiné Equatorial já dispõe de experiência em matéria de exploração petrolífera, São Tomé e Príncipe encontra-se numa fase inicial desta actividade, com uma zona marítima exclusiva, cuja prospecção de blocos se prevê para final deste ano, juntando-se uma outra zona de exploração conjunta com a Nigéria, onde as descobertas ainda não justificaram uma exploração comercial.

Além do sector petrolífero, o acordo base de cooperação entre São Tomé e Príncipe e a Guiné Equatorial engloba ainda os sectores da floresta, infra-estruturas, educação, e transporte. (macauhub)

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Moçambique/Empresa russo-holandesa vai apoiar Sasol na prospecção de petróleo

Maputo, Moçambique, 29 fevereiro 2008 - A "joint-venture" russo-holandesa Salym Petroleum Development (SPD) vai planear e gerir as operações de perfuração de dois poços na baía de Sofala, centro de Moçambique, de acordo com a imprensa moçambicano que cita o director técnico da empresa.
O contrato inclui a realização de quatro perfurações opcionais e pode constituir o início de uma parceria de prazo mais alargado com a petrolífera sul-africana Sasol, detentora da concessão.
A SPD é uma "joint-venture" criada em 1996 entre a empresa russa Evikhon e a petrolífera Shell para explorar os poços de petróleo de Salym, descobertos nos anos 1960 na Sibéria ocidental, no coração da indústria de petróleos russa.
Com o petróleo em Moçambique ainda em fase de prospecção - que no início deste ano se vai intensificar - a dúvida subsiste sobre se existem ou não reservas em quantidade suficiente para justificar o investimento e a exploração comercial.
O executivo de Maputo tem manifestado a sua confiança na existência de reservas de petróleo no país passíveis de serem exploradas comercialmente, em especial na bacia do Rovuma (rio que separa Moçambique da Tanzânia, no norte) e no delta do Zambeze (centro), mas remetendo sempre a palavra final para as empresas que estão na prospecção.
Recentemente, a norte-americana Anadarko, a ENI, de Itália, a Norsk Hydro e a DNO, ambas da Noruega, a Petronas, da Malásia, e a Artumas, do Canadá, venceram concursos lançados pelo governo moçambicano para a prospecção petrolífera na bacia do Rovuma.
Resultados preliminares de um estudo recentemente divulgado, realizado pela norte-americana Rose & Associates a pedido da companhia petrolífera canadiana Artumas, indicam que a bacia do Rovuma tem potencial de petróleo em quantidades passíveis de exploração, mas com uma probabilidade de sucesso da iniciativa de 18 por cento.
Pesquisas efectuadas em 1986 pela petrolífera Esso e, em 1998, pela empresa Lohnropet, subsidiária da empresa britânica Lohnro, indicaram não existir petróleo na região, mas sim depósitos de gás (os pesquisadores no terreno têm referido a presença de quantidades significativas desta matéria-prima na bacia do Rovuma).
Em paralelo, o governo moçambicano lançou em Dezembro do ano passado, o terceiro concurso internacional para a pesquisa de petróleo, desta feita na bacia de Moçambique, numa área de 61 mil quilómetros quadrados que inclui o sul da província da Zambézia e o norte da província de Inhambane (centro).
Nesta zona do país já estão presentes, entre outros, a petrolífera brasileira Petrobras que, em parceria com a Petronas (Malásia), actua na produção de hidrocarbonetos na foz do rio Zambeze.
A Petronas firmou no ano passado com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (estatal) um acordo para a exploração de petróleo e gás natural em Moçambique.
A companhia petrolífera malaia deverá, por seu turno, começar no primeiro semestre deste ano a segunda fase de pesquisas de petróleo no Delta do Zambeze, estando prevista a realização de um furo "offshore" com um custo de 20 a 25 milhões de dólares. (macauhub)

VENEZUELA Y SUS RECURSOS NATURALES

El petróleo bajo principios soberanos

Por Maria Victoria Romero / Desde la Redacción de APM

24 febrero 2008

Caracas se enfrenta a la Exxon Mobil con una estrategia basada en la defensa de la soberanía y sustentada por leyes que avalan el control del Estado sobre los recursos naturales.
Petróleos de Venezuela (PDVSA) la estatal encargada de administrar la riqueza petrolera del país sudamericano, decidió suspender la venta de crudo a la empresa estadounidense, Exxon Mobil ante la denuncia que hizo la compañía por el embargo de algunas de sus refinerías ubicadas en el Orinoco
La empresa venezolana justificó su decisión por las acciones de hostigamiento jurídico-económico emprendidas por Exxon Mobil. El grupo estadounidense, primero a nivel mundial en el ramo petrolero, introdujo en septiembre una demanda de arbitraje internacional para alcanzar compensaciones por su retiro de la región petrolera del Orinoco, nacionalizada por el gobierno venezolano.
Exxon Mobil obtuvo de la Corte Superior en Londres una orden de congelamiento contra la compañía de Venezuela que le prohíbe disponer de sus activos en el mundo por 12 mil millones de dólares. Venezuela respondió que la demanda de Exxon no se relaciona con la solidez económica y financiera de PDVSA, empresa que mantiene activos por más de 109.000 millones de dólares.
Por otro lado, el próximo mes PDVSA también enfrentará otro juicio en una corte de Estados Unidos, donde se determinó congelar 300 millones de dólares de activos de la estatal a petición de Exxon Mobil. Los abogados de la petrolera venezolana adelantaron que la audiencia se realizará a partir del miércoles ante la Royal Court of Justice de Londres y durará tres días.
Por su parte, Rafael Ramírez, ministro venezolano de Energía y Petróleos y presidente de PDVSA, sostuvo que la reacción con Exxon no tiene precedentes en las historia de las relaciones petroleras en el mundo. Ante esa situación, Venezuela propuso a la petrolera retornar al arbitraje en una instancia del Banco Mundial (BM) y abandonar acciones judiciales paralelas emprendidas por la petrolera.
Las partes comenzaron en 2007 arbitrajes ante el Centro Internacional de Arreglo de Diferencias Relativas a Inversiones (CIADI) del Banco Mundial y el Tribunal Internacional de Comercio, por compensaciones ante el fin de los contratos de Exxon en Venezuela, en un proceso de nacionalización en la faja petrolífera del Orinoco este.
“Hemos escuchado varios mensajes de Exxon, lo que planteamos es que debemos retornar a la situación que estaba propuesta en el marco del arbitraje”, afirmó el Ministro.
La firma estadounidense no aceptó seguir presente en la explotación como socio minoritario y exigió el pago de una indemnización calculada a precios de mercado de 5 mil millones de dólares, mientras PDVSA sostiene que el valor en libros no supera los 750 millones de dólares, dado que ya adquirió 500 millones de deuda del yacimiento Cerro Negro.
“Se equivocaron con nosotros”, sostuvo Ramírez quien aseguró que el Gobierno no retrocederá en la defensa de los intereses del país y en la recuperación de la plena soberanía petrolera. “Es importante que estas empresas transnacionales sepan que acá no nos vamos a asustar o doblegar”, dijo durante una concentración en respaldo a la petrolera estatal llevada adelante por los trabajadores del petróleo zulianos en el muelle de Tía Juana.
Ramírez recordó que desde que comenzaron a recuperar la soberanía petrolera en 2002, el Estado recobró 40 mil millones de dólares. En tanto, el gobierno de Caracas comunicó que pagará a la compañía ENI una compensación de 700 millones de dólares por la nacionalización de un campo en el 2006. ENI, al igual que Exxon, interpuso un arbitraje internacional contra el país, luego de que PDVSA asumiera el control del campo petrolero DACION tras no llegar a un acuerdo con la firma italiana.
DACION quedará completamente bajo control del Estado, mientras ENI continuará presente en el país con una participación de 26 por ciento en la empresa mixta Petrosucre, que opera el campo costa afuera Corocoro, con una producción de 30 mil barriles por día.
A su vez, el grupo petrolero estadounidense Conoco-Phillips vio sus reservas de hidrocarburos afectadas por la decisión de Venezuela de modificar los contratos de las compañías extranjeras de la cuenca del Orinoco. La tasa de sustitución de las reservas en Conoco, que incluye el volumen de las reservas comprobadas de hidrocarburos con relación a la producción, quedó en 29 por ciento, según las cifras publicadas por el grupo.
Para el gobierno de Venezuela, las acciones de Exxon Mobil buscan más que una compensación. “Aquí lo que se trata es de quien se queda con la renta petrolera-dijo el director de PDVSA -Antes se la quedaba el imperialismo norteamericano, después la oligarquía nacional y ahora se la está quedando el pueblo. Eso es lo que no le perdonan al presidente Chávez. Ahí está el meollo del asunto”.

vromero@prensamercosur.com.ar

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Ecuador considera terminar contrato con petrolera estadounidense

Quito, 26 febrero 2008 (ABN) - Ecuador considera terminar el contrato de explotación petrolera con la compañía estadounidense City Oriente, informó el ministro de Minas y Petróleo, Galo Chiriboga, reportó Prensa Latina.
'Estamos analizando terminar con ese convenio por mutuo acuerdo, debido a que no será posible renovarlo porque la situación es inviable desde el punto de vista técnico y financiero', resaltó Chiriboga.
En este sentido, puntualizó que renegocian los contratos del Estado con cinco petroleras extranjeras, con el objeto de modificar las condiciones de trabajo y mejorar los ingresos para el Estado.
En sus declaraciones, realizadas durante un taller hidrocarburífero en la localidad de Puemba, destacó que las conversaciones con las empresas foráneas se desarrollan en un nivel adecuado. “Tenemos ya varias propuestas específicas de las empresas petroleras en cuanto a niveles de inversión, de producción y los informes de cada una de las comisiones en términos de qué va obtener el Estado en beneficio adicional a los contratos anteriores”, aseguró.
Explicó que negocian por separado con las compañía brasileña Petrobras, la hispano-argentina Repsol-YPF, la francesa Perenco, la china Andes Petroleum y City Oriente.
'Se trata de cambiar los convenios vigentes de participación por otros de prestación de servicio, pero con la empresa estadounidense no hay avances, por lo cual se considera terminar con el acuerdo' apuntó. City Oriente opera el Bloque 27, situado cerca de la frontera con Colombia, y extrae unos tres mil barriles diarios de crudo.
Esa firma presentó en el 2006 una demanda de arbitraje ante el tribunal del Centro Internacional de Diferencias Relativas a Inversiones en contra del Estado, al negarse a entregar el 50% de las ganancias que obtiene por el alto precio del crudo.
De igual manera rechazó la nueva disposición, aprobada por este gobierno y que modifica la anterior, y obliga a pagar el 90% de los ingresos que recibe fuera del contrato por el alto costo del barril de petróleo.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=121636&lee=Array[0]

Petrolífera angolana não descarta investir em Portugal

Luanda, 25 fevereiro 2008 (Lusa) - O presidente do conselho de administração da petrolífera Sonangol, Manuel Vicente, admitiu a possibilidade de investir no setor do gás em Portugal, dependendo do sucesso das atividades de prospecção realizadas.
Num encontro com jornalistas, em Luanda, Vicente disse que a estratégia de internacionalização da empresa pode incluir ainda a possibilidade entrar no setor do gás na Espanha, França e Portugal.
"Se nós, no quadro das perspectivas que temos de detecção de mais reservas de gás, formos felizes, para além de desenvolvermos o sector petroquímico, vamos continuar a exportar”, disse.
"Como se sabe, devido aos problemas que existem entre a Europa e a Rússia, o setor do gás natural é um valor precioso", afirmou Manuel Vicente.
O diretor da petrolífera Sianga Abílio, que acompanhou a comitiva do dirigente angolano, afirmou que a Sonangol já está intervindo no ramo do gás nos Estados Unidos, onde tem um terminal de gaseificação.
Além disso, a estatal já está no mercado norte-americano por meio da subsidiária Sonangol USA, dedicada à comercialização de óleo, com sede em Houston.
Iniciativas
É uma estratégia importante poder beneficiar de todas as mais-valias que o produto representa, desde a produção, processamento, transporte e comercialização", disse, acrescentando que este processo é feito através de um consórcio que integra empresas como a El Paso, Gulf Energy e a Sonangol.
O continente africano nesta estratégia "não está esquecido" pela Sonangol, e a prova disso mesmo, segundo Vicente, é que a empresa adquiriu, "recentemente", 20% da refinaria de Abidjan, na Costa do Marfim.
Sobre as perspectivas futuras dos investimentos angolanos no exterior, Manuel Vicente admitiu algumas alterações significativas.
"A internacionalização faz parte da política de Estado. Fala-se de um fundo soberano. Cingapura tem, a Malásia tem, nós ainda não os temos. Mas, quando os tivermos, serão esses fundos a levar a cabo parte dessa estratégia", explicou.
"Mas isso não quer dizer que a Sonangol vá deixar de comprar ativos lá fora. Mas muito do que está a fazer, nomeadamente na banca, poderia ser um outro veículo- os fundos soberanos - a fazê-lo", afirmou o representante da companhia angolana.

São Tomé e Príncipe/Galp Energia interessada na pesquisa de petróleo e gás natural

São Tomé, São Tomé e Príncipe, 26 fevereiro 2008 - Responsáveis da empresa portuguesa Galp Energia foram segunda-feira recebidos pelo governo e pela presidência de São Tomé e Príncipe para avaliar da possibilidade de participar em projectos de prospecção de petróleo e gás natural.
Em declarações à agencia noticiosa portuguesa Lusa, Manuel Ferreira de Oliveira, presidente da Galp Energia, afirmou pretender conhecer os planos de pesquisa de petróleo e gás natural do Estado de São Tomé em primeira-mão e testar a possibilidade de participar em alguns desses projectos.
O ministro dos Recursos Naturais são-tomense, José da Graça Diogo, disse que o interesse da petrolífera portuguesa no país pode envolver uma estratégia lusófona e ser alargada à brasileira Petrobras e à angolana Sonangol.
"Temos tido contactos com a parte angolana e com a parte brasileira para se criar uma 'joint-venture' entre estas empresas, a Galp e o Estado são-tomense", afirmou o governante, adiantando ainda que as petrolíferas têm conversado umas com as outras sobre este assunto.
Galp, Sonangol e Petrobras estão também a apoiar o Estado de São Tomé e Príncipe na criação da Petrogas, a futura petrolífera nacional, disse ainda José da Graça Diogo, um dos novos rostos do recém-empossado elenco governativo são-tomense, chefiado por Patrice Trovoada.
Embora confirmada a existência de petróleo e gás natural na Zona Económica Exclusiva são-tomense, é incerto que as jazidas em águas profundas e ultra-profundas sejam economicamente viáveis.
Ao contrário da área de exploração conjunta com a Nigéria, que já tem blocos delimitados e adjudicados na fase de pesquisa, o processo nas águas são-tomenses está bastante mais atrasado.
"O estudo sísmico está elaborado mas falta ainda delimitar as áreas e lançar o leilão", afirmou o ministro são-tomense, que acha "difícil" ultrapassar estas etapas até ao fim do ano. (macauhub)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Produção petrolífera em Angola atinge um milhão e 900 mil barris/dia

Luanda, 25 fevereiro 2008 – Angola produz desde a última semana um milhão e 900 mil barris de petróleo/dia, superando a anterior cifra de 1,7 milhão alcançada até do final de 2007, com a expectativa de atingir, ainda este ano, uma produção diária de dois milhões de barris.
A informação foi dada hoje (segunda-feira), em Luanda, pelo presidente do conselho de administração da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), Manuel Vicente, durante uma conferência de imprensa, por ocasião do 32º aniversário da criação da Sonangol (25/02/76).
Segundo afirmou, este incremento tem levado ao crescimento progressivo da força de trabalho da companhia, registando, a nível da Sonangol, um efectivo de oito mil 240 trabalhadores.
Num balanço das actividades realizadas em 2007, destacou a realização, pela petrolífera angolana, de um volume de negócios na ordem dos de 11 mil milhões de dólares norte-americanos, dados segundo Manuel Vicente, “ainda preliminares, pois faltam ser auditados”, mais ainda assim, “estimamos que o volume de negócios tenha atingido os 17 biliões de dólares norte-americanos”.
Os impostos estão calculados em 1,3 mil milhões de dólares norte-americanos. A companhia espera obter deste período um aumento de 1,3 mil milhões em lucro líquido sobre os ganhos de 2006.
Das realizações de 2007, Manuel Vicente destacou a efectivação do controlo da Refinaria de Luanda, embora a empresa não detenha os 100 porcento das acções da unidade de refinação, actualmente gerida pela companhia angolana.
Referindo-se à internacionalização da Sonangol, disse que a sua actividade não se restringirá a Portugal, tendo em conta a actual dinâmica dos preços do barril do crude no mercado internacional, sendo assim, a companhia vai abrir mercado “ali onde for viável, procurando diversificar a actividade da empresa”.
Para este ano, disse que a petrolífera vai manter como prioridade a melhoria da oferta de combustíveis e seus derivados, além de garantir o fornecimento destes em qualidade e quantidades desejadas a todos os pontos do país.
Para ultrapassar as dificuldades existentes nas áreas de abastecimento e distribuição de combustíveis, disse estar em curso investimentos na ordem de 300 milhões de dólares norte-americanos para, desta forma, “fazer face aos desafios de desenvolvimento que o país apresenta”.
“Estamos a melhorar o sector de abastecimento, a aumentar a capacidade de distribuição e de armazenagem dos nossos produtos, numa acção com o Governo, visando, num futuro breve, liberalizar o mercado nestas áreas e permitir que outros autores, que não seja o estado, actuarem nestes domínios", frisou.
A produção petrolífera no país, segunda maior da África sub-sahariana, representou, em 2007, 90 porcento das exportações, 50 do Produto Interno Bruto (PIB) e 80 dos seus rendimentos de impostos.
A Sonangol, que hoje assinala o seu 32º aniversário, é a companhia que gere os recursos hidrocarbonetos em Angola, país onde a actividade de prospecção e pesquisa de crude iniciou-se no ano de 1910, período em que foi concedida à Companhia Canha & Formigal, uma área de 114 000 quilómetros quadrados no Offshore do Congo e na Bacia do Kwanza, sendo o primeiro poço perfurado em 1915. (AngolaPress)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Moçambique/Canadiana Artumas inicia trabalhos de prospecção de petróleo no Rovuma

Maputo, Moçambique, 21 fevereiro 2008 - A empresa petrolífera canadiana Artumas deverá iniciar em Junho próximo a prospecção de hidrocarbonetos num dos blocos por si concessionados na bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, de acordo com o sítio Zambézia online.
O Zambezia Online cita o director-geral da Artumas, Jerry Brix, para afirmar que em 31 de Março próximo será lançada a primeira fase que vai abrir cerca de 500 postos de emprego entre pessoal técnico e elementos da população das aldeias por onde passarão as linhas sísmicas.
Ainda não se fala de custos desta primeira fase, que dependem da avaliação a ser feita por uma outra empresa, mas foi já definido que os trabalhos de prospecção vão abranger 650 quilómetros na chamada zona 2D, da bacia do Rovuma, envolvendo os distritos de Palma e Mocímboa da Praia.
Prevê-se que as pesquisas sísmicas terminem em princípios de Novembro e a Artumas é a terceira companhia petrolífera a prospectar a bacia, embora tenha sido a única a fazê-lo em terra firme.
Operam na zona a norueguesa Norsk Hydro, desde há cerca de um ano, e a norte-americana Anadarko, desde 26 de Janeiro, bem como a italiana ENI, todas em "offshore". (macauhub)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

A MAIS ESTRANHA CRISE DE TODAS DE TIMOR-LESTE

Por Tom O'LincolnMR Zine/19 fevereiro 2008/Fonte e tradução: Timor Online

A última crise de Timor-Leste é a mais estranha de todas. O tiroteio que deixou o presidente José Ramos Horta nos cuidados intensivos e matou o carismático amotinado Major Alfredo Reinado, não está ainda explicado.
Primeiro disseram-nos que era uma tentativa de golpe pelas forças de Reinado, ex-soldados dissidentes que tinham vindo dos seus esconderijos nas montanhas para cercar a casa de Horta e depois para balearem o carro do Primeiro-Ministro Xanana Gusmão. Supostamente isto acontecera depois dum encontro entre o Presidente e o Major que tinha “acabado azedamente”.
Depois emergiu que Reinado morreu primeiro: "vizinhos e pessoal da casa de Ramos Horta disseram ao Australian que não foi Reinado quem disparou o primeiro tiro. Pelo contrário, disseram que ele apareceu ao portão a perguntar pelo Presidente e que foi quase imediatamente baleado num olho."
A seguir o cunhado de Ramos Horta, João Carrascalão, afirmou que ambos o Presidente e o Major tinham sido tramados, parece que por secções das forças armadas. Carrascalão diz que alguém baleou o Presidente pelas costas quando ele subiu um monte a pé em direcção aos homens de Reinado. Entretanto o Ministro da Economia João Gonçalves revela que o encontro entre Horta e Reinado fora um grande sucesso, e que estava a caminho um acordo de amnistia para ambos o Major e os seus seguidores. Então porque é que os amotinados iam atacar?Ramos Horta pode recuperar ou não o suficiente para retomar as funções. Reinado foi-se, mas, pelo menos por agora, reforçou-se o seu culto entre sectores da população a oeste de Dili. Os amotinados continuam ao largo, e os Australianos levaram um enorme golpe no seu prestígio ao terem permitido que tudo isto acontecesse mesmo debaixo dos seus narizes.
30,000 pessoas continuam a viver em campos depois da violência de 2006, enquanto as inundações e uma praga de gafanhotos torna a vida miserável. Agências falam de "fadiga de dadores" enquanto a imagem heróica de Timor-Leste se dilui e a ONU se apresta a cortar rações aos habitantes dos campos. O governo tem um plano para ajudar os deslocados a regressarem a casa, mas leis de propriedade confusas atrapalham o caminho.
Podia-se esperar conversa de acção para responder às necessidades das pessoas, mas a resposta do novo governo Australiano do Labor ecoa a do seu predecessor da ala direita -- botas no terreno. O Primeiro-Ministro Kevin Rudd tinha criticado o regime de Howard por se apoiar em soluções militares, mas mandou rapidamente novas forças armadas para Timor, elevando o total para cerca de um milhar, fazendo o grosso da chamada Força Internacional de Estabilização. Estes incluem comandos SAS que falharam uma tentativa para capturar Reinado apesar de terem helicópteros Blackhawk e "todo o tipo de aparelhagem moderna."
Eles enfrentaram críticas ferozes depois do tiroteio. "Não há nenhuma necessidade de enviarem mais tropas," disse o líder da Oposição Mari Alkatiri. "Já têm tropas suficientes aqui para fazerem o trabalho." disse o chefe das forças militares de Timor-Leste, Brigadeiro-General Taur Matan Ruak, que estava "chocado" por as forças de Reinado poderem ter alcançado a casa de Horta no desconhecimento dos Australianos.
A situação está carregada. Há uma relação simbiótica entre o governo Horta-Gusmão que conseguiram o cargo com muita dificuldade o ano passado e a presença Australiana (e da Nova Zelândia). O governo está efectivamente escorado por tropas estrangeiras, ao mesmo tempo que os planos Australianos para estabilizar o país assentaram no prestígio pessoal de Gusmão e nas capacidades políticas de Ramos Horta. Agora as tropas são um motivo de risota. Horta está ferido com gravidade, a versão dos eventos de Gusmão parece desacreditada e um chateado antigo partido do governo, a Fretilin, aguarda a sua vez no fragmentado parlamento. Todos os planos de Canberra podem-se desconjunturar.
Os estrategas Australianos estão a fazer perguntas nervosas acerca do plano de jogo a longo prazo de Rudd e da estratégia económica do governo de Timor-Leste.
Como o poderoso comentador do jornal Australian Greg Sheridan realça, o espalhar destes eventos pode cruzar-se com tumultos noutras partes do "mundo da Melanésia" -- um ponto que Rudd fez durante a eleição. Isso é as ilhas Estados etnicamente relacionadas que correm desde o leste de Timor até às Fiji. Sheridan quer que a Austrália comece com energia para durar e actue com mais agressividade.
"A Austrália é uma força separada e poderosa na política de Timor-Leste e quanto mais depressa reconhecer isso, melhor. A Canberra nunca devia ter autorizado que Timor-Leste tivesse desenvolvido ambas uma força armada e uma polícia, por exemplo." E diz que a crise corrente "sublinha a necessidade dumas forças armadas Australianas maiores."
Mas essas forças armadas cada vez são menos populares em Timor-Leste. Na semana antes de Ramos Horta ter sido atacado, o seu filho Loro escreveu que os Australianos estavam "a abusar da hospitalidade," citando uma série de ultrajes, por exemplo o incidente de Outubro de 2006 quando a ADF estabeleceu postos de controlo à volta do quartel das forças armadas de Timor-Leste. "Taur Matan Ruak foi prevenido sob armas apontadas de sair do seu próprio quartel" até ter sido revistado, o que deixou um trave amargo desta "humilhação às mãos dum soldado adolescente Australiano."
Uma das razões porque a "Força de Estabilização" se estampou ao comprido é por falta de raízes na sociedade local. Reinado escapou ao seu poder porque tinha uma fonte próxima dos Australianos. Contudo parece que ninguém contará nada aos Australianos.
À primeira vista parece que o governo devia ser capaz de fazer um plano económico. No fim de contas há os rendimentos do petróleo e do gás, com mais de um bilião de dólares num fundo especial em Nova Iorque. Horta e Gusmão foram para as eleições do ano passado a prometerem canalisar esses fundos mas pouco fizeram sobre isso. Isto acontece em parte porque a estratégia deles parece ser a de um regime neo-liberal de desregulamentar com impostos mínimos para os negócios e a máxima confiança no espírito empresarial. Mesmo se isso não pusesse em risco de acabar nas mãos de capitalistas predadores a maioria dos recursos, a realidade é que os empresários não arriscam nada no pesadelo de segurança que Timor-Leste é hoje.
Depois do assalto falhado contra Reinado, multidões fizeram barricadas nas ruas de Dili, queimaram pneus e gritaram "Australianos vão-se embora!" A raiva explodiu outra vez quando as tropas atacaram um campo de deslocados perto do aeroporto em 23 de Fevereiro, usando tanques, gás lacrimogénio e balas e mataram duas pessoas. Mas é preciso uma força social mais coerente para desafiar tropas imperialistas. O candidato mais provável é a Fretilin, mas este partido parece mais ansioso para reganhar o controlo parlamentar do que para construir um movimento social mais amplo.
Há uma outro golpe no horizonte para Kevin Rudd, contudo: outras forças do exterior que gostam de se intrometer. Portugal eatá a tentar recuperar algum do seu antigo poder. A bem conhecida estratégica diplomática de China está a construir mega-estruturas para bajular o governo, incluindo o novo edifício do Ministério dos Estrangeiros que de acordo com uma revista é "o maior edifício do país – obscenamente grande – muitas vezes o tamanho do Hospital de Dili Hospital." Eles têm esperança de influência no retorno.
Talvez o mais surpreendente é a re-emergência da Indonésia. Yanto Soegiarto, um jornalista próximo dos militares Indonésios, oferece uma solução para os problemas de Timor-Leste. "Dêem aos militares Indonésios uma oportunidade para restaurar a segurança e a estabilidade em Timor e a situação melhorará. . . . a Indonésia e Timor-Leste têm agora uma relação fraternal. Os Timorenses verão as tropas Indonésias mais como os seus novos irmãos comparados com o estilo Ocidental, dos soldados brancos pesadamente armados que tentam sempre parecer superiores."
Isto não é tão absurdo quanto parece, dadas as multidões que aplaudiam o Presidente Indonésio Yudhoyono quando da sua visita em 2005. O governo de Jacarta, ainda muito intimamente ligados aos militares, não está contente com a visão de um milhar de tropas Australianas ao pé da sua porta e procurará bastante novos caminhos para reganhar peso em Timor-Leste.

Tom O'Lincoln tem sido activo na esquerda desde 1967, no German SDS, na UC Berkeley, e durante muitos anos em Melbourne Australia. É autor ou editor de cinco livros sobre história e políticas Australiana (Into the Mainstream: The Decline of Australian Communism; Years of Rage: Social Conflicts in the Fraser Era; United We Stand: Class Struggle in Colonial Australia; Class and Class Conflict in Australia; e Rebel Women in Australian Working Class History), e mantém o website de intervenções marxistas: www.anu.edu.au/polsci/marx/interventions/.
Tom é um membro da Alternativa Socialista.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Possibilidade de Angola liderar produção petrolífera constitui destaque da semana

Luanda, 18 fevereiro 2008 - A informação segundo a qual Angola poderá liderar a produção de petróleo na África Ocidental foi o destaque da semana finda do noticiário económico da Angop. De acordo com a KPMG Auditores e Consultores Angola, empresa de consultoria internacional, a produção petrolífera angolana "pode superar a da Nigéria , país que lidera, há 50 anos, a lista dos estados africanos produtores de petróleo".
Num comunicado de imprensa, a KPMG precisa que "Angola poderá substituir a Nigéria na liderança da produção de petróleo, na África Ocidental, caso transponha a cifra de dois milhões de barris/dia no segundo semestre deste ano (2008).
O presidente da KPMG Auditores e Consultores Angola, Paul de Sousa, citado no comunicado de imprensa, explicou que a situação decorre do facto de a Nigéria ter perdido cerca de 25 porcento da sua produção, em consequência da crise no delta do Níger.
Paul de Sousa, que é igualmente administrador da KPMG África, fez esta afirmação, em Abuja (Nigéria) durante uma intervenção na Conferência de Petróleo e Gás do Golfo da Guiné, promovida pela instituiçaão, na qual destacou o investimento sustentado de Angola no sector dos petróleos.
A produção diária de Angola, estimada actualmente em um milháo e 700 mil barris de petróleo, deverá atingir a cifra de dois milhões barris/dia, no segundo semestre do ano em curso, de acordo com as perspectivas da Sonangol - (Sociedade Nacional de Combustíveis).
Ainda sobre o mundo petrolífero, a redacção económica destacou, durante a semana finda, uma noticia dando conta que o projecto Rosa, contribui para a manutenção e prolongamento da produção média diária actual do Bloco 17, no offshore profundo angolano, com um output que pode chegar aos 145 mil barris/dia.
O projecto Rosa foi distinguido em 2007 com o prémio da Conferência Internacional de Tecnologia Petrolífera no Dubai, Emirados Árabes Unidos.
Para o director do projecto, Jean-Pierre Dordan, com o desenvolvimento deste campo, a operadora do Bloco 17, a Total, deu um novo passo na valorização dos recursos do país.
O desenvolvimento do campo Rosa, localizado a 135 quilómetros da costa marítima do Soyo, província do Zaire, cujo investimento foi estimado em 2, 5 mil milhões de dólares norte-americanos (2004-2007), permite prolongar, para além de 2010, a base de produção do FPSO Girassol, instalações onde se encontra integrado, explicou.
Durante a semana mereceu também destaque a aprovação pelo Conselho de Minsitros dos projectos da montagem de centrais térmicas nas cidade do Kuito (Bié) Saurimo (Lunda-Sul) e Luena (Moxico), autorizando, para o efeito, a Empresa Nacional de Electricidade (ENE-EP) a celebrar os respectivos contratos de implementação.
O órgão colegial do governo autorizou igualmente a celebração do contrato de empreitada rubricado entre a empresa de distruição de electricidade EDEL-EP e a Chine Machine -Building International Corporational, referente à execução dos trabalhos de reabilitação e expansão da 2ª fase da rede electrica de Luanda. Para o ministro de Energia e águas, Botelho de Vasconcelos, os contratos aprovados vão criar reservas de energia para colomatar o défice que se verifica nas respectivas províncias. (AngolaPress)