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sábado, 28 de setembro de 2019

BRICS, China/Hong Kong Protests: “Return” to the British Empire and the 1842 Treaty of Nanjing… ?


September 25, 2019, Global Research (Canada) https://www.globalresearch.ca/hong-kong-protests-return-to-the-british-empire-and-the-1842-treaty-of-nanjing/5690148


Hundreds of young Chinese, in front of the British Consulate in Hong Kong, sing the God Save the Queen and shout “Great Britain Saves Hong Kong”, a rally call in London by 130 parliamentarians who ask that British citizenship be given to residents of the former colony. In this way, Britain is emerging in world public opinion, particularly among young people, as a guarantor of legality and human rights. To do this, History is erased.

It is therefore necessary, before any other consideration, to know the historical episodes which, in the first half of the 19th century, brought the Chinese territory of Hong Kong under British rule.

To penetrate China, then ruled by the Qing dynasty, Britain resorted to the distribution of opium, which it shipped by sea from India where it held the monopoly. The drug market spread rapidly in

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Mercosul, Brasil/Amazónia, os incendiários gritam: ’Há fogo!’


3 de Setembro de 2019, Rede Voltaire (Itália) https://www.voltairenet.org/article207517.html


Manlio Dinucci*

Aliados de ontem, inimigos de hoje: são os países que investiram no Brasil e que obrigaram a sua indústria a explorar as suas riquezas sem tomar precauções que, doravante, denunciam a devastação desse modelo económico.

Perante a propagação dos incêndios na Amazónia, a Cimeira do G7 mudou a sua agenda para ‘enfrentar a emergência’. Os Sete -- França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Canadá e Estados Unidos -- assumiram, juntamente com a União Europeia, o papel de Corpo de Bombeiros planetário.
O Presidente Macron, como bombeiro chefe, lançou o alarme “a nossa casa está a arder”. O Presidente Trump prometeu o máximo empenho dos EUA no trabalho de extinção.

Os holofotes da comunicação mediática concentram-se nos incêndios no Brasil, deixando todo o resto na sombra. Primeiro de tudo, o facto de que está a ser destruída não só a floresta amazónica (dois terços da área são do Brasil), reduzida quase 10 mil km2 por ano em 2010-2015, mas também a floresta tropical da

quarta-feira, 6 de julho de 2016

NATO-EXIT OBJECTIVO VITAL



3 julho 2016, Odiario.infohttp://www.odiario.info (Portugal)


Se em Itália há preocupação com a submissão e as declarações Matteo Renzi nas provocações da NATO à Rússia, em Portugal os media encantam-se quando Marcelo Rebelo de Sousa, se põe em bicos de pés para responder que a sua participação na encenação está prevista com uma visita aos 90 militares portugueses que acompanham os 4 aviões F-16: «Em princípio está pensado, veremos quando»!

Marcelo Rebelo de Sousa terminou o curso de Direito em 1971, três anos antes de 25 de Abril. Ao contrário da quase totalidade dos jovens do seu tempo e na sua situação escolar continuou civil até ao dia, já em 2016, em que assentou praça como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas…

A viagem à Lituânia deve servir para ganhar a experiência militar que lhe falta e devia ter adquirido há mais de 40 anos.

Enquanto a atenção político-mediática se concentra no Brexit e na possibilidade de outros países prepararem a saída da União Europeia, a NATO continua a reforçar a sua

sexta-feira, 10 de junho de 2016

OTAN INICIA MANOBRA MILITAR CONTRA A RÚSSIA: A “ANAKONDA 16”



8 junho 2016, Resistência- See more at: http://www.resistencia.cc (Brasil)

Tendo como objetivo cercar a Rússia, os EUA e outros 18 países iniciaram nesta terça-feira (7) uma manobra militar envolvendo mais de 25 mil soldados. Manlio Dinucci, colaborador do Resistência, escreve sobre a operação.

Manlio Dinucci: NAS ENGRENAGENS DA ANACONDA

Começa hoje (7 de junho), na Polônia, a Anakonda 16, “a maior manobra militar aliada deste ano”: participam mais de 25 mil homens de 19 países da Otan (entre estes Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Turquia) e de 6 parceiros (1): Geórgia, Ucrânia e Kossovo (reconhecido como Estado), de fato já na Otan sob comando dos Estados Unidos; Macedônia, que não está ainda na Otan apenas devido à oposição da Grécia sobre a questão do nome do país (o mesmo de uma das províncias gregas, que a Macedônia poderia reivindicar); Suécia e Finlândia, que se aproximam cada vez mais da Otan (elas participaram em maio na reunião dos ministros das Relações Exteriores da Aliança).

Formalmente a manobra está sob a condução polonesa (daí o “k” no nome), para satisfazer o orgulho nacional de Varsóvia. Na realidade, está sob comando do US Army Europe que, como “área de responsabilidade” abrange 51 países (incluindo toda a Rússia), tendo por missão

quarta-feira, 25 de maio de 2016

ESTRATÉGIA DO GOLPE GLOBAL



24 maio 2016, Resistência http://www.resistencia.cc (Brasil)

ESTRATÉGIA IMPERIALISTA

Por Manlio Dinucci, Jornalista e geógrafo

Que ligação existe entre entre sociedades geográfica, histórica e culturalmente distantes, do Kosovo à Líbia e a Síria, do Iraque ao Afeganistão, da Ucrânia ao Brasil e a Venezuela?

O traço comum é serem sociedades arrastadas à estratégia global dos Estados Unidos, exemplificada pela “geografia” do Pentágono. O mundo inteiro se encontra dividido em “áreas de responsabilidade”, cada uma confiada a um dos seis “comandos combatentes unificados” dos Estados Unidos: o Comando Norte cobre a América do Norte, o Comando Sul a América do Sul, o Comando Europeu a região que compreende a Europa e a Rússia, o Comando África o continente africano, o Comando Central Oriente Médio e Ásia, e o Comando Pacífico a região da Ásia/Pacífico. Aos seis comandos geográficos se somam três operando em escala mundial: o Comando estratégico (responsável pelas forças nucleares), o Comando para as operações especiais e o Comando para o transporte.

À frente do Comando Europeu se encontra um general ou um almirante nomeado pelo presidente dos Estados Unidos, que assume automaticamente o encargo de Comandante supremo aliado na Europa. A Otan é assim inserida na cadeia de comando do Pentágono, ou seja, opera

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

LA OTAN SIGUE EXTENDIÉNDOSE

9 diciembre de 2015, Red Voltaire http://www.voltairenet.org (Roma, Italia)

 

por Manlio Dinucci


La ampliación de la OTAN cumple dos funciones. Por un lado, cercar a Rusia y garantizar que los europeos del este no se unan a ella. Por otro lado, preparar la ampliación de la Unión Europea de manera que esta última no sea capaz de desempeñar un papel político sino exclusivamente económico. La absorción de Montenegro es la siguiente etapa.

La decisión «histórica» del Consejo del Atlántico Norte de invitar Montenegro a iniciar el proceso para convertirse en el miembro número 29 de la alianza atlántica constituye un nuevo paso en la estrategia de Estados Unidos y la OTAN para cercar a Rusia.

¿Qué importancia tiene para la OTAN Montenegro, el último de los Estados (desde 2006) formados como resultado del desmembramiento de la Federación Yugoslava, destruida por la propia OTAN mediante la infiltración y la guerra?

Para responder esa pregunta basta con

domingo, 24 de agosto de 2014

Palestina Ocupada/GAZA, COM O GÁS NA MIRA

July 24, 2014, Global Research http://www.globalresearch.ca (Canada)



Para compreender melhor uma das razões do ataque israelense contra Gaza é necessário se ir em profundidade, exatamente a 600 metros abaixo do nível do mar, a  30 Km da costa litoral. Lá, nas águas territoriais palestinianas encontra-se um grande depósito de gás natural, Gaza Marinha, estimado em 30 bilhões de metros cúbicos, num valor de bilhões de dólares. Outros depósitos de gás e petróleo, de acordo com um mapa estabelecido pela U.S. Geological Survey (agência governamental dos Estados Unidos), encontram-se em terra firme, em Gaza e na Cisjordânia.

Em 1999, com um acordo assinado por Yasser Arafat, a Autoridade Palestiniana confiou a exploração da Gaza Marinha a um consórcio formado pelo “British Group” e “Consolidated Contractors” (companhia particular palestiniana), com respectivamente 60% e 30% das ações, nas quais o Fundo de Investimento da Autoridade Palestiniana tem um porcentagem de 10%. Dois poços de petróleo foram abertos, Gaza Marinha-1 e Gaza Marinha-2. Mas eles nunca jamais entraram em função, porque foram bloqueados por Israel, que queria todos os dividendos desse gás confiscados.