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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

BRICS, China, Hong Kong/London violates commitment of Sino-British Joint Declaration


Published: 2019/8/29 20:28:40, EDITORIAL Global Times (China) http://www.globaltimes.cn/content/1163082.shtml

For some time now, the British government has been making irresponsible remarks about Hong Kong, claiming that under the 1984 Sino-British Joint Declaration, Britain still holds responsibility for Hong Kong. London has repeatedly accused China of violating the Sino-British Joint Declaration and the promise of "one country, two systems." The US and other Western countries have also lent their support to London. The recent G7 summit also quoted the Sino-British Joint Declaration and made groundless statements.

What contradicts the Sino-British Joint Declaration is what the UK is doing today. To put it more bluntly, it is the UK, not China, which is really in breach of the 1984  document.

As is known to all, Hong Kong was under British colonization for a long period. Before it returned to China, the two countries signed the Sino-British Joint Declaration Which was meant to manage the transition of Hong Kong from British to Chinese rule, not to allow Britain to maintain its influence on Hong Kong after its return to China. 

In the joint declaration, China promised "one country, two systems" and a high degree of autonomy for Hong Kong. These commitments were later fully enshrined in the Basic Law. A special committee

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

BRICS, China/OPINIÃO: Envolvimento estadunidense em “revolução de cor” em Hong Kong será fútil

29.08.2019 15h37, Diário do Povo Online (China) http://portuguese.people.com.cn/n3/2019/0829/c309814-9610506.html     

Centenas de cidadãos de Hong Kong marcharam espontaneamente em direção ao Consulado Geral dos EUA em Hong Kong e gritaram o slogan “amotinadores de Hong Kong, fabricados nos EUA”, em protesto à interferência petulante dos Estados Unidos nos assuntos internos da China.

Ao longo de dois meses, as pessoas testemunharam a natureza violenta da “revolução de cor” nas ruas de Hong Kong, bem como a mão estadunidense na penumbra, mexendo os pauzinhos.

Existem indicações de que os EUA receiam que a situação em Hong Kong não se torne caótica. Arremesso de bombas de gasolina, destruição das principais artérias e estações de metro da cidade, demolição de semáforos, vandalismo, incendiarismo, ataques contra a polícia, ferimentos e outras atrocidades – os EUA têm cegamente feito uma apologia cega à violência, acusado a manutenção da lei na cidade, repreendendo a polícia e qualificando a violência como um “cenário de beleza aprazível”. Adicionalmente, referiram ainda que a política “um país, dois sistemas” e a “autonomia de Hong Kong” haviam sido erodidas, apontando o dedo ao governo central.

Como já é do conhecimento geral, os EUA não só apoiam expressamente os motins em Hong Kong, como participam ativamente em todo o processo -- desde o planejamento, organização e implementação. Desde o lançamento da do projeto da Lei de Extradição em fevereiro deste ano, o Departamento de Estado, o Congresso Nacional, o consulado em Hong Kong, a Câmara de Comércio Americana em Hong Kong e

terça-feira, 27 de agosto de 2019

BRICS, China/West will shed no tears for Hong Kong


Published: 2019/8/26 21:33:40, EDITORIAL Global Times (China) http://www.globaltimes.cn/content/1162749.shtml 

What on earth happened in Hong Kong over the past weekend? Violence has not only returned to the city, but also escalated.

However, the opposition forces in Hong Kong have been making high-profile accusations against the police for using water cannons. Several Hong Kong police drew their guns and one fired a warning shot on Sunday. Yet all that was portrayed as so-called higher violence from the police. Western media continued to cater to the opposition's claims, describing the warning shot as a sign of escalating street conflicts there, downplaying the fact that rioters' attacks against Hong Kong police are becoming fiercer.

Looking carefully at the videos, one can see a definite clue: A large swath of thugs smashed police cars while several police were inside the vehicles. The police officers who alighted from them were besieged and chased by the rioters. It was during this time that the police raised their guns and one of them fired a warning shot.

When police faces violent mobs, is firing warning shots out of self defense a restraint move or a "violent" one? If the same situation happens in New York or London, how would local police react?

So far, the clashes in Hong Kong have not led to any deaths, because police

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

BRICS, China e Rússia/Porta-voz critica interferência estrangeira nos assuntos da Rússia e de Hong Kong


2019-08-21 12:51:5, Xinhua (China) http://portuguese.xinhuanet.com/2019-08/21/c_138325965

Beijing, 21 ago (Xinhua) -- As recentes ações tomadas por algumas forças estrangeiras dentro da Rússia são exatamente como as que vêm acontecendo em Hong Kong, afirmou na terça-feira um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

Geng Shuang fez o comentário em uma coletiva de imprensa quando foi pedido a comentar sobre a real interferência de alguns países ocidentais nas recentes manifestações ilegais na Rússia.

Segundo publicado na mídia, a Embaixada dos Estados Unidos na Rússia acusou o país de restringir o exercício de direitos básicos dos cidadãos. O site da embaixada também publicou o mapa de rota da manifestação programada no centro de Moscou.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que publicar tal rota foi "um ato encorajando a participação e um convite para a manifestação, o que constitui

BRICS, China/Nenhuma cláusula da Declaração Conjunta Sino-Britânica permite interferência de forças externas nos assuntos de Hong Kong, diz porta-voz da chancelaria chinesa


20 08 2019 10:31:53, Xinhua (China) https://www.portuguese.xinhuanet.com

Beijing, 20 ago (Xinhua) -- A Declaração Conjunta Sino-Britânica não contém nenhuma cláusula que outorgue às forças externas algum direito de interferir nos assuntos de Hong Kong após seu regresso à pátria, declarou na segunda-feira Geng Shuang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

A Declaração Conjunta Sino-Britânica resolveu

terça-feira, 20 de agosto de 2019

BRICS, China e Rússia/Muralha sino-russa contra a intromissão dos EUA


19 agosto 2019, Resistir.info (Portugal)  https://www.resistir.info/china/bhadrakumar_11ago19.html

por M.K. Bhadrakumar
Analista político, indiano

A China acusou explicitamente os Estados Unidos e a Grã-Bretanha de fomentarem os protestos "pró-democracia" em Hong Kong. Pequim assumiu o assunto por meio do canal diplomático exigindo que a inteligência dos EUA pare de incitar e encorajar os manifestantes de Hong Kong. Na semana passada, evidências fotográficas apareceram nos media mostrando a conselheira política do consulado dos EUA em Hong Kong, Julie Eadeh, a confabular no átrio de um hotel de luxo local com os líderes estudantis envolvidos neste movimento "pró-democracia" de Hong Kong.

Washington ficou ressentida pelo facto de a cobertura de Julie ter sido explodida. Ela é aparentemente uma especialista que organizou "revoluções coloridas" em outros países e foi revelado que estava envolvida na trama de "atos subversivos" na região do Médio Oriente. O Global Times escreveu um editorial furioso . Dizia:

"O governo dos EUA desempenhou um papel vergonhoso nos distúrbios de Hong Kong. Washington apoia publicamente os protestos e nunca condena a violência que atinge a polícia. O consulado geral dos EUA em Hong Kong está a aumentar a sua interferência directa na situação de Hong Kong. A administração dos EUA está a instigar

BRICS, China/Hong Kong to establish mechanism to hold dialogue with protesters




Published: 2019/8/20 11:28:39 Last Updated: 2019/8/20 11:42:56, Global Times (China) http://www.globaltimes.cn/content/1162024.shtml

By Chen Qingqing in Hong Kong and Wang Wenwen in Beijing 

The Hong Kong government will establish a communication and dialogue platform to hold talks with protesters, said Chief Executive Carrie Lam Cheng Yuet-ngor at a press conference on Tuesday.

Lam said she believes the mechanism will be a responsible response to protesters' concerns.

 
       Chief Executive Carrie Lam Cheng Yuet-ngor

Lam also said the government will make adjustments in face of a declining Hong Kong economy that has been impacted by months-long violent protests.

In the past two years, the Hong Kong government has taken effective measures to develop the economy, improve people's livelihoods and provide assistant to the elderly. This year, given the current social division, the government will

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

BRICS, China/Hashtag of online campaign protecting Chinese national flag read over 5 billion times


20190815, CCTV Plus (China) http://www.cctvplus.com/news/20190815/8118927.shtml
English, Français, العربية, Español, 日本, Deutsch

China-Safeguard National Flag Campaign

Shotlist

Beijing, China - Aug 15, 2019 (CCTV - No access Chinese mainland)
1. Screenshot of Weibo post by China Central Television (CCTV) with hashtag "Chinese national flag has 1.4 billion flag protectors", figures of views, comments
2. SOUNDBITE (Chinese) Wang Yao, college student:
"I am greatly honored to be a member of 1.4 billion national flag protectors and do my best to safeguard its respect. We should resist firmly anyone who insults our national flag or any actions that violates national sovereignty."
3. SOUNDBITE (Chinese) Sun Haiyang, lawyer (ending with shot 4):
"We have 1.4 billion national flag protectors in China. We cannot tolerate their insult against our national flag. I believe that they will be severely punished for their ignorance of law and recklessly violence."
4. Screenshot of comments, number of flag protectors
5. SOUNDBITE (Chinese) Jackie Chan, movie star in Hong Kong (partially overlaid with shot 6):
"The recent violence in Hong Kong has made us really heartbroken and worried. When I saw the post of CCTV, 'Five-starred red flag has 1.4 billion flag guards', I reposted immediately. As a Chinese, also a resident in Hong Kong, I just wanted to express my love for my country. It is the basics. The safety, stability and peace are like the air and only when you lose it, you know its preciousness."

BRICS/China warns foreign forces against fomenting violent protests in Hong Kong


Thu Aug 15, 2019 05:55PM, Press TV (Iran) https://www.presstv.com/Detail/2019/08/15/603607/China-Liu-Xiaoming-Hong-Kong-protests-UK-US

China says unidentified foreign forces are instigating violent protest rallies in Hong Kong, warning them that Beijing has noticed their “conniving” attempts and that they only inflict damage on themselves.

“Foreign forces must stop interfering in Hong Kong affairs,” said Chinese Ambassador to Britain Liu Xiaoming during a press conference held in London on Thursday.

The international financial hub has for well over two months plunged to unrest and is the scene of massive anti-government demonstrations over an extradition bill that if enacted would allow local authorities to detain and extradite suspects to be tried in mainland courts.

Although the government of the semi-autonomous Chinese region has effectively backed away from the bill, protests have persisted with individuals sometimes resorting to violence and vandalizing

BRICS, China-HK Riots/Analysis: National laws can be applied to Hong Kong in extreme situation: experts


Aug 8, 2019, CCTV Plus (China) http://www.cctvplus.com/news/20190814/8118739.shtml#!language=1
 
Hong Kong, China - Aug 8, 2019 (CCTV - No access Chinese mainland)

1. Various of Golden Bauhinia Square

Beijing, China - Aug 13, 2019 (CGTN - No access Chinese mainland)
2. SOUNDBITE (English) Liao Fan, law professor, Department of International Cooperation, Chinese Academy of Social Sciences (starting with shot 1):
"If, let me say, in the most serious situation, we can find the answer in Article 31 or Article 18 of the Basic Law, which specified that in such extreme situations where those kind of disturbance threats the national security and public order, and the Hong Kong government cannot deal with this properly, then the National People's Congress made it clear a state of emergency, and the central government, under this situation, may decide that those national laws that usually do not apply to Hong Kong will apply to Hong Kong. So I mean, we're talking about potentially national security law or even criminal law, I'm not sure, but that could be the consequence."

Hong Kong Special Administrative Region, China - July 27, 2019 (HKTVB - No access Chinese mainland/Hong Kong/Taiwan)
3. Various of unrest on street, riot police officers trying to barricade themselves

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

BRICS, China/Revolução colorida procura arruinar o futuro de Hong Kong -- Global Times


14.08.2019 09h36, Diário do Povo Online (China)  http://portuguese.people.com.cn/n3/2019/0814/c309814-9605868.html  

Estará uma “revolução colorida” a ter lugar em Hong Kong? Pensamos que sim, embora esta seja, de certo modo, desconcertante.

Os motins em Hong Kong têm-se desviado do intuito original de oposição à lei de extradição, tendo-se materializado em uma forma de destruição do Estado de direito da cidade. Vários manifestantes radicais procuram paralisar a cidade, sabotar a autoridade do governo e da polícia. As demonstrações não são mais uma forma complementar de expressão de exigências sob o enquadramento legal, mas uma tentativa de suplantar o Estado de direito e reformular a estrutura de poder da cidade. Trata-se, portanto, de uma revolução colorida típica.

Os motins têm vindo a se desenvolver em termos de organização e planejamento, sendo que a oposição política e os manifestantes foram integrados, contando com diversas formas de assistência e apoio de forças ocidentais. Manifestantes radicais provocam distúrbios, grupos extremistas de oposição política destilam as implicações políticas dos protestos nas ruas, enquanto os EUA e o ocidente atribuem legitimidade moral aos motins, distorcendo os fatos, confundindo o certo e o errado, induzindo a sociedade de Hong Kong em erro.

Todas as revoluções coloridas em todo o mundo destinaram-se à mudança de regime. Mas Hong Kong não é um país. O governo da Região Administrativa Especial de Hong Kong precisa

BRICS, China/Sinais de “terrorismo” detetados em Hong Kong


13.08.2019 09h26, Diário do Povo Online (China) http://portuguese.people.com.cn/n3/2019/0813/c309806-9605523.html   

Viajantes deambulam entre manifestantes no terminal 1 do Aeroporto Internacional de Hong Kong, na segunda-feira. As autoridades do aeroporto de Hong Kong cancelaram os voos remanescentes de segunda-feira pelas 4 da tarde.

O número de detidos ascende já aos 149, à medida que os protestos ilegais continuam.

A violência escalou a um ponto em que pode ser considerada terrorismo na Região Administrativa Especial de Hong Kong, segundo a autoridade máxima da China na cidade advertiu na segunda-feira.

Em Beijing, Yang Guang, um porta-voz do Gabinete do Conselho de Estado para os Assuntos de Hong Kong e Macau, disse que os manifestantes radicais atacaram repetidamente a polícia durante os últimos dias, tendo cometido crimes violentos sérios. Tal violência

BRICS/China nega visita de navios de guerra dos EUA a Hong Kong


14.08.2019, 08:34, RT TV-Novosti (Rússia) https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2019081414384935-china-nega-visita-de-navios-dos-eua-a-hong-kong/

Os navios USS Green Bay e USS Lake Erie ficaram impossibilitados de entrar no porto da cidade. Pequim não explicou sua decisão.

O USS Green Bay é um navio de desembarque anfíbio, enquanto o USS Lake Erie é um cruzador. As embarcações tinham visitas programadas para este mês e para setembro. No entanto, ambas foram recusadas por Pequim. O governo do gigante asiático não deu explicações de sua decisão, informou a Reuters.

Esta não é a primeira vez que navios da Marinha dos Estados Unidos têm entrada negada à cidade chinesa. Em setembro do ano passado, o USS Wasp também ficou impedido de atracar, devido

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

BRICS, China/Hong Kong: Time to move on: CE


August 9, 2019, Government of Hong Kong (China) https://www.news.gov.hk/eng/2019/08/20190809/20190809_180416_518.html

Chief Executive Carrie Lam today said Hong Kong needs to say no to violence in order to move on.

Mrs Lam made the statement when speaking to reporters after a meeting with business representatives to discuss ways to tackle the economic problems faced by Hong Kong.

She said: “As far as (a) political solution is concerned, I don’t think we should just make

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

BRICS, БРИКС/COMO PAÍSES ESTRANGEIROS TENTAM DESESTABILIZAR SITUAÇÃO EM HONG KONG

9 novembro 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

 

Após os recentes comentários dos EUA sobre as tensões entre a China e a região administrativa de Hong Kong, alguns países estrangeiros, principalmente os EUA e o Reino Unido, estão tentando desestabilizar a situação na China, consideram analistas políticos russos.

Em entrevista à Sputnik, eles apontam que tais tentativas representam instigação e interferência nas questões internas da China.

Na segunda-feira, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano

quinta-feira, 11 de junho de 2015

NÓS MUDAMOS A FORMA COMO O MUNDO PERCEBE A VIGILÂNCIA EM MASSA -- Snowden

7 junho 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Acabar com a vigilância em massa de telefonemas privados sob a Lei Patriota dos EUA é uma vitória histórica para os direitos de cada cida

Edward Snowden*

Há exatamente dois anos, três jornalistas e eu trabalhamos intensamente em um quarto de hotel em Hong Kong, esperando para ver como o mundo reagiria à revelação de que a Agência de Segurança Nacional (NSA) vinha fazendo registros de quase todas as chamadas de telefone nos Estados Unidos. Nos dias que se seguiram, aqueles jornalistas e outros publicaram documentos revelando que governos democráticos monitoravam as atividades privadas de cidadãos comuns que não tinham feito nada de errado.

Em poucos dias, o governo dos Estados Unidos respondeu, fazendo acusações contra mim nos termos da legislação de espionagem da 1ª Guerra Mundial. Os jornalistas foram aconselhados por advogados a não voltar aos Estados Unidos, pois corriam o risco de serem presos ou intimados. Os políticos correram para condenar os nossos esforços como antiamericanismo ou mesmo traição.

Em segredo, houve momentos em que eu me preocupei por ter colocado nossas vidas privilegiadas em risco a troco de nada – pois talvez o público

quinta-feira, 5 de março de 2015

EL YUAN, SEGUNDA MONEDA DE COMERCIO INTERNACIONAL

2 marzo 2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


El comercio internacional en el mundo opera a través de crédito documentario. Históricamente las  monedas líderes de las cartas de créditos fueron el dólar, el euro  y el yen; y el yuan estuvo en cuarto lugar hasta enero del 2012 cuando comenzó a moverse hacia arriba, desplazando primero al yen y luego al Euro como la segunda moneda en la que se confirman más cartas de crédito.  El auge del yuan dista de ser una amenaza para el dólar pero si lo ha sido para el yen y el euro, que verán en el futuro comercio asiático más volumen en la moneda china.  En enero del año 2012, los créditos documentarios en yuanes pesaban el 1.89% del total emitido medidos en valor.  Los yenes pesaban 1.94% y los euros 7.87%.  La moneda líder, el dólar, pesaba 84.96%.  Tres años más tarde  el descenso del dólar a 79.23% ha tenido como contrapartida el aumento del comercio internacional en créditos en yuanes a 9.43%, desplazando al Euro que bajó a 6.74% y al yen que descendió a 1,55% del total del valor de créditos documentarios.

Lo significativo de este auge es la velocidad con la que pasó de 1.89% a 9.43% del total de crédito de comercio en el mundo.  En apenas tres años la participación del comercio con crédito en yuanes se

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Presidente da China defende diversificação da economia de Macau e cooperação com os Países de Língua Portuguesa

26 dezembro 2014 http://www.macauhub.com.mo (China)

O Presidente da República Popular da China, Xi Jinping defendeu a necessidade de ser promovida a adequada diversificação da economia de Macau.

O Presidente Xi, que falava durante a  cerimónia de posse do novo governo de Macau, presidido por Chui Sai On, disse ser importante aproveitar as oportunidades trazidas pelas reformas na China, para

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Chile/Revelan existencia de cuentas secretas de Pinochet en Reino Unido

25 agosto 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Un informe de la Brigada Investigadora de Lavado de Activos (Brilac) sobre una gran cantidad de dinero guardada en bancos británicos a nombre del ex dicatador chileno se da a conocer luego de dos años y medio de su muerte, causando revuelo entre seguidores y opositores a la dictadura de Pinochet.

Gran conmoción causó en Chile la denuncia hecha por un diario británico sobre las cuentas secretas que tuvo el fallecido dictador Augusto Pinochet en Reino Unido. Se afirma que su fortuna llegó casi a los mil 500 millones de dólares.

La publicación del diario The Independent cita un informe de la Brigada Investigadora de Lavado de Activos (Brilac), del departamento de la Policía de Investigaciones de Chile (PDI), y se da a conocer luego de dos años y medio de la muerte del dictador, en diciembre de 2006.

Según el reporte del cuerpo policial, las autoridades financieras británicas guardaron los datos sobre las cuentas del fallecido militar, aun cuando por ley estaban obligadas a detallar su situación en el momento que el juez español Baltasar Garzón lo solicitó al pedir su extradición en 1998, mientras estaba detenido en Londres.

La información publicada señala que el dinero de la familia Pinochet fue repartido en territorios británicos de ultramar, circunscripciones controladas y bajo soberanía del Reino Unido ubicados fuera de ésta, como Gibraltar, las islas Caimán y las islas Vírgenes, Bahamas o Hong Kong. En estos paraísos fiscales, la fortuna se mantuvo y creció hasta un monto que en Chile llamó mucho la atención.

El juez Manuel Antonio Valderrama, encargado de investigar los casos sobre las cuentas secretas del banco estadounidense Rigs, manifestó estar sorprendido por las altas sumas de dinero reportadas por el diario británico.

El magistrado señaló que un grupo de expertos de la Universidad de Chile, en calidad de peritos adjuntos, debería entregar en octubre próximo los resultados de su investigación, "a fin de determinar la fortuna del señor Pinochet", señaló.

Por lo pronto, la postura del juez es la única certeza ante esta información, ya que desde la jefatura de Asuntos Públicos de la PDI dijeron a la prensa que por el momento no habrá un pronunciamiento oficial sobre el documento que citan en Inglaterra.

A raíz de esta publicación, diversas han sido las reacciones en contra y a favor de esta denuncia, desde personalidades cercanas a la familia Pinochet, quienes se oponen a la vinculación de la fortuna del ex dictador con casos de droga y tráfico de armas, tal como lo plantea la publicación del periódico, hasta los opositores del ex gobernante quienes señalan que, de ser cierta esta información, se comprobarían las teorías de que el militar no sólo violó los derechos humanos sino también se enriqueció con el golpe de Estado que derrocó al difunto Salvador Allende.

La información entregada por Estados Unidos permitió establecer que el fallecido militar llegó a contar con 128 cuentas bancarias a su nombre, el de su familia o el de identidades ficticias como Daniel López o J. Ugarte, por un total de 27 millones de dólares.

Actualmente se habla de un total de mil 500 millones de dólares, y el juez Valderrama tiene como prioridad aclarar cuál es el monto de la fortuna de la familia Pinochet Hiriart, mientras las nuevas cuentas y empresas ficticias reportadas en el Reino Unido podrían dar mayores impulsos a la investigación.

Augusto Pinochet asumió en 1973 el cargo de Comandante en Jefe del Ejército de Chile y, el 11 de septiembre de ese mismo año, dirigió un golpe de Estado que derrocó al gobierno de Salvador Allende. Desde ese momento, Pinochet asumió el gobierno del país suramericano, primero bajo el cargo de Presidente de la Junta Militar de Gobierno, que ocupó hasta 1981, al que se sumó el título de Jefe Supremo de la Nación el 27 de junio de 1974, que le confería el poder Ejecutivo.

El 16 de diciembre del mismo año, asumió el cargo de Presidente de la República, que sería ratificado al promulgarse la Constitución de 1980. Su gobierno terminaría tras la derrota en el Plebiscito Nacional de 1988, para ser sustituido por Patricio Aylwin en 1990. Pinochet se mantuvo como Comandante en Jefe del Ejército hasta el 10 de marzo de 1998, y al día siguiente asumió el cargo de senador vitalicio que ejercería efectivamente por un par de meses.

La dictadura de Pinochet ha sido ampliamente criticada tanto en el país como en el resto del mundo por las graves y diversas violaciones a los derechos humanos cometidas en el período denominado como Régimen Militar, por lo que Pinochet debió enfrentar juicios hasta la fecha de su muerte. Sus simpatizantes lo califican como un héroe que salvó al país del hipotético régimen comunista que, según ellos, hubiera instaurado Salvador Allende, así como de una eventual guerra civil.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Crise deve aproximar China e lusófonos, diz empresário

Rio de Janeiro, 12 agosto 2009 (Lusa) - A crise econômica mundial é uma razão para aperfeiçoar as relações comerciais entre a China e os países de língua portuguesa, defendeu o representante do Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional (CCPIT, na sigla em inglês).

"Os países de língua portuguesa têm muitas similaridades com a China", afirmou o vice-presidente do Conselho, Wei Zhang, ao destacar que o Governo está incentivando a internacionalização das empresas chinesas.

Wei Zhang falou paralelamente ao Encontro de Empresários para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, no Rio de Janeiro. Esta é a primeira vez que o evento é realizado no Brasil.

O Brasil é um dos "mais importantes parceiros comerciais da China", disse Zhang, ao lembrar que, desde março, a China tornou-se o principal parceiro comercial do Brasil, superando os Estados Unidos.

O comércio entre os dois países alcançou, em 2008, US$ 50 bilhões. Segundo dados da Agência Brasileira de Exportação e Investimento (Apex-Brasil), desde 1998, as exportações brasileiras para a China cresceram mais que 18 vezes (ou 1.700%), passando de US$ 904,9 milhões para US$ 16,4 bilhões.

"Economia complementar"
A tendência de crescimento para este ano mantém-se, a despeito da crise. Atualmente, as matérias-primas dominam as exportações brasileiras para a China, contudo, os estudos da agência brasileira identificam um potencial de diversificação da balança comercial entre ambos os países.

A alimentação, construção, tecnologia e proteção ambiental são os principais setores representados no encontro empresarial que reúne 90 empresários da China continental, 40 de Macau e igual número da província vizinha de Guangdong.

No que se refere ao continente africano, Zhang lembrou que Angola tem-se tornado um "grande parceiro" da China.

Para o representante do conselho chinês, os desafios são identificar os setores de cooperação com os países de língua portuguesa a fim de "formar uma economia complementar".

Esta é a terceira vez que Wei Zhang se desloca ao Brasil com uma delegação empresarial e, nas suas declarações, enfatizou principalmente três pontos: facilitar a cooperação, abrir novos caminhos e coexistir com outros países.

Tríade Macau, Hong Kong e Guangdong
Por seu turno, o vice-governador da Província de Guangdong, Wan Qingliang, afirmou que a tríade Macau, Hong Kong e Guangdong representa "uma das melhores dinâmicas de desenvolvimento" e é uma oportunidade para os países de língua portuguesa.

"A China está de portas abertas. Damos as boas vindas às empresas lusófonas", declarou, ao referir que Guangdong foi uma das primeiras províncias a abrir-se aos investimentos estrangeiros. Atualmente, a província apresenta um crescimento de 14% ao ano, tendo o oitavo PIB da economia chinesa.

A China tem apresentado um crescimento de 8,5% ao ano e, nos últimos dez anos, incluiu mais de 300 milhões de pessoas no mercado de consumo.

Na quinta edição do encontro empresarial, executivos chineses e lusófonos estão se reunindo para buscar em conjunto formas de cooperação e estabelecer joint-ventures.

Além de Macau, China Continental e Brasil, também participam empresários de Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor Leste.