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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

NATO Continues to Prepare for War with Russia

22.10.2016, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)


NATO uses any pretext to accuse Russia of harboring aggressive intentions. It has raised ballyhoo over the recent deployment of Iskander short-range surface-to-surface ballistic missiles to the Kaliningrad region.

Time and time again, the alliance reaffirms its bogus Russia narrative. “We see more assertive and stronger Russia that is willing to use force,” concluded NATO General Secretary Jens Stoltenberg speaking at the round table in Passau, Bavaria on October 10.
At the same time, NATO is pushing ahead with its military "Schengen zone" in Europe.

"We are working to ensure that each individual soldier will not require a decision at

quarta-feira, 6 de julho de 2016

NATO-EXIT OBJECTIVO VITAL



3 julho 2016, Odiario.infohttp://www.odiario.info (Portugal)


Se em Itália há preocupação com a submissão e as declarações Matteo Renzi nas provocações da NATO à Rússia, em Portugal os media encantam-se quando Marcelo Rebelo de Sousa, se põe em bicos de pés para responder que a sua participação na encenação está prevista com uma visita aos 90 militares portugueses que acompanham os 4 aviões F-16: «Em princípio está pensado, veremos quando»!

Marcelo Rebelo de Sousa terminou o curso de Direito em 1971, três anos antes de 25 de Abril. Ao contrário da quase totalidade dos jovens do seu tempo e na sua situação escolar continuou civil até ao dia, já em 2016, em que assentou praça como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas…

A viagem à Lituânia deve servir para ganhar a experiência militar que lhe falta e devia ter adquirido há mais de 40 anos.

Enquanto a atenção político-mediática se concentra no Brexit e na possibilidade de outros países prepararem a saída da União Europeia, a NATO continua a reforçar a sua

terça-feira, 28 de junho de 2016

PORQUE OS BRITÂNICOS DISSERAM NÃO À EUROPA


28 junho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por John Pilger
O voto maioritário dos britânicos a favor do abandono da União Europeia foi um acto de democracia pura. Milhões de pessoas comuns recusaram-se a serem ameaçadas, intimidadas e descartadas pelo desrespeito descarado dos seus supostos líderes à frente dos principais partidos, dos negócios, da oligarquia bancária e dos media.

Este foi, em grande parte, um voto dos irados e desmoralizados pela arrogância absoluta dos que defendiam a campanha da "permaneça" ("remain") e do despedaçar de uma vida civil socialmente justa na Grã-Bretanha. O último bastião das reformas históricas de 1945, o Serviço Nacional de Saúde, foi tão subvertido pela privataria apoiada pelo Tory e pelo Labour que agora tem de combater pela sua sobrevivência.

Uma advertência prévia surgiu quando o ministro das Finanças, George Osborne, encarnação tanto do antigo regime britânico como da máfia bancária na Europa, ameaçou cortar 30 mil milhões de libras dos serviços públicos se o povo votasse do modo errado. Foi chantagem numa escala chocante.

A imigração foi explorada na campanha com perfeito cinismo, não só por