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sábado, 3 de agosto de 2019

UK: Boris Johnson – A Dangerous Yes Man to Washington


July 26, 2019, EDITORIAL Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/07/26/boris-johnson-dangerous-yes-man-to-washington/

The clownish figure of Boris Johnson comes with a trunk load of anti-Russia baggage as he arrived in Downing Street this week as new British prime minister.
The dour, hapless Theresa May has been replaced by a guy who seems to think that geopolitics is a circus conducted with custard pies to the face.

His past deplorable comments about the Skripal affair blaming Russian President Vladimir Putin for ordering an assassination plot in England last year, plus his outrageous denigration of Russia’s World Cup as comparable to Nazi Germany holding the Olympic Games in 1936, demonstrate that this politician is unfit for office. He can only make relations with Russia even worse.

Moreover, Johnson’s cringing sycophancy to US President Donald Trump adds a whole new disturbing risk of war with Iran.

Everything about this 55-year-old polemist, who made his journalistic career on the back of concocting sensationalist rubbish, speaks of someone who is unscrupulous and a self-serving egomaniac. Added to those “qualities” are his dense stupidity and

terça-feira, 9 de agosto de 2016

BRICS, Rússia/A guerra das sanções: novas baixas na União Europeia/Санкционная война: новые потери Евросоюза



9 agosto 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Pyotr Iskenderov

DIRIGENTES DA UE AO SERVIÇO DOS EUA ACTUAM CONTRA OS INTERESSES DOS POVOS EUROPEUS

O Ministério do Desenvolvimento Económico russo publicou algumas estatísticas que muitos no ocidente preferem ignorar. Estas revelam que a União Europeia, EUA, Canadá, Noruega e Austrália perderam um mercado anual no valor de US$8,6 mil milhões devido às sanções que aprovaram contra a Rússia. Em tonelagem, as importações russas de alimentos daqueles países diminuíram 98,9% – de 4.331 milhões de toneladas para 46.500. "Poder-se-ia dizer que as vendas perdidas dentro do mercado da Federação Russa foram o equivalente à redução em importações agrícolas daqueles países", enfatizou uma declaração do ministro russo do Desenvolvimento Económico.

Aquele serviço também apresentou uma estimativa aproximada da

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Angola/UMA UNIÃO AFRICANA ACTUANTE



10 de Julho, 2016, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Ribeiro

A importância de a União Africana assumir um papel mais activo nas questões respeitantes ao nosso continente é uma necessidade imperiosa.

Mas o que se sente é que a nossa organização continental anda desatenta ao que lhe passa à volta, e é muita coisa. A situação internacional é hoje atravessada por problemas extremamente complexos e com contornos que parecem escapar ao controlo até dos líderes dos países mais poderosos do planeta.
 
O exemplo do “brexit” não podia ser melhor para ilustrar a irresponsabilidade de uns poucos países no mundo que arrasta consequências graves para muitos cidadãos de outros países. A necessidade de se reafirmarem as plataformas de reflexão, de diálogo construtivo e de busca de soluções comuns é, assim, fundamental. Os líderes dos Estados africanos precisam de fazer vincar a sua sabedoria e força, de modo a serem salvaguardados os interesses dos povos deste

quinta-feira, 7 de julho de 2016

GLOBALIZACIÓN, GLOBOCOLONIZACIÓN, DESGLOBALIZACIÓN



2 julio 2016, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Por Luis Manuel Arce Isaac

La Habana (PL) -- A la exprimera ministra de Reino Unido Margaret Thatcher y al expresidente de Estados Unidos Ronald Reagan se les atribuye un proyecto de internacionalización de la economía al que se le denominó globalización.

En esencia de lo que se trataba era de ampliarles el horizonte a las grandes corporaciones transnacionales para hacer más abarcador su dominio de los mercados comerciales y financieros, y garantizar con ello el poder político de Washington y Londres.

El trato consistió en coordinar políticas para alejar obstáculos a la expansión económica y financiera aunque hubiera que pasar por encima de los derechos de todo tipo, e incluso usar la fuerza militar, como hicieron de forma conjunta en Iraq años después George Bush y Anthony Blair.

Un hijo directo de ese pensamiento neocolonial fue la creación de

quarta-feira, 6 de julho de 2016

NATO-EXIT OBJECTIVO VITAL



3 julho 2016, Odiario.infohttp://www.odiario.info (Portugal)


Se em Itália há preocupação com a submissão e as declarações Matteo Renzi nas provocações da NATO à Rússia, em Portugal os media encantam-se quando Marcelo Rebelo de Sousa, se põe em bicos de pés para responder que a sua participação na encenação está prevista com uma visita aos 90 militares portugueses que acompanham os 4 aviões F-16: «Em princípio está pensado, veremos quando»!

Marcelo Rebelo de Sousa terminou o curso de Direito em 1971, três anos antes de 25 de Abril. Ao contrário da quase totalidade dos jovens do seu tempo e na sua situação escolar continuou civil até ao dia, já em 2016, em que assentou praça como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas…

A viagem à Lituânia deve servir para ganhar a experiência militar que lhe falta e devia ter adquirido há mais de 40 anos.

Enquanto a atenção político-mediática se concentra no Brexit e na possibilidade de outros países prepararem a saída da União Europeia, a NATO continua a reforçar a sua

terça-feira, 5 de julho de 2016

NÃO VALE A PENA CHORAR PELA UNIÃO EUROPEIA



1 julho 2016, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

Jornalista, correspondente do Ásia Times

Há uma receita de grande eficácia a que amiúde se recorria em Portugal nos anos negros do fascismo: «se não sabes onde te colocar olha para a posição dosfascistas: toma a posição contrária à deles e acertas».

Também hoje a Troika, a Comissão Europeia, o FMI, os jornais do dr. Balsemão, a RTP, a TVI… nos podem dizer que «as consequências geopolíticas do “Brexit” podem ser dramáticas». Mas a verdade é que para as encarar do ponto de vista da esquerda, do ponto de vista da classe trabalhadora, de todos os que não estão posicionados na estrutura de comando do capital, devemos lembrar-nos «que a UE nunca foi a “Europa dos Povos”».

Então, o que começou como chantagem feita por David Cameron e válvula de escape para o descontentamento dos britânicos, a ser usado como alavanca para barganhar com Bruxelas e arrancar mais alguns poucos favores, entrou em metástase e se converteu em espantoso terremoto político que tem tudo a ver com a desintegração da União Europeia.

O irrepreensivelmente medíocre Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, fazendo pose de “historiador”, alertou que o Brexit “pode ser o começo da destruição não só da União Europeia, mas

sábado, 2 de julho de 2016

EUROPA, BREXIT E BRASIL



30 junho 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)
Pedro Augusto Pinho*
Passado o primeiro impacto do resultado do plebiscito de 23 de junho, no Reino Unido (UK), que aprovou a saída daquele país da União Europeia, precisamos analisar com cautela e consistência o que ele representou e quais as possíveis consequências daquela manifestação popular.
O aspecto mais midiaticamente exposto foi da xenofobia e do racismo que teria motivado a maioria absoluta dos eleitores britânicos. Não há como negar a presença estrangeira no país que dominou grande parte do mundo – “onde o sol nunca se punha” – por quase um século e, por cálculo econômico, concedeu a asiáticos, africanos, islâmicos o passaporte britânico. E, observe também, como a imprensa em geral vem criminalizando, desde o 11 de setembro de 2001, os muçulmanos, ora como terroristas, ora como aproveitadores dos benefícios sociais existentes nos

BRICS/Meeting of Russian Federation ambassadors and permanent envoys/Совещание послов и постоянных представителей Российской Федерации



June 30, 2016, Kremlin Кремль http://kremlin.ru (Россия)


Vladimir Putin addressed the eighth meeting of Russian Federation ambassadors and permanent envoys at the Russian Foreign Ministry.

President of Russia Vladimir Putin: Colleagues, it is a pleasure to greet you all at this traditional gathering at the Foreign Ministry. Let me start by thanking the Foreign Ministry’s heads and staff and everyone working in our missions abroad for their professionalism and devotion to their work. I am sure that you will all continue to work in the same well-coordinated and effective fashion.

Russia follows an independent foreign policy and seeks to develop open and honest relations with all countries, in the west, east, south and north. Russia seeks mutually advantageous and constructive ties in the broadest range of areas. We do not impose our will or our values on others and we fully comply with the provisions of international law and consistently uphold the key role of the United Nations and its Security Council in resolving global and regional problems.

As you know, the world today is far from stable and the situation is becoming less predictable all the time. Great change is taking place in all areas of international relations. Competition for influence and resources is increasing. At the same time, we see confrontation between different visions of how to build the

quinta-feira, 30 de junho de 2016

A União Europeia está morta/L’Union européenne est morte



26 junho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Pierre Lévy*

Brexit! Acontecimento literalmente histórico.

Para as elites mundializadas, ele ultrapassa os piores pesadelos e era, na realidade, inconcebível.

Para aqueles que seguem atentamente a actualidade europeia, e estão conscientes da crescente rejeição popular que a UE inspira com muita razão, ele ao contrário era previsível.

Em primeiro lugar, uma constatação salta aos olhos. É verdade que uma parte da burguesia inglesa apoiou a opção de retirar o Reino Unido da União Europeia. Mesmo assim a clivagem é gritante: de um lado, as elites institucionais e políticas (e sindicais, com algumas louváveis excepções), a City,
os bancos , os patrões das grandes empresas (1300 deles haviam lançado um apelo final dois antes do escrutínio) – e os meios urbanos abastados; do outro, os bairros populares, as cidades operários e os arrabaldes abandonados, as regiões desindustrializadas e no abandono.

É este fosso que acima de tudo

Похищение Европы. Brexit и Украина



27.06.2016, Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)


Результаты референдума в Британии новая Украина, ещё два года назад плясавшая на майдане «за Европу», встретила оглушительным молчанием тех, кто молчать как раз не должны. Не должны, ибо именно они два года назад рвали рубахи на груди за европейское будущее, ради которого и организовали вооружённый государственный переворот под лозунгом «Украинаэто Европа!».

Коротко высказались лишь президент, премьер-министр, спикер парламента, которым это положено по должности. А ещё журналист, а теперь уже и депутат Мустафа Найем, персонаж спектакля «Евромайдан», в ноябре 2013-го позвавший за собой толпу любителей светлого европейского будущего, которому (будущему), согласно легенде, мешал тиран и деспот Янукович. Помните, как трогательно это звучало: «Одевайтесь тепло,

terça-feira, 28 de junho de 2016

AS LIÇÕES DO "BREXIT" PARA ÁFRICA



26 junho 2016, Jornal de Angola, A Palavra do Director http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Ribeiro

As expectativas mundiais sobre o crescimento económico de África continuam elevadas. Apesar da descida do preço das matérias-primas que o continente habitualmente exporta estar a afectar os orçamentos governamentais de muitos países, gerando problemas de liquidez, as estimativas ainda apontam para um crescimento de três por cento este ano. Isto ocorre numa altura em que a economia mundial continua a ter dificuldades em ultrapassar a crise instalada desde 2008.

A vitória do “não” no referendo britânico sobre a permanência na União Europeia está longe de facilitar as coisas e permitir

Brexit и украинский вопрос



26.06.2016, Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)


референдумом по вопросу о выходе Великобритании из ЕС официальный Киев не скрывал, на какой исход голосования он рассчитывает. Украинский политический эксперт Олег Кравченко сформулировал это так: «Британияодна из главных сил в Евросоюзе, которая выступает за сохранение санкций против России (а по этому поводу в Европе сейчас разногласия). Также Королевство поддерживает евроинтеграцию Украины. «Брексит» лишит нас одного из главных «защитников» в ЕС. Кроме того, финансовую и политическую поддержку Украине обеспечит сильная и сплоченная Европа, а не разъединенная». 

Однако ожидания