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sábado, 3 de agosto de 2019

UK: Boris Johnson – A Dangerous Yes Man to Washington


July 26, 2019, EDITORIAL Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/07/26/boris-johnson-dangerous-yes-man-to-washington/

The clownish figure of Boris Johnson comes with a trunk load of anti-Russia baggage as he arrived in Downing Street this week as new British prime minister.
The dour, hapless Theresa May has been replaced by a guy who seems to think that geopolitics is a circus conducted with custard pies to the face.

His past deplorable comments about the Skripal affair blaming Russian President Vladimir Putin for ordering an assassination plot in England last year, plus his outrageous denigration of Russia’s World Cup as comparable to Nazi Germany holding the Olympic Games in 1936, demonstrate that this politician is unfit for office. He can only make relations with Russia even worse.

Moreover, Johnson’s cringing sycophancy to US President Donald Trump adds a whole new disturbing risk of war with Iran.

Everything about this 55-year-old polemist, who made his journalistic career on the back of concocting sensationalist rubbish, speaks of someone who is unscrupulous and a self-serving egomaniac. Added to those “qualities” are his dense stupidity and

terça-feira, 19 de abril de 2016

Brasil/PORQUE O SEN. ALOYSIO NUNES FOI A WASHINGTON UM DIA DEPOIS DA VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT?



18 abril 2016, The Intercept https://theintercept.com (Brasil) 

Glenn Greenwald, Andrew Fishman, David Miranda

(This is a Portuguese translation of the article. For the original version in English, click here.)
(atualização abaixo)

A CÂMARA DOS DEPUTADOS do Brasil votou a favor da admissibilidade do impeachment da presidente do país, Dilma Rousseff, encaminhando o processo de afastamento para o Senado. Em um ato simbólico, o membro da casa que deu o voto favorável nº 342, mínimo para admitir o processo, foi o deputado Bruno Araújo, mencionado em um documento que demonstra que ele teria recebido fundos ilegais de uma das principais empreiteiras envolvidas no atual escândalo de corrupção do país. Além disso, Araújo pertence ao partido de centro-direita PSDB, cujos candidatos perderam quatro eleições seguidas contra o PT, de esquerda moderada, partido de Rousseff, sendo a última delas há apenas 18 meses atrás, quando 54 milhões de brasileiros votaram pela reeleição de Dilma como presidente.

Esses dois fatos sobre Araújo sublinham a natureza surreal e sem precedentes do processo que ocorreu ontem em Brasília, capital do quinto maior país do mundo. Políticos e partidos que passaram duas décadas tentando — e fracassando — derrotar o PT em eleições democráticas encaminharam triunfalmente a derrubada efetiva da votação de 2014, removendo Dilma de formas que são, como o relatório do The New York Times de hoje deixa claro, na melhor das hipóteses, extremamente duvidosas. Até mesmo a revista The Economist, que há tempos tem desprezado o PT e seus programas de combate à pobreza e recomendou a renúncia de Dilma, argumentou que “na falta da prova de um crime, o impeachment é injustificado” e “parece apenas um pretexto para expulsar um presidente impopular.”

Os processos de domingo, conduzidos em nome do combate à corrupção, foram presididos por um dos políticos mais descaradamente corruptos do mundo democrático, o presidente da Câmara Eduardo Cunha (em cima, ao centro) que teve milhões de dólares sem origem legal recentemente descobertos em contas secretas na Suíça, e que mentiu sob juramento ao negar, para os investigadores no Congresso, que